Valor FIPE Atual
R$ 86.536,00
↑ 0,7% vs mês anterior
FIPE: 002086-9
Ano: 2006-3
MêsPreço
Jan/26R$ 86.536,00
Dez/25R$ 85.943,00
Nov/25R$ 85.981,00
Out/25R$ 84.386,00
Set/25R$ 81.750,00
Ago/25R$ 78.986,00
Jul/25R$ 81.851,00
Jun/25R$ 79.520,00
Mai/25R$ 78.832,00
Abr/25R$ 80.267,00
Mar/25R$ 78.904,00
Fev/25R$ 81.766,00

Resumo técnico e contexto da Tabela FIPE para a Hilux CS D4-D 4×4 2.5 16V 102cv TB Diesel 2006

Quando se fala em proteção veicular e em precificação de usados, a Tabela FIPE desempenha um papel fundamental para quem negocia ou assegura veículos de trabalho. No caso específico da Toyota Hilux CS D4-D 4×4 2.5 16V 102cv TB Diesel de 2006, esse registro funciona como referência pública para o valor de revenda, servindo de base para cotações de seguro, financiamentos e regularizações. O modelo 2006, inserido na geração que consolidou a Hilux como uma opção sólida para uso off-road e utilitário, costuma apresentar variações de acordo com a região, estado de conservação, quilometragem e adaptações próprias de cada unidade. Por isso, compreender o que a FIPE reflete naquele período específico ajuda a entender como as condições do mercado influenciam o prêmio do seguro e as coberturas recomendadas.

O que a FIPE traz sobre o veículo e como interpretar os dados

A Tabela FIPE consolida, mensalmente, faixas de valores para veículos usados, com base em dados de compra e venda reais. Para modelos como a Hilux CS D4-D 4×4 2.5 16V 102cv TB Diesel 2006, o valor apresentado na FIPE costuma depender de fatores clássicos: estado de conservação, histórico de manutenção, presença de peças originais, quilômetros rodados e uso (urbano, rural, off-road). Em termos práticos, isso significa:

Tabela FIPE Toyota Hilux CS D4-D 4×4 2.5 16V 102cv TB Dies. 2006
  • Valorização/descrição: a FIPE reflete uma média de preço para o conjunto de exemplares daquele ano e configuração, não sendo garantia de preço específico de uma unidade particular.
  • Variação mensal: os valores variam conforme o mercado, sazonalidade e disponibilidade de unidades com determinada especificação (cabine simples, dupla, pick-up, tração 4×4, entre outras).
  • Impacto no seguro: quanto maior o valor FIPE de um veículo, maior tende a ser o valor segurado correspondente e, consequentemente, o prêmio de seguro, especialmente se houver opções de cobertura total ou de terceiros com reserva de mercado.
  • Condições de uso: modelos com histórico de uso intenso fora de estrada costumam ter custo de reparo mais elevado, o que pode influenciar a avaliação de risco e o rateio de sinistros.

Para profissionais de corretagem de seguros, entender a faixa de valor da FIPE ajuda a calibrar a cobertura, evitando tanto subavaliação quanto sobreproteção. Em veículos com histórico de trabalho pesado, como a Hilux 4×4, é comum que o seguro recomende coberturas adicionais de assistência 24h, destravuamento remoto, carro reserva em caso de colisão e cobertura contra danos de usinagem/acessórios instalados. Assim, a leitura da FIPE funciona como ponto de partida, mas as particularidades do uso do veículo devem orientar a escolha da apólice.

