| Mês | Preço |
|---|---|
| Jan/26 | R$ 325.854,00 |
| Dez/25 | R$ 311.958,00 |
| Nov/25 | R$ 312.428,00 |
| Out/25 | R$ 313.201,00 |
| Set/25 | R$ 310.730,00 |
| Ago/25 | R$ 300.375,00 |
| Jul/25 | R$ 298.999,00 |
| Jun/25 | R$ 293.755,00 |
| Mai/25 | R$ 289.074,00 |
| Abr/25 | R$ 290.527,00 |
| Mar/25 | R$ 291.987,00 |
| Fev/25 | R$ 293.455,00 |
Análise detalhada da Tabela FIPE para o VW Constellation 31-390 E, Constelação 6×4 2p (diesel)(E5) 2016
A Tabela FIPE é um referencial amplamente utilizado no Brasil para estimar o valor de mercado de veículos usados, incluindo caminhões e chassis pesados que compõem a frota de transportes de carga. Para quem atua no setor de seguros, governança de frotas ou venda de caminhões, entender como o FIPE reflete as particularidades de cada modelo é essencial. O VW Constellation 31-390 E, na configuração 6×4 com cabine para 2 pessoas, diesel e padrão E5, é uma dessas opções que merecem atenção especial. Ao tratar dessa referência de valor, é necessário relacionar as características técnicas do veículo, o histórico de uso e as condições de conservação com a metodologia que embasa o índice FIPE. Este post apresenta uma visão educativa e prática sobre como interpretar a Tabela FIPE para esse modelo específico, destacando fichas técnicas, fatores de depreciação, impactos na apólice de seguros e pontos relevantes para quem quer planejar manutenções, compra, venda ou contratação de proteção veicular.
Ficha técnica do VW Constellation 31-390 E Constel. 6×4 2p (diesel)(E5) 2016
A ficha técnica de um caminhão de grande porte, como o Constellation 31-390 E, permite entender os componentes que influenciam diretamente o custo de reposição, o valor de mercado e, por consequência, o cálculo do prêmio de seguro com base na FIPE. A seguir, apresentam-se os itens-chave, resumidos para facilitar a leitura sem perder a essência técnica do veículo:

- Motor e desempenho: diesel, 6 cilindros, turbo, com sistema de intercooling; emissões E5. Potência nominal próxima de 390 cavalos, com torque elevado para operação em rodovias e tração de carga pesada.
- Transmissão e tração: configuração 6×4 típica para caminhões de arrasto ou distribuição com eixo auxiliar, com opções de câmbio manual de várias marchas ou automatizado, visando robustez e facilidade de condução em longas jornadas de trabalho.
- Dimensões e peso: estatura de cabine dupla para 2 ocupantes; peso bruto total (PBT) elevado, adequado para cargas consideráveis. A capacidade de carga útil varia conforme o conjunto do chassi, mas acompanha padrões de caminhões de uso intenso em transportes de carga pesada.
- Especificações gerais de uso: tanque de combustível de grande capacidade para autonomia em rotas de longo percurso; suspensão projetada para suportar solavancos típicos de vias com pavimento irregular; habitabilidade da cabine priorizando conforto funcional para motoristas em turnos prolongados.
Observação importante sobre especificações: os números acima representam um conjunto típico de características para o modelo descrito em 2016. Em frotas reais, pequenas variações entre unidades podem ocorrer devido a opções de configuração, pacotes de assistência ao motorista, acessórios de fábrica e eventuais atualizações técnicas promovidas pela VWCO durante a vida útil do veículo.
Como a VW se posiciona no segmento de caminhões e o que isso significa para FIPE
A Volkswagen Caminhões e Ônibus (VWCO) tem histórico consolidado no segmento de caminhões leves, médios e pesados no Brasil. A linha Constellation consolidou-se como uma família renovada, com foco em melhoria de eficiência, conforto do motorista e durabilidade em operações de alta demanda. Ao comparar modelos da VWCO com outras marcas nacionais e importadas, a FIPE tende a reagir não apenas à idade do veículo, mas a fatores como tecnologia embarcada, disponibilidade de peças, rede de assistência técnica, reputação de confiabilidade e histórico de uso. Em termos práticos, isso significa que, para um Constellation 31-390 E 2016, a depreciação observada na FIPE é influenciada pela robustez da plataforma, capacidade de retenção de valor em função do desempenho comprovado e pela percepção de custo de manutenção ao longo de anos de operação. Em seguros, esses elementos ajudam na formatação de prêmios que consideram não apenas a idade do veículo, mas também o risco agregado de falhas, paradas não programadas e custo de reposição de componentes de alto valor.
O que a Tabela FIPE considera ao classificar caminhões pesados como este
Para veículos de serviço pesado, a FIPE utiliza um conjunto de critérios que assegura consistência na comparação entre unidades semelhantes. Entre os aspectos relevantes, destacam-se:
– Ano de fabricação e ano-modelo: a FIPE atualiza valores com base no ano de referência e na idade do veículo. Caminhões de 2016, como o Constellation 31-390 E, tendem a apresentar depreciação maior do que modelos recentes, refletindo desgaste natural, disponibilidade de peças e avanços tecnológicos.
