Valor FIPE Atual
R$ 103.325,00
↓ 1,6% vs mês anterior
FIPE: 516070-7
Ano: 2001-3
MêsPreço
Mar/26R$ 103.325,00
Fev/26R$ 105.035,00
Jan/26R$ 100.034,00
Dez/25R$ 100.225,00
Nov/25R$ 100.376,00
Out/25R$ 100.618,00
Set/25R$ 100.942,00
Ago/25R$ 101.155,00
Jul/25R$ 101.318,00
Jun/25R$ 103.916,00
Mai/25R$ 102.253,00
Abr/25R$ 101.510,00

Entenda a Tabela FIPE para o Volvo FM-12 340 4×2 2p Diesel (2001) e como isso orienta seguros e avaliações

Ficha técnica do Volvo FM-12 340 (2001) – versão 4×2, 2 portas

O Volvo FM-12 340, registrado como uma das expressões da linha FM da Volvo Trucks, representa uma configuração de caminhão médio a pesado voltada para operações de longa distância e transporte de carga. O registro 4×2 indica tração em dois eixos, com o eixo dianteiro responsável pela direção e o traseiro pela tração principal, o que favorece eficiência em estradas asfaltadas e em trechos com pavimento regular. A cabine com duas portas é típica de veículos voltados tanto para o operador quanto para o garupista, quando aplicável, oferecendo uma combinação de ergonomia e conforto para jornadas extensas. Abaixo, apresentamos a ficha técnica em formatos comuns de consulta, para apoio na compreensão de como esse modelo figura na Tabela FIPE e, por consequência, na avaliação de seguros.

  • Marca: Volvo
  • Modelo/Versão: FM-12 340 (4×2, 2 portas, diesel)
  • Motor: Volvo D12, 12,1 litros, turboalimentado com intercooler
  • Potência: 340 cv (aprox.)

Além dos itens listados acima, é comum encontrar no conjunto técnico informações adicionais que variam conforme a configuração original de fábrica e as alterações realizadas ao longo da vida útil do veículo. Em linhas gerais, para esta versão, a motorização D12 de 12,1 litros é associada a torque elevado, o que favorece a capacidade de reboque e o desempenho em subidas com carga. A transmissão, tradicionalmente, oferece uma faixa de velocidades compatível com trajetos de longa distância, proporcionando equilíbrio entre velocidade de cruzeiro e capacidade de aceleração em trechos mais íngremes. Ao analisar uma ficha técnica como esta, o corretor de seguros observa que a combinação entre motor, câmbio, peso e configuração de chassi influencia diretamente avaliações de risco, custos de reparo e, consequentemente, a precificação de coberturas.

Tabela FIPE VOLVO FM-12 340 4×2 2p (diesel) 2001

Numa leitura prática, características como o diâmetro do motor, o tipo de injeção e o sistema de turbo podem impactar não apenas o consumo, mas também o custo de reposição de peças originais, o que, por sua vez, se reflete nos cenários de indenização ou repaçamento de sinistros. O FM-12 340, nesse sentido, representa uma linha de caminhões robustos que exigem atenção especial à manutenção, especialmente em parâmetros de segurança, freios, suspensão e estado da carroçaria. Ao compor a ficha técnica, o profissional de seguros cruza esses elementos com a idade do veículo, a quilometragem e o histórico de uso para chegar a uma visão de risco bem fundamentada para a contratação de apólices.

A marca Volvo: tradição de engenharia, segurança e confiabilidade no transporte

A Volvo têm consolidado, ao longo de décadas, posição de destaque no segmento de caminhões por meio de uma combinação de engenharia robusta, inovação em segurança e rede de serviços amplamente reconhecida. A empresa investe em plataformas de chassis, aerodinâmica e sistemas de freios que ajudam a reduzir o desgaste de componentes críticos, como discos, pastilhas e membranas de freio, ao mesmo tempo em que busca reduzir o consumo de combustível por meio de sistemas de gestão de torque e injeção mais eficientes. Além disso, a Volvo, em seus caminhões, historicamente prioriza ergonomia do posto de condução, cabines amplas e visibilidade, o que se traduz em conforto operacional e menor fadiga do motorista ao longo de jornadas prolongadas.

Para o setor de seguros, a reputação da marca se traduz em um perfil de confiabilidade que pode influenciar positivamente as avaliações de risco, quando comparado a modelos com histórico de falhas mais frequentes. No entanto, isso não substitui a necessidade de uma manutenção criteriosa, de registros detalhados de manutenção e de práticas de condução segura, que continuam sendo elementos centrais para a prevenção de sinistros. Em resumo, a Volvo combina tradição com inovação, o que é relevante quando se analisa o custo de seguro, o valor de reposição e a viabilidade de políticas de proteção para frotas que operam com o FM-12 340 em regime 4×2.

