| Mês | Preço |
|---|---|
| Jan/26 | R$ 93.490,00 |
| Dez/25 | R$ 91.541,00 |
| Nov/25 | R$ 90.335,00 |
| Out/25 | R$ 88.659,00 |
| Set/25 | R$ 88.300,00 |
| Ago/25 | R$ 89.495,00 |
| Jul/25 | R$ 90.245,00 |
| Jun/25 | R$ 90.336,00 |
| Mai/25 | R$ 87.282,00 |
| Abr/25 | R$ 84.331,00 |
| Mar/25 | R$ 86.360,00 |
| Fev/25 | R$ 89.493,00 |
Guia prático da Tabela FIPE para a Toyota Hilux CS D4-D 4×4 2.5 16V 102cv TB Diesel (2008)
A Tabela FIPE é uma referência utilizada no Brasil para embasar valores de veículos usados, operação comum em seguros, financiamentos e negociações de venda. Embora não represente o preço de troca ou o valor de mercado exatamente, a FIPE oferece um referencial estável e amplamente aceito no setor automotivo e de seguros. No caso da Toyota Hilux CS D4-D 4×4 2.5 16V 102cv TB Diesel, ano 2008, entender o que compõe a ficha técnica, como a marca é percebida pelo mercado e quais fatores de risco a FIPE influencia ajuda o corretor de seguros a formar uma visão mais completa do perfil do veículo, do custo de proteção e das coberturas mais adequadas.
Por que a FIPE importa no seguro de automóveis?
O seguro de veículos utiliza diversos elementos para compor o valor do prêmio, dentre eles o valor referencial da FIPE, a idade do veículo, o perfil do motorista, o uso previsto e o histórico de sinistros. O valor de referência representa uma base para estimar o custo de reposição ou indenização, especialmente em casos de colisão, roubo ou perda total. Veículos com motorizações robustas, como a Hilux 2.5 D-4D, podem exigir coberturas adicionais ou cláusulas específicas, dependendo do uso (trabalho, transporte de carga, atuação off-road, etc.). Além disso, a confiabilidade da marca, a disponibilidade de peças de reposição e o custo de manutenção impactam diretamente no custo de seguro ao longo do tempo.

Neste contexto, olhar para a combinação de atributos do modelo—família Hilux, versão CS, tração 4×4, motor Diesel D4-D, e a idade do veículo (2008)—ajuda o segurador a calibrar risco de forma mais precisa. Uma Hilux 4×4 com motorDiesel de 2,5 litros, ainda que confiável e valorizada pela robustez, carrega particularidades que influenciam o índice de sinistralidade, a perspectiva de desgaste de componentes e o custo de eventual reparo. As fichas técnicas, dados de uso e histórico de manutenção inseridos pelo proprietário também são parte importante da avaliação de risco. É por isso que entender a ficha do veículo, bem como o conceito da tabela FIPE, facilita a conversa entre o cliente e o corretor, permitindo uma cotação mais alinhada com a realidade do que você dirige e do que você pretende com a proteção.
Visão geral da Toyota e a reputação da marca
A Toyota é reconhecida globalmente por combinar confiabilidade, durabilidade e valores de custo de propriedade relativamente estáveis ao longo do tempo. Em mercados onde a pick-up Hilux é amplamente utilizada — seja por atividades comerciais, varejo, agricultura ou lazer — a marca consolidou uma imagem de veículo que resiste a usos intensos sem exigir manutenção excessiva, desde que o dono mantenha o cronograma de revisões recomendado. A Hilux, em particular, é frequentemente associada a rotas desafiadoras, trabalhos de campo e transportes que exigem robustez, capacidade de carga e tração em terrenos variados. Esses atributos ajudam na percepção de valor de revenda e influenciam a forma como as seguradoras avaliam o risco de roubo, dano acidental e necessidade de peças de reposição ao longo dos anos.
