| Mês | Preço |
|---|---|
| Mar/26 | R$ 255.021,00 |
| Fev/26 | R$ 262.910,00 |
| Jan/26 | R$ 269.140,00 |
| Dez/25 | R$ 269.653,00 |
| Nov/25 | R$ 270.059,00 |
| Out/25 | R$ 270.709,00 |
| Set/25 | R$ 271.579,00 |
| Ago/25 | R$ 272.944,00 |
| Jul/25 | R$ 274.316,00 |
| Jun/25 | R$ 274.591,00 |
| Mai/25 | R$ 275.142,00 |
| Abr/25 | R$ 276.525,00 |
Entendendo a Tabela FIPE para o Volvo FH-500 Globetrotter 4×2 2p (diesel) 2013 e o que isso significa para o seguro
A Tabela FIPE funciona como uma referência essencial para quem atua no setor de seguros de veículos usados no Brasil. Embora o vehicle shot de consultoria de preços seja utilizado para diversas finalidades, no contexto de seguros o valor de referência FIPE serve como base para avaliação de sinistros, cálculos de depreciação e composição de propostas. Quando falamos de um modelo robusto como o Volvo FH-500 Globetrotter 4×2 2p movido a diesel, ano 2013, a compreensão da posição dele na FIPE ajuda corretoras, seguradoras e clientes a entenderem o que está em jogo na hora de firmar uma apólice ou renovar a cobertura. Este texto aborda, de forma educativa, a ficha técnica do veículo, o papel da marca Volvo no segmento de caminhões de longo curso, a lógica da FIPE para esse modelo e os fatores que podem influenciar os valores de referência usados no seguro.
Ficha técnica do Volvo FH-500 Globetrotter 4×2 2p (diesel) (E5) 2013
- Motorização: diesel de alta performance, motor D13K de 12,8 litros, turboalimentado, com certificação Euro 5 (E5)
- Potência e torque: potência nominal de 500 cv; torque máximo situado na faixa aproximada de 2.300 a 2.600 Nm, conforme configuração de mapa de motor e eixo traseiro
- Transmissão e tração: transmissão automatizada de 12 marchas (I-Shift) com mudanças programadas para economia de combustível e desempenho; eixo traseiro 4×2
- Cabine e configuração: Globetrotter de Volvo, cabine de longas jornadas com espaço ampliado, geralmente configurada para duas portas, cama para descanso e área de convivência dentro da cabine
Essa ficha técnica resume o que caracteriza o FH-500 Globetrotter na linha Volvo FH, especialmente em versões destinadas a transporte rodoviário de longa distância. É comum que variações densas surjam por conta de opções de equipamento, mapa do motor e particularidades de cada unidade. Em termos de seguro, o conjunto de especificações — potência, torque, tipo de transmissão, cabine e peso — influencia diretamente aspectos como custo de reparo, disponibilidade de peças, tempo de conserto e risco de sinistro, fatores que as seguradoras levam em consideração ao avaliar a proposta de cobertura.

A marca Volvo e a linha FH: tradição, inovação e foco em segurança
A Volvo é reconhecida globalmente pela combinação de robustez, inovação tecnológica e ênfase na segurança. No segmento de caminhões pesados, a marca estabeleceu padrões elevados para confiabilidade operacional, eficiência de combustível e conforto do motorista. A linha FH, em especial, é emblemática para o transporte de carga de longa distância, com foco em alcance, desempenho estável em rodovias e capacidade de adaptação a diferentes perfis de carga. O estilo de desenho do FH transmite robustez, enquanto os sistemas de apoio à condução, como controles de estabilidade, freios ABS/EB, assistentes de mudança de faixa e monitoramento de fadiga, ajudam a reduzir riscos operacionais durante longas jornadas de trabalho.
O Globetrotter, como variante de cabine, amplia o espaço interior, oferecendo maior conforto para o motorista e acompanhantes em jornadas prolongadas. Essa configuração costuma incluir beliche, área de descanso e práticas soluções de ergonomia, o que impacta positivamente a produtividade e a qualidade do sono ao volante. Do ponto de vista de seguros, a reputação da Volvo no mercado, a disponibilidade de rede de assistência técnica autorizada e o histórico de desempenho em frotas influenciam a percepção de risco para seguradoras. Em suma, o FH-500 Globetrotter representa uma linha de referência para operações de transportes que exigem confiabilidade, durabilidade e conforto de alto nível.
Como a Tabela FIPE funciona para esse modelo e por que é relevante para o seguro
A Tabela FIPE, administrada pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas, reúne dados de mercado de veículos usados no Brasil. Ela organiza informações por marca, modelo, versão, ano e estado de conservação com o objetivo de oferecer uma referência padronizada de preço para o mercado. No contexto do seguro, esse valor de referência serve como referência de base para cálculos de indenizações, valores de reposição e, em alguns casos, para acompanhar a depreciação ao longo do tempo. Em veículos pesados como o Volvo FH-500 Globetrotter, a referência FIPE ajuda seguradoras e corretoras a calibrar a proposta de seguro com maior transparência, especialmente em operações de frota ou quando o veículo é comercializado como utilizado para diferentes tipos de carga.
