| Mês | Preço |
|---|---|
| Jan/26 | R$ 172.722,00 |
| Dez/25 | R$ 173.590,00 |
| Nov/25 | R$ 173.851,00 |
| Out/25 | R$ 174.725,00 |
| Set/25 | R$ 170.906,00 |
| Ago/25 | R$ 171.765,00 |
| Jul/25 | R$ 168.293,00 |
| Jun/25 | R$ 169.139,00 |
| Mai/25 | R$ 169.989,00 |
| Abr/25 | R$ 170.844,00 |
| Mar/25 | R$ 171.703,00 |
| Fev/25 | R$ 172.566,00 |
Guia técnico da Tabela FIPE para o Volvo FH 400 Globetrotter 6×2 (2007)
Entendendo a Tabela FIPE e seu papel para veículos pesados
A Tabela FIPE é uma referência amplamente utilizada no Brasil para indicar valores médios de veículos usados. Embora a FIPE tenha origem em automóveis de passeio, ela também é aplicada a caminhões e semiremoladoras em muitas operações de seguro, venda e avaliação de sinistros. Para corretores de seguros, esse referencial é útil como base de ajuste, especialmente quando não há histórico completo de transações individuais para cada unidade específica. Em caminhões como o Volvo FH 400 Globetrotter 6×2, a FIPE ajuda a traçar um valor-base que considerará ajustes por idade, quilometragem e condições gerais, servindo como ponto de partida para a definição de coberturas, franquias e limites de indenização.
É importante destacar que a FIPE não define sozinha o valor de reposição de um veículo, tampouco substitui avaliações técnicas. No âmbito de seguros, o avaliador pode levar em conta fatores adicionais, como o estado da carroceria, a presença de itens de segurança, modificações não originais, histórico de sinistros e a situação de conservação de cabine, motor e transmissão. Para quem opera frotas ou utiliza o FH 400 Globetrotter em operações de longo curso, entender como a FIPE se relaciona com o valor de indenização pode evitar surpresas, especialmente em casos de sinistros parciais ou de perda total.

Ficha técnica do Volvo FH 400 Globetrotter 6×2 2p diesel 2007
A seguir, um retrato técnico resumido do veículo em questão, com foco nos aspectos relevantes para avaliação de seguro, manutenção e uso operacional.
- Configuração de eixo: 6×2 (três eixos, sendo dois eixos motrizes)
- Cabine: Globetrotter (cabine de teto alto), voltada para longas jornadas e maior conforto para o motorista
- Motor: diesel, linha Volvo de grande capacidade, potência até 400 cv e torque na faixa elevada adequada a caminhões pesados
- Transmissão: opção manual de 12 velocidades ou sistema automatizado I-Shift, conforme especificação de fábrica
Desempenho, uso prático e impactos para seguro
Veículos da linha FH 400 Globetrotter são conhecidos por oferecerem desempenho robusto em operações de segunda metade do século XXI, especialmente em trajetos de longa distância, transporte de cargas volumosas e operações com peso bruto total significativo. A configuração 6×2, com dois eixos motrizes, oferece uma combinação de tração e estabilidade que é valorizada em rodovias, estradas sinuosas e em áreas com pavimento irregular. No entanto, esse conjunto também impõe desafios de manutenção, desgaste de componentes e, consequentemente, impactos diretos no custo de seguro, no valor de reposição e na gestão de sinistros.
Alguns fatores a considerar ao planejar a proteção do FH 400 Globetrotter na FIPE e na apólice de seguro incluem a condição do motor e da transmissão, o estado da cabine, o sistema de freios (incluindo ABS/EBS e retardador), bem como o estado dos componentes de suspensão e eixo. Caminhões dessa geração, com cabines Globetrotter, costumam ter maior complexidade de manutenção e de peças, o que pode impactar o custo de reposição. A quilometragem acumulada, o histórico de manutenções preventivas, a qualidade das intervenções de rede autorizada e a adoção de peças originais influenciam diretamente na percepção de risco da seguradora e, por consequência, no prêmio contratado pelo proprietário da frota.
Além disso, a Tabela FIPE tende a refletir uma depreciação relativamente previsível ao longo dos anos. Em veículos pesados, a depreciação pode ser mais amena quando o veículo recebe manutenção regular, veículos com histórico de serviços em rede autorizada e com dados consistentes de uso. Do ponto de vista da gestão de riscos, manter registros detalhados de trocas de óleo, filtros, peças de suspensão, freios, alinhamento e calibragem de pneus facilita a comprovação de conservação e pode influenciar positivamente na avaliação de SINISTROS e no ajuste de coberturas.
