| Mês | Preço |
|---|---|
| Mar/26 | R$ 147.571,00 |
| Fev/26 | R$ 152.136,00 |
| Jan/26 | R$ 152.055,00 |
| Dez/25 | R$ 155.720,00 |
| Nov/25 | R$ 155.954,00 |
| Out/25 | R$ 156.330,00 |
| Set/25 | R$ 156.832,00 |
| Ago/25 | R$ 157.163,00 |
| Jul/25 | R$ 157.415,00 |
| Jun/25 | R$ 157.573,00 |
| Mai/25 | R$ 158.365,00 |
| Abr/25 | R$ 159.161,00 |
Entenda a Tabela FIPE para o Volvo FH-12 420 4×2 2p diesel, ano 2006, e como ela influencia o seguro
O que é a Tabela FIPE e por que ela importa para avaliações, seguros e negociações
A Tabela FIPE é uma referência amplamente utilizada no Brasil para estimar o valor de mercado de veículos e, por consequência, para apoiar corretores, seguradoras, lojistas e consumidores na tomada de decisão. Elaborada pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (FIPE), a tabela reúne dados agregados de transações reais de veículos usados, levando em conta fatores como idade do veículo, versão, carroceria, motor, estado de conservação e histórico de uso. Embora não seja o preço de venda de um veículo específico, a FIPE funciona como uma base padronizada que facilita a comparação entre ofertas, a definição de limites de cobertura de seguros e a apuração de depreciação ao longo do tempo.
Para quem atua no setor de seguros, entender a referência FIPE é essencial. As seguradoras costumam vincular as coberturas de danos, roubo, quebra acidental e indenizações a padrões de valor que tendem a acompanhar a curva de depreciação prevista pela FIPE. Em termos práticos, quanto maior o valor referencial na FIPE para um modelo específico, maior tende a ser a base de cálculo para a indenização em caso de sinistro total ou de reposição de peças. No entanto, vale lembrar que o preço de reposição pode variar conforme o estado de conservação, a disponibilidade de peças e o mercado regional. Por isso, a FIPE funciona como uma bússola, não como uma vela de direção única, e, na prática, a cotação de seguro envolve também avaliações técnicas, histórico de sinistros, uso do veículo e perfil de condução.

Ao falar de caminhões como o Volvo FH-12 420 4×2 2p diesel, a FIPE ajuda a estruturar o cenário de valor médio para caminhões de grande porte usados, refletindo características únicas desse segmento, como motorização de grande deslocamento, capacidade de carga, robustez de chassis e confiabilidade de componentes críticos. O objetivo é oferecer um parâmetro estável para a construção de contratos de seguro que cubram, com responsabilidade, o risco de sinistros, bem como para orientar quem busca financiar ou negociar condições de compra de um veículo de segunda mão. Por isso, entender como a FIPE se relaciona com o Volvo FH-12 420 4×2 2p, ano 2006, é útil para motoristas, frotistas e profissionais de corretagem que atuam no âmbito de seguros veiculares pesados.
Ficha técnica: Volvo FH-12 420 4×2 2p diesel (2006)
O Volvo FH-12 420 4×2 2p diesel, fabricado no início do século XXI, representa uma combinação de desempenho, robustez e ergonomia que marcou época no segmento de caminhões pesados. A linha FH, desenvolvida pela Volvo Trucks, consolidou-se pela engenharia voltada a aplicações de transporte de carga em longas distâncias, com foco em durabilidade, economia de combustível relativa ao seu período e conforto para o motorista. A configuração 4×2 indica que o veículo utiliza dois eixos traseiros com tração, o que favorece a estabilidade em estradas e permite alcance modesto de terreno de critérios urbanos sem exigir conjunto de eixo duplo. O detalhe 2p refere-se à cabine de duas portas, comum em modelos de transporte de carga, que prioriza economia de peso e manutenção simplificada em operações diárias de entrega e retirada de carga. A designação diesel reforça a combustão típica para caminhões pesados, que exige torque elevado para ultrapassagens, subidas e trechos montanhosos, além de oferecer boa disponibilidade de torque em rotações médias para sustentar velocidades de cruzeiro em autopistas.
O FH-12 420 de 2006 era equipado com uma motorização robusta, preparada para trajetos que exigem força constante ao longo de jornadas prolongadas. Abaixo, uma síntese dos elementos que costumam compor a ficha técnica desse conjunto específico, com notas sobre o que cada item representa na prática de condução, manutenção e, sobretudo, no aspecto de seguro do veículo:
- Motorização: motor diesel de grande deslocamento (em torno de 12,1 litros), com configuração de seis cilindros em linha, turboalimentado e intercooler. Potência nominal de 420 cavalos (aprox. 309 kW), pensada para manter desempenho estável em trechos longos, carretas com peso elevado e trechos com subidas significativas.
- Torque e resposta: torque máximo próximo a 2.100 Nm, disponível em regime de baixas rotações para sustentar o empuxo necessário em subidas de qualquer grau, bem como em situações de retomada, sem exigir rápidas mudanças de marcha que aumentem o consumo de combustível ou o desgaste de componentes.
- Transmissão: configuração com caixa de câmbio de 12 velocidades, com opções manuais ou automatizadas (sistemas tipo I-Shift). A escolha entre transmissão manual ou automatizada influencia o conforto do condutor em jornadas longas, o consumo de combustível e o desgaste da embreagem em operações repetitivas de paradas e partidas em ambientes urbanos ou logísticos.
