Valor FIPE Atual
R$ 38.219,00
↑ 1,6% vs mês anterior
FIPE: 002074-5
Ano: 2003-3
MêsPreço
Jan/26R$ 38.219,00
Dez/25R$ 37.618,00
Nov/25R$ 37.675,00
Out/25R$ 37.766,00
Set/25R$ 37.888,00
Ago/25R$ 37.292,00
Jul/25R$ 36.705,00
Jun/25R$ 36.127,00
Mai/25R$ 36.200,00
Abr/25R$ 35.630,00
Mar/25R$ 35.069,00
Fev/25R$ 35.091,00

Guia essencial da Tabela FIPE para a Hilux CS DX 4×4 3.0 Diesel (2003) e o impacto na seguradora

A Tabela FIPE é uma referência recorrente no Brasil para avaliar o valor de veículos usados. Ela, administrada pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (FIPE), agrega dados de mercado com base em transações reais e atualizações mensais, oferecendo um indicador objetivo sobre o preço médio de venda do automóvel em determinada configuração. Quando falamos de seguros, esse valor funciona como uma âncora para entender qual poderia ser o custo de reposição ou o valor de indenização em diferentes cenários de sinistro. Para quem está avaliando a Tabela FIPE da Toyota Hilux CS DX 4×4 3.0 8V 90cv Diesel de 2003, é fundamental compreender não apenas o número da tabela, mas o que ele representa para a proteção do veículo e para as estratégias de investimento em seguro apropriado ao perfil de uso.

O modelo Hilux CS DX 4×4 3.0 Diesel 2003 pertence a uma linha de picapes robustas e reconhecidas pela durabilidade, característica que, na prática, influencia positivamente na percepção de risco de seguradoras. A Hilux, em especial, consolidou-se como veículo de trabalho em diversos setores, desde atividades de construção até uso urbano com necessidade de capacidade de carga. Esse histórico de confiabilidade e a ampla rede de assistência técnica da Toyota ajudam na avaliação de sinistros e na viabilidade de reposição de peças originais, fatores que, em muitos casos, impactam o prêmio do seguro e a cobertura oferecida pelo mercado.

Tabela FIPE Toyota Hilux CS DX 4×4 3.0 8V 90cv Diesel 2003

Ficha técnica detalhada

Abaixo estão os itens-chave que costumam compor a ficha técnica de uma Toyota Hilux CS DX 4×4 3.0 8V 90cv Diesel de 2003, com foco na configuração de cabine simples (CS) e tração 4×4. As informações aqui descritas visam oferecer um retrato objetivo para fins de FIPE e seguros, sem entrar em promessas de desempenho específico que possam variar conforme o veículo individual.

  • Motor: diesel 3.0 L, quatro cilindros em linha, 8 válvulas. Potência nominal de aproximadamente 90 cv. Torque em faixa de funcionamento compatível com uso off-road leve a moderado, suficiente para trabalho e deslocamentos urbanos com carga.
  • Câmbio e transmissão: manual de 5 marchas. Tração 4×4 com acionamento manual, ideal para terrenos desafiadores, com opção de redução em situações de subida íngreme ou ultrapassagens técnicas.
  • Cabine e carroceria: cabine simples (CS) associada a uma caçamba, configuração comum para uso utilitário. Estrutura robusta, com foco em resistência a trabalhar sob cargas dinâmicas e condições de estrada variáveis.
  • Dimensões e capacidades: veículo com peso próprio compatível com picapes médias de seu período, capacidade de carga útil adequada para serviços de carga leve a moderada e capacidade de reboque compatível com utilidade de 2.000 kg, conforme especificação oficial da linha e adaptações regionais. Tanque de combustível com capacidade típica para longos trajetos entre abastecimentos, favorecendo rotas de missões.

Esses itens compõem um retrato técnico que ajuda a entender como o veículo se encaixa na tabela FIPE e, por consequência, na apólice de seguro. Vale enfatizar que a FIPE utiliza dados de mercado para refletir o valor médio de venda entre veículos usados na região, levando em conta ano, versão, estado de conservação e outros sinais do mercado. Mesmo com números que ajudam na estimativa, cada veículo é único: a taxa de depreciação, a disponibilidade de peças originais e o histórico de uso influenciam o valor final de reposição adotado pela seguradora na hora de indenizar uma eventual perda total ou parcial.