É importante entender que o FIPE não determina automaticamente o prêmio de seguro. O valor de mercado estimado pela FIPE é apenas um dos insumos usados na avaliação do risco. Outros fatores, como histórico de sinistros da frota, uso específico (transporte de carga geral, alimentos, farmacêuticos, perigosos), região de operação, condições de manutenção, quilômetros rodados e a presença de dispositivos de segurança adicional, também têm peso relevante na composição da apólice. Em outras palavras, a FIPE oferece uma referência de valor, mas cada seguradora pode ajustar o prêmio com base no perfil de risco apresentado pela operação de transporte.
Quais fatores, para o FH-500 Globetrotter, podem influenciar o valor FIPE e, por consequência, o seguro
- Idade do veículo e quilometragem: unidades mais próximas da data de fabricação e com menor desgaste tendem a manter valores FIPE mais altos; caminhões com quilômetros acumulados elevados costumam apresentar depreciação maior na linha FIPE.
- Condição de conservação e histórico de manutenção: registros de manutenção regulares, inspeções técnicas em dia e ausência de danos estruturais costumam manter o valor de referência mais estável, o que pode impactar positivamente o prêmio de seguro.
- Configurações e itens adicionais: cabines Globetrotter com recursos de conforto, sistemas de refrigeração, suspensão opcional, controle de tração adicional ou dispositivos de telemetria podem alterar a percepção de risco pelas seguradoras, influenciando a margem de depreciação indicada pela FIPE.
- Uso e operação: se o veículo é empregado em rotas com maior incidência de sinistros, ou se transporta cargas especiais (perigosas, de alto valor, carga perecível), o perfil de risco muda, o que pode refletir em ajustes na cobertura e, por consequência, na avaliação de desvalorização na FIPE.
Esses fatores ajudam a entender por que duas unidades do mesmo modelo, ano e configuração podem apresentar valores FIPE diferentes. No âmbito de seguros, essa variação reforça a importância de inserir informações precisas sobre o uso, manutenção e estado do veículo na hora de solicitar a cotação. Além disso, a FIPE é apenas uma referência; montadoras, seguradoras e aplicadores de sinistros podem considerar o custo de reposição real ou o valor de mercado de peças novas na hora de estimar indenizações ou reposições completas.
Implicações práticas para a apólice de seguro do FH-500 Globetrotter
Para empresas de transporte e motoristas autônomos que utilizam o Volvo FH-500 Globetrotter, entender a relação entre a FIPE e o seguro facilita a tomada de decisão sobre coberturas adequadas. Uma apólice bem estruturada deve contemplar:
– Cobertura combinada de casco, com indenização por saldo ou dano total, que considera a depreciação prevista pela FIPE em caso de sinistro parcial ou total.
– Responsabilidade civil complementar, embasada na natureza das operações e no tipo de carga transportada. Em operações que envolvem cargas com alto valor, o seguro pode exigir limites superiores e cláusulas específicas de proteção, o que, por sua vez, pode influenciar o ajuste do valor de referência na tabela FIPE para o conjunto da apólice.
– Coberturas adicionais de proteção veicular, incluindo assistência 24h, guincho, e possibilidade de inclusão de itens de segurança telemáticos. Tais recursos podem colaborar para reduzir o risco global da frota, o que pode se refletir em condições mais favoráveis na apólice com base na avaliação de risco adequada.
– Análise de custo-benefício da manutenção preventiva e de reposição de peças. Um histórico de manutenção regular pode reduzir a probabilidade de falhas graves, reduzindo a incidência de sinistros e, por consequência, impactando positivamente a percepção de risco para seguradoras e, indiretamente, para a Tabela FIPE aplicada à unidade.
Numa visão educativa, a FIPE funciona como um guia de referência para estimar o valor do veículo no mercado usado. A seguradora, porém, avalia o custo de reposição ou reparo com base em dados de sinistro, disponibilidade de peças, tempo de atendimento e políticas internas. Por isso, é comum que o valor FIPE e o valor segurado não coincidam exatamente, e os ajustes podem ocorrer conforme o perfil do cliente e a natureza da operação.
Chamada suave para cotação
Para quem busca entender com mais precisão como esse conjunto de fatores impacta a cobertura do FH-500 Globetrotter na prática, é interessante consultar opções de seguro específicas para esse veículo. Faça uma cotação com a GT Seguros e compare as possibilidades de proteção para o seu caminhão de longo curso, com foco em custo-benefício, cobertura de frota e condições personalizadas para o seu tipo de operação.