- Cabine e capacidade de carga: cabine de duas portas, espaço e ergonomia para o condutor, com disposição de instrumentos pensada para facilitar a leitura de parâmetros vitais durante a condução. Peso bruto total técnico do conjunto típico de FH-12 4×2 fica na faixa relevante para caminhões de grande porte, com capacidade de carga adequada à configuração de eixo único traseiro, variando conforme o conjunto de chassis, suspensão e condições de equipamento. A configuração 4×2 oferece equilíbrio entre manobrabilidade e estabilidade em rodovias, mantendo boa resistência ao desgaste em trechos longos.
A marca Volvo: tradição, inovação e foco em segurança
A Volvo Trucks é sinônimo de engenharia orientada para o usuário, com histórico sólido na construção de caminhões que aliam potência, durabilidade e segurança. Ao longo das décadas, a marca investiu fortemente em tecnologias que acompanham as necessidades de motoristas, frotistas e operadores logísticos. Entre os pilares centrais da Volvo estão o foco na proteção de ocupantes, sistemas de estabilidade, frenagem eficiente, melhoria da visibilidade e redução de impactos ambientais. Mesmo em modelos de anos anteriores, como o FH-12 420 4×2 2p diesel de 2006, a herança de qualidade e confiabilidade é percebida no desempenho estável, na robustez do chassi e na continuidade da assistência pós-venda, que inclui rede de concessionárias, peças originais e suporte técnico. A marca também se destaca pela busca de soluções que facilitem a condução e o gerenciamento da frota, com recursos que ajudam a reduzir o desgaste de componentes, melhorar o consumo de combustível e ampliar a vida útil do veículo.
Essa orientação da Volvo tem impactos diretos na percepção de valor do veículo usado, incluindo a Tabela FIPE, as condições de seguro e as possibilidades de financiamento. Caminhões da linha FH, especialmente em versões de alta potência como a FH-12 420, costumam receber avaliações que levam em conta a reputação de confiabilidade, disponibilidade de peças e histórico de manutenção. Além disso, a empresa tem investido em iniciativas de qualidade na linha de produção e no suporte ao cliente, o que reforça a confiança de frotistas e motoristas na hora de investir em um veículo usado ou ao negociar coberturas de seguro para uma máquina de alto uso diário.
Como a FIPE impacta a cotação de seguro para o Volvo FH-12 420 4×2 2p diesel (2006)
Ao se dimensionar uma apólice de seguro para um caminhão como o FH-12 420, as seguradoras utilizam o valor referencial FIPE como referência de valor de reposição ou indenização em caso de sinistro, bem como para calcular depreciação do bem no tempo. A lógica básica é simples: quanto maior o valor referencial base da FIPE para esse modelo, mais elevado tende a ser o montante correspondente à cobertura de danos ou à reposição do bem, especialmente nos primeiros anos de vida útil. No entanto, a FIPE não é o único determinante. A cotação de seguro também considera: idade do veículo, histórico de sinistros, quilometragem média anual, uso (caminhão de carga geral, transporte de resíduos, transporte de contêineres, entre outros), região de operação, perfil do condutor e as coberturas escolhidas (seguro contra todos os riscos, proteção contra roubo/furto, assistência 24h, entre outros).
Por exemplo, um veículo com maior propensão a sinistros envolvendo roubo ou danos à carga pode ter ajustes diferentes na apólice, independentemente do valor FIPE. Da mesma forma, a presença de dispositivos de segurança, rastreadores, sistemas de telemetria e manutenção regular podem reduzir o custo do prêmio, já que reduzem o risco percebido pela seguradora. Em termos práticos, a combinação FIPE + dados operacionais oferece um retrato mais fiel do risco do veículo, o que ajuda a estabelecer limites de cobertura, franquias e condições de indenização alinhadas com a realidade de quem utiliza o FH-12 420 em operações diárias de frota. Por isso, ao solicitar cotação de seguro para esse modelo, é comum que a avaliação inclua uma verificação de histórico técnico, confirmação de itens de proteção, bem como a conferência de valores de referência da FIPE e de depreciação aplicável ao período de vigência do contrato.
Para o corretor de seguros, compreender a mecânica entre FIPE, dados técnicos do veículo e o uso operacional é fundamental. O equilíbrio entre proteção adequada, custo do prêmio e previsibilidade de cobertura demanda uma abordagem personalizada para cada frota, levando em conta o cenário de atuação, os objetivos de negócio e as exigências regulatórias locais. Nesse sentido, modelos como o Volvo FH-12 420 4×2 2p diesel de 2006 representam casos clássicos em que o valor referencial de mercado precisa ser interpretado com cuidado, para que o seguro reflita com precisão o risco envolvido e a proteção esperada pelo cliente.
Se você está avaliando a aquisição, a renovação ou a atualização de uma apólice para esse tipo de caminhão, vale considerar a parceria com profissionais da área de seguros que entendam tanto a especificidade técnica quanto o mercado de reposição de peças e a jurisprudência de sinistros. A gestão eficiente do seguro para caminhões exige uma visão integrada que leve em conta a FIPE, o estado do veículo, o perfil operacional e a qualidade da manutenção, aliados a cobertura adequada para riscos relevantes, como colisões, incêndios, vandalismo e roubo de carga. Observando esses aspectos, a contratação de uma apólice para o FH-12 420 pode ser estruturada de forma mais assertiva, com equilíbrio entre proteção e custo, mantendo a frota mais segura e com disponibilidade para operar, mesmo em jornadas desafiadoras.
Próximo passo: ao planejar a seguradora ideal para o FH-12 420 4×2 2p diesel, considere uma cotação com a GT Seguros para avaliar opções de coberturas que protejam seu investimento com foco específico em caminhões pesados. A GT Seguros oferece soluções com personalização de franquias, cobertura de terceiros, proteção de carga e assistência em trânsito, ajustadas de acordo com o uso real da frota. Dessa forma, você obtém um seguro que acompanha o valor do veículo ao longo do tempo, alinhado às suas necessidades operacionais e orçamento.
