| Mês | Preço |
|---|---|
| Fev/26 | R$ 326.481,00 |
| Jan/26 | R$ 327.201,00 |
| Dez/25 | R$ 327.824,00 |
| Nov/25 | R$ 328.317,00 |
| Out/25 | R$ 329.107,00 |
| Set/25 | R$ 330.164,00 |
| Ago/25 | R$ 330.859,00 |
| Jul/25 | R$ 331.390,00 |
| Jun/25 | R$ 331.722,00 |
| Mai/25 | R$ 332.387,00 |
| Abr/25 | R$ 332.687,00 |
| Mar/25 | R$ 333.187,00 |
Entendendo a Tabela FIPE para o Volvo FH-420 Globetrotter 8×2 2p (E5) 2017
A Tabela FIPE funciona como referência de mercado para veículos novos e usados, incluindo caminhões pesados que compõem a frota de transporte de carga no Brasil. No segmento de caminhões, cada modelo tem particularidades que influenciam o valor de avaliação, como configuração de eixo, tipo de cabine, potência do motor, emissão de poluentes e, claro, o histórico de uso. Quando a finalidade é a proteção de ativos, como na contratação de seguros, entender o que a FIPE reflete sobre o Volvo FH-420 Globetrotter 8×2 2p (E5) 2017 ajuda a calibrar a cobertura de carrocerias, cargas, riscos de roubo e danos, além de embasar a definição do valor segurado. Este artigo aborda, de forma educativa, como interpretar a ficha FIPE desse modelo específico, destacando a ficha técnica, a marca e aspectos relevantes para o seguro, sem apresentar valores de venda ou de prêmio neste conteúdo.
Ficha técnica essencial do Volvo FH-420 Globetrotter 8×2 2p (E5) 2017
A configuração FH-420 Globetrotter representa uma linha de caminhões pesados também muito utilizados em operações de frete rodoviário de grande porte. Abaixo estão os pontos-chave que costumam aparecer na ficha técnica de referência para essa versão, com foco em informações úteis para seguro e avaliação de uso:

Motor e desempenho: o Volvo FH-420 utiliza um motor de alta cilindrada, geralmente identificado pela família D13K, com deslocamento próximo de 12,8 litros. A potência nominal é de 420 cavalos (hp), com torque em patamar próximo de 2100 Nm, o que confere ao veículo a capacidade de rodagem com cargas pesadas em pistas longas e trechos montanhosos. Essa configuração é típica de caminhões destinados ao transporte de cargas volumosas ou de alto peso bruto total (PBT) com boa resposta de torque em baixa rotação, característica valorizada na operação de frete rodoviário de longo curso. Em termos de emissões, a designação E5 indica a conformidade com o Euro 5, suporteado por pós-tratamento adequado (como sistemas de redução catalítica seletiva, quando aplicável), o que impacta questões de conformidade ambiental, custos de manutenção e elegibilidade de operações em zonas com restrições de poluentes.
Transmissão e câmbio: a transmissão associada a esse conjunto costuma ser a automatizada I-Shift de 12 velocidades, que permite alternar suavemente entre modos automático e manual. Em operações de frete, essa transmissão facilita a condução em trechos longos, com ganho de eficiência no consumo de combustível e maior controle em subida de morros. A disponibilidade de modos de manobra ajuda a reduzir o esforço do motorista em manobras de carga, acentuando a segurança operacional e o conforto do conjunto.
Cabine e concorrência de espaço: o Globetrotter é uma cabine de formato amplo, voltada para longas jornadas. A designação “2p” indica duas posições de assento, com espaço para acomodação de motorista e um acompanhante, quando necessário. Em termos de conforto, as cabines Globetrotter costumam oferecer camas, opções de armazenamento, climatização e visibilidade ampliada, fatores que influenciam a qualidade de vida do condutor em viagens prolongadas. Para a contratação de seguro, esse tipo de cabine pode influenciar o valor segurado e o custo de reparo, especialmente em caso de capotamento ou colisão frontal, devido ao maior diâmetro da área de impacto e à presença de itens internos sensíveis a danos.
Tração, chassis e peso: a designação 8×2 refere-se a configuração de tração com dois eixos motrizes, associada a um eixo adicional de apoio. Em termos práticos, esse arranjo é comum em caminhões de porte médio–grande com alto peso bruto total (PBT). A referência de PBT (Peso Bruto Total) típica para esse conjunto fica entre faixas próximas de 32.000 kg a 40.000 kg, dependendo de especificações como eixo de tração, sistema de freios e componentes adicionais. Esse fator impacta diretamente na apólice de seguro, pois maior PBT costuma exigir cobertura específica para danos de alto valor, bem como limites maiores para responsabilidade civil.
