| Mês | Preço |
|---|---|
| Mar/26 | R$ 1.845,00 |
| Fev/26 | R$ 1.850,00 |
| Jan/26 | R$ 1.855,00 |
| Dez/25 | R$ 1.859,00 |
| Nov/25 | R$ 1.862,00 |
| Out/25 | R$ 1.867,00 |
| Set/25 | R$ 1.873,00 |
| Ago/25 | R$ 1.877,00 |
| Jul/25 | R$ 1.881,00 |
| Jun/25 | R$ 1.883,00 |
| Mai/25 | R$ 1.887,00 |
| Abr/25 | R$ 1.889,00 |
Guia completo sobre a Tabela FIPE para TRAXX JH 125 L e Fly 2002: como compreender valores na prática de seguros
O que é a Tabela FIPE e por que ela é relevante para motos como a TRAXX JH 125 L e a Fly 2002
A Tabela FIPE (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas) é uma referência amplamente utilizada no Brasil para estimar o valor de veículos usados, incluindo motocicletas. Embora o nome sugira apenas preços, a função prática da FIPE é oferecer um referencial de mercado que serve de base para negociações, cobranças de seguro, formalização de valores em financiamentos e verificações em propostas de cobertura. Em termos simples, a FIPE agrega dados de transações ocorridas no varejo de veículos usados, ajusta esses números ao longo do tempo e fornece uma referência mensal que ajuda seguradoras, compradores e vendedores a alinharem expectativas sobre o valor de um veículo em determinado momento.
No universo de seguros, esse referencial é especialmente útil para veículos com histórico de uso diversificado, como é o caso das motos TRAXX JH 125 L e Fly 2002. Modelos deste porte costumam apresentar particularidades: desgaste natural de componentes, disponibilidade de peças, variações de desempenho conforme manutenção e uso urbano ou rodoviário. Por isso, compreender como a FIPE se aplica ajuda tanto o titular da apólice quanto o corretor de seguros a definir a cobertura adequada, o valor segurado e as condições de indenização, sem depender apenas de estimativas subjetivas ou de avaliações pontuais que não refletem a realidade de mercado ao longo do tempo.

É importante notar que a FIPE não determina sozinha o preço de venda de um veículo nem garante o valor exato de indenização em caso de sinistro. Ela funciona como uma referência válida para operações comuns no ecossistema de seguros e negócios. Quando o veículo passa por manutenções, modificações, alterações de uso ou caminhos de utilização diferentes, é comum que o valor FIPE seja ajustado para refletir essas particularidades. Em seguros, isso se traduz em impactos indiretos no custo do prêmio, nas coberturas recomendadas e, principalmente, no valor segurado que servirá de base para possíveis indenizações.
Para quem atua na corretagem de seguros, entender a dinâmica da FIPE facilita conversar com o cliente sobre expectativas realistas, explicar a finalidade de cada cobertura e orientar sobre a melhor forma de manter a proteção do veículo alinhada ao seu uso e ao seu histórico. Em motores mais antigos ou modelos com pouca disponibilidade de reposição, esse conhecimento se torna ainda mais relevante, pois pequenas variações no valor de referência podem influenciar o custo total do seguro ao longo dos anos.
Ficha técnica resumida das versões TRAXX JH 125 L e Fly 2002
A seguir, apresentamos uma visão concisa de ficha técnica para cada uma das versões citadas. Os dados são apresentados para fins educativos, com foco em atributos relevantes para seguradoras, compradores e entusiastas que desejam entender o que compõe cada modelo dentro da linha TRAXX. Em situações reais, consulte a ficha técnica oficial do fabricante ou o registro de veículo para confirmar os números vigentes ao momento da contratação ou da venda. Mesmo modelos próximos de 2002 podem apresentar variações conforme o ano de fabricação, lote de produção ou adaptações regionais.
TRAXX JH 125 L (2002)
Categoria: motocicleta de uso urbano/estrada leve.
Cilindrada: 125 cm³.
Tipo de motor: quatro tempos, arrefecimento por ar, alimentação por carburador (configuração comum à época).
Potência: em torno de 9,5 CV (aprox. 7,0 kW) a rotações moderadas, com boa entrega de torque para uso diário.
Torque: aproximadamente 9–9,5 Nm em regimes práticos de condução.
Transmissão: manual, 4 velocidades.
Sistema de arrefecimento: ar (sem água).
Suspensão dianteira: garfo telescÓpico; traseira: monoamortecador ou tambor de mola, dependendo da configuração regional.
Freios: dianteiro disco (ou tambor dependendo da versão exata) e traseiro tambor, sem ABS em modelos dessa época.
Peso (aprox.): 110–115 kg em ordem de marcha.
Capacidade do tanque: tipicamente entre 7 e 8 litros.
Dimensões aproximadas: 1,95 m de comprimento, 0,70 m de largura, 1,10 m de altura.
Altura do assento: em torno de 0,78–0,82 m, contribuindo para a ergonomia de condução urbana.
Arquitetura de quadro: tradicional, com carroçaria enxuta, voltada para economia de combustível e facilidade de manutenção.
Fly 2002
Categoria: scooter de uso urbano com perfil de mobilidade prática e acessível.
Cilindrada: 200 cm³.
Tipo de motor: quatro tempos, com configuração de arrefecimento comum para scooters da linha de entrada da época.
Potência: entre 12 e 15 CV (aprox. 9–11 kW), refletindo boa resposta para deslocamentos urbanos com carga leve.
Torque: na faixa de 14–16 Nm, contribuindo para retomadas e subida de ladeiras com passageiros leves.
Transmissão: continuação de sistema automático (CVT), comum em scooters, sem trocas manuais pelo motorista.
Sistema de arrefecimento: ar (em geral não utiliza líquido para esse tipo de motor).
Suspensão dianteira: tipo garfo; traseira: sistema de mola e amortecedor integrado à estrutura da scooter.
Freios: dianteiro disco, traseiro tambor (ou disco, conforme a configuração de mercado regional); ausência de ABS em muitos modelos de 2002.
Peso (aprox.): 115–125 kg em ordem de marcha, variando com acabamentos e tanque cheio.
Capacidade do tanque: típico entre 6 e 8 litros, com boa autonomia para uso urbano diário.
Dimensões aproximadas: cerca de 2,0–2,1 m de comprimento; largura em torno de 0,75–0,80 m; altura de 1,1 m.
Arquitetura de quadro: voltada a conforto de condução sobre o piso urbano, com centro de gravidade baixo para facilitar a manobra.
Observação importante: esses dados são representações técnicas amplas para facilitar o entendimento geral. Em operações reais, vale checar a ficha técnica específica do exemplar em questão (ano exato de fabricação, lote, variação de componentes) e a documentação oficial do fabricante, já que pequenas mudanças entre séries podem impactar interpretções de desempenho e manutenção.
A marca TraXX: visão geral, posicionamento e relação com o mercado de seguros
A TraXX é uma marca que atua, em grande parte, no nicho de motocicletas de uso diário, com foco em modelos acessíveis que conciliam economia de combustível, baixo custo de manutenção e facilidade de reparo. Esse posicionamento busca atender a um público que valoriza mobilidade urbana confiável sem comprometer o orçamento, o que é especialmente relevante em cenários de seguro de veículos usados. A rede de assistência técnica, a disponibilidade de peças de reposição e a percepção de durabilidade são fatores que influenciam a avaliação de risco pelas seguradoras, bem como a própria percepção do segurado na hora de contratar coberturas adequadas.
Para o corretor de seguros, compreender a história da marca auxilia na explicação de aspectos práticos ao cliente: por exemplo, como a disponibilidade de peças pode afetar o tempo de reparo, como o histórico de fiabilidade de modelos específicos impacta o valor de reposição ou de indenização e como as escolhas de uso (urbano intenso, trajetos curtos, viagens ocasionais) influenciam as opções de cobertura. Em modelos de baixo custo, as coberturas podem incluir proteção adicional contra roubo/furto, guias de assistência 24h, cobertura de acessórios originais e opções para extensão de garantia, tudo com o objetivo de manter o custo total de posse sob controle sem abrir mão da proteção essencial.
Como a FIPE é aplicada na cotação de seguros e na avaliação de mercado para TRAXX JH 125 L e Fly 2002
Ao se preparar para uma cotação com seguradoras, a referência FIPE serve como alicerce para definir o valor segurado. O valor segurado é o montante pelo qual a apólice poderá indenizar em caso de sinistro total ou parcial, e a FIPE oferece uma estimativa de mercado que facilita a negociação entre seguradora, corretor e cliente. Modelos como a TRAXX JH 125 L e a Fly 2002, por serem veículos com histórico de uso intenso na cidade e com potencial de desvalorização com o tempo, costumam ter uma variação de valor mais sensível às condições de conservação, à disponibilidade de peças e a fatores regionais de demanda.
Alguns pontos-chave sobre como a FIPE atua na prática de seguros:
– A FIPE é atualizada mensalmente, refletindo movimentos do mercado de usados e depreciando o valor do veículo de acordo com a idade, desgaste típico e demanda por peças. Essa atualização ajuda a manter as cotações condizentes com o valor de mercado atual.
– Em seguros, a leitura da FIPE não substitui a avaliação personalizada do veículo nem a descrição do uso; ela, porém, orienta o cálculo da base de proteção e ajuda a evitar tanto subseguro quanto superproteção. Por exemplo, um carro ou moto com baixa manutenção pode exigir um ajuste específico para o valor segurado, mesmo que a FIPE indique um referencial mais estável para modelos de uso comum.
– A prática de seguros costuma considerar adicionais como acessórios originais, histórico de sinistros, conservação mecânica, modificação de componentes e documentação de manutenção. Embora a FIPE forneça o ponto de partida, os corretores validam com o cliente detalhes que podem alterar a aceitação do risco e o valor segurado final. Em motos da linha TRAXX, itens como o estado do
