| Mês | Preço |
|---|---|
| Fev/26 | R$ 44.243,00 |
| Jan/26 | R$ 44.341,00 |
| Dez/25 | R$ 44.426,00 |
| Nov/25 | R$ 44.493,00 |
| Out/25 | R$ 44.601,00 |
| Set/25 | R$ 45.512,00 |
| Ago/25 | R$ 46.441,00 |
| Jul/25 | R$ 46.516,00 |
| Jun/25 | R$ 46.563,00 |
| Mai/25 | R$ 46.657,00 |
| Abr/25 | R$ 46.701,00 |
| Mar/25 | R$ 46.772,00 |
Visão geral da Tabela FIPE para o VW 14-140 com três eixos e duas portas a diesel, ano 1990
A Tabela FIPE funciona como uma base de referência amplamente utilizada no Brasil para estimar valores de mercado de veículos, serviços e, principalmente, como parâmetro de suporte para as avaliações de seguros. Mesmo não apresentando preços diretamente no conteúdo, compreender como essa tabela é estruturada ajuda clientes e corretores de seguros a entenderem por que determinadas informações aparecem em propostas, bem como como o histórico de uso e as condições do veículo influenciam o cálculo de coberturas e indenizações. Quando falamos do VW 14-140 com 3 eixos, 2 portas e motor a diesel fabricado em 1990, entramos num universo de veículos comerciais leves e utilitários que, na época, representavam uma parcela relevante da frota de transporte de cargas no Brasil. A seguir, exploramos como a FIPE trata esse tipo de veículo, além de detalhes técnicos que costumam orientar decisões de seguro.
O que é a Tabela FIPE e como ela impacta as seguradoras
A Tabela FIPE funciona como um painel contínuo de referência de preço de veículos usados no Brasil. Ela é atualizada mensalmente com base em transações registradas no mercado, levando em conta variações de demanda, disponibilidade de peças, idade do veículo e condições gerais de uso. Para veículos com configuração específica — como o VW 14-140, que oferece 3 eixos e duas portas com motor diesel — a seguradora utiliza a referência da tabela para calibrar o valor de referência do veículo na condição em que ele se encontra. Esse valor de referência serve como base para diferentes linhas de cobertura, como indenização por perda total, valor de reparo autorizado e limites de cobertura de acessórios originais. É importante notar que o valor de referência da FIPE não substitui uma avaliação técnica em caso de sinistro complexo, mas atua como um ponto de partida estável para cálculos de seguro. Em veículos comerciais, a FIPE costuma diferenciar entre versões de carroceria, motorizações e configurações de eixo, o que pode alterar o patamar de avaliação entre um site e outro, ou entre corretores. O VW 14-140, com a combinação de 3 eixos e 2 portas, pertence a uma linha de utilitários que tradicionalmente exigem atenção especial na apólice, pela sua finalidade de uso e pelo histórico de exposição a sinistros de carga, trânsito de vias urbanas e estradas de alta intensidade.

Para quem está buscando compreender como a FIPE se traduz em termos práticos de seguro, algumas leituras rápidas ajudam: o valor de referência da tabela funciona como parâmetro principal, mas as seguradoras podem observar também fatores adicionais — idade do veículo, quilometragem, uso (comercial, carga, entregas), histórico de sinistros, localização geográfica e alterações no chassi ou na carroceria que possam impactar a integridade estrutural. Assim, mesmo sem apresentar números, fica evidente que as percepções de risco aumentam com o tempo de uso, a intensidade de trabalho logístico e o regime de manutenção encontrado pelo veículo na prática.
Ficha técnica do VW 14-140 3-eixos 2p Diesel 1990
A ficha técnica de um veículo histórico como o VW 14-140 ajuda a entender os componentes que, direta ou indiretamente, influenciam o valor de seguro, as possibilidades de manutenção e a elegibilidade de coberturas. Abaixo estão os elementos-chave que costumam compor uma ficha técnica para esse tipo de configuração, com descrições que ajudam corretores e proprietários a avaliar necessidades de cobertura:
- Motorização: diesel, com configuração de 4 cilindros, destinada a uso comercial; o conjunto pode apresentar variações de potência conforme a motorização instalada na época. Em veículos dessa linha, a potência típica para atender às exigências de carga variava ao longo dos anos de produção, refletindo a performance necessária para deslocar o peso total em vias urbanas e rurais.
- Câmbio e transmissão: manual, com número de marchas geralmente entre 4 e 6, dependendo da configuração específica do motor e da caixa de transmissão escolhida pela linha de montagem. A tração padrão aparece como traseira, com possibilidade de ajustes para configurações de eixo adicionais em versões de 3 eixos (padrões 6×2 ou semelhantes, conforme a configuração de eixos e carroceria).
- Dimensões e capacidade: o veículo pertence ao segmento de utilitários de carga, com comprimento considerável devido aos eixos adicionais, largura compatível com passagem em vias urbanas e altura suficiente para o carregamento. O peso bruto total (PBT) costuma situar-se em faixas que permitem operação com cargas expressivas, enquanto a capacidade de carga está associada à estrutura do chassi e à suspensão reforçada para suportar o esforço de transporte.
- Estrutura e acabamento: chassi robusto, carroceria que pode variar entre cabine simples com baú rígido ou outra configuração de carga, suspensão apropriada para eixo dianteiro e traseiro, com freios que tradicionalmente acompanhavam o peso e o comportamento de manobra de um veículo com múltiplos eixos. O conjunto de freios pode incluir sistemas de assistência que eram comuns na época, contribuindo para a segurança operacional em diferentes condições de uso.
