| Mês | Preço |
|---|---|
| Mar/26 | R$ 230.131,00 |
| Fev/26 | R$ 230.639,00 |
| Jan/26 | R$ 231.148,00 |
| Dez/25 | R$ 232.310,00 |
| Nov/25 | R$ 233.478,00 |
| Out/25 | R$ 234.652,00 |
| Set/25 | R$ 235.495,00 |
| Ago/25 | R$ 235.991,00 |
| Jul/25 | R$ 237.177,00 |
| Jun/25 | R$ 238.369,00 |
| Mai/25 | R$ 238.847,00 |
| Abr/25 | R$ 240.048,00 |
Visão geral técnica da Volvo FH-500 4×2 2p diesel Euro 5 (2013) e seu papel na Tabela FIPE
A Tabela FIPE funciona como referência de valores de mercado para veículos usados no Brasil, incluindo segmentos de caminhões e semirreboques. Para quem atua com frotas ou contratação de seguros, entender como os números da FIPE são gerados e como eles se relacionam com modelos específicos ajuda a tomar decisões mais informadas. No universo das opções pesadas, a Volvo FH-500 4×2 2p, ano 2013, destaca-se pela combinação entre potência, robustez e confiabilidade — características que, historicamente, ajudam a manter operação estável em rotas de média a longa distância. Este artigo apresenta um panorama técnico, contextualiza a importância da marca e explica, de forma educativa, como interpretar a Tabela FIPE para este modelo, pensando especialmente em estratégias de seguro e gestão de risco.
Ficha técnica resumida do Volvo FH-500 4×2 2p (2013)
- Motor: Diesel Euro 5, linha de seis cilindros em linha, assinatura de desempenho de caminhões pesados com boa entrega de torque para trechos longos.
- Potência e torque: até 500 cv, torque na faixa de aproximadamente 2.400 a 2.600 Nm, o que favorece a condução de carretas e reboques em subidas acentuadas ou com carga elevada.
- Transmissão: I-Shift automatizada, sistema de trocas de marchas controlado eletronicamente para reduzir fadiga do motorista em jornadas extensas e otimizar o consumo em diferentes perfis de rodagem.
- Cabine e configuração: 2 portas, cabine adequada para operações de carga pesada, com espaço interior voltado ao conforto do condutor, dentro das configurações típicas para uso rodoviário de alta demanda; peso bruto total (PBT) próximo do teto esperado para o conjunto, variando conforme especificação de chassi e carroceria.
A trajetória da Volvo na indústria de caminhões
A Volvo Trucks é uma marca com raízes profundas na Suécia e uma longa tradição na engenharia de caminhões. Desde as primeiras décadas do século XX, a Volvo consolidou-se como referência em durabilidade, segurança e desempenho em aplicações profissionais. A linha FH, lançada para atender a demandas de transporte rodoviário de maior porte, tornou-se a espinha dorsal de muitas frotas por oferecer equilíbrio entre potência, conforto do motorista e confiabilidade de componentes. Em 2013, a FH-500 (4×2, com duas portas) representava uma opção versátil para operações de longa distância, capaz de conciliar alta performance com mecânica mais simples de manter em relação a configurações com eixos adicionais ou cabine de maior porte.

Entre as inovações associadas à marca, destacam-se a transmissão automatizada I-Shift, a integração de sistemas de freios com controle eletrônico (ABS/EBS) e, ao longo dos anos, o avanço de soluções de segurança e assistência ao motorista. Mesmo em veículos de uso intenso, a rede de serviço e a disponibilidade de peças originais favorecem a manutenção programada, um fator que, para seguradoras e gestores de frota, costuma refletir índices de sinistralidade mais estáveis em comparativo com modelos mais exóticos ou menos difundidos no mercado brasileiro. A Volvo também tem investido em ergonomia de cabine, redução de ruídos e aprimoramento de consumos, pontos relevantes para reduzir custos operacionais e melhorar a experiencia do motorista durante jornadas longas.
Como a FIPE utiliza o FH-500 4×2 2p (2013) na avaliação de mercado
A Tabela FIPE oferece um valor referencial para veículos usados com base em dados de transação de mercado, ajustados por idade, configurações, estado de conservação e histórico de manutenção. Para caminhões da linha FH, a indicação de valor não é estática; ela varia conforme km rodados, condições mecânicas, disponibilidade de peças, histórico de manutenção e até a demanda regional. No caso do Volvo FH-500 4×2 2p de 2013, a leitura da FIPE envolve observar fatores como: a idade do veículo, o desgaste natural de componentes críticos (motor, transmissão, sistemas de freio), o estado da cabine, bem como o histórico de substituições de itens de alto custo (injeção, turbocompressor, sistema de escape, entre outros). É comum que modelos com boa documentação, serviço em rede autorizada e poucos acidentes apresentem valores de referência mais estáveis dentro da faixa esperada para caminhões pesados com alta potência.
Para quem utiliza a FIPE como referência para seguros, vale destacar que o valor de referência não é o único determinante do prêmio. Seguradoras costumam combinar o valor médio indicado pela FIPE com dados operacionais da frota (perfil de rota, frequência de uso, áreas de operação e histórico de sinistros) para chegar a uma proposta ajustada ao risco específico. Em caminhões com alta potência, a performance de frenagem, o estado do eixo de tração, a condition da suspensão e a integridade da linha de ar comprimido costumam influenciar pedidos de avaliação adicional durante a contratação do seguro. Em resumo, a FIPE oferece uma base sólida, mas a seguradora avalia o risco com base em um conjunto de variáveis que refletem a operação real.