Desempenho prático no dia a dia e itens relevantes para o seguro
Quando se compara o Volvo FH 400 Globetrotter com outros modelos da frota, surgem alguns diferenciais que impactam diretamente nas opções de seguro e no valor na FIPE. A cabine Globetrotter oferece maior espaço interno e conforto, o que pode influenciar o custo de reparo ou substituição em casos de danos na carroceria da cabine. A tração 6×2 exige atenção específica no monitoramento de desgaste das lonas, a manutenção dos diferenciais e a condição do conjunto de suspensão. Em operações com peso elevado, a rigidez das estruturas, a integridade do piso da cação e a robustez da carroceria se tornam pontos cruciais para a avaliação de riscos pela seguradora.
Para orientar o corretor e o proprietário na tomada de decisão, vale considerar um conjunto de checagens simples na prática de uso. A seguir, alguns pontos comumente verificados antes de renovar a apólice ou ao avaliar um exemplar específico no mercado de usados:
- Histórico de manutenção: documentação de revisões, troca de óleo, filtros, correias e fluídos, bem como inspeções de freios e suspensão
- Condição do motor e transmissão: vazamentos, ruídos incomuns, resposta de potência e comportamento da transmissão em trocas de marcha
- Estado da cabine Globetrotter: integridade estrutural, isolamento acústico, conforto e presença de itens originais de fábrica
- Condições de segurança e tecnologia embarcada: sensores de freio, ABS, EBS, retarder, itens de proteção ativos e itens de segurança elétrica
A marca Volvo: tradição, inovação e foco em segurança
A Volvo é reconhecida mundialmente pela ênfase em segurança, durabilidade e inovação tecnológica. Desde a década de 1990, a marca investe fortemente em soluções para reduzir riscos no trânsito, com sistemas de freio avançados, controle de estabilidade e, mais recentemente, conectividade que facilita a gestão de frotas. No segmento de caminhões pesados, a Volvo FH tem protagonismo consolidado, com reputação de confiabilidade em condições adversas, disponibilidade de peças e rede de assistência técnica bem estruturada ao redor de várias regiões, inclusive no Brasil. A presença de cabines com espaço de sobra e opções de transmissão modernas, como o I‑Shift, reforça a eficiência operacional de longas jornadas, o que, por consequência, influencia a percepção de risco pelas seguradoras e, muitas vezes, contribui para condições de seguro mais estáveis ao longo do tempo.
A gestão de custo de propriedade também se beneficia de uma rede de assistência ampla e de peças originais disponíveis, o que facilita a manutenção em intervalos recomendados. Além disso, veículos Volvo costumam manter o equilíbrio entre desempenho operacional e custo de manutenção quando operados com margens de peso adequadas, planejamento de rotas eficientes e manutenção preventiva programada. Isso tende a refletir positivamente na avaliação FIPE e na experiência de seguradoras que acompanham frotas de grande porte, principalmente aquelas que operam em segmentos de transporte de carga pesada ou de alta demanda de kilômetros por mês.
Como a FIPE influencia o seguro de caminhões e quais estratégias adotar
Para seguradoras, a FIPE serve como referência de valor de mercado para indenização em caso de perda total ou sinistro de maior monta. A base de cálculo pode determinar o valor de reposição ou o valor de mercado, dependendo da política de cada seguradora e do tipo de cobertura contratado. Em caminhões usados como o FH 400 Globetrotter, o que está em jogo não é apenas o valor do veículo, mas também o custo de reposição de equipamentos complementares (cabine, componentes de motor, sistema de freio e transmissão), bem como a disponibilidade de peças de reposição no momento do sinistro. Por isso, ao estruturar a apólice, é comum que as seguradoras peçam informações como número de série, histórico de manutenção, quilometragem atual, configuração exata de eixo e qualquer modificação não original, que podem influenciar o risco de sinistro.
Nesse contexto, a escolha entre coberturas de valor de reposição ou valor de mercado pode ser decisiva. A cobertura de valor de reposição tende a oferecer tranquilidade maior em caso de perda total, já que visa recompor o bem com um veículo equivalente novo ou de igual especificação, quando disponível. Já a cobertura de valor de mercado, alinhada à FIPE, pode refletir mais fielmente a desvalorização do veículo com o passar dos anos, o que pode ser adequado para frotas com gestão financeira mais conservadora ou para veículos já com histórico de uso intenso.
Para quem administra frotas com o Volvo FH 400 Globetrotter, uma boa prática é manter a documentação organizada: histórico de manutenções, certificados de inspeção, registro de revisões de motor e transmissão
