Valor FIPE Atual
R$ 186.815,00
↓ 0,2% vs mês anterior
FIPE: 516108-8
Ano: 2007-3
MêsPreço
Jan/26R$ 186.815,00
Dez/25R$ 187.172,00
Nov/25R$ 187.454,00
Out/25R$ 187.906,00
Set/25R$ 188.510,00
Ago/25R$ 188.908,00
Jul/25R$ 189.212,00
Jun/25R$ 189.403,00
Mai/25R$ 189.784,00
Abr/25R$ 189.956,00
Mar/25R$ 190.242,00
Fev/25R$ 190.358,00

Entenda a Tabela FIPE para o Volvo FH 520 6×2 2p (diesel) 2007 e como isso impacta o seguro

Visão geral sobre o uso da Tabela FIPE neste contexto

A Tabela FIPE funciona como referência de mercado para o valor de veículos usados no Brasil. Quando se trata de caminhões pesados, como o Volvo FH 520 6×2 2p (diesel) 2007, o uso da FIPE ajuda seguradoras, corretores e proprietários a ter uma base de comparação sobre o valor venal do ativo. Essa referência é importante porque o valor venal influencia diretamente aspectos do seguro, como o cálculo do prêmio, a determinação de coberturas adequadas, limites de cobertura e, em situações de sinistro, a definição de reposição de ativo ou indenização proporcional. Em termos práticos, entender onde a FIPE está situada no ecossistema do seguro de caminhões ajuda o motorista, a transportadora e o corretor a alinhar expectativas, escolher coberturas mais adequadas e evitar surpresas no futuro, especialmente em cenários de depreciação acelerada, danos extensos ou necessidade de substituição de componente crítico.

Ao explorar a Tabela FIPE para um Volvo FH 520 6×2 2p, é essencial perceber que essa referência não é o preço real de venda de cada unidade específica. O estado de conservação, quilometragem, histórico de manutenção, accidentabilidade anterior, alterações na carroceria e até a configuração de carroceria (baú, container, sider, carga seca, entre outras) podem fazer o valor do veículo real ficar acima ou abaixo do que a FIPE sugere. Por isso, o seguro não depende apenas de um número único; ele considera o uso pretendido, o risco de roubo, a reputação da marca em termos de disponibilidade de peças, a rede de assistência técnica, o custo de reposição de componentes e a probabilidade de sinistros. Nesse cenário, o corretor de seguros atua como facilitador ao cruzar a referência da FIPE com as particularidades do veículo, do motorista e da operação de transporte.

Tabela FIPE VOLVO FH 520 6×2 2p (diesel) 2007

Quando pensamos no Volvo como marca, essa escolha de referência ganha camadas adicionais de relevância. A Volvo é reconhecida pela engenharia voltada à segurança, pela robustez de linha pesada e pela integração entre performance e confiabilidade. Em termos de seguro, isso pode significar prêmios mais estáveis ao longo do tempo, menor probabilidade de avarias graves decorrentes de falhas mecânicas e uma boa aceitação na rede de assistência técnica da marca. Em linhas gerais, a Tabela FIPE serve como um ponto de partida para entender o valor venal, mas a avaliação completa para a cotação envolve várias variáveis que vão além do número de referência.

Ficha técnica do Volvo FH 520 6×2 2p (diesel) 2007

Abaixo apresentamos uma síntese técnica do modelo em referência. Este conjunto de informações ajuda a situar o veículo no universo de seguros, pois a ficha técnica influencia tanto a periculosidade do risco quanto a estrutura de coberturas recomendadas. Note que alguns números são referências típicas para essa configuração e podem variar conforme a montagem específica do caminhão e o mercado onde ele opera.

  • Tipo de veículo: caminhão pesado com configuração 6×2, cabine de dois passageiros (2 portas).
  • Motor: diesel de alta robustez, família D13K ou equivalente, com deslocamento aproximado de 12,8 litros.
  • Potência máxima: em torno de 520 cavalos de potência (cv) para atender ao desempenho típico de operações de longa distância com carga pesada.
  • Transmissão: automatizada com troca de marchas controlada eletronicamente (I-Shift) ou equivalente, com capacidades de 12 velocidades, visando maior eficiência e conforto ao motorista.

Observação: além desses itens centrais, a ficha técnica de um FH 520 6×2 pode incluir informações adicionais, como tipo de eixo, sistema de freios (ABS/ASR), capacidade de tanque de combustível, altura e comprimento aproximados da cabine, entre outros detalhes. Em operações de seguro, essas informações ajudam a consolidar o retrato de risco, pois cabem às seguradoras ponderar fatores como consumo, manutenção e disponibilidade de peças originais para o modelo específico.

Sobre a marca Volvo

Volvo é uma das referências globais no segmento de veículos comerciais pesados. A história da marca remete a décadas de avanços em engenharia, com foco contínuo em segurança, eficiência e confiabilidade. No mercado de caminhões, a Volvo se destaca pela robustez de motor, pela inovação em sistemas de transmissão, pela ergonomia de cabine e pela integração de recursos que facilitam a operação diária do motorista, como visibilidade, conforto e controles acessíveis. Essas características não apenas contribuem para a produtividade da operação, mas também influenciam a percepção de risco por parte das seguradoras. Um veículo com boa história de confiabilidade tende a apresentar menor taxa de sinistralidade de falhas mecânicas, o que, por sua vez, pode impactar positivamente o custo do seguro de casco e de responsabilidade civil.

