| Mês | Preço |
|---|---|
| Jan/26 | R$ 93.775,00 |
| Dez/25 | R$ 94.247,00 |
| Nov/25 | R$ 94.389,00 |
| Out/25 | R$ 93.745,00 |
| Set/25 | R$ 94.217,00 |
| Ago/25 | R$ 94.691,00 |
| Jul/25 | R$ 95.167,00 |
| Jun/25 | R$ 95.263,00 |
| Mai/25 | R$ 95.052,00 |
| Abr/25 | R$ 94.705,00 |
| Mar/25 | R$ 95.181,00 |
| Fev/25 | R$ 93.773,00 |
Panorama sobre a Tabela FIPE para a Toyota Hilux SW4 SRV D4-D 4×4 3.0 TDI Mec 2007
Ficha técnica essencial da versão D4-D 3.0 4×4 com câmbio manual
A Hilux SW4 SRV D4-D 4×4 3.0 TDI Mec 2007 é uma configuração que costuma chamar atenção pela combinação de robustez off-road e conforto de uso diário. Nesta geração, a linha SW4 (Sport Wagon 4×4) utiliza o motor turbodiesel D-4D de 3.0 litros, já consolidado pela Toyota como uma unidade capaz de equilibrar torque suficiente para condução urbana com força para trilhas e deslocamentos com carga. O código D4-D refere-se à família D-4D, com tecnologia de injeção direta e turbocompressor, voltada para desempenho e economia de combustível em cenas de uso misto. Abaixo, os itens que costumam compor a ficha técnica dessa versão, em termos resumidos, para efeito de referência na Tabela FIPE e na avaliação de seguros:
- Motor: diesel 3.0 L D-4D (turboalimentado, intercooler, injeção direta), com configuração de quatro cilindros em linha.
- Transmissão e tração: câmbio manual de 5 velocidades; tração 4×4 com caixa de transferência (reduzida para uso em terrenos não pavimentados).
- Dimensões e capacidade: veículo de porte SUV médio com entre-eixos próximo a 2,7 a 2,8 m, comprimento típico na faixa de 4,7 a 4,8 m, e tanque de combustível de aproximadamente 70–80 litros, variando conforme o mercado e a configuração exata.
- Desempenho e consumo: potência na casa de 170–171 cv (127–128 kW) em rotações elevadas, torque máximo ao redor de 36 kgf·m (aprox. 360 Nm) em regimes baixos a médios; consumo variável conforme uso, tipo de combustível e condições de condução, com variações significativas entre cidade e estrada.
Sobre a marca Toyota: tradição, confiabilidade e inovação
A Toyota é reconhecida globalmente pela combinação entre durabilidade, confiabilidade e custo de propriedade relativamente contido ao longo do tempo. A Hilux, derivada da linha de picapes da marca, ganhou identidade própria ao longo das décadas como um veículo capaz de suportar atividades pesadas sem abrir mão do conforto para uso diário, o que inclui a variante SW4, que agrega características de SUV com foco em espaço, robustez e capacidade de carga. Em termos de garantia de qualidade, a Toyota investe em redes de assistência técnica amplas, disponibilidade de peças originais e políticas de manutenção que costumam facilitar a reposição de componentes sem surpresas financeiras, o que é um fator relevante para quem contrata seguro automotivo ou busca valor de revenda estável. Além disso, a linha D-4D, presente nessa versão, representa um capítulo importante da estratégia da marca para oferecer diesel confiável com boa resposta de torque para trechos com carga ou terreno mais desafiador. Compreender a herança da Toyota ajuda a situar não apenas o valor de substituição ou de reposição, mas também as referências de proteção que costumam acompanhar esse tipo de veículo em uma apólice de seguro: histórico de manutenção, disponibilidade de peças originais e a percepção de risco associada a veículos com tração 4×4 e motor diesel.

A Tabela FIPE e o seguro: como o referencial influencia a apólice
Quando se fala na Tabela FIPE, entra em cena o conceito de valor de referência de mercado para veículos usados no Brasil. A FIPE (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas) consolida mensalmente uma base de dados com base em transações reais de compra e venda de automóveis usados, servindo como referência para seguros, financiamentos e impostos. Para a Toyota Hilux SW4 SRV D4-D 4×4 3.0 TDI Mec 2007, o valor FIPE funciona como um ponto de partida para estimar o valor segurável da frota envolvida, o que, por sua vez, orienta a composição da apólice — especialmente no que diz respeito à soma segurada, ao prêmio e à escolha entre valores de reposição ou indenização em caso de sinistro. Algumas considerações úteis sobre essa relação entre FIPE e seguro incluem:
1) A FIPE serve de referência, não de valor definitivo de indenização. A seguradora pode utilizar esse parâmetro como base, mas a apólice costuma prever particularidades que refletem o estado real do veículo, a quilometragem, a idade e a presença de acessórios. Conteúdos adicionais, como histórico de manutenção, acessórios originais e estado de conservação, costumam influenciar o valor efetivo da cobertura.