É importante reforçar que a ficha técnica pode apresentar variações conforme a versão exata do veículo, o que afeta diretamente a forma como a seguradora avalia o risco. No caso de veículos históricos ou com configurações especiais, a documentação adicional de fábrica, manuais de serviço e laudos de inspeção podem facilitar a verificação de conformidade e o processo de cotação de seguros.
A marca Volkswagen: legado e papel do fabricante no Brasil em 1990
A Volkswagen, amplamente reconhecida pela robustez de seus quadros de motor e pela engenharia que equilibra desempenho com manutenção prática, desempenhou um papel forte no setor de veículos comerciais leves e utilitários no Brasil ao longo de décadas. Em 1990, a rede de produção e distribuição da marca já possuía centros de fabricação e montagem que permitiam adaptar modelos às necessidades de transporte de carga do país. Embora o imaginário de VW seja, para muitos, ligado aos Beetles e aos modelos de passeio, a empresa também era conhecida pela linha de comerciais, que incluía picapes, caminhonetes e veículos de carga com capacidade de enfrentar condições de uso diário em estradas e áreas urbanas com regularidade. A reputação de durabilidade e facilidade de manutenção era um atributo que muitas frotas valorizavam, especialmente em operações com giro rápido de mercadorias, entregas e serviços onde a disponibilidade da frota era essencial para as atividades logísticas.
Para quem acompanha a história automotiva brasileira, é comum notar que a década de 1990 trouxe mudanças de desenho, melhoria de processos de montagem e uma maior integração com as exigências de mercado, mantendo a Volkswagen como um dos pilares da mobilidade de carga leve no país. O resultado foi uma linha que, ao lado de peruas e carros de passeio, consolidou uma presença contínua de utilitários robustos, com foco em confiabilidade de uso contínuo, disponibilidade de peças e uma rede de assistência técnica que facilitava a busca por manutenção e reparos em diferentes regiões. Esses aspectos costumam influenciar, de forma indireta, o processo de cotação de seguros, pois transportam uma percepção de durabilidade, custo de proteção e necessidade de coberturas que assegurem a continuidade das operações da frota.
Considerações sobre seguro para veículos com 3 eixos e uso de dados FIPE
Para veículos como o VW 14-140 com três eixos e especificação diesel, a cobertura de seguro precisa considerar os riscos inerentes ao uso comercial, como eventual desgaste de componentes de suspensão, uso em vias com pavimento irregular, exposição a cargas pesadas e questões de segurança para motoristas e cargas. A FIPE oferece a referência de valor de reposição e de mercado, ajudando a estabelecer parâmetros para indenização parcial ou total, bem como para a definição de franquias, coberturas adicionais (como terceiros, danos a carretas, risco de roubo/furto) e apólices que contemplam situações de sinistro. Além de observar o valor de referência, as seguradoras costumam avaliar fatores como idade do veículo, histórico de sinistros, uso pretendido (cargas, entregas, atuação regional), proteção do veículo (alarmas, dispositivos de rastreamento), manutenção regular e disponibilidade de peças originais para reparos. Para proprietários, esse conjunto de informações reforça a importância de manter a documentação em dia, com notas fiscais de manutenção, histórico de revisões e comprovantes de substituição de componentes críticos, o que pode influenciar positivamente o processo de cotação e as condições de cobertura.
Outra dimensão relevante é o regime de uso. Veículos com 3 eixos voltados para operações de entrega e carga apresentam maior exposição a riscos de colisões, danos por carga deslocada ou em áreas de tráfego intenso. Assim, a seguradora pode sugerir coberturas adicionais, como proteção de carroceria, responsabilidade civil ampliada para operações com terceiros, proteção de carga e cobertura de acessórios originais que compõem o conjunto do veículo. Em termos práticos, entender a relação entre o valor de referência da FIPE, as condições de uso e as boas práticas de manutenção ajuda a alinhar expectativas entre o proprietário e a seguradora, resultando em uma apólice mais adequada ao perfil do VW 14-140.
Para proprietários com frota antiga ou de especial interesse, vale considerar também programas de seguro consignados a veículos históricos ou de uso profissional intensivo. Nesses casos, a avaliação pode contemplar itens adicionais, como inspeções periódicas, ajuste de franquias conforme a exposição ao risco e opções de coberturas que priorizem a continuidade operacional da empresa, especialmente em contextos onde a disponibilidade de frotas é crucial para a logística diária.
Em resumo, a sinergia entre a Tabela FIPE, as condições técnicas do veículo e o uso prático determina o escopo de proteção adequado para o VW 14-140. A FIPE serve como referência estável para o cálculo de valores de reposição, enquanto a ficha técnica fornece o mapa dos componentes que ajudam a prever necessidades de assistência, manutenções e, consequentemente, o impacto no custo da apólice ao longo do tempo. A abordagem educativa para quem está buscando proteção envolve entender que não existe apenas um número fixo: o seguro é resultado de uma combinação entre histórico, uso, configuração específica do veículo e as políticas da seguradora.
Se você está avaliando opções de proteção para seu VW 14-140 com três eixos e duas portas, diesel, de 1990, a importância de falar com especialistas fica clara: é possível identificar coberturas mais alinhadas ao perfil de uso, planejar revisões importantes e reduzir surpresas no momento de acionar a proteção. E, para uma orientação especializada em seguros que considere подробно esse tipo de configuração, a GT Seguros oferece suporte com cotações personalizadas, pensando nas particularidades da sua operação.
Para uma avaliação prática e sob medida, recomendamos que você busque orientação de profissionais qualificados e, quando estiver pronto, faça uma cotação com a GT Seguros.
