| Mês | Preço |
|---|---|
| Jan/26 | R$ 76.746,00 |
| Dez/25 | R$ 76.893,00 |
| Nov/25 | R$ 77.009,00 |
| Out/25 | R$ 77.195,00 |
| Set/25 | R$ 77.443,00 |
| Ago/25 | R$ 77.606,00 |
| Jul/25 | R$ 76.838,00 |
| Jun/25 | R$ 76.916,00 |
| Mai/25 | R$ 77.072,00 |
| Abr/25 | R$ 76.790,00 |
| Mar/25 | R$ 76.030,00 |
| Fev/25 | R$ 76.077,00 |
Entenda como a Tabela FIPE impacta o Volvo FM-10 320 4×2 2p (diesel) 2000 e o que isso significa para o seguro
A Tabela FIPE é uma referência amplamente utilizada no Brasil para estipular o valor de mercado de veículos com base em dados coletados do mercado. Quando falamos de caminhões leves, médios ou pesados, como o Volvo FM-10 320 4×2 2p (diesel) de 2000, essa tabela serve como referência inicial para seguradoras definirem o valor do veículo, o que influencia diretamente na composição da apólice, na indenização em caso de perda total ou roubo, e até na avaliação de depreciação ao longo do tempo. Este artigo explora como entender a Tabela FIPE nesse contexto específico, o que observar na ficha técnica, qual é o papel da marca Volvo nesse cenário, e quais práticas ajudam a manter o seguro alinhado com a realidade de uso do caminhão.
Ficha Técnica do Volvo FM-10 320 4×2 2p (diesel) 2000
- Marca e linha: Volvo FM-10
- Motor: Diesel turboalimentado, 320 cv, configuração de 6 cilindros em linha
- Tração e portas: 4×2, 2 portas
- Peso bruto total (PBT) típico: em torno de 19.000 kg
Esses itens da ficha técnica ajudam a entender o posicionamento do veículo na tabela FIPE, assim como as exigências de registro, manutenção e seguro. O FM-10 320 é um exemplar da linha Volvo voltada a operação de transporte de carga com boa relação entre potência, torque e desempenho em diferentes tipos de rota — seja em estrada, seja em entorno urbano onde manobras e acelerações exigem resposta rápida. O fato de ser um caminhão com tração 4×2 e duas portas faz diferença no uso cotidiano, na manobrabilidade e, por consequência, no custo de propriedade e no valor segurável registrado pela FIPE. Ao observar a ficha técnica, vale atentar que o peso bruto total define o teto de peso que o veículo pode transportar de forma segura, bem como influenciar na classificação de classe de seguro e na depreciação prevista pela tabela.

Por que a marca Volvo inspira confiança no segmento de caminhões?
A Volvo é reconhecida globalmente por seu foco em engenharia robusta, segurança, eficiência e rede de suporte técnico. No universo dos caminhões, a marca costuma oferecer motores com potência estável, torque disponível em diferentes faixas, e soluções de transmissão que ajudam a manter o consumo sob controle em longas jornadas de entrega. Além disso, a Volvo historicamente investe em tecnologia voltada à proteção de ativos, o que se traduz em maior confiabilidade operacional. A rede de assistência técnica e peças de reposição tende a ser extensa, o que reduz o tempo de inatividade em caso de necessidade de manutenção ou reparo. Esses fatores costumam ser considerados pelas seguradoras quando avaliam o risco associado a um veículo dessa marca, influenciando percepções de sinistralidade, custo de manutenção e até a sensação de confiabilidade do operador. Portanto, a presença de uma marca com histórico comprovado de desempenho pode favorecer condições de seguro mais estáveis, desde que o programa de manutenção e a documentação estejam alinhados aos padrões recomendados.
A Tabela FIPE e o seguro: impactos práticos para o FM-10 320
Quando a seguradora utiliza a Tabela FIPE para o Volvo FM-10 320 4×2 2p (diesel) 2000, ela está buscando um valor de referência que reflita, de maneira prática, o preço de mercado do veículo em determinado momento. Esse valor serve de base para cálculos de prêmio, cobertura de danos, e até para a indenização em caso de sinistro. Alguns aspectos práticos a considerar incluem:
- Valor segurável: A FIPE ajuda a definir o montante que a seguradora pagará em caso de perda total ou roubo, desde que o contrato utilize esse parâmetro como referência. Normalmente, o valor FIPE pode servir de piso ou de referência para determinadas coberturas, com possibilidades de ajuste conforme o contrato negociar valor de aquisição, custo de reposição ou depreciação específica da frota.
- Depreciação: Caminhões sofrem depreciação com o tempo, intensidade de uso, e histórico de sinistros. A FIPE, ao servir como referência, permite que a seguradora estime uma taxa de depreciação que reflita o momento do veículo no mercado, impactando o prêmio e as coberturas adicionais necessárias para manter a proteção adequada.
- Riscos operacionais: Um veículo como o FM-10 320, que atua em linhas de distribuição, transporte de cargas ou operações logísticas, pode apresentar riscos variados conforme o tipo de carga, estrada, clima e estado de conservação. A FIPE não substitui a avaliação de risco específica, mas oferece uma base comum para estimar o valor do bem, o que facilita a comparação entre propostas de seguro e a definição de franquias, limites de cobertura e adicionais (por exemplo, proteção contra roubo de acessórios, motor, equipamentos de áudio ou telemática).
- Atualização de dados: A FIPE é atualizada periodicamente, refletindo variações de mercado. Em frotas ou operações com alto giro de credenciais, é comum acompanhar essa atualização para manter o preço segurado alinhado ao valor de mercado, reduzindo distorções entre o que o veículo vale de fato e o que está coberto pela apólice.
