| Mês | Preço |
|---|---|
| Mar/26 | R$ 323.225,00 |
| Fev/26 | R$ 323.938,00 |
| Jan/26 | R$ 325.566,00 |
| Dez/25 | R$ 327.203,00 |
| Nov/25 | R$ 327.695,00 |
| Out/25 | R$ 328.484,00 |
| Set/25 | R$ 329.539,00 |
| Ago/25 | R$ 330.233,00 |
| Jul/25 | R$ 331.893,00 |
| Jun/25 | R$ 333.561,00 |
| Mai/25 | R$ 335.238,00 |
| Abr/25 | R$ 335.540,00 |
Como interpretar a Tabela FIPE para o Volvo FH-500 Globetrotter 4×2 2p (diesel) Euro 5, 2016
A Tabela FIPE é amplamente utilizada no Brasil como referência de avaliação de veículos usados, incluindo caminhões e veículos de frota. Para profissionais de seguros, entender como esse indicador se relaciona com modelos pesados como o Volvo FH-500 Globetrotter 4×2 2p, equipado com motor diesel e atendimento às normas Euro 5 (E5), é essencial para a leitura de cotações e para a construção de coberturas mais alinhadas ao uso real do ativo. A FIPE não substitui uma avaliação técnica específica, mas oferece uma base de referência que dialoga com a percepção de desgaste, demanda de mercado e a idade do veículo. Neste artigo, vamos destrinchar o que a FIPE representa para esse modelo específico, além de trazer uma visão educativa sobre fatores que influenciam a segurabilidade e a forma como as seguradoras utilizam esse tipo de referência na hora de propor coberturas.
Visão geral do Volvo FH-500 Globetrotter 2016
O Volvo FH-500 é uma linha emblemática da fabricante sueca voltada ao transporte rodoviário de longo curso. O sobrenome Globetrotter indica a cabine de maior comprimento, projetada para oferecer conforto aos motoristas em jornadas extensas, com espaço de dormir (leito), ergonomia aprimorada e integração de sistemas que melhoram a gestão de tempo e conforto ao motorista. Em versões como a 4×2, o conjunto de eixo e a configuração de tração é pensada para equilibrar eficiência de combustível, capacidade de carga e tranquilidade no manejo em vias variadas. O motor, comumente reconhecido por sua robustez, oferece potência robusta para manter a velocidade estável em trechos de subida, ao transportar cargas moderadas a pesadas em rotas nacionais. A transmissão, frequentemente descrita como automática I-Shift, busca combinar precisão de trocas com conforto de condução, reduzindo o esforço do motorista em jornadas longas. O conjunto de freios, controle de estabilidade e sistemas de segurança ajudam a manter o veículo dentro de padrões de segurança exigidos para aplicações comerciais.

Para o segurado, o FH-500 Globetrotter representa um perfil de veículo de alto uso, com requisitos específicos de proteção. A marca Volvo, por sua vez, carrega um histórico associado à confiabilidade, à presença de redes de assistência global e a um conjunto de inovações voltadas à segurança. Além disso, a escolha pela cabine Globetrotter é relevante para a avaliação de riscos, pois cabines mais altas exigem considerações adicionais em termos de estabilidade, manobras em vias urbanas de tráfego intenso e proteção do condutor em eventos de capotamento ou colisão lateral. Em suma, esse modelo se enquadra em um segmento de frota que, embora requer disciplina operacional, tende a receber avaliações positivas por parte das seguradoras por conta da consistência na construção e da presença de sistemas de segurança integrados.
Ficha técnica resumida do veículo
- Marca
- Volvo
- Modelo
- FH-500 Globetrotter
- Ano/Versão
- 2016, Globetrotter 4×2, 2 portas
- Configuração de eixo
- 4×2
- Cabine
- Globetrotter (cabine alta com leito)
- Motor
- Diesel, 13 litros, turboalimentado
- Potência
- Aproximadamente 500 cv (≈ 368 kW)
- Transmissão
- I-Shift automatizada
- Emissão
- Euro 5 (E5)
- Combustível
- Diesel
- Portas
- 2
- Aplicação
- Uso rodoviário de longo curso, transporte de cargas
Notas:
– A ficha técnica acima sintetiza os atributos relevantes para a leitura de seguros e de mercado. Referências específicas de cada veículo podem variar conforme a configuração de fábrica, opcionais instalados e histórico de manutenção. Em operações de frota, detalhes como adesão de melhorias mecânicas, sistemas de gerenciamento de motor e ajustes de torque podem influenciar a percepção de risco e, consequentemente, as coberturas propostas pelas seguradoras.