O que é a Tabela FIPE e como ela impacta seguros de caminhões

A Tabela FIPE (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas) funciona como referência amplamente utilizada no Brasil para a avaliação do preço de mercado de veículos, especialmente para fins de venda, aquisição, tributação e, de modo relevante, para apólices de seguro. Quando uma seguradora determina o valor de referência para indenização, recorta o cenário com base na média de preço de tabela de veículos semelhantes nas mesmas condições, ano de fabricação e configuração. No caso de caminhões como o Volvo FM-12 340 4×2, a FIPE serve como baliza para estabelecer o valor de referência de reposição ou de indenização em caso de sinistro, bem como para auxiliar no dimensionamento de coberturas facultativas, como quebra de carroceria, proteção de carga, e responsabilidade civil. Ao mesmo tempo, o mercado real pode divergir da média de FIPE, especialmente quando o veículo recebe alterações, incorporações de equipamento ou passa por mudanças de uso de frota.

Para o corretor de seguros, a FIPE é uma ferramenta indispensável, mas não única. Embora forneça uma base objetiva para o valor de referência, é comum que seguradoras ajustem esse parâmetro com base em fatores adicionais: estado de conservação, histórico de sinistros, quilometragem atual, tipo de uso (transporte de carga geral, produtos perigosos, entregas urbanas, etc.) e disponibilidade de peças para o veículo específico. É por isso que, mesmo com base FIPE, o preço de prêmio pode sofrer variações conforme as características da operação, a região de atuação e o regime contratual escolhido pelo segurado. Assim, entender a PF (perfil de veículo) apresentado pela FIPE ajuda o dono do FM-12 340 a calibrar expectativas, preparar documentação de manutenção e conversar com o corretor sobre coberturas adequadas.

  • A FIPE reflete o valor médio de mercado de reposição de um veículo semelhante na mesma faixa de ano e configuração, servindo como referência principal para indenizações.
  • A seguradora pode ajustar o valor de referência com base no estado de conservação, idade e histórico de manutenção do veículo, bem como na quilometragem atual.
  • Veículos de frota com uso intenso, remarcação de peças e alterações não originais podem ter variações de valor frente à média da FIPE.
  • A mobilidade de mercado e disponibilidade de unidades equivalentes também influenciam a atualidade da referência FIPE, impactando o prêmio e as condições da apólice.

É fundamental compreender que a FIPE é uma referência, não uma determinação rígida. O objetivo é padronizar a base de comparação entre veículos de características similares. Para caminhões como o FM-12 340, onde o valor de reposição pode ser elevado, a proteção por meio de coberturas adicionais — incluindo roubo, danos a carga, responsabilidade civil e assistência 24 horas — adquire papel crucial na gestão de risco da operação de transporte. O corretor, ao alinhar FIPE com as particularidades da operação, consegue apresentar propostas mais assertivas e transparentes para o segurado, ajudando a evitar surpresas no momento de um sinistro ou de uma substituição de veículo.

Fatores que influenciam a percepção de risco e o custo do seguro para o FM-12 340

Além da referência FIPE, existem diversos fatores que influenciam o custo do seguro de caminhões, especialmente para a configuração Volvo FM-12 340 em 4×2, 2 portas, diesel. A seguir, listamos elementos que costumam orientar a avaliação de risco realizada pelas seguradoras. Lembre-se de que o peso dessas variáveis pode variar conforme a política de cada empresa seguradora e o perfil do segurado.

  • Idade do veículo e histórico de manutenção: veículos mais jovens com documentação regular costumam apresentar menor risco de falha mecânica grave durante o período coberto pela apólice.
  • Tipo de carga transportada e rotas: ciclos de operação de alto risco, exclusão de áreas de atuação com maior índice de sinistralidade, e o tipo de mercadoria podem afetar o nível de cobertura necessário e o prêmio correspondente.
  • Frota e governança da gestão: empresas com processos de manutenção, controle de pneus, freios e documentação em dia tendem a ter prêmios mais estáveis.
  • Condições de uso e de armazenamento: incidência de furtos, vias com pavimento precário ou condições climáticas adversas podem elevar o custo da cobertura.

Para o proprietário ou gestor de frota, compreender esses fatores ajuda não apenas a precificar a proteção, mas também a planejar estratégias de mitigação de risco, como planos de manutenção preventivos, telemetria para monitoramento de uso, escolha de coberturas específicas para carga, e cláusulas de proteção à reputação da empresa no mercado de transportes. Em resumo, a combinação entre FIPE, características técnicas do veículo e as condições de operação forma o tripé essencial para uma calibragem de seguro eficaz e eficiente.

Manutenção, segurança e condução segura para reduzir riscos e custos de seguro

Um dos pilares para manter um seguro acessível para o Volvo FM-12 340 é a prática de manutenção regular e a implementação de rotinas de segurança que minimizem a probabilidade de sinistros. Caminhões pesados, como o FM-12 340, demandam atenção constante a componentes críticos: sistema de freios (discos, pastilhas, fluido de freio), suspensão (molas, amortecedores, buchas), sistema de direção, pneus, iluminação e eletrônica de gestão do motor. Uma agenda de manutenção bem definida, que inclua inspeções periódicas de óleo, filtros, correias, sistema de ar comprimido e diagnóstico de falhas, reduz não apenas o risco de falhas mecânicas, mas também o custo de reparo em caso de ocorrências.

Além da manutenção mecânica, a condução segura é determinante. Boas práticas de condução, como