Valor FIPE Atual
R$ 81.948,00
↓ 2,0% vs mês anterior
FIPE: 516010-3
Ano: 2000-3
MêsPreço
Jan/26R$ 81.948,00
Dez/25R$ 83.621,00
Nov/25R$ 83.747,00
Out/25R$ 83.949,00
Set/25R$ 84.219,00
Ago/25R$ 84.397,00
Jul/25R$ 84.533,00
Jun/25R$ 84.618,00
Mai/25R$ 84.788,00
Abr/25R$ 84.865,00
Mar/25R$ 84.993,00
Fev/25R$ 84.152,00

Entendendo a relação entre a Tabela FIPE e o Volvo FH-12 380 4×2 2p diesel 2000 no contexto de seguros

Para empresas de transportes e profissionais que atuam no mercado de seguros, a Tabela FIPE funciona como uma referência essencial na avaliação de veículos usados. Ela oferece uma média de valores observados no mercado brasileiro, levando em conta características como ano de fabricação, versão, motor e estado de conservação. Quando se trata de um Volvo FH-12 380 4×2 2p diesel do ano 2000, compreender o que a FIPE reflete ajuda a calibrar propostas de seguro, entender o custo de reposição e avaliar o valor segurável sem confundir com um preço de venda específico. A FIPE não determina o preço final de uma transação, tampouco dita a cobertura de uma apólice, mas serve como base objetiva para que corretores e clientes discutam condições, limites de cobertura e tipos de proteção com maior embasamento.

O peso de um caminhão de grande porte, como o FH-12 380, envolve várias dimensões: desempenho do motor, confiabilidade da transmissão, robustez do conjunto de freios e a capacidade de sustentar jornadas de longo curso com cargas consideráveis. A FIPE considera essas variáveis na sua metodologia, buscando refletir, de modo mais fiel possível, o valor de mercado para uma determinada configuração. Assim, ao comparar cotações de seguro, é comum que o valor FIPE funcione como referência para o “valor segurável”, que influencia o prêmio, as coberturas incluídas e as parcelas de depreciação em caso de sinistro. Saber interpretar esse parâmetro é útil para quem atua como corretor ou para o proprietário que busca entender a racionalidade por trás de cada proposta de seguro.

Tabela FIPE VOLVO FH-12 380 4×2 2p (diesel) 2000

Ficha Técnica resumida do Volvo FH-12 380 4×2 2p (diesel) 2000

  • Motor e desempenho: motor diesel de alta capacidade, com configuração de 12,0 litros e potência nominal de 380 cv; torque máximo em torno de 1.900 Nm; turbo com intercooler; injeção direta para melhor resposta em estrada longa e sob variadas cargas.
  • Transmissão e tração: câmbio manual de 12 marchas; tração 4×2; cabine com configuração para duas portas; conjunto indicado para trajetos de médias a longas distâncias com alta demanda de desempenho e resistência.
  • Configuração e uso típico: caminhão de dois eixos com chassi preparado para transporte de carga pesada; versatilidade para diferentes tipos de carroceria e emballagem, incluindo aplicações de semirreboque. A infraestrutura de freios e suspensão é compatível com jornadas contínuas e com condições de rodagem exigentes.
  • Dimensões, peso e capacidade: peso bruto total (PBT) típico ao redor de volumes compatíveis com caminhões de grande porte na faixa de 25.000 kg, variando conforme a carroceria, o tipo de semirreboque e o eixo dianteiro/traseiro. A capacidade de carga efetiva depende da configuração específica do conjunto veículo-carroceria, bem como de normas regionais e de homologação.

A marca Volvo: história, reputação e foco em segurança

A Volvo é uma fabricante sueca com uma trajetória marcada pela inovação e pela busca constante de segurança no transporte. Em caminhões, a marca construiu uma reputação sólida ao longo de décadas, associada a motores robustos, sistemas de freios progresivos, ergonomia voltada ao motorista e redes de atendimento técnico que ajudam a reduzir tempos de parada em operações logísticas. O Volvo FH, família à qual pertence o FH-12, tornou-se referência no segmento de longas distâncias no mercado global. Em termos de tecnologia, a Volvo investe em chassis estáveis, cabines confortáveis que promovem o bem-estar do motorista em jornadas prolongadas e soluções que integram melhor consumo de combustível com desempenho. Além disso, a rede de assistência técnica e de peças é um dos pilares que facilita a manutenção programada, respeitando o intervalo de trocas recomendado pela montadora e contribuindo para a previsibilidade de custos ao longo da vida útil do veículo.

Ao considerar um veículo de 2000, é comum que proprietários e corretores avaliem não apenas a potência e o torque, mas também a disponibilidade de peças de reposição, a facilidade de manutenção e a rede de serviço da marca na região onde o veículo opera. A Volvo, nesse aspecto, mantém uma imagem de confiabilidade que costuma influenciar positivamente a percepção de seguradoras sobre o risco envolvido, desde que o histórico de manutenção permaneça em dia. A associação entre uma marca reconhecida por qualidade e um conjunto técnico robusto tende a favorecer condições de seguro que contemplam coberturas essenciais, com foco em proteger o valor do ativo ao longo do tempo e manter a continuidade operacional de frotas.

Impacto da idade do veículo e da configuração 4×2 no seguro

Veículos mais antigos costumam exigir uma abordagem diferenciada nas apólices de seguro. No caso do Volvo FH-12 380 4×2 2p diesel de 2000, a idade eleva, de modo natural, a probabilidade de desgaste de componentes críticos, como motor, sistema de transmissão e componentes da linha de freios. As seguradoras costumam considerar fatores como histórico de sinistros, manutenção preventiva, disponibilidade de peças originais, uso diário (cargas, trajetos, quilômetros anuais) e a natureza da operação (rota, tempo de operação, possibilidade de uso em serviços especiais). Além disso, a configuração 4×2, típica para resistir a trajetos de estrada com cargas pesadas, tem impactos diretos na avaliação de risco: maior peso em determinadas condições de uso pode influenciar o custo de seguro, especialmente se o veículo estiver sujeito a riscos de perda de produtividade por falhas ou avarias em trechos críticos. Em resumo, a idade, a manutenção constante e a adequação da configuração às atividades da frota são componentes centrais para a precificação e as coberturas disponíveis pela seguradora.

Como a FIPE alimenta as cotações de seguro de caminhões

Ao solicitar uma cotação para um caminhão como o FH-12 380, as seguradoras costumam usar a FIPE como referência de valor de reposição ou de valor segurável. Esse valor orienta o montante que será considerado como base para indenização em caso de sinistro total ou de roubo, bem como o cálculo de depreciação em seguros com cláusulas de valor de mercado. Vale notar que a FIPE não é o preço de venda do veículo em condição específica; ela representa uma mediação do que venedores e compradores costumam negociar no mercado utilizado, levando em conta o conjunto motor, transmissão, estado da carroceria, idade e demais fatores. Por isso, ao comparar propostas, é essencial que o corretor verifique se a apólice trabalha com valor de reposição integral, com valor de mercado ou com outra modalidade de indenização. Também é comum que as cotações considerem itens adicionais, como acessórios instalados, proteções antifurto, rastreadores e condições de prêmio por histórico de ajustes de sinistralidade no setor de transportes. Em termos práticos, quando o FIPE aponta para uma referência de valor, a seguradora utiliza esse referencial para calibrar o prêmio, vinculando-o ao risco estimado e às coberturas escolhidas pelo cliente.

Como interpretar os números de FIPE ao comparar propostas

Comparar cotações de seguro a partir da FIPE requer uma leitura cuidadosa. Em primeiro lugar, é essencial entender que a FIPE reflete uma média de mercado, não o preço específico de aquisição de um veículo com estado único. Em segundo lugar, a forma de indenização escolhida pela apólice pode alterar o impacto do valor FIPE no prêmio. Premissas comuns incluem cobertura para incêndio, roubo, colisão, danos a terceiros, responsabilidade civil e assistência 24 horas. Terceiros, por exemplo, não são cobertos com o mesmo nível de detalhe que o próprio veículo, o que pode justificar diferenças de prêmio entre propostas que, à primeira vista, parecem semelhantes. Em terceiro lugar, a idade do veículo, o histórico de manutenção e as condições de uso desempenham papel decisivo: veículos com histórico de manutenção regular, com rodas e pneus bem conservados, bem como com rastreamento ativo ou dispositivos antifurto, podem obter condições mais favoráveis. Por fim, é útil considerar cenários de sinistro: a diferença entre reposição integral e reposição de valor de mercado pode significar variações substanciais no custo final de uma apólice, especialmente em veículos de nicho e de grande porte, como os caminhões Volvo da linha FH.

Boas práticas para cotação de seguro de caminhão com foco em frota

Para obter propostas consistentes e bem alinhadas com as necessidades da sua operação, algumas práticas são recomendadas desde já. Primeiro, mantenha a documentação do veículo atualizada, incluindo certificações de manutenção, histórico de trocas de óleo, freios e componentes críticos. Segundo, descreva com precisão a configuração do veículo: ano, versão, tipo de motor, tipo de transmissão, número de eixos, tipo de cabine e acessórios instalados. Terceiro, especifique a abrangência da frota: se há diferentes configurações de caminhões na mesma operação, peça cotações padronizadas para facilitar a comparação. Quarto, analise o histórico de sinistralidade da frota com a seguradora, revisando o que funcionou bem e o que pode ser melhorado, especialmente em relação à gestão de riscos e à adoção de tecnologias de monitoramento. Por fim, avalie as opções de cobertura adicionais, como proteção de carga, assistência 24 horas, carro reserva e cobertura para sinistros com terceiros, para determinar o equilíbrio entre