Dimensões, espaço de carga e desempenho operacional: por se tratar de um caminhão de alta capacidade, as dimensões externas variam conforme configuração de eixo e cabine. Em muitos casos, o FH-420 em versão 8×2 com cabine Globetrotter possui comprimento total que permite acomodar grandes capacidades de carga, com o layout pensado para facilitar a acomodação de paletes, caixas e volumes diversos. Embora as dimensões exatas dependam da especificação do veículo, o entendimento geral é de que a frota com essa configuração é empregada em operações de frete que exigem robustez, confiabilidade e uma adequada relação peso/volume de carga transportada. Para seguradoras, é comum considerar, além do PBT, fatores como altura e largura para avaliação de risco de capotamento, bem como a necessidade de itens de proteção, como lona de carga e sistema de ancoragem.
Resumo rápido para referência: motor potente (420 hp), torque robusto, câmbio automatizado de 12 velocidades, cabine Globetrotter com espaço para 2 ocupantes, tração 8×2 com eixo de apoio, e PBT típico na faixa de 32–40 t. Esses elementos formam o conjunto básico que influencia o cálculo de seguro, as coberturas recomendadas e a prática de manutenção preventiva, que, por sua vez, reduzem riscos de sinistros e aumentam a confiabilidade da operação.
- Motor D13K 12,8 L, 420 cv, ~2100 Nm, Euro 5
- Transmissão I-Shift 12 velocidades
- Cabine Globetrotter, 2 lugares
- 8×2 com eixo de apoio; PBT típico entre 32.000 e 40.000 kg
A Volvo: uma marca centrada em segurança, confiabilidade e inovação
Fundada em 1927 em Gotemburgo, na Suécia, a Volvo é sinônimo de engenharia voltada à segurança, robustez e durabilidade. No segmento de caminhões, a marca construiu uma tradição de foco na proteção de motoristas, cargas e outros usuários da via. O conceito de segurança não é apenas uma característica de marketing: é uma prática embutida no desenvolvimento de cada linha de produto, desde sistemas de freio avançados até estruturas de cabine capazes de absorver impactos e distribuir cargas de maneira mais eficiente durante colisões. A Volvo tem histórico de investimento contínuo em pesquisa de segurança viária, com avanços que resultam em tecnologias que reduzem acidentes e mitigações de danos em ocorrências adversas.
Além da segurança, a Volvo é reconhecida pela confiabilidade de sua linha FH ao longo das décadas. A família FH, inclusive, tornou-se referência no portfólio da marca por combinar potência, eficiência e conforto, características especialmente valorizadas em operações de frete de longo curso. A disponibilidade de redes de serviço, peças originais e suporte técnico contribui para reduzir indisponibilidades em frotas, o que tem impacto direto no custo total de propriedade (TCO). Em termos de sustentabilidade, a Volvo tem explorado caminhos para operações mais limpas, com foco em eficiência de combustível, redução de emissões e adoção de tecnologias que preparam o portfólio para padrões mais exigentes no futuro, como a transição para soluções com menor pegada ambiental, sem abrir mão da durabilidade esperada de caminhões de grande porte.
Para quem atua no setor de seguros, a reputação da Volvo oferece uma base de confiabilidade ao desenhar estratégias de proteção para frotas. A marca, associada a uma cabine Globetrotter valorizada por seu espaço de habitabilidade e pela robustez de construção, tende a influenciar positivamente a percepção de risco em termos de resiliência estrutural, facilidades de reparo com peças originais e disponibilidade de suporte técnico em diferentes regiões. Em síntese, conhecer a marca ajuda a entender não apenas o valor de reposição e o custo de manutenção, mas também os cenários de sinistralidade e as opções de cobertura mais alinhadas com a realidade de operações de transporte de carga, tanto no Brasil quanto em mercados internacionais que o FH frequentemente atende.
Como a Tabela FIPE orienta a avaliação de seguros para esse modelo
A FIPE serve como referência de mercado para a avaliação de veículos usados. No caso de caminhões pesados como o Volvo FH-420 Globetrotter 8×2 2p (E5) 2017, a simulação de seguro utiliza o valor FIPE como um dos componentes para estimar o valor segurado, o prêmio e as coberturas adequadas. Embora o preço de aquisição, a depreciação, o uso real e a condição do veículo sejam fatores que a seguradora considera, a FIPE oferece uma linha de base que facilita a comparação entre modelos equivalentes e faixas de idade. Vale notar que caminhões com configuração 8×2, cabine Globetrotter e motorização Euro 5 geralmente entram em categorias de risco específicas com base no histórico de sinistros, na frequência de uso e nas áreas geográficas em que operam. Tudo isso influencia o cálculo de prêmios, franquias e coberturas recomendadas, especialmente para itens de carga, proteção contra roubo, danos a terceiros e responsabilidade civil.