Ao falar da versão CS, é pertinente notar que o conjunto de itens de conforto, mecânica e acabamento pode variar conforme o mercado e o ano de fabricação. Mesmo assim, a linha Hilux costuma manter uma base comum de engenharia que privilegia suspensão dianteira e traseira ajustadas para suportar carga, rigidez estrutural e a capacidade de enfrentar situações de terreno com adversidades. Em termos de manutenção, a disponibilidade de peças para a Hilux no Brasil é ampla, o que costuma reduzir o tempo de reparo e pode, em muitos casos, influenciar positivamente a relação custo-benefício do seguro ao longo do tempo. Em resumo, a marca transmite confiança em usos variados, o que parte do princípio de que a proteção do veículo deve acompanhar a versatilidade do proprietário, sem perder de vista as particularidades de um modelo com mais de uma década de existência.
Ficha Técnica (Resumo) para a Hilux CS D4-D 4×4 2.5 16V 102cv TB Diesel (2008)
- Motor e alimentação: Diesel D-4D 2.5L, 4 cilindros, 16V, turbo, alimentação por injeção direta
- Potência e torque: Potência de 102 cv; torque em torno de 25–26 kgf.m
- Transmissão e tração: Manual de 5 velocidades; tração 4×4 com reduzida
- Carroceria e capacidade: Pick-up; versão CS, ano/modelo 2008; tanque de combustível tipicamente na faixa de 70–80 litros; carga útil aproximada em patamar de alguns centenas de quilos
Observação: números de torque e capacidades são estimativas compatíveis com a configuração 2.5 D-4D 102 cv da Hilux na linha CS 2008, sujeitas a variação conforme o mercado, versão exata, cabine (simples ou dupla) e opcionais instalados pela montadora ou concessionária. O ideal é consultar a FIPE e a especificação original do fabricante para confirmar valores atuais e particionados por versão.
Desempenho e uso prático: o que esperar da Hilux CS D4-D 4×4
Para um veículo com motor Diesel 2.5 D-4D e tração integral, o desempenho se acelera de forma diferente de um 1.0 a gasolina. O torque elevado a baixas rpm é um diferencial importante para quem utiliza a Hilux em atividades que exigem reboque, leve transporte de carga ou condução em estradas com irregularidades. A experiência de condução em 4×4 costuma trazer mais confiança em trilhas, lama, areia ou asfalto com piso molhado, desde que o condutor respeite as limitações do veículo, a capacidade de carga e as regras de trafegabilidade em áreas de off-road. Além disso, veículos antigos costumam exigir atenção especial à manutenção do sistema de freios, suspensão, direção e selos de vedação do motor. Em termos de consumo, a eficiência de combustível de uma Hilux D-4D 2008 tende a variar bastante com o peso de carga, o estilo de condução e as condições de terreno, o que reforça a importância de um plano de manutenção que preserve a confiabilidade do conjunto powertrain e do trem de força.
Do ponto de vista de seguro, o uso típico de uma Hilux 4×4 com motor diesel pode impactar a análise de risco de várias formas. O rodízio de uso entre trabalho pesado e uso pessoal influencia as horas de condução, o tipo de vias, a quilometragem anual e, consequentemente, o prêmio de seguro. A idade do veículo, somada à maior probabilidade de desgaste de componentes como discos, pastilhas, pneus e itens de transmissão, também pode influenciar as coberturas mais relevantes, por exemplo com maior ênfase em coberturas de proteção de componentes mecânicos ou de assistência 24 horas. Em qualquer caso, conhecer a ficha técnica ajuda a esclarecer quais itens não podem faltar na apólice e quais cláusulas podem trazer benefícios na proteção contra danos, furto ou roubo.
