Valor FIPE Atual
R$ 150.474,00
↓ 0,2% vs mês anterior
FIPE: 516126-6
Ano: 2009-3
MêsPreço
Fev/26R$ 150.474,00
Jan/26R$ 150.806,00
Dez/25R$ 151.094,00
Nov/25R$ 151.321,00
Out/25R$ 151.686,00
Set/25R$ 152.173,00
Ago/25R$ 152.494,00
Jul/25R$ 152.739,00
Jun/25R$ 152.892,00
Mai/25R$ 153.199,00
Abr/25R$ 153.969,00
Mar/25R$ 154.743,00

Guia detalhado sobre a Tabela FIPE para o Volvo FM 370 6×2 2p Diesel (2009)

Entendendo a Tabela FIPE e a sua aplicação prática para caminhões

A Tabela FIPE funciona como referência de mercado para veículos no Brasil. Ela agrega dados históricos de venda de veículos usados, com o objetivo de padronizar avaliações para seguro, compra e venda, orçamento de manutenção e reposição de peças. No universo de veículos pesados, como caminhões de longo curso, a referência da FIPE auxilia principalmente seguradoras, corretores e frotistas a estabelecer cenários de custo de aquisição, de reposição em caso de sinistro e, ainda, de depreciação ao longo do tempo. No entanto, é importante deixar claro que a FCA/FIPE não determina um preço de venda definitivo em cada transação particular; o valor apresentado pela tabela representa uma referência de mercado, sujeita a variações conforme estado de conservação, histórico de uso, kilometragem e a configuração específica do veículo.

Para o caso do Volvo FM 370 6×2 2p Diesel, ano de 2009, a leitura da tabela envolve entender fatores como idade do veículo, disponibilidade de peças, assistência técnica e o custo de reposição de componentes essenciais. Em projetos de seguro, esse referencial é utilizado para calibrar prêmios, sinistralidade e cobertura, servindo de base para cenários de indenização total ou parcial. Assim, a Tabela FIPE ajuda a contextualizar o valor de mercado, sem, todavia, fixar o preço exato de aquisição de cada unidade. A depender da seguradora, podem existir diferenças na forma como esse parâmetro é incorporado ao cálculo de prêmio, mas o uso institucional da FIPE como referência permanece amplamente aceito.

Tabela FIPE VOLVO FM 370 6×2 2p (diesel) 2009

Ficha técnica resumida do Volvo FM 370 6×2 2p (diesel) – 2009

Abaixo está uma visão técnica compacta, levando em consideração a tipicidade do modelo e do ano, sem prescrição de especificação única para cada Unidade de Carroceria. A configuração exata pode variar conforme o chassi, a carreta e as opções de cabine adotadas pelos concessionários e frotistas na época de uso.

  • Motorização: diesel, com seis cilindros em linha, típico de caminhões leves-pesados usados para aplicações de distribuição e transporte de cargas volumosas.
  • Potência e torque: potência nominal em torno de 370 cv, com torque em faixa alta para operações que exigem boa capacidade de reboque e retomadas em subidas íngremes. A curva de torque costuma ser suficiente para manter performance estável sob diferentes regimes de giro e cargas, especialmente em rodovias com trechos desafiadores.
  • Transmissão: opções comuns incluem transmissão manual de várias marchas (com 12 velocidades frequentes) ou transmissão automatizada/semiautomatizada (I-Shift ou equivalente), que facilita trocas rápidas e reduz fadiga do motorista em longas jornadas.
  • Configuração de eixo e chassi: sistema 6×2, com dois eixos motrizes que proporcionam boa tração em diferentes condições de pista e carga. A cabine pode variar entre modelos de dia (cabine simples) ou cabine com conforto adicional para viagens extensas, influenciando peso estrutural e consumo, bem como o espaço de trabalho do motorista.

Impacto da marca Volvo na percepção de durabilidade e suporte

A Volvo Trucks, parte do conglomerado Volvo Group, conquistou posição de destaque no setor de caminhões por meio de foco constante na segurança, confiabilidade e eficiência operacional. A reputação da marca se fortalece pela combinação de engenharia robusta, redes de assistência técnica bem estruturadas e histórico de inovações que influenciaram o setor ao longo de décadas. Caminhões da linha FM, especialmente em configurações como o 6×2, costumam ser escolhidos por frotistas que buscam equilíbrio entre capacidade de carga, desempenho em trajetos rodoviários e custo de propriedade ao longo do tempo. Além disso, a infraestrutura de pós-venda da Volvo, com centros autorizados, peças originais e programas de manutenção preditiva, costuma reduzir tempo de inatividade e auxiliar na gestão de frotas.

Para o cenário de seguro, a presença de uma marca com histórico reconhecido de qualidade pode favorecer a estabilidade de índices de sinistralidade, refletindo-se em condições mais estáveis de prêmio ao longo do tempo. No entanto, o fator fundamental continua sendo a combinação entre uso, manutenção, idade do veículo, quilometragem e hábitos operacionais da frota, que influenciam diretamente o risco avaliado pela seguradora. Em resumo, a marca contribui para o conceito de confiabilidade, sem eliminar a necessidade de uma análise cuidadosa de cada veículo específico dentro da tabela FIPE.

