| Mês | Preço |
|---|---|
| Mar/26 | R$ 810.736,00 |
| Fev/26 | R$ 812.525,00 |
| Jan/26 | R$ 828.515,00 |
| Dez/25 | R$ 830.157,00 |
| Nov/25 | R$ 831.405,00 |
| Out/25 | R$ 833.406,00 |
| Set/25 | R$ 836.083,00 |
| Ago/25 | R$ 837.844,00 |
| Jul/25 | R$ 839.992,00 |
| Jun/25 | R$ 840.833,00 |
| Mai/25 | R$ 871.330,00 |
| Abr/25 | R$ 860.000,00 |
Guia educativo da Tabela FIPE para o Volvo FH-500 Globetrotter 6×2 2p Diesel E6 2024
A Tabela FIPE é amplamente utilizada no Brasil como referência de mercado para veículos usados, incluindo caminhões de grande porte. No universo de seguros, entender como essa referência funciona ajuda a compreender melhor as coberturas, a forma de avaliação de danos e a parametrização de propostas. Este artigo aborda especificamente a leitura da Tabela FIPE para a versão Volvo FH-500 Globetrotter com configuração 6×2, cabine de 2 portas, movido a diesel com norma Euro 6 (E6), ano-modelo 2024. O objetivo é oferecer um guia claro, didático e útil para quem atua na área de seguros, bem como para proprietários de frotas que desejam entender como a FIPE entra nos processos de cotação, indenização e reposição.
Entendendo a Tabela FIPE e o papel dela no contexto de caminhões
A Tabela FIPE, oficialmente mantida pelo Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas, funciona como uma base de referência que captura, de forma sistematizada, variações de mercado em veículos usados. Para caminhões pesados como o FH-500 Globetrotter, a leitura não se resume a números simples; há uma lógica que envolve a combinação de vários atributos do veículo, incluindo ano-modelo, versão, configuração de eixo, cabine, motorização e norma de emissão. Em termos práticos, a FIPE serve para orientar seguradoras, revendedores, oficinas e clientes na compreensão de um patamar de reposição ou de readequação de coberturas em situações de sinistro, perda parcial ou total, sempre buscando refletir a realidade do mercado de reposição de peças e de substituição do bem.

É importante notar que a FIPE não define o preço final de venda nem fixa o custo da operação de seguro. Em vez disso, ela oferece parâmetros de referência que ajudam a calibrar avaliações de danos, a calcular depreciação de frota e a orientar o ajuste de limites de cobertura. Em veículos de grande porte, a leitura exige atenção aos detalhes da configuração original do veículo, pois variações de eixo, cabine, motor, combustível e emissão podem influenciar a posição relativa da faixa FIPE correspondente. Em resumo, para quem trabalha com seguros, entender a dinâmica da FIPE para o FH-500 Globetrotter significa reconhecer que pequenas diferenças de configuração podem impactar a leitura de referência e, consequentemente, a maneira como as coberturas são estruturadas.
Ficha técnica do Volvo FH-500 Globetrotter 6×2 2p Diesel E6 2024
Abaixo está um resumo técnico, com foco nos elementos relevantes para seguros e avaliação de risco, da versão Volvo FH-500 Globetrotter com configuração 6×2, cabine de 2 portas, movida a diesel e com norma Euro 6 (E6), ano-modelo 2024. Este quadro ajuda a situar os fatores que a FIPE considera ao associar o caminhão a uma faixa de referência de mercado.
- Configuração: caminhão pesado com eixo de tração 6×2, cabine Globetrotter, 2 portas
- Combustível e emissão: diesel, norma Euro 6 (E6)
- Motorização: motor diesel de alto desempenho com turboalimentação (descrições técnicas específicas variam conforme a configuração de fábrica)
- Ano-modelo: 2024
Observação: as especificações acima representam o conjunto de características mais comumente associadas a essa versão na leitura da FIPE. Em operações práticas, pequenas variações de fábrica, como opções de transmissão ou configurações de cabine, podem existir e, consequentemente, influenciar a identificação da faixa FIPE correspondente para o veículo em questão. Por isso, é essencial confirmar a configuração exata no momento da cotação de seguro ou da avaliação de sinistro.
A marca Volvo: tradição, inovação e foco em segurança
A Volvo é reconhecida mundialmente pela combinação de robustez, confiabilidade e foco em segurança. No segmento de caminhões, a marca construiu uma reputação sólida ao investir em tecnologias que reduzem riscos na operação diária, desde sistemas de freios até avanços em assistentes de condução, ergonomia para o motorista e sustentabilidade. Para seguradoras, esse histórico de segurança e manutenção de padrões de qualidade costuma se traduzir em menor probabilidade de sinistros graves, bem como em facilidades de avaliação de reparos e reposição de componentes originais.
Além da segurança, a Volvo tem investido na longevidade de sua linha de caminhões, buscando peças de reposição com qualidade de fábrica e redes de assistência técnicas bem distribuídas. Em termos de gestão de risco para frotas, esse ecossistema facilita o planejamento de manutenções, a previsibilidade de custos operacionais e a confiabilidade do ativo a longo prazo. Para o público de seguros, esse conjunto de atributos da marca se traduz em insights valiosos na hora de estruturar coberturas, margens de proteção e estratégias de renovação de apólices.