O papel da FIPE na avaliação de seguros para modelos 2008
A FIPE funciona como uma referência de valores médios de mercado para veículos usados. Quando o corretor de seguros utiliza esse parâmetro, ele está alinhando a proteção a um valor reconhecido pelo mercado e ao mesmo tempo mantendo a competitividade do prêmio para o cliente. Em modelos como a Hilux CS D4-D 4×4 2.5 16V 102cv TB Diesel de 2008, a combinação entre idade, tecnologia de motor Diesel, tração 4×4 e robustez estrutural tende a ser associada a um risco moderado a elevado, dependendo de fatores como histórico de sinistros, local de circulação, uso para trabalho, entre outros. A partir da FIPE, o corretor pode justificar a necessidade de coberturas adicionais, como proteção contra roubo, vidro/lanterna, incêndio/colisão e até mesmo assistências específicas em situações off-road, que ajudam a manter o patrimônio do proprietário protegido em diferentes cenários.
Outro ponto relevante é a perspectiva de depreciação. Em veículos com mais de uma década, a depreciação pode ocorrer de modo a reduzir o valor indenizável em certos casos, o que torna essencial discutir com o corretor a contratação de opções de cobertura que garantam reposição ou indenização adequada em situações de perda total. Nesse aspecto, a FIPE não dita sozinha as regras, mas funciona como referência estável para a discussão de limites de cobertura, valores segurados e franquias que façam sentido econômico para o perfil do condutor.
Como pensar em seguros para a Hilux CS D4-D 4×4 2.5 16V 102cv TB Diesel
Ao planejar a proteção para esse modelo específico, vale considerar alguns pontos-chave que costumam impactar o custo do seguro e a satisfação com a apólice ao longo do tempo. Primeiro, o uso principal do veículo: se ele circula mais na cidade, com visitas a clientes, entregas leves ou uso recreativo, o perfil de risco tende a ser diferente de um veículo que passa mais tempo em estradas rurais, áreas com lama ou trilhas. Segundo, a quilometragem anual prevista: quanto maior o deslocamento, maior a exposição a acidentes, furto ou roubo e desgaste de componentes. Terceiro, o histórico de manutenções: um veículo com manutenção regular e comprovada costuma oferecer maior previsibilidade de custos e menor probabilidade de sinistro, o que favorece condições de prêmio mais estáveis. Por fim, a avaliação da proteção desejada: coberturas básicas de terceiros e incêndio/roubo, abrangência de colisão, e possíveis adicionais como assistência 24h ou proteção de acessórios e estilhaços de vidro podem fazer diferença no custo total da proteção.
Um ponto prático para proprietários de Hilux é manter a documentação em dia, inclusive registros de revisões, serviços de manutenção e eventuais modificações. Isso facilita a negociação com o corretor, permite uma avaliação de risco mais precisa e, frequentemente, contribui para condições de seguro mais vantajosas. A marca Toyota, associada à Hilux, oferece resistência e durabilidade que costumam ser reconhecidas pela indústria de seguros, o que pode favorecer tanto a aceitação de coberturas quanto a possibilidade de pacotes mais customizados, dentro de um equilíbrio entre custo e proteção necessária.
Dicas para quem vai cotar com a GT Seguros
Para quem está buscando uma cotação usando a plataforma da GT Seguros, vale adotar uma abordagem prática e informada. Abaixo, estão pontos diretos e úteis sem a necessidade de recorrer a detalhes excessivos, mantendo o foco no modelo em questão e na lógica de seguro para veículos com a especificação da Tabela FIPE. Considere estas orientações como guias úteis no processo de cotação:
• Informe corretamente a configuração da Hilux: CS D4-D 4×4 2.5 16V 102cv TB Diesel, ano 2008. Detalhes precisos ajudam a calibrar as coberturas e evitam surpresas depois.
• Descreva o uso principal do veículo: trabalho, transporte de carga leve, uso urbano ou off-road. O tipo de uso impacta o nível de risco e pode influenciar a escolha de coberturas adicionais, franquias e assistências.
• Tenha uma visão clara das coberturas