Ao pensar em seguro para esse caminhão, é útil entender alguns aspectos-chave que emergem da relação entre FIPE e seguro:
- Valor segurado: a FIPE serve como referência de valor de reparo ou reposição, o que impacta o montante segurado necessário para reconstrução ou substituição em caso de sinistro total.
- Categoria do veículo: caminhões com configuração 8×2 e cabine Globetrotter costumam exigir coberturas específicas para carga, danos a terceiros, incêndio e roubo, dada a natureza de alto valor da unidade.
- Idade do veículo: veículos fabricados em 2017 entram em faixas de idade que influenciam prêmios e franquias, bem como a disponibilidade de peças originais e assistência técnica.
- Uso operacional: operações de frete de longo curso, com rotas interestaduais e cargas de alto valor, costumam exigir limites maiores de cobertura, bem como serviços adicionais de proteção da carga e assistência em viagem.
Portanto, para a corretora de seguros, compreender a ficha FIPE do Volvo FH-420 Globetrotter 8×2 2p (E5) 2017 ajuda a mapear riscos específicos, a alinhar as coberturas com as necessidades da frota e a propor soluções mais eficazes, considerando a natureza de operação, a idade do veículo e o perfil de uso. Mesmo sem apresentar preços, a ideia central é que o FIPE informe o patamar de referência que, em conjunto com dados operacionais, permite construir uma apólice que proteja o patrimônio de quem utiliza esse caminhão no dia a dia.
Impacto do perfil operacional na cobertura de seguro
O perfil operacional da frota é um dos elementos mais influentes na definição das coberturas. Caminhões como o FH-420 Globetrotter 8×2 costumam operar em fretes de valores elevados, em trajetos com maior risco de roubo, danos a carga e colisões com maior severidade. Abaixo, pontos que costumam aparecer nos pareceres de seguradoras para esse tipo de veículo:
- Rotas e frequência de uso: longas viagens nacionais ou atividades regionais com frequência, que expõem o veículo a diferentes condições de tráfego, clima e rodovias.
- Tipo de carga: mercadorias de alto valor, carga perigosa ou carga fracionada exigem coberturas específicas para proteção da carga e responsabilidade civil adicional.
- Histórico de sinistros da frota: histórico de sinistros do modelo FH-420 e da própria empresa influenciam a avaliação de risco e a necessidade de franquias diferenciadas.
- Medidas de segurança: dispositivos de rastreamento, travas, alarmes e planejamento de rotas podem reduzir prêmios ao demonstrar controles efetivos de risco.
Ao condicionar o seguro a esses fatores, o corretor consegue propor pacotes que ofereçam equilíbrio entre custo da apólice e proteção adequada, atendendo às necessidades específicas de frota que operam com esse tipo de veículo.
Dicas para manter o Volvo FH-420 Globetrotter mais seguro e eficiente
Manter o caminhão em bom estado não apenas reduz a chance de sinistro, como também pode impactar positivamente o custo do seguro. Aqui vão sugestões relevantes para quem trabalha com esse modelo:
- Programa de manutenção preventiva: seguir o cronograma recomendado pelo fabricante, com revisões regulares de motor, transmissão, freios, suspensão e sistema elétrico, ajuda a evitar falhas críticas em operação.
- Gestão de frota e telemetria: monitorar consumo de combustível, desgaste de componentes e padrões de condução pode indicar oportunidades de melhoria, reduzir consumo e evitar desgastes prematuros.
- Atualização de proteções de carga: uso de contenção, dispositivos de amarração e proteções de carga apropriadas para cada tipo de mercadoria, minimizando danos durante o transporte.
- Treinamento de motoristas: educação contínua sobre condução defensiva, redução de velocidade, frenagem suave e práticas de carga segura, que refletem positivamente no índice de sinistralidade.
Além disso, a integração entre FIPE, histórico de uso e políticas de seguro deve ser periódica. Reavaliações semestrais ou anuais permitem ajustar coberturas conforme a idade do veículo, o novo valor de reposição e mudanças operacionais na frota, mantendo a proteção alinhada ao cenário atual.
Chamada para cotação
Se você busca entender opções de seguro sob medida para o Volvo FH-420 Globetrotter 8×2 2p (E5) 2017, a GT Seguros oferece atendimento dedicado para este tipo de veículo e operação. Uma cotação simples pode esclarecer coberturas, franquias e condições específicas para a sua frota, trazendo tranquilidade para quem depende da entrega de cargas com regularidade. Pense na proteção que o seu negócio merece: avalie opções com a GT Seguros e descubra a solução que melhor atende às suas necessidades de proteção, segurança e custo.