Como a FIPE se relaciona com o seguro do Volvo FM 370 6×2 2p (2009)

Ao abrir uma cotação de seguro para veículos pesados, as seguradoras utilizam a Tabela FIPE como referência de mercado para o valor de reposição ou indenização em caso de sinistro total. Esse valor, por sua vez, molda uma parcela do prêmio, o que é especialmente relevante em frotas com muitos ativos. Além disso, a FIPE atua como referência para cálculos de cobertura de danos parciais, faturas de conserto e avaliação de danos em eventos como colisões, tombamentos ou incêndios. Importante notar que a FIPE não impõe um preço único; ela estabelece um intervalo de valores representativos para o conjunto de unidades semelhantes. Nesse sentido, a avaliação de risco da seguradora leva em conta a synergias entre o valor de mercado, o custo de reparação e a probabilidade de sinistro, bem como o custo de reposição de componentes específicos do Volvo FM 370 6×2 2p.

Elementos que influenciam a cotação do seguro para este modelo

Embora a Tabela FIPE sirva como uma referência, a seguradora observa diversos fatores operacionais e técnicos para compor o prêmio do Volvo FM 370 6×2 2p diesel. Entre os principais estão o perfil de uso (tipo de carga, itinerário, rotas recorrentes e horário de operação), a idade e a condição do veículo, o histórico de sinistros da empresa e do motorista, a presença de dispositivos de segurança (rastreamento, bloqueios de diferencial, alarmes e imobilizadores), bem como a formação e a prática de motoristas para condução de caminhões pesados. Abaixo, apresento de forma didática alguns aspectos que costumam influenciar o cálculo de prêmio:

– Estado de conservação: caminhões bem mantidos, com registros de manutenção atualizados, tendem a ter prêmios mais estáveis e, em alguns casos, mais competitivos.

– Quilometragem e tempo de uso: frotas com rotação de uso frequente, longos trajetos rodoviários e jornadas noturnas podem implicar maior risco de desgaste, o que pode impactar o valor do seguro.

– Características de segurança: sistemas de freios antibloqueio, controle de estabilidade, monitoramento de pressão dos pneus e rastreamento veicular costumam ser valorizados pela seguradora, contribuindo para redução de prêmio ou melhoria de coberturas.

– Histórico de sinistros: um passado com poucas ocorrências, especialmente relacionadas a danos a terceiros, tende a favorecer condições de prêmio mais estáveis. Por outro lado, um histórico com acidentes pode exigir ajustes específicos no contrato.

Boas práticas para negociação e acolhimento da cobertura ideal

Para quem opera uma frota com Volvo FM 370 6×2 2p, algumas estratégias ajudam a obter uma cobertura que combine proteção adequada e custo razoável. Em primeiro lugar, é essencial documentar e manter atualizado o registro de manutenção preventiva, incluindo trocas de peças críticas e inspeções de frenagem. Em segundo lugar, a implementação de soluções de monitoramento de frota – como rastreamento por GPS, telemetria de desempenho e alerta de irregularidades – não apenas melhora a gestão, mas pode ser um componente importante na redução de prêmios com seguradoras que valorizam a mitigação de risco. Em terceiro lugar, a formação contínua de motoristas, com treinamentos de condução segura para caminhões pesados, tende a reduzir a probabilidade de sinistros e a consolidar um histórico favorável. Por fim, compare propostas de diferentes seguradoras, avaliando não apenas o preço, mas as coberturas inclusas, as cláusulas de indenização, os prazos de carência e as condições de atendimento em caso de sinistro na região de atuação da frota.

Considerações adicionais sobre a escolha de coberturas

Ao definir a cobertura para o Volvo FM 370 6×2 2p, vale considerar: seguro contra terceiros, danos a terceiros, incêndio, roubo e colisão, além de coberturas adicionais como proteção de itens de carga, despesas de desmontagem, carro reserva e responsabilidade civil ambiental. A Tabela FIPE permanece como referência para o valor de reposição, o que impacta diretamente nos limites de cobertura. Para operações com transportes de carga sensível ou de alto valor agregado, pode fazer sentido incluir coberturas adicionais que assegurem peças específicas, componentes do motor ou do sistema de transmissão, bem como cláusulas de indenização previstas em contrato que se adequem ao tipo de operação da frota.

Estrutura educativa para compreender o valor de reposição e o papel da FIPE

Quando a seguradora utiliza a FIPE para composição de prêmio, ela está essencialmente ancorando-se a um parâmetro de mercado que considera a depreciação de ativos ao longo do tempo. Em termos didáticos, pense na FIPE como um compêndio de referências históricas que ajudam a estimar, de forma padronizada, quanto custaria substituir um Volvo FM 370 6×2 2p por uma unidade equivalente em condições atuais. Nesse processo, a idade do veículo, o estado de conservação, a tecnologia embarcada (tais como sistemas de assistência ao motorista) e a disponibilidade de peças originais influenciam o valor de reposição. Embora essa ferramenta seja amplamente utilizada no mercado de seguros, a avaliação de cada caso continua dependente da análise de peritos, dos ajustes de cobertura desejados pela frota e das políticas internas de risco da seguradora.

Conexão prática com o dia a dia do corretor de seguros

Para o corretor de seguros, entender a Tabela FIPE e a ficha técnica do Volvo FM 370 6×2 2p (diesel) de 2009 é essencial para orientar o cliente sobre qual seria a melhor combinação entre proteção e custo. A comunicação clara sobre o que a FIPE representