Valor FIPE Atual
R$ 50.463,00
↓ 0,2% vs mês anterior
FIPE: 515113-9
Ano: 1991-3
MêsPreço
Jan/26R$ 50.463,00
Dez/25R$ 50.560,00
Nov/25R$ 50.636,00
Out/25R$ 50.758,00
Set/25R$ 50.921,00
Ago/25R$ 51.029,00
Jul/25R$ 51.111,00
Jun/25R$ 51.163,00
Mai/25R$ 51.266,00
Abr/25R$ 51.313,00
Mar/25R$ 51.391,00
Fev/25R$ 51.422,00

Análise contextual da Tabela FIPE para o VW 16-210 H com três eixos e motor diesel (1991)

A Tabela FIPE é uma referência amplamente utilizada para estimar o valor de mercado de veículos no Brasil, inclusive para caminhões e utilitários pesados. Quando se trata de um modelo tão específico como o Volkswagen 16-210 H, com 3 eixos e motorização diesel, a leitura da FIPE envolve não apenas o ano de fabricação, mas também a configuração de eixos, o estado de conservação e a demanda histórica por peças e reparos. Em seguros, esse parâmetro serve como base para o cálculo do valor segurado, o que, por sua vez, influencia prêmios, coberturas e condições de indenização em caso de sinistro. Conhecer a Tabela FIPE nesse contexto ajuda você a entender como o seguro pode refletir a realidade operacional de um caminhão antigo, além de indicar caminhos para manter a proteção adequada sem comprometer o orçamento.

Ficha Técnica do VW 16-210 H (1991)

Abaixo está uma síntese técnica típica para esse modelo específico, levando em conta a configuração de 3 eixos com tração e motor diesel. Os números apresentados refletem características históricas comuns a esse tipo de caminhão lançado na década de 1990, quando a robustez, o torque e a capacidade de carga eram prioridades para transportes de longo percurso e operações de logística regional.

Tabela FIPE VOLKSWAGEN 16-210 H 3-Eixos 2p (diesel) 1991
  • Categoria: Caminhão pesado 3-eixos, 2 portas
  • Motor: Diesel, 6 cilindros em linha, deslocamento próximo de 11,8 litros, potência nominal de aproximadamente 210 CV
  • Transmissão: Manual, tipicamente com 9 marchas, com configuração de tração 6×4
  • Peso Bruto Total (PBT): Em torno de 28.000 kg; capacidade de carga útil estimada em cerca de 16.000 kg

Além dos itens acima, a ficha técnica do VW 16-210 H costuma incluir detalhes de peso próprio, dimensões, sistema de freios e capacidade de combustível. O peso próprio do veículo costuma ficar na faixa próxima de 9.000 a 10.000 kg em configurações históricas, com compensações de acordo com o tipo de carroceria e o armazenamento de carga. A largura, o comprimento e a altura variam conforme a carroceria adotada pela frota, mas o conjunto de 3 eixos, com uma configuração de 6×4, é comum para quem precisa de boa tração em terrenos variados e de maior estabilidade em cabines de comando com visibilidade prolongada. O tanque de combustível costuma ter capacidade suficiente para suportar longas jornadas, variando conforme a configuração, mas com foco em autonomia operacional em rotas de transporte de carga.

Essa leitura técnica contextualiza o que se observa em uma cotação FIPE para esse modelo. Em termos de uso, o VW 16-210 H de 1991 era pensado para atividades de distribuição, transporte de materiais pesados e operações de frota que exigiam robustez de chassi, torque elevado e resistência a condições adversas de estrada. O conhecimento da ficha técnica ajuda a compreender por que a valorização ou depreciação no FIPE pode seguir padrões diferentes de veículos leves ou de menor porte, especialmente quando a idade do caminhão impacta itens como disponibilidade de peças originais e custos de manutenção.

O protagonismo da marca Volkswagen no Brasil no setor de caminhões

Ao longo das décadas, a Volkswagen Caminhões e Ônibus consolidou-se como uma referência no mercado brasileiro de caminhões pesados e semipesados. A marca ficou conhecida pela construção de veículos com conceitos de resistência, facilidade de manutenção e ampla rede de assistência técnica. No Brasil, a presença de plantas industriais, a disponibilidade de peças originais e a rede de concessionárias contribuíram para uma disponibilidade relativamente estável de garantias e serviços, especialmente para paradas de manutenção programada e reposição de componentes críticos. Mesmo diante de mudanças organizacionais no grupo, a identificação com a tradição de durabilidade de seus veículos manteve-se como um ponto de confiança para frotas que operam em serviços de carga de médio a grande porte.

