| Mês | Preço |
|---|---|
| Jan/26 | R$ 106.335,00 |
| Dez/25 | R$ 106.538,00 |
| Nov/25 | R$ 106.699,00 |
| Out/25 | R$ 106.956,00 |
| Set/25 | R$ 107.300,00 |
| Ago/25 | R$ 107.526,00 |
| Jul/25 | R$ 107.699,00 |
| Jun/25 | R$ 107.807,00 |
| Mai/25 | R$ 108.024,00 |
| Abr/25 | R$ 108.122,00 |
| Mar/25 | R$ 110.267,00 |
| Fev/25 | R$ 107.747,00 |
Entenda a Tabela FIPE para o Volvo FH-12 380 Globetrotter 4×2 2p de 2001 e as implicações para a avaliação de seguros
Sobre a Volvo e o papel do FH-12 na logística de longo curso
A Volvo é uma referência global no segmento de caminhões pesados, reconhecida por combinar robustez, tecnologia de segurança e eficiência operacional. Sua trajetória, que começou há quase um século, consolidou a marca como parceira de frotas que precisam de disponibilidade de frota, baixa ocorrência de falhas graves e fácil assistência técnica. No universo de transportes de longo percurso, o Volvo FH-12 figura entre as linhas que ajudaram a moldar padrões de confiabilidade, conforto do motorista e capacidade de adaptação a diferentes segmentos de carga. A família FH, cuja geração inicial remonta à década de 1990, evoluiu para oferecer motorização eficiente, cabines mais ergonômicas e soluções de suspensão e transmissão que reduzem o desgaste de componentes em trechos extensos. Nesse ecossistema, o FH-12, com o apelido “Globetrotter” para a versão de cabine alta, tornou-se uma opção confortável para quem passa várias horas na estrada, com espaço para descanso dentro da cabine e hábitos de manutenção que protegem o valor do ativo ao longo do tempo. Além disso, a rede de assistência da marca facilita o atendimento preventivo, que é crucial quando se avalia o custo total de propriedade (TCO) de uma frota. Com isso, o FH-12 380 Globetrotter, na configuração 4×2 e com duas portas, representa uma combinação comum em operações de transporte de carga de qualidade, integrando desempenho do motor, robustez estrutural e conforto para o condutor em jornadas prolongadas.
Ficha técnica do Volvo FH-12 380 Globetrotter 4×2 2p (diesel) 2001
Ao falar de uma ficha técnica, o objetivo é apresentar os elementos-chave que ajudam a entender a configuração do veículo e a sua adequação a diferentes cenários de uso. Abaixo estão os aspectos mais relevantes para um FH-12 380 Globetrotter do ano 2001, na configuração 4×2 e com cabine para duas pessoas:

- Motor e desempenho: motor diesel turbo de 12 litros, na linha D12, com potência nominal de 380 cavalos, projetado para oferecer torque suficiente para condução de carga pesada em rodovias e trechos montanhosos. Esse conjunto é conhecido pela resposta sólida em rotações médias e altas, favorecendo retomadas e a manutenção de velocidades estáveis em picos de demanda de carga.
- Transmissão e tração: câmbio manual de várias marchas, com configuração 4×2 (dois eixos, sendo um eixo traseiro motriz). A combinação de motor de alta cilindrada com transmissão de várias marchas permite ajuste fino de velocidade e torque em diferentes pacotes de peso, além de facilitar a condução em trechos de subida sem exigir mudanças constantes de marchas.
- Cabine e conforto: cabine Globetrotter, conhecida por seu espaço interno mais amplo e pela possibilidade de acomodar o motorista com área de descanso, dependendo da configuração exata da cabine. Em veículos deste padrão, a interioridade costuma oferecer assentos ergonômicos, boa visibilidade, isolamento acústico e espaço de armazenamento que ajuda na organização de itens de viagem e manutenção diária.
- Configuração geral: ano de fabricação 2001, sistema de tração 4×2, duas portas de cabine, carroceria e chassi alinhados para uso em transporte de carga em rotas de longo curso. É comum que unidades dessa geração recebam manutenções programadas com foco na durabilidade do sistema de aço do chassi, freios, suspensão e componentes do motor, fatores que influenciam diretamente na vida útil e no custo de operação.