Outro aspecto relevante é a adaptação da linha FH para diferentes aplicações: eixo rígido, semireboque, transporte de carga pesada, entre outros. A versatilidade da plataforma permite que as frotas ajustem a configuração conforme a demanda de rota, terreno e carga. Essa capacidade de ajuste, aliada a uma rede de suporte ampla, facilita respostas rápidas a necessidades de sinistro, recuperação de ativos e reposição de peças, elementos que influenciam a relação entre o custo de seguros e o benefício percebido pela frota.
Fatores que influenciam a leitura da FIPE para o FH-500 Globetrotter 6×2 2p Diesel E6 2024
Ao considerar a Tabela FIPE para este modelo, alguns fatores são especialmente relevantes para a leitura correta e para o alinhamento com as propostas de seguro. Abaixo estão quatro aspectos-chave que costumam impactar a faixa de referência, sem entrar em números, apenas destacando o papel de cada um no processo de avaliação.
- Ano-modelo e a versão específica: a correspondência entre o ano-modelo de referência da FIPE e a versão FH-500 Globetrotter com 6×2 de cabine de 2 portas é determinante. Pequenas atualizações entre anos-modelo podem modificar a leitura da faixa de referência, principalmente quando envolvem melhorias de segurança, emissões ou ajustes de specs de motor.
- Configuração de eixo e cabine: a configuração 6×2 e a cabine Globetrotter influenciam a percepção de utilidade, peso e capacidade de carga, elementos que ajudam seguradoras a dimensionar o risco e a necessidade de coberturas específicas, como proteção de suspensão, reboques, e reparo estrutural.”
- Motor, combustível e emissão: o uso de diesel com norma Euro 6 (E6) é um fator de análise relevante. Em termos de seguro, motores com padrões de emissão mais modernos costumam ser associados a custos de reposição e de reparos que, por consequência, impactam as coberturas de frota e os limites de indenização.
- Condição de uso e histórico do veículo: idade da frota, quilometragem média, histórico de sinistros, programas de manutenção e adesão a planos de serviço podem deslocar a leitura da FIPE para faixas diferentes. Veículos bem mantidos, com histórico de manutenção completo, costumam figurar em faixas mais estáveis e previsíveis.
Além desses four pilares, vale mencionar que outros elementos de mercado, como disponibilidade de peças originais, redes de assistência próximas e custos de reparo, também podem modular a leitura da FIPE, sobretudo em estados com logística de peças mais complexa. Para quem atua em corretagem de seguros, entender esse conjunto de fatores ajuda a construir propostas mais alinhadas com a realidade de uso da frota, com cobertura que reflita não apenas o valor de reposição, mas também o custo de manutenção e a rapidez de recuperação em caso de sinistro.
Como a Tabela FIPE influencia a cotação de seguros para este modelo
Quando uma seguradora avalia uma proposta para o FH-500 Globetrotter em configuração 6×2, as referências da FIPE entram como base para o que se chamaria de valor de reposição ou de referência de indenização. Mesmo sem mencionar números, é possível entender que esse parâmetro afeta diretamente a forma como as coberturas são estruturadas: limites de indenização, franquias, rede de oficinas credenciadas, disponibilidade de peças originais e opções de cobertura para danos parciais ou total. Em termos práticos, quanto mais estável for a leitura FIPE para esse veículo específico, maior a previsibilidade de custos para a seguradora e, por consequência, condições mais justas em termos de prêmio e de exigências de sinistralidade.
Para o proprietário de frota, compreender esse mecanismo é útil na hora de planejar o seguro de forma proativa. Manter o veículo em boas condições, com manutenção regular e informações atualizadas da configuração exata, facilita que a leitura da FIPE refleta com maior precisão o que a frota representa no dia a dia — um ativo de uso intensivo e com exigências de disponibilidade. Além disso, entender a relação entre a FIPE e o seguro pode orientar escolhas de cobertura, como a necessidade de proteção de itens específicos (equipamentos de transporte, acessórios de cabine, ou sistemas de segurança) que agregam valor à reposição em caso de sinistro.
Dicas para cotação de seguro com foco na Tabela FIPE para o Volvo FH-500 Globetrotter
Para quem busca uma cotação de seguro que leve em conta a leitura da FIPE para esta versão, seguem orientações úteis para deixar o processo mais alinhado, sem custos desnecessários e com maior previsibilidade de cobertura.
- Informe exatamente a configuração: confirme a especificação de eixo (6×2), cabine (Globetrotter) e portas (2 portas). Detalhes precisos ajudam a seguradora a selecionar as coberturas corretas desde o início.
- Especifique o ano-modelo e a norma de emissão: o cálculo da proteção depende de características do motor e das leis vigentes. Mantenha a ficha técnica atualizada para evitar surpresas durante a vigência da apólice.
- Descreva condições de uso e histórico de manutenção: relatos de uso, quilometragem média e histórico de sinistros influenciam a avaliação de risco e a adequação de coberturas, bancos de dados e tendências de sinistralidade.
- Considere cenários realistas de sin