Como a FIPE se aplica a caminhões pesados como o FH-500 Globetrotter
A Tabela FIPE é consolidada com base em amostragens de mercado, levando em conta idade, uso, estado de conservação e a procura por modelos semelhantes. Para caminhões de grande porte, a leitura é mais complexa do que para carros de passeio: envolve o exame de tipos de uso (frota própria, aluguel, transporte de cargas específicas), histórico de sinistros, disponibilidade de peças e rede de assistência técnica. Para o FH-500 Globetrotter 2016, a FIPE oferece uma referência de posição de mercado relativamente estável dentro do seu ciclo de vida, considerando que a idade do veículo se aproximava de uma década desde o lançamento de sua geração naquela época. Essa referência ajuda as seguradoras a calibrar cenários de risco, incluindo desgaste natural de componentes, probabilidade de falhas em sistemas críticos (motor, transmissão, freios) e a tendência de depreciação de peças de reposição, que, por sua vez, influencia o custo provável de reposição de componentes após sinistros.
É importante compreender que o objetivo da FIPE no contexto de seguros não é definir um preço único, mas oferecer uma faixa de referência que facilita negociações entre seguradoras, corretores e clientes. Em contratos de seguro para frotas, o valor de referência da FIPE pode orientar o cálculo de coberturas como casco (para o valor de reposição em caso de perda total) e acessórios, bem como a determinação de limites de cobertura para sinistros parciais. Em resumo, a FIPE atua como um norte que, aliado ao histórico de uso e às condições reais do veículo, ajuda a construir uma proposta de seguro mais alinhada ao risco efetivo.
Pontos de atenção para seguros com esse modelo
- Risco intrínseco do veículo pesado: maior probabilidade de sinistros envolvendo terceiros, colisões, impactos com infraestrutura ou tombamento, especialmente em percursos com trechos de via irregular ou condições climáticas adversas.
- Cabine Globetrotter: maior altura e superfícies expostas podem exigir particular atenção em vias urbanas com estruturas de passagem, galerias e estacionamento com altura limitada; além disso, a cabine de larga dimensão pode influenciar o custo de reparos em caso de dano.
- Histórico de manutenção e1070 peças de reposição: veículos de frota devem ter um histórico de manutenção confiável; a disponibilidade de peças originais e a rede de assistência Volvo têm impacto direto no tempo de reparo e, por consequência, no custo de seguro.
- Uso da frota e perfil operacional: rotas de longo curso, volumes de carga, regime de trabalho do motorista e frequência de viagens impactam o tipo de coberturas mais adequadas — por exemplo, a necessidade de coberturas de terceiros, incêndio, roubo, bem como proteção para carga específica transportada.
Impacto da configuração 4×2 e da cabine Globetrotter na segurabilidade
A configuração 4×2 favorece a estabilidade em rodovias e a distribuição de peso entre os eixos, o que pode influenciar determinantes de risco em acidentes com terceiros. Do ponto de vista da seguradora, a tecnologia embarcada no FH-500 Globetrotter, incluindo sistemas de frenagem avançados, assistência ao motorista e controle de estabilidade, tende a reduzir a probabilidade de eventos de maior severidade. Por outro lado, a cabine alta traz considerações específicas: em colisões laterais, a área de impacto pode se comportar de forma diferente, exigindo inspeção adequada de estruturas e mecanismos de proteção do ocupante. O mix de motor potente (500 cv) e transmissão automatizada I-Shift também pode influenciar a avaliação de danos e a estimativa de tempo de imobilização em caso de sinistro, o que reflete na posição de prêmio, especialmente em contratos com franquias e coberturas de casco de frota.
Em termos de seguro de carga, itens como a natureza da mercadoria, o tipo de frete e o grau de exposição a roubo ao longo de rotas específicas (portos, fronteiras, áreas urbanas com altos índices de criminalidade) costumam ser considerados na elaboração de coberturas adicionais. A FIPE, por sua vez, não fixa o tipo de carga, mas o conjunto de coberturas que o cliente pode exigir para assegurar o veículo, seu equipamento e a carga transportada, mantendo o equilíbrio entre custo de proteção e nível de cobertura desejado pela frota.
Dicas para leitura de cotações e coberturas ideais
Ao solicitar cotações para o Volvo FH-500 Globetrotter 2016, leve em consideração os seguintes pontos que costumam impactar o custo de seguro, sem entrar no aspecto de preço específico do veículo:
- Histórico de sinistros da empresa e do veículo: um histórico limpo tende a favorecer propostas com condições mais vantajosas, enquanto eventos anteriores podem exigir coberturas adicionais ou exclusões específicas.
- Nível de automação e telemetria: sistemas de telemetria e dados de condução podem auxiliar o corretor a propor coberturas mais ajustadas ao comportamento do motorista, o que costuma refletir em custos de prêmios com base no perfil de risco.
- Proteção de carga: dependendo do tipo de carga, é recomendável incluir cobertura para roubo de carga, incêndio, danos à mercadoria durante o transporte e responsabilidade civil de terceiros para a operação de frete.
- Extras de proteção: itens como assistência 24 horas, cobertura para acessórios instalados (radares, dispositivos de segurança adicionais, equipamentos de comunicação) e a possibilidade de baca para o veículo podem ser avaliados para complementar a proteção.
Um ponto-chave no diálogo com o corretor é a forma como o veículo é utilizado. Veículos de frota, com