Ficha técnica resumida

  • Motor: 2.5 L turbodiesel D-4D, 16V, com turbo e intercooler; potência de aproximadamente 102 cv (75 kW) para atender às versões de entrada da linha, com torque adequado para trabalho leve a moderado de utilidade off-road.
  • Transmissão e tração: câmbio manual de 5 velocidades; tração 4×4 com seleção de redução, adequada para terrenos desafiadores, em versões voltadas para uso no campo ou no serviço pesado da cidade.
  • Dimensões e capacidades: veículo de caçamba robusta, com comprimento na faixa de 4,7 a 4,8 metros, largura aproximada de 1,75–1,80 m e altura em torno de 1,70–1,80 m; tanque de combustível conveniente para longas jornadas de trabalho; capacidade de carga útil compatível com pickups de gama média da época.
  • Conforto e equipamentos: a linha CS de 2006 costuma apresentar recursos básicos de conforto para a época, como ar-condicionado, direção hidráulica, vidros/travas elétricas e sistema de áudio simples; itens de segurança podem variar conforme a configuração original e eventuais alterações de proprietário, com airbags frontais e ABS disponíveis conforme pacote ou versão específica.

Esses dados ajudam a situar o veículo no contexto financeiro da FIPE, mas, para fins de seguro, é comum que o corretor avalie também o estado da mecânica, o histórico de revisões e a existência de alterações não originais (como troca de pneus, elevação da carroceria ou acessórios de off-road). Tudo isso pode influenciar o prêmio, pois afeta parâmetros de risco, custo de reparo e probabilidade de sinistros.

Contexto da marca e o que a Hilux representa no mercado brasileiro

A Toyota, marca japonesa com presença global consolidada, construiu ao longo de décadas uma reputação baseada em confiabilidade, durabilidade e desempenho consistente de seus utilitários leves. A Hilux, desde as primeiras gerações, tornou-se sinônimo de robustez, capacidade de trabalho duro e versatilidade. Em ambientes rurais, agrícolas e de construção, a Hilux é reconhecida por manter desempenho estável diante de condições adversas, frequentemente superando concorrentes em durabilidade sob tráfego irregular, trechos de estrada ruim e carga contínua. A linha 4×4, especialmente em gerações anteriores, consolidou a imagem de veículo pronto para enfrentar trilhas, recalques de solo e uso intenso sem comprometer a funcionalidade diária do motorista.

Além de sua reputação, a Hilux de 2006 já incorpora a evolução tecnológica da época: motor turbo diesel eficiente para a classe, suspensão preparada para carga e uso off-road, bem como adaptações que favorecem a confiabilidade em trabalhos de campo. No mercado brasileiro, esse conjunto tende a manter um valor estável dentro de faixas de utilitário de perfil robusto, o que favorece tanto a reatividade do seguro quanto a proteção de investimento de quem depende desse veículo para atividades profissionais. Por isso, entender a Hilux dentro do portfólio da FIPE e do mercado de seguros passa pela compreensão de que o veículo atende a um propósito específico: entregar força, autonomia, facilidade de manutenção e valor de revenda viável ao longo do tempo.

Considerações para seguro: leitura prática para quem tem ou avalia uma Hilux CS D4-D 4×4 2006

Para quem trabalha com seguros de automóveis, é essencial adaptar a cobertura ao perfil do veículo. A Hilux CS D4-D 4×4 2.5 16V 102cv TB Diesel de 2006 tende a exigir atenção especial em alguns pontos:

  • Uso na prática: se o veículo é empregado principalmente no transporte de carga leve e em trilhas ou trechos de terra, isso pode aumentar o risco de danos na caçamba, na carroceria e nos componentes de suspensão, o que, por sua vez, impacta o valor do prêmio caso haja sinistro.
  • Idade do modelo: com 18–20 anos de fabricação, o veículo entra em faixas de seguro onde o custo de reparo tende a influenciar premiações, especialmente se a rede de oficinas de referência não estiver amplamente disponível na região.
  • Histórico de manutenção: unidades bem mantidas, com manutenções periódicas registradas, costumam ter sinistros menos frequentes e menores custos médios de reparo, refletindo positivamente na posição de prêmio e nas coberturas recomendadas.
  • Peças e disponibilidade: a FIPE ajuda na avaliação, mas a disponibilidade de peças originais ou equivalentes confiáveis pode afetar o custo de reparo. Em seguros, cenários com peças originais costumam ter avaliação de danos mais estável.