2) Versões e configurações específicas influenciam o valor referencial. No caso da Hilux SW4 4×4 com motor 3.0 D4-D e câmbio manual, o fator de especificação (SRV, D4-D, 4×4) tende a se refletir no verificado pela FIPE como uma configuração de mercado com características distintas de versões de tração dianteira ou de menor motorização. Em termos práticos, isso significa que pequenas diferenças entre uma versão SRV D4-D e outras variantes podem gerar variações no valor de referência calculado pela base FIPE.
3) Data de consulta importa. A FIPE é atualizada periodicamente, o que implica que o mesmo veículo pode ter valores diferentes ao longo do tempo. Em prazos curtos, mudanças podem refletir condições de mercado, disponibilidade de peças e taxas de câmbio, entre outros elementos. Por isso, o seguro costuma acompanhar essa oscilação para manter a proteção adequada sem extrapolar o orçamento.
4) Como a seguradora utiliza a FIPE no cálculo do prêmio? Além do valor segurável, a FIPE também pode influenciar a avaliação de riscos, a análise de sinistralidade e as opções de coberturas, como valor de reposição integral versus indenização por valor atual de mercado. Em linhas gerais, quanto maior o valor de referência, maior tende a ser o custo de proteção, desde que seja mantida a coerência com as condições do veículo, idade, uso e local de registro.
Em síntese, a Tabela FIPE funciona como um alicerce útil para a seguradora entender o valor de referência de uma Hilux SW4 SRV D4-D 4×4 3.0 TDI Mec 2007, mas a apólice final envolve um conjunto de ajustes que refletem as condições reais do carro e as necessidades do segurado. Ao planejar a proteção, é essencial considerar não apenas a referência FIPE, mas também os aspectos práticos de uso, manutenção e histórico de sinistros para chegar a uma cobertura alinhada ao perfil do veículo.
Boas práticas para proteção veicular e alinhamento com FIPE
Para reforçar a proteção ao longo da vida útil deste modelo, vale adotar medidas que contribuam para a segurança, conservação e, por consequência, para o controle de custos com seguro. As ações abaixo são orientações úteis para proprietários da Hilux SW4 SRV D4-D 4×4 3.0 TDI Mec 2007, mesmo sem entrar em números de indenização ou valores específicos:
Primeiro, priorize a manutenção preventiva e o histórico de revisões. Um registro completo de manutenções com peças originais e serviços realizados aumenta a confiabilidade do veículo diante da seguradora. Esse histórico pode influenciar positivamente o valor segurável ao comprovar que o carro está em condições estáveis e adequadas de funcionamento, o que, por sua vez, pode impactar positivamente o prêmio. Segundo, invista em dispositivos de proteção e rastreamento. Sistemas de alarme avançados, rastreadores veiculares com monitoramento 24 horas e travas adicionais costumam reduzir o risco de furto ou roubo, o que é relevante para a precificação de seguros de automóveis com tração 4×4, especialmente em áreas com índices de criminalidade mais elevados. Em terceiro lugar, mantenha as informações do veículo atualizadas na apólice. Quaisquer modificações, acessórios ou alterações no estado original — por exemplo, adição de rack, eventual reboque ou alterações de configuração — devem ser comunicados à seguradora para que o valor segurável reflita com precisão o veículo. Por fim, direcione a escolha de coberturas para as necessidades reais. Em veículos com uso misto, que transitam por cidade e estradas fora de pista, pode ser prudente avaliar coberturas que contemplam colisão, incêndio, roubo, danos a terceiros e assistência 24 horas, sempre ponderando o custo-benefício de cada pacote.
Ao considerar a proteção da sua Hilux SW4 SRV D4-D 4×4 3.0 TDI Mec 2007, a compreensão de como a Tabela FIPE opera como referência de mercado ajuda a alinhar expectativas com as coberturas disponíveis. Um seguro bem estruturado leva em conta não apenas o valor de referência, mas também o histórico do veículo, o perfil de utilização e o ambiente onde ele circula. O objetivo é obter uma proteção sólida, capaz de cobrir danos, perdas ou responsabilidades civis, sem comprometer a relação custo-benefício ao longo do tempo.
Se estiver buscando uma orientação especializada para esse conjunto de características, vale considerar a assinatura de uma cotação com a GT Seguros. Um consultor pode ajudar a comparar opções de coberturas, franquias e condições que melhor atendem às necessidades do seu veículo.
Para concluir, a Toyota Hilux SW4 SRV D4-D 4×4 3.0 TDI Mec 2007 é um exemplar que envolve histórico de robustez, tecnologia Diesel D-4D e a confiabilidade associada à marca. A relação entre o valor de referência da FIPE e a proteção oferecida pela seguradora é uma peça fundamental do quebra-cabeça, e alinhar essas peças com a realidade de uso e o estado de conservação do veículo é o caminho para uma proteção eficaz e econômica ao longo dos anos.
Considere solicitar uma cotação com a GT Seguros para comparar coberturas, condições e opções de proteção adequadas ao seu perfil de uso e às características específicas da sua Hilux SW4 SRV D
