| Mês | Preço |
|---|---|
| Jan/26 | R$ 194.060,00 |
| Dez/25 | R$ 199.268,00 |
| Nov/25 | R$ 206.496,00 |
| Out/25 | R$ 207.534,00 |
| Set/25 | R$ 208.577,00 |
| Ago/25 | R$ 209.626,00 |
| Jul/25 | R$ 210.680,00 |
| Jun/25 | R$ 211.739,00 |
| Mai/25 | R$ 212.164,00 |
| Abr/25 | R$ 213.231,00 |
| Mar/25 | R$ 214.303,00 |
| Fev/25 | R$ 215.380,00 |
Entenda como a Tabela FIPE se aplica ao Volvo FH 400 6×2 2p (diesel) 2010 e o impacto na visão de seguro
A Tabela FIPE é uma referência amplamente utilizada no Brasil para estimar o valor de mercado de veículos, incluindo caminhões, com o objetivo de facilitar negociações, seguros, consórcio e reposição em caso de sinistro. Quando falamos do Volvo FH 400 6×2 2p (diesel) 2010, esse parâmetro ganha relevância ainda maior para quem atua na gestão de frotas ou para proprietários que desejam planejar uma proteção mais precisa. No entanto, é fundamental compreender que a FIPE representa uma média de mercado, sujeita a variações conforme estado de conservação, quilômetros rodados, histórico de manutenção e a configuração específica de cada unidade. Para evitar depender apenas de números genéricos, vale acompanhar como as seguradoras costumam usar essa referência e como isso se traduz na prática do seguro de caminhões pesados.
Antes de entrarmos na ficha técnica e nos aspectos práticos de segurabilidade, é útil esclarecer que o valor de referência da FIPE é apenas o ponto de partida. Em seguros, esse valor pode influenciar a base de cobrança de prêmio, limites de cobertura e o valor de reposição em caso de sinistro total. Em modelos de caminhões pesados, como o FH 400, a avaliação se ancora não apenas no preço de aquisição, mas também no custo de reposição de uma unidade equivalente na frota, levando em conta a disponibilidade de peças, o tempo de entrega de substitutos e a demanda de mercado. A partir dessa lógica, produtores, transportadores e corretores podem compreender melhor as variações de prêmio entre diferentes ocasiões de renovação de apólice.

Ficha Técnica do Volvo FH 400 6×2 2p (diesel) 2010
A seguir trazemos os elementos de uma configuração típica para o Volvo FH 400 6×2 2p correspondente ao ano de 2010. Vale destacar que detalhes podem variar conforme a frota, a região de operação, a personalização administrativa da transportadora e as especificações opcionais instaladas na cabine ou no conjunto de reboque/baú. Este quadro tem o objetivo de oferecer uma visão didática, útil ao setor de seguros para a avaliação de risco e de reposição, sem se fixar em números exatos que dependem do veículo específico.
- Motor: diesel, 6 cilindros em linha, turboalimentado, com injeção direta
- Potência: aproximadamente 400 cv
- Câmbio: automatizado I-Shift com múltiplas marchas (tipicamente em torno de 12 velocidades)
- Tração/configuração: 6×2 com eixo auxiliar (tag) para distribuição de peso e maior flexibilidade de operação
Além dos itens acima, o FH 400 6×2 2p costuma apresentar cabine projetada para longas jornadas, com opções de conforto que vão desde assentos ergonômicos até áreas de descanso para o motorista. A carroceria pode aceitar diferentes configurations, desde cabine simples até sleeper, atendendo às necessidades logísticas da frota. Em termos de peso, o conjunto é configurado para compor um veículo de carga pesada, com ajuste de peso total permitido conforme regulamentos locais e o tipo de carga transportada. Aplainando o terreno de seguro, essas características de motor, transmissão e tração ajudam a determinar riscos operacionais, consumo e desgaste, variáveis que influenciam o cálculo do prêmio.
A marca Volvo, por sua vez, traz um pilar de confiabilidade, com histórico de engenharia voltado à durabilidade, segurança e eficiência. A seguir discutimos como esses traços da marca se conectam ao tema da tabela FIPE e do seguro, para que você entenda o racional por trás das informações utilizadas na cotação de proteção de frota.
A marca Volvo: tradição, segurança e inovação no segmento de caminhões
Volvo é reconhecida mundialmente pela ênfase na segurança, durabilidade e inovação tecnológica. Na indústria de caminhões, a marca consolidou-se como referência em soluções que buscam reduzir riscos operacionais, melhorar a vida útil do veículo e, consequentemente, influenciar positivamente o custo total de propriedade. No passado, a Volvo teve papel importante no desenvolvimento de sistemas de assistência ao motorista, controle de tração e estabilidade, bem como de estruturas de cabine que priorizam absorção de impacto. Mesmo com o avanço de tecnologias modernas, a essência de Volvo para caminhões de trabalho pesado permanece associada a robustez, confiabilidade e facilidade de manutenção.