Em termos práticos, a recomendação de seguro para esse modelo costuma incluir, conforme necessidade do usuário, coberturas como danos a terceiros, incêndio, roubo e danos elétricos, além de modalidades de colisão e compreensivos que contemplam eventos como capotamento em uso off-road. A escolha de coberturas pode ser alinhada com o uso real do veículo, o potencial de custo de reposição e o orçamento disponível, sempre buscando equilíbrio entre proteção adequada e custo de prêmio.

Como a idade e o uso influenciam a decisão de seguro e manutenção

A idade do veículo influencia diretamente a avaliação de risco do seguro. Veículos com mais de uma década tendem a exigir análises cuidadosas de histórico de manutenção, condições de mobilidade e disponibilidade de peças. Quando o motorista utiliza o veículo para atividades profissionais, o índice de sinistro tende a aumentar se o veículo não estiver devidamente protegido ou se houver uso fora de estrada frequente sem preparação adequada do veículo. Por esse motivo, corretoras de seguros costumam orientar a aquisição de coberturas adicionais de proteção contra roubo, pane elétrica, além de assistência 24h, assistência em viagem e carro reserva, para reduzir impactos financeiros em casos de atraso ou imobilização do veículo. Adotar práticas de manutenção preventiva, como trocas de óleo, filtros, verificações de sistema de combustível e freios, é crucial para manter o valor de FIPE estável ao longo do tempo e, por consequência, o custo do seguro sob controle.

Outro aspecto relevante é a avaliação de personalizações. Itens instalados pelo proprietário, como acessórios de off-road, protetores de caçamba, rodas ou pneus especiais, podem alterar o valor de reposição e, portanto, o prêmio. A FIPE não captura necessariamente todas as personalizações, mas ajuda a estabelecer uma linha de referência para o valor de negócio. Assim, ao conversar com a corretora, leve em conta essas alterações para que a apólice reflita com fidelidade o estado do veículo e as Coberturas contratadas.

Conselhos educativos para decidir a proteção adequada

Para quem planeja adquirir ou manter uma Hilux CS D4-D 4×4 2.5 16V 102cv TB Diesel 2006 segurada, alguns passos educativos ajudam a tomar decisões mais embasadas:

  • Quite a curiosidade inicial: compare o valor FIPE atual com o preço de compra ou de reposição de peças originais para entender o retorno financeiro em caso de sinistro.
  • Analise o uso real do veículo: se ele circula em áreas de terra, trilhas ou atende a serviços pesados, prefira coberturas que contemplem danos a terceiros, colisão, roubo e assistência 24h.
  • Verifique a disponibilidade de peças: confirme com a oficina de confiança se há estoque de peças originais ou equivalentes de qualidade para evitar aumentos de custo no reparo.
  • Documente o histórico de manutenção: guarde notas fiscais e regule revisões periódicas para facilitar a avaliação de risco na hora da cotação.

Uma abordagem educativa envolve entender como o valor de reposição, conforme a FIPE, se correlaciona com o custo de reparo. Em veículos com perfil 4×4 antigo, o custo de reposição de peças específicas pode impactar significativamente o prêmio, especialmente se houver itens de segurança ou de recuperação off-road que exijam peças especiais. Conversar com uma corretora experiente permite alinhar cobertura com o real perfil de uso, evitando surpresas em caso de sinistro.

Ao mesmo tempo, a Hilux, pela sua tradição de performance, tende a manter uma boa aceitação de mercado quando bem conservada. Uma boa prática é manter as revisões em dia, preservar o estado da caçamba, painel e componentes de tração, e assegurar que a proteção contra roubo seja compatível com as áreas onde o veículo opera com maior frequência. A combinação de uso responsável, manutenção regular e escolha adequada de coberturas é o que, de forma prática, reduz o custo total de propriedade ao longo dos anos.

Para quem busca proteção adicional e tranquilidade na gestão de riscos, vale considerar uma cotação com a GT Seguros. Uma avaliação especializada