A presença da marca no mercado brasileiro é marcada por uma ampla rede de concessionárias, centros de serviço autorizados e fornecedores de peças originais. Esse ecossistema facilita a manutenção preventiva, reduz o tempo de inatividade em função de reparos e, consequentemente, gera maior previsibilidade de custos ao longo da vida útil do ativo. Por outro lado, a demanda por peças originais de alta qualidade também influencia o custo de reposição, fator que as seguradoras costumam levar em conta ao calcular prêmios. Em suma, a Volvo, pela sua tradição de qualidade, tende a oferecer um conjunto de benefícios ao longo do ciclo de vida do caminhão, o que pode repercutir de forma positiva na gestão de risco pelo segurado.

Como a FIPE influencia a cotação de seguros para este modelo

Ao contratar ou renovar um seguro para o Volvo FH 520 6×2 2p (diesel) 2007, a FIPE atua como um ponto de referência para o valor venal, que costuma ser utilizado pelas seguradoras para dimensionar parte da cobertura de casco (proteção do veículo contra colisões, roubo, incêndio, entre outros). A relação entre FIPE e o prêmio de seguro não é direta nem única, pois cada seguradora pode adotar uma metodologia própria. Contudo, de modo geral, quanto maior o valor venal do bem, maior tende a ser a cobertura necessária e, consequentemente, o prêmio correspondente. Em caminhões, esse raciocínio pode ficar mais complexo se a operação envolve uso intensivo, distâncias longas, carretas de alto valor ou necessidades de reposição rápidas de componentes críticos.

Além do valor venal, outros elementos que a seguradora observa incluem o perfil da operação de transporte (tipo de carga, rotas, tempo de exposição no trânsito), o histórico de sinistralidade da empresa e do condutor, a idade e tempo de habilitação do motorista, além de fatores técnicos do veículo que afetam o risco de sinistro, como peso, torque disponível, configurações de freios, sistemas de assistência e o estado geral da cabine. Quando a FIPE é consultada, é comum que o corretor utilize essa referência para alinhar expectativas com o cliente e, ao mesmo tempo, para solicitar dados complementares necessários à composição da proposta de seguro.

Importante lembrar: a FIPE não substitui uma avaliação técnico-comercial específica da seguradora. Em muitos casos, as seguradoras vão cruzar o valor FIPE com o “valor venal” utilizado na apólice, ou com o valor de reposição, ou ainda com o valor de custo de reconstrução para itenscom autorizações de fábrica. Em cenários de sinistro, a forma como o veículo é avaliado para indenização pode depender da apólice escolhida, da opção de cobertura de casco total ou parcial, e da modalidade de indenização (valor de reposição integral, valor venal ou indenização proporcional). O papel do corretor, portanto, é orientar o cliente sobre as opções disponíveis e ajudar a construir uma proteção que seja compatível com o patrimônio, com a operação e com o orçamento previsto.

Dicas para quem utiliza a FIPE na cotação de seguros

Crie um conjunto de informações que vão além do valor venal indicado pela FIPE. Considere, por exemplo, a idade do veículo, o estado de conservação, o histórico de manutenção, as alterações de configuração e a documentação técnica atualizada. Esses elementos ajudam a entender o risco real para a seguradora. Além disso, é fundamental discutir com o corretor a escolha entre diferentes coberturas — casco, roubo e furto, incêndio, incêndio externo, responsabilidade civil, lucros cessantes, entre outras — para definir um pacote que proteja o negócio sem onerar demais as operações.

Outro aspecto relevante é a escolha entre reposição a valor de custo de recuperação ou valor de mercado. Em muitos casos, caminhões com configuração 6×2, como o FH 520, podem exigir peças emergenciais ou componentes específicos de fabricante. Nessas situações, o seguro pode oferecer opções de reposição com peças originais, o que costuma impactar o valor do prêmio pela qualidade de reposição e pela disponibilidade de peças. Por fim, manter o veículo com manutenções periódicas, dentro de prazos e com registro de serviço, tende a apoiar a redução do risco de sinistro técnico, o que é favorável para o custo do seguro a longo prazo.

Ao longo de toda a análise, é útil lembrar que o objetivo de utilizar a FIPE é ter uma referência prática para o valor do ativo. Em operações de fretamento e logística, onde o equilíbrio entre custo de seguro, disponibilidade de reposição e tempo de inatividade impacta diretamente a rentabilidade, uma cotação bem fundamentada pela FIPE, aliada a uma avaliação técnica da seguradora, se traduz em decisões mais seguras e previsíveis. Assim, a correta leitura da tabela, associada à ficha técnica do veículo e ao histórico operacional, ajuda a construir uma solução de seguro que atenda às necessidades específicas de cada frota, sem abrir mão de coberturas