A marca Toyota: tradição, confiabilidade e presença no Brasil

A Toyota é reconhecida mundialmente pela combinação de qualidade, durabilidade e desempenho consistente de seus modelos. No Brasil, a presença da marca se consolidou ao longo de décadas com uma rede de concessionárias e centros de serviço que facilita a manutenção, a disponibilidade de peças originais e o atendimento pós-venda. Esses elementos não apenas fortalecem a reputação da Toyota entre proprietários, mas também impactam a percepção de risco para seguradoras. Em termos práticos, uma Hilux bem mantida, com histórico de revisões registradas e com peças originais, tende a representar menor volatilidade no custo de reposição e menor probabilidade de falhas críticas que possam gerar sinistros significativos.

Além de confiabilidade, a Toyota investe em tecnologia de segurança, eficiência e conforto ao longo de suas gerações. Mesmo em modelos com mais de 15 ou 20 anos, como a Hilux CS DX 4×4 de 2003, o legado da marca em termos de engenharia e qualidade de acabamento continua a influenciar a avaliação de valor pelo mercado, o que, por consequência, tende a refletir no posicionamento de prêmios de seguros para veículos usados. Para quem está avaliando a Tabela FIPE, essa combinação de histórico da marca com o estado específico do veículo pode justificar diferentes estratégias de cobertura, especialmente quando se trata de proteger contra depreciação acelerada, roubo, danos acidentais e custos de reparo com peças originais.

Como a FIPE se conecta ao seguro automotivo da Hilux 2003

Quando uma seguradora determina o valor segurado de um veículo antigo ou usado, a Tabela FIPE frequentemente serve como primeira referência para estabelecer o “valor de venda” de referência no mercado. Esse valor serve de base para várias ações de seguradoras, incluindo indenizações em caso de sinistro total, cálculo de prêmios, limites de cobertura de danos a terceiros e a veículos segurados sob o regime de franquia. A partir disso, algumas considerações jurídicas e operacionais costumam aparecer no processo de contratação de seguro:

  • Valor de reposição: em muitos contratos, o segurado pode escolher entre o valor de reposição ou o valor de mercado. A FIPE ajuda a calibrar o valor de reposição de peças originais ou de substituição, com base no que o mercado está praticando no momento da contratação ou renovação.
  • Depreciação e idade do veículo: como a Hilux de 2003 já é considerada um modelo com mais de uma década de vida, a depreciação é um elemento relevante. A FIPE captura parte dessa depreciação ao refletir o preço de venda do mercado para esse ano/modelo, o que pode influenciar o prêmio da apólice.
  • Condições do veículo: o estado de conservação — incluindo estado de mecânica, estética e integridade de componentes — pode alterar o valor efetivo utilizado pela seguradora. Um veículo com histórico de manutenções registrado e sem alterações não originais tende a manter o valor de referência mais próximo da FIPE.
  • Uso do veículo e perfil de risco: picapes usadas para trabalho, especialmente com tração 4×4, costumam ter maior exposição a situações de risco de sinistro, como danos por uso em terreno acidentado, que podem influenciar o prêmio. A FIPE serve para balizar, mas o seguro também considera o histórico de sinistros e o uso real.

Portanto, entender a FIPE facilita a negociação com a seguradora, permitindo que o segurado discuta uma cobertura adequada ao valor de mercado atual do veículo, levando em conta a idade, a condição e o objetivo de uso. É comum que as apólices ofereçam opções de cobertura compreensiva, com ou sem franquia, ou cobertura contra roubo/furto, colisões, danos a terceiros e assistência 24h. O ideal é alinhar o valor segurado com a realidade de mercado descrita pela FIPE, sem perder de vista a necessidade de proteção contra eventos específicos ligados a veículos com uso 4×4 e histórico de uso comercial.

Cuidados práticos para manter o valor de referência estável

Para quem utiliza uma Hilux CS DX 4×4 3.0 Diesel 2003 com o objetivo de se manter alinhado com a tabela FIPE e obter uma proteção efetiva, algumas ações simples podem fazer a diferença. A ideia é preservar as características que mantêm o veículo próximo ao valor de referência