Para frotistas e corretores de seguros, esse histórico da Volkswagen Caminhões e Ônibus traduz-se em percepções de confiabilidade, disponibilidade de peças de reposição e uma compreensão prática de custos de operação. A marca, associada a uma rede de suporte técnico e a peças originais, costuma influenciar positivamente a percepção de risco pelo mercado segurador, desde que a manutenção seja mantida em dia e os parâmetros de uso estejam bem documentados. Em termos de seguro, esse histórico pode refletir em condições de assistência, cobertura de danos por colisão e responsabilidade civil, sempre calibradas pelas particularidades da frota, do trajeto e da atividade econômica da empresa beneficiária.

Como a Tabela FIPE orienta a precificação de seguros para caminhões pesados como o VW 16-210 H

A FIPE trabalha com dados de transações de compra e venda usados no mercado brasileiro para consolidar um valor de referência mensal ou trimestral. Esse valor não é um preço de venda, mas funciona como base para calcular o valor segurado, que, por sua vez, influencia o prêmio do seguro. No caso de caminhões pesados com configuração de 3 eixos, a FIPE leva em consideração itens como ano/modelo, estado de conservação, histórico de sinistros, disponibilidade de peças, demanda de mercado e a depreciação típica de veículos com mais de 20 anos. Para seguradoras, esse referência ajuda a estabelecer o “valor de mercado” na indenização integral ou proporcional, e serve como referência para acordos de franquia, limites de coberturas e cláusulas específicas de casco, proteção de carga, incêndio, roubo, colisão e responsabilidade civil.

É comum que o mercado utilize a FIPE como um referencial para valores de reposição ou de indenização em casos de sinistro total, além de servir de base para cálculos de prêmios quando o cliente opta por coberturas adicionais, como proteção de terceiros, itens de acessórios e serviços de assistência 24 horas. Vale destacar que a aplicação da FIPE é apenas uma referência, e cada seguradora pode adotar particularidades próprias para a composição do prêmio, levando em conta o perfil do motorista, o tipo de uso, a rota habitual, a idade do veículo e as condições de armazenamento. Em resumo, compreender a FIPE auxilia o cliente a entender o racional por trás das cotações de seguro e a comparar propostas com mais assertividade.

Considerações de seguro para caminhões 3-eixos a diesel de 1991

Veículos de 3 eixos com motor diesel, como o VW 16-210 H de 1991, apresentam um conjunto de fatores que influenciam o seguro. Abaixo, alguns aspectos relevantes para quem está avaliando a proteção desse tipo de caminhão:

Em primeiro lugar, a idade do veículo costuma impactar o custo do seguro. Caminhões veteranos podem exigir uma atenção maior à disponibilidade de peças, à possibilidade de danos a componentes específicos e à necessidade de contemplar coberturas adicionais de casco para cobrir eventuais reparos que possam exigir peças originais. Em segundo lugar, o uso da frota — se o caminhão opera em rotas urbanas, rodovias de alta demanda ou regiões com menor infraestrutura — pode influenciar o tipo de cobertura recomendada, com especial atenção a proteção de carga e responsabilidade civil. Em terceiro lugar, o histórico de sinistros da empresa e a idade média dos motoristas são fatores que costumam estar presentes na avaliação de risco do contrato. Por fim, a manutenção preventiva e o registro de inspeções periódicas aparecem como fatores decisivos para reduzir o prêmio, já que o veículo se encontra em uma faixa etária onde falhas mecânicas podem impactar tanto a segurança quanto a disponibilidade operacional.

Para quem gerencia frotas com esse perfil, é comum considerar coberturas que combinem casco parcial ou total, proteção de cargas, responsabilidade civil facultativa, eventos de terceiros, roubo/furto, incêndio e uma assistência em viagem abrangente. A flexibilidade de coberturas depende da política da seguradora, da confirmação de uso (transporte próprio, fretamento, ou terceirização), e de laudos técnicos que demonstrem a regularidade da manutenção e a confiabilidade da frota.

Interpretação prática da Tabela FIPE para este modelo específico

Ao consultar a FIPE para o VW 16-210 H (1991), vale observar alguns pontos práticos que ajudam a entender o impacto na apólice de seguro:

Primeiro, identifique a configuração exata do veículo na época de referência. Um 16-210 H com 3 eixos, motor diesel, pode ter variações de acordo com a carroceria montada, o tipo de transmissão e o estado geral. Em segundo lugar, observe o estado de conservação e as condições de uso. Caminhões com histórico de manutenção regular tendem a ter melhor aceitação em propostas de seguro, com potenciais reduções de prêmio associadas a planos de rastreamento, telemetria e inspeções periódicas. Em terceiro lugar, leve em conta a finalidade da operação: se o caminhão trabalha com cargas valiosas ou em rotas de alto risco, as coberturas de proteção de