– Condição de conservação: veículos bem conservados, com histórico de manutenção regular, tendem a manter melhor o valor de mercado. Danos estruturais, ferrugem, vazamentos ou desgaste excessivo podem reduzir o valor de referência.
– Quilometragem e uso: a FIPE, de forma prática, relaciona o uso com a depreciação. Caminhões com quilometragem elevada em poucos anos costumam ter valor de mercado mais baixo do que unidades com uso moderado, mesmo que a idade seja semelhante.
– Especificações técnicas: motor, transmissão, tipo de cabine, peso e capacidade de carga influenciam diretamente o valor. Configurações 6×4, com cabina para dois ocupantes e motores de alta potência, são características que geram maior valor relativo para operadores que precisam de desempenho e robustez.
– Emissões e eficiência: padrões E5, presentes em muitos caminhões modernos, podem favorecer ou reduzir o valor de acordo com a demanda por motorização limpa e custos de combustível. Em geral, motores que equilibram desempenho e consumo tendem a manter melhor a relação custo-benefício ao longo do tempo.
É importante compreender que a FIPE não apenas “computa” um preço único; ela reflete um equilíbrio entre oferta, demanda e condições reais de uso de caminhões de diferentes marcas, modelos e configurações. Por isso, ao planejar o seguro, a avaliação baseada na FIPE deve considerar a unidade específica, o histórico de manutenção e as características de uso da frota.
Fatores que influenciam o valor FIPE do Constellation 31-390 E na prática
Para quem lida com seguros e avaliação de risco, alguns pontos práticos ajudam a entender por que o valor FIPE pode oscilar entre unidades semelhantes do mesmo modelo. Abaixo, alguns fatores com maior peso na prática cotidiana:
– Manutenção e historicidade de intervenções: caminhões com rodagens constantes, revisões em dia e registros de peças originais tendem a apresentar valor FIPE mais estável. Já histórico de substituição de componentes críticos, como motor, transmissão ou eixo, pode reduzir significativamente o valor referencial.
– Estado da cabine e acessórios: a presença de itens como ar condicionado, suspensão a ar, sistemas de segurança ativos, painel digital e componentes de conforto pode influenciar o valor de mercado relativo, mesmo que a mecânica permaneça sólida.
– Nível de desgaste de componentes de desgaste rápido: pneus, freios, embreagens e sistemas hidráulis de freio impactam o custo de reposição durante a vida útil do veículo. Uma operação com desgaste elevado pode indicar uso intenso e, consequentemente, impactar o valor FIPE.
– Propriedades de contrato e garantia de peças: condições de garantia do fabricante, disponibilidade de peças de reposição e cobertura de assistência técnica na região podem favorecer um valor mais estável, especialmente para frotas que dependem de disponibilidade de serviços de manutenção.
– Completar o conjunto de documentos: regularidade documental (licenciamento, regularidade de transferência, histórico de colisões e sinistros) também influencia a confiabilidade percebida pelo mercado e, por consequência, o valor de referência.
Esses fatores mostram que a FIPE é uma referência útil, mas não substitui a avaliação de condições específicas do veículo. No contexto de seguro, a prática recomendada é cruzar o valor FIPE com o estado atual do veículo e com as peculiaridades da operação da frota, para formular uma apólice que reflita de forma justa o risco envolvido.
Como usar a FIPE na hora de planejar o seguro do Constellation 31-390 E
Ao encaminhar a solicitação de seguro para o VW Constellation 31-390 E 2016, leve em consideração os seguintes aspectos práticos ligados à FIPE:
– Valor de referência: utilize o valor FIPE como base inicial para o prêmio, ajustando-o conforme a condição específica do veículo, quilometragem e histórico de manutenção.
– Coberturas adequadas: caminhões pesados costumam exigir coberturas que contemplem danos a terceiros, colisão, incêndio, roubo e danos a carga. A avaliação com base na FIPE ajuda a dimensionar limites de indenização compatíveis com o risco.
– Franquia e retenção de valor: a escolha de franquias mais altas pode reduzir o prêmio, mas é essencial manter um equilíbrio entre custo imediato e proteção de longo prazo, principalmente se o custo de reposição de peças é elevado.
– Registros de uso e telemetria: se a frota utiliza dispositivos de monitoramento (telemetria), esses dados ajudam a demonstrar padrões de condução, condições de uso e cumprimento de rotas. Isso pode tornar a apólice mais precisa quanto ao risco de sinistro e às condições de depreciação previsível pelo FIPE.
Assim, a relação entre FIPE, condições reais do veículo e a solução de seguro adequada depende de uma leitura integrada. O objetivo é oferecer proteção compatível com o valor de mercado estimado para a unidade, sem subvalorizar ou supervalorizar o risco, permitindo planejamento financeiro e tranquilidade operacional para a frota.