É importante notar que a FIPE não representa o custo de aquisição original nem o valor de reposição exato pela montadora para cada unidade. O valor de reposição pode diferir, dependendo de fatores como a disponibilidade de peças, configuração específica, acessórios instalados e o estado de conservação. Por isso, muitos contratos de seguro para veículos pesados oferecem opções de ajuste de valor segurado, que podem incorporar, além da FIPE, o custo de reposição ou o valor de mercado conforme avaliação independente. Essa flexibilidade ajuda a evitar surpresas na indenização e a manter o seguro alinhado com a realidade da frota.
Boas práticas para gerir o FM-10 320 com foco na FIPE e no seguro
Para operadores e corretores, algumas práticas ajudam a manter o seguro em sintonia com a realidade do veículo e com as leituras da FIPE. Abaixo apresentamos caminhos úteis, que aparecem com frequência em gestão de frotas que trabalham com veículos pesados da linha Volvo:
1) Manutenção preventiva constante: Ações programadas de serviço, uso de peças originais e registros de manutenção ajudam a preservar o desempenho do motor, transmissão e sistema de freios. A integridade mecânica é um fator que o mercado valoriza quando se compara o valor de mercado de uma unidade com especificações originais. Um caminhão bem cuidado tende a manter um valor segurável mais próximo do FIPE ou de valores de reposição consolidados, o que favorece condições de seguro mais estáveis ao longo do tempo.
2) Documentação organizada: Manter documentação atualizada de todo o histórico do veículo — notas de serviço, trocas de componentes, historial de sinistros, seguros anteriores e laudos técnicos — facilita a avaliação pela seguradora. A FIPE, ao servir como referência de valor, se beneficia de dados consistentes que provêm de registros precisos; isso reduz riscos de contestação e facilita a negociação de coberturas adicionais quando necessário.
3) Registro de uso e condição de frota: Em operações com várias unidades, é comum que diferentes caminhões recebam diferentes condições de uso — rotas, cargas, tempo de uso por dia e condições de condução. Controlar esse perfil ajuda a entender variações de desgaste e depreciação entre as unidades e, por consequência, a calibrar as coberturas de seguro com base em necessidades reais de cada veículo, mantendo a leitura da FIPE compatível com a situação de cada exemplar.
4) Gestão de sinistros com foco em proteção de ativos: Em caso de sinistros, um protocolo bem definido (compliance, laudos, fotografias, testemunhas, perícias) facilita a avaliação de danos e a confirmação de coberturas. A documentação adequada ajuda a seguradora a aplicar correções de depreciação com maior precisão, reduzindo o tempo de indenização e os atritos entre as partes. A padronização também contribui para manter o valor segurado estável, alinhado com a evolução da FIPE ao longo do tempo.
Como a Fiat/Volvo FM-10 320 se compara a outros modelos na prática de seguro
Dentro do universo de caminhões, modelos com 320 cavalos de potência costumam ter perfil de risco diferenciado em comparação com veículos de menor ou maior potência. Caminhões com maior potência podem exigir componentes adicionais de freio, transmissão e sistemas de manejo de carga, o que impacta tanto o custo de reparo quanto o custo da cobertura. Em termos de seguro, a posição no mercado da Volvo — associada a um histórico de confiabilidade e rede de assistência — pode favorecer condições estáveis de prêmio em determinadas faixas de idade de veículo e de quilometragem, desde que a manutenção e a documentação estejam em dia. Ainda assim, cada frota tem particularidades: tipo de carga, rotas, horários de operação e histórico de sinistros. Por isso, a FIPE funciona como um alicerce, mas a avaliação de risco é sempre personalizada, conectando dados de uso, estado físico do veículo e expectativas de depreciação ao contrato de seguro.
Para operadores que gerenciam mais de uma unidade FM-10 320 ou que utilizam o veículo em regimes de aluguel, entrega rápida ou transporte de mercadorias sensíveis, a combinação entre a Tabela FIPE e as condições de seguro deve levar em conta não apenas o valor do trem de força, mas também a modulação de riscos com cabines, sistemas de rastreamento, e eventuais proteções adicionais (como seguro de carga, proteção de acessórios e cobertura de terceiros). Um planejamento bem feito envolve conversar com o corretor de seguros para alinhar o valor segurado com a realidade de frota, as condições de manutenção previstas e as exigências regulatórias aplicáveis ao transporte de cargas no território de operação.
Considerações finais e convite à cotação
Em resumo, a Tabela FIPE para o Volvo FM-10 320 4×2 2p (diesel) 2000 serve como referência central para entender o valor de mercado da unidade, com impactos diretos sobre o seguro, a depreciação e as condições de indenização. A marca Volvo, associada à robustez, à rede de suporte e à reputação de qualidade, costuma favorecer avaliações de risco estáveis, desde que haja adoção de boas práticas de manutenção, documentação organizada e gestão cuidadosa de riscos operacionais. Ao alinhar a leitura da FIPE com as particularidades da sua frota — carga, rotas, idade do veículo, quilometragem e histórico de sinistros — é possível chegar a uma solução de seguro mais ajustada, com proteção adequada ao patrimônio e ao custo de operação.
Para uma avaliação prática de como esses aspectos afetam o custo e a cobertura do seu seguro, considere realizar uma cotação com a GT Seguros. Uma análise personalizada pode ajudar a equilibrar o valor segurado com as necessidades de proteção do FM-10 320, levando em conta a realidade de mercado refletida pela FIPE e as particularidades da sua operação.