O que é a Tabela FIPE e como ela é utilizada pelas seguradoras
A Tabela FIPE (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas) é um reference de preços médios de veículos usados no mercado brasileiro, coletado a partir de transações reais e ajustado periodicamente para refletir a variação de mercado. Para seguradoras, esse índice funciona como uma base de referência para determinar o valor de indenização ou para calibrar o valor segurado em contratos de seguro de veículos, incluindo caminhões de grande porte. Em termos simples, a FIPE atua como um “valor de referência” que ajuda a padronizar a comunicação entre seguradora, corretora e o cliente quando o objetivo é estabelecer o valor de reposição ou de indenização em caso de sinistro. No entanto, vale esclarecer que a FIPE não representa um preço de venda específico de um veículo em determinadas condições; trata-se de um valor médio, com variações regionais, de acordo com a configuração do veículo, quilometragem, estado de conservação e histórico de uso.
- Utilidade prática: a FIPE serve como referência para a avaliação de sinistros, indenizações parciais ou totais, e para o dimensionamento da cobertura de casco em muitas apólices. Ela também costuma orientar o reequilíbrio de valores contratuais ao longo do tempo.
- Limitações importantes: a tabela não substitui uma avaliação física detalhada. Veículos com modificações, conservação excepcional, histórico de acidentes ou alterações na motorização podem divergir da referência da FIPE. Além disso, variações regionais e de disponibilidade de estoque podem impactar o valor de mercado efetivo além do que a FIPE sinaliza.
- Fatores que influenciam a variação: idade do veículo, grau de desgaste, quilometragem, manutenção regular, substituição de componentes essenciais (como motor, transmissão, eixos, sistemas de freio) e presença de acessórios adicionais podem deslocar o valor de reposição para cima ou para baixo.
- Integração com apólices: muitas seguradoras utilizam a FIPE como um dos referenciais, mas costumam complementar com plugins, avaliações técnicas, laudos de conservação, e, em alguns casos, o valor de mercado estimado pela própria seguradora com base em dados de frotas ou de terceiros.
Como interpretar a Tabela FIPE para o Volvo FH-12 380 Globetrotter 4×2 2p (2001)
Para um modelo específico como o Volvo FH-12 380 Globetrotter de 2001, a leitura da FIPE envolve localizar a linha correspondente à configuração exata: caminhão pesado, motor 380 cv, cabine Globetrotter, tração 4×2 e duas portas. A partir disso, a FIPE fornece um valor de referência que é aplicado pela seguradora como base para o valor de reposição ou indenização em caso de sinistro. É comum que variações entre uma unidade e outra existam por conta de fatores como estado de conservação, histórico de manutenção, quilometragem e modificações efetuadas após a saída de fábrica. Por isso, quando o proprietário ou o corretor de seguros utiliza a FIPE para calibrar o valor segurado, costuma-se considerar também uma margem de ajuste para refletir a condição atual do veículo e a especificidade do veículo comercial envolvido.
Além disso, a natureza de caminhões com uso voltado ao transporte de cargas traz a necessidade de avaliar a cobertura com especificidades que vão além do valor de reposição. Em muitos contratos, a apólice inclui garantias adicionais, como proteção contra roubo/furto, incêndio, danos a terceiros e cobertura de carga, que requerem uma análise holística do veículo, da função na operação da frota e da sua importância para a continuidade da atividade empresarial. Por isso, ao utilizar a FIPE como norte, é essencial alinhá-la com as condições reais de uso, com a porcentagem de reposição desejada, com a modalidade de cobertura (casco total, casco com franquia, etc.) e com as peculiaridades da operação da frota em que o FH-12 está inserido.
Boas práticas para quem trabalha com seguros de caminhões Volvo FH-12
Para otimizar a confiabilidade da apólice e a proteção do seu ativo, considere adotar as seguintes práticas, especialmente para modelos clássicos ou menos recentes como o FH-12 380 Globetrotter:
- Manter atualizadas as descrições técnicas na apólice, certificando-se de que a configuração (4×2, Globetrotter, duas portas), motorização (D12 turbo diesel), e as características da cabine estejam corretamente registradas.
- Atualizar anualmente o valorFIPE na apólice, ou no momento de qualquer mudança significativa no estado do veículo, para manter a cobertura alinhada com o valor de mercado atual, sem subestimar ou superestimar o equilíbrio entre prêmio e proteção.
- Avaliar o conjunto de coberturas necessário: casco (com ou sem franquia), cobertura para roubo/furto, danos a terceiros, danos a cargas, assistência 24h e a possibilidade de coberturas para acessórios adicionais usados na operação.
- Conduzir inspeções periódicas e manter a documentação técnica à mão, incluindo histórico de manutenções, notas de serviço, históricos de sinistros e qualquer modificação que possa impactar a resistência do veículo e o risco segurável.
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