Essa reputação de marca influencia, indiretamente, as avaliações de seguro. Caminhões com histórico de confiabilidade tendem a apresentar menor probabilidade de sinistros em determinadas situações, o que pode impactar o prêmio. Além disso, a rede de assistência técnica disponível, a disponibilidade de peças originais e a facilitação de manutenções programadas ajudam a manter o valor do veículo estável ao longo do tempo. Em termos de gestão de riscos, ter um FH 400 6×2 2p bem mantido, com registros de manutenção atualizados e inspeções periódicas, é um diferencial que pode refletir positivamente na apólice de seguro, com prêmios mais estáveis ou condições mais atraentes em renovação.
Ao considerar o Volvo FH 400 6×2 2p, também é relevante entender que o conceito de “conservação” não se reduz ao aspecto estético. Os seguros avaliam, entre outros fatores, o estado geral de componentes críticos como motor, transmissão, sistema de freios, suspensão, pneus e itens de segurança. Em frotas, a padronização de procedimentos de inspeção, bem como a adoção de manutenções preventivas e de calibração de sistemas, podem contribuir para uma gestão de riscos mais eficiente e previsões de custos de seguro mais estáveis ao longo do tempo.
Como a FIPE se aplica na prática aos seguros de caminhões e por que isso importa
A Tabela FIPE é criada para refletir a média de valores de mercado observados para veículos de uso semelhante na região, levando em conta idade, condição, quilômetros e outras variáveis. Para seguradoras, esse valor serve como referência para determinar o “valor assegurado” — ou seja, o montante que a apólice cobre em caso de perda total ou roubo, bem como para estipular cláusulas de reposição ou indenização. Em caminhões pesados como o Volvo FH 400 6×2 2p, a aplicação da FIPE nem sempre é direta, pois o custo de reposição pode variar de acordo com disponibilidade de chassis, cabine e motor, além de eventuais modificações utilizadas pela transportadora. Por isso, além da FIPE, as seguradoras costumam considerar itens adicionais: estado de conservação, histórico de manutenção, quilometragem atual, tipo de serviço operado pela frota (cargas gerais, perigosas, frias etc.), e o perfil de uso (rota nacional, regional, com paradas técnicas). Tudo isso gera um panorama mais completo para avaliação de risco e precificação.
É comum que a FIPE seja atualizada periodicamente, refletindo mudanças de mercado, inflação, desvalorizações e alterações no parque automotivo nacional. Em termos práticos, isso significa que a cotação de seguro para o Volvo FH 2010 não fica fixa apenas com a referência da FIPE. O corretor de seguros analisa o histórico do veículo, a configuração exata da frota e as demandas da operação para estabelecer um valor segurável que faça sentido para o proprietário. Em alguns casos, a seguradora pode exigir uma avaliação independente, especialmente se houver modificações estruturais, equipamentos adicionais ou alterações na caçamba, baú, cisterna ou plataformas de carga que possam impactar o risco de sinistro ou o custo de reposição.
Essa prática de combinar FIPE com avaliação específica da unidade é o que permite a construção de uma apólice mais alinhada com a realidade da frota. O objetivo é encontrar um equilíbrio entre proteção adequada e custo de prêmio, evitando tanto o subseguro (que pode deixar o proprietário sem cobertura suficiente) quanto o superseguro (que representa custo desnecessário). Quando o tomador de seguro entende esse equilíbrio, as conversas com o corretor se tornam mais objetivas, permitindo a escolha de coberturas que realmente atendam às necessidades do Volvo FH 400 6×2 2p e da operação de transporte.
Fatores adicionais que influenciam o valor segurável além da FIPE
Para além da referência da FIPE e do estado atual do veículo, existem componentes operacionais que, juntos, determinam o custo do seguro. Entre eles, destacam-se: o uso real da frota, o tipo de carga, a rota habitual, a idade do motorista, o histórico de sinistros da empresa e do veículo, bem como a existência de dispositivos de proteção modernos. Todos esses elementos ajudam as seguradoras a calibrar o prêmio, já que cada cenário de risco apresenta probabilidades distintas de perda ou dano. Abaixo estão os pontos-chave que merecem atenção durante a avaliação de seguro, sem entrar em números específicos:
Condição do veículo e histórico de manutenção: veículos bem mantidos costumam apresentar menor probabilidade de falhas mecânicas, o que tende a reduzir o prêmio. Manter registros de serviços, troca de óleo, substituição de filtros, revisão de freios e inspeções de suspensão facilita a avaliação de risco. A ausência de histórico de reparos significativos pode sinalizar confiabilidade, impactando positivamente o custo da apólice.
Uso da frota e tipo de carga: caminhões que operam em trechos longos com cargas leves a médias podem ter perfis de risco