Boas práticas para avaliar um FH-500 usado para seguro e operação
Ao considerar adquirir ou segurar um Volvo FH-500 4×2 2p de 2013, algumas boas práticas ajudam a obter uma visão mais clara do valor real e do nível de proteção necessário. Primeiro, examine o histórico de manutenção: registros de revisões, trocas de fluidos, inspeções de freio, estado da suspensão e do sistema de direção. Em segundo lugar, avalie a condição do motor e da transmissão, inclusive verifique ruídos incomuns, fumaça excessiva ou perdas de óleo que possam indicar desgaste prematuro. Terceiro, a cabine deve ser inspecionada quanto a infiltrações, estado dos bancos, controle de climatização e funcionamento de instrumentos. Quarto, confirme a documentação de origem, quilometragem declarada e histórico de sinistros. Embora a FIPE sirva como referência, a avaliação de seguro considera também o uso real: rotas, carga transportada, regime de trabalho do motorista e políticas de segurança da empresa. Quando combinado, esses elementos ajudam a chegar a uma cobertura adequada, com limites de responsabilidade, franquias e opções de proteção de carga que façam sentido para a operação específica.
Desempenho, segurança e conforto da Volvo FH-500 4×2 2p
O FH-500 é reconhecido pela robustez típica da engenharia sueca, com foco em confiabilidade para operações de longo percurso. O motor de alta potência, aliado à transmissão automatizada I-Shift, facilita a condução em jornadas extensas, reduzindo a fadiga do motorista e contribuindo para a consistência de entregas. Em termos de segurança, a Volvo tem sido constante na adoção de sistemas de proteção ativa: freios com assistência avançada, controle de estabilidade e dissipação de trepidações em curvas. O conjunto de freios com EBS (Electronic Braking System) e, em muitos casos, retardador, favorece o controle de velocidade em trechos de descida, o que é essencial para combos de tração. Além disso, a cabine de dois lugares tende a oferecer ergonomia moderada para rotinas diárias de condução, com espaço suficiente para o motorista. Para frotas, isso pode se traduzir em menor tempo de inatividade por questões de conforto do motorista e menor desgaste físico nas jornadas de distribuição ou transporte de cargas pesadas.
Interpretação da Tabela FIPE para caminhões Volvo FH-500 4×2 2p (2013)
Quando olhamos para a Tabela FIPE, é fundamental entender que o valor é uma referência de mercado e não uma cotação exata de venda. Modelos com as mesmas especificações (FH-500 4×2 2p) podem apresentar faixas de preço distintas conforme o estado de conservação, o histórico de manutenção e a demanda operacional da região. Para seguros, essa variação de preço é convertida em valores de avaliação de SINISTROS e de cobertura de responsabilidade civil, entre outros fatores. A presença de uma ficha técnica consistente, com informações claras de motor, transmissão, cabina e a documentação de origem, costuma facilitar a verificação cruzada entre a FIPE e a documentação do veículo. Além disso, a idade do veículo impacta a depreciação prevista, com caminhões de 2013 entrando numa faixa de valor diferente de modelos mais recentes, mesmo quando a configuração básica (4×2, 2 portas, Euro 5) é a mesma. Em operações de seguro, o operador deve considerar não apenas o valor de referência, mas também o custo de reposição de componentes críticos, disponibilidade de peças e vida útil estimada de itens de alto custo, como motor, transmissão e sistema de freios. Tudo isso influencia o Prêmio, as coberturas possíveis e as exclusões ou franquias cabíveis em contratos de seguro de frota.
Por que a marca Volvo é relevante para quem negocia seguro de caminhões
Para quem trabalha com seguros, a marca Volvo é frequentemente associada a um conjunto de atributos que ajudam na construção de propostas estáveis. A reputação de confiabilidade, aliada a uma rede de assistência técnica com reposição rápida de peças e mão de obra qualificada, reduz impactos de sinistros e tempo de inatividade. Além disso, a presença de tecnologias de suporte ao condutor, como sistemas de monitoramento de performance do veículo, ajuda a moldar perfis de risco mais previsíveis para seguradoras. Por fim, a Volvo investe em ergonomia de cabine e conforto do motorista — aspectos que influenciam positivamente a qualidade de vida no trabalho, bem como a permanência do condutor na função, fatores que, indiretamente, podem influenciar o histórico de uso do veículo e, consequentemente, os índices de sinistralidade ao longo do tempo.
Conclusão: contexto da Tabela FIPE para o Volvo FH-500 4×2 2p (2013) e condução segura
O Volvo FH-500 4×2 2p de 2013 representa, dentro do ecossistema de caminhões pesados, uma configuração que une potência, robustez e praticidade operacional. Quando se analisa a Tabela FIPE, esse modelo costuma figurar como referência para avaliação de mercado de caminhões usados de porte intermediário a pesado com motorizações de alto torque. A leitura cuidadosa da FIPE, associada à checagem detalhada da ficha técnica e do histórico de manutenção, permite estimar com maior confiabilidade o custo de reposição e o valor de seguro, aspectos importantes para quem administra frotas ou contrata seguro de forma individual. Ao planejar uma operação com esse caminhão, é prudente considerar a combinação entre a depreciação prevista pela FIPE, a condição prática do veículo e as necessidades específicas de proteção contratual. E, para quem busca tranquilidade operacional, uma cotação personalizada pode fazer toda a diferença na gestão de riscos da frota.
Se você está buscando proteção sob medida para o seu FH-500 ou deseja entender como a FIPE impacta o seguro da sua frota, peça uma cotação com a GT Seguros. Uma consulta simples pode revelar opções alinhadas ao seu perfil de uso, cobrindo desde danos a terceiros até proteção abrangente de carga, com condições ajustadas à realidade de operação.