A VW e o seu papel na confiabilidade de seguros para caminhões
A Volkswagen Caminhões e Ônibus, ao oferecer a linha Constellation, investiu em plataformas que combinam robustez com avanços tecnológicos pensados para reduzir custos operacionais. A reputação da marca é um dos pilares que influenciam não apenas a aceitação de crédito pela FIPE, mas também a percepção de seguradoras quanto ao risco de sinistro. Caminhões da VWCO costumam ser associados a redes de serviço amplas, disponibilidade de peças originais e suporte técnico consistente, fatores que reduzem o custo de manutenção e, consequentemente, o custo agregado de seguro ao longo do tempo. Para frotas que operam com alta demanda de entrega ou transporte de cargas pesadas, essa confiabilidade tem reflexo direto no equilíbrio entre o valor de reposição, a depreciação e a previsibilidade de custos de manutenção. Em síntese, a marca não é apenas um rótulo: é um conjunto de atributos que molda, entre outros, o comportamento da FIPE diante dessa configuração de veículo.
Como interpretar o valor FIPE em cenários de frota e planejamento financeiro
Para quem gerencia frota ou atua em corretoras de seguros, a leitura do FIPE para caminhões como o Constellation 31-390 E precisa considerar o ciclo de vida do ativo. Caminhões de uso intenso em operações logísticas, rodoviárias e de distribuição tendem a manter um patamar de valor mais estável quando a gestão de manutenção é proativa. Abaixo, algumas pautas práticas para interpretar o FIPE com foco em planejamento financeiro e proteção veicular:
– Planejamento de reposição: o FIPE serve como referência para planejamento de substituição de ativos ao longo de ciclos de 5 a 7 anos, ou conforme a estratégia da empresa. O objetivo é evitar surpresas financeiras significativas no momento da troca ou da renovação da frota.
– Gestão de risco: o valor FIPE é um eixo para calibrar o nível de proteção. Em operações onde o custo de paradas é alto, a seguradora pode sugerir coberturas que minimizam o impacto de sinistros, mantendo o valor de reposição compatível com o mercado.
– Auditorias de frota: verificações periódicas de conservação, peças originais e manutenção ajudam a manter a consistência entre o valor FIPE e o valor de mercado efetivo da unidade, fortalecendo decisões de seguros e de crédito.
– Treinamento de equipes: equipes de manutenção e operação podem ser orientadas a priorizar componentes críticos (motor, transmissão, freios) para manter o veículo próximo ao valor de referência da FIPE, reduzindo variações de custo de seguro.
Portanto, a FIPE funciona como um mapa de referência, mas a leitura prática depende de dados reais da unidade, do histórico de uso e do contexto operacional. Quando bem integrada a esses elementos, a FIPE fortalece a tomada de decisão, ajudando tanto na precificação de seguros quanto na gestão de custos da frota.
Cenários comuns de uso da FIPE na negociação com seguradoras
Durante a negociação de apólices para caminhões como o Constellation 31-390 E, a FIPE pode ser utilizada para justificar variações de prêmio entre unidades com perfil de uso semelhante. A seguradora, por sua vez, pode considerar fatores adicionais, como histórico de sinistros, local de operação (zonas de maior risco), disponibilidade de serviços de manutenção na região e o tempo de permanência do motorista na rota. Em geral, os cenários comuns envolvem:
– Caminhão de frota própria com manutenção preventiva: tende a ter prêmios mais estáveis, pois o risco de falhas é reduzido pela manutenção programada.
– Caminhão com quilometragem elevada e histórico de substituição de peças: pode exigir avaliação mais detalhada, pois o custo de reposição pode subir, afetando o valor de reposição e, consequentemente, o prêmio de seguro.
– Caminhões operando em áreas com menor acesso a peças de reposição: o custo de reposição pode ser maior e o tempo de imobilização pode influenciar a avaliação de risco da seguradora.
– Veículo com histórico de sinistro: mesmo que o valor FIPE seja estável, um histórico de sinistros pode atualizar o perfil de risco e Impactar o prêmio por meio de franquias, limitações de cobertura ou necessidade de cofres adicionais de proteção.
Em todos esses cenários, a comunicação entre proprietário de frota, corretor e seguradora precisa ser clara, com dados de manutenção, quilometragem atual, histórico de uso e, se possível, registros de telemetria que demonstrem padrões de condução e desempenho do veículo.
Guia rápido para proprietários de frotas: 4 pontos-chave para fortalecer o seguro com base na FIPE
Para facilitar o dia a dia de quem administra caminhões pesados e busca uma proteção condizente com o valor de mercado, apresento quatro pontos-chave, mantendo o foco no modelo específico VW Constellation 31-390 E 2016:
– Documentação organizada: mantenha em dia o licenciamento, histórico de revisões, notas fiscais de peças originais e comprovantes de serviços de manutenção. A documentação organizada facilita a validação do estado do veículo pela seguradora, o que pode resultar
