| Mês | Preço |
|---|---|
| Mar/26 | R$ 213.783,00 |
| Fev/26 | R$ 214.858,00 |
| Jan/26 | R$ 215.938,00 |
| Dez/25 | R$ 217.024,00 |
| Nov/25 | R$ 218.115,00 |
| Out/25 | R$ 219.212,00 |
| Set/25 | R$ 220.314,00 |
| Ago/25 | R$ 221.422,00 |
| Jul/25 | R$ 222.535,00 |
| Jun/25 | R$ 223.654,00 |
| Mai/25 | R$ 224.778,00 |
| Abr/25 | R$ 225.908,00 |
Como interpretar a Tabela FIPE para o Volvo FH 440 6×2 2p (diesel) 2011 no seguro veicular
A Tabela FIPE é um referencial amplamente utilizado no Brasil para estimar o valor de mercado de veículos usados. Embora seja comumente associada a automóveis de passeio, o conceito se estende aos caminhões e veículos pesados, servindo de base para avaliações de seguro, aluguel de frotas e financiamentos. No caso do Volvo FH 440 6×2 2p (diesel) 2011, utilizado por empresas de logística e transporte de mercadorias, a leitura da FIPE requer atenção às particularidades próprias desse modelo: o uso de frota, a idade do veículo, o estado de conservação, o histórico de manutenção, além das configurações técnicas específicas que influenciam o valor de reposição ou de mercado. Este artigo aborda, de forma educativa, como o valor de referência da FIPE é aplicado na cotação de seguros para esse caminhão, sem entrar em números de venda, para que profissionais de corretoras e gestores de frota possam compreender os impactos na proteção veicular.
Ficha Técnica do Volvo FH 440 6×2 2p (2011)
- Motor diesel de alta capacidade: potência nominal de 440 cv, com deslocamento típico na faixa de 13 litros, características que influenciam o desempenho em alta carga e a necessidade de manutenção preventiva.
- Transmissão: 12 velocidades, com sistema automatizado I-Shift em versões modernas, ou configuração manual conforme a série e a frota. A transmissão influencia diretamente o custo de manutenção, consumo e confiabilidade da operação.
- Configuração de eixo: 6×2 (três eixos, com dois eixos motrizes). Essa configuração é comum para caminhões de longo curso que exigem boa capacidade de tracionamento e estabilidade em diferentes tipos de terreno, especialmente com carga pesada e em trechos rodoviários. A cabine tem 2 portas, adequada a motoristas e turnos de operação.
- Ano/modelo e uso: placaçoes de 2011, frequentemente encontrados em frotas de transportadoras. O uso típico envolve transporte de carga voluminosa ou pesada, com roteiros de longa distância e operações de logística que valorizam confiabilidade, disponibilidade de serviço e peças de reposição.
Observação: os valores exatos de fábrica podem variar conforme a configuração do veículo (presença de eixo auxiliar, tipo de suspensão, cabine, motor específico) e conforme o mercado de reposição de cada região. Em seguros, esses elementos influenciam o valor de reposição, a depreciação prevista e, por consequência, o prêmio. Por isso, ao consultar a FIPE, é essencial cruzar o número com a ficha técnica do veículo e com o histórico de manutenção da frota.

Como a FIPE impacta a cotação de seguro para esse Volvo FH
A FIPE fornece um campo de referência de preço de mercado para veículos usados, servindo como piso de avaliação para seguradoras. No entanto, quando se trata de caminhões pesados como o Volvo FH 440 6×2 2p, o processo de precificação envolve etapas adicionais que vão além do valor de mercado puro. Primeiro, a seguradora analisa o tipo de uso do veículo: se ele opera em essação de frota, em rotas urbanas ou em trajetos de carga de alto peso, a exposição a sinistros pode ser diferente. Em seguida, considera a idade do veículo em relação à idade de depreciação típica, a quilometragem e o histórico de sinistros da frota. Veículos de demonstrates com manutenções bem registradas tendem a apresentar menor probabilidade de falhas críticas, o que pode influenciar positivamente o prêmio.
Outro ponto importante é o detalhe da configuração do FH 440. A potência elevada (440 cv) e o conjunto de transmissão I-Shift, associado a uma configuração 6×2, podem impactar fatores como consumo de combustível, desgaste de componentes e disponibilidade de peças de reposição. Esses elementos são avaliados pela seguradora ao determinar o custo de reposição (valor necessário para reconstruir o veículo ou substituí-lo por outro equivalente) e o risco de depender de peças específicas. Quanto mais próximos estiverem o estado atual e o valor de reposição estimado da FIPE, mais estável tende a ser o prêmio, desde que outros fatores de risco (rotas, tipo de carga, tempo de uso diário) também sejam considerados.
Além disso, para caminhões de grande porte, muitas seguradoras utilizam o conceito de valor de reposição versus valor de mercado. Em prêmios com base em valor de reposição, o custo de uma nova peça ou de um conjunto completo pode ser considerado, desde que o veículo esteja coberto por uma apólice com essa cláusula. Em contrapartida, o valor de mercado representa uma estimativa de quanto o veículo valeria no mercado de usados no momento da contratação. A diferença entre esses dois valores pode alterar significativamente o prêmio, especialmente em veículos com alta depreciação acelerada ou com histórico de investigações de manutenção que possa afetar o valor de reposição.
É comum também que as seguradoras ajustem o valor com base na região de operação. Em áreas com maior densidade de tráfego, estradas com desgaste mais rápido das peças ou maior risco de roubo, o prêmio pode refletir esse risco adicional. Ainda, fatores como a presença de alarmes, rastreadores, sistemas de telemetria, seguro da carga e opções de franquia também moldam o custo da apólice. Por fim, é fundamental que o corretor apresente uma documentação clara da ficha técnica, o histórico de manutencões, registros de inspeção veicular e a descrição da rota de operação para assegurar que a avaliação esteja alinhada com o uso real do FH 440.
Nesse contexto, a leitura da Tabela FIPE aliada a uma avaliação técnica detalhada ajuda a chegar a uma proposta de seguro condizente com o risco agregado do caminhão, sem perder de vista o custo-benefício para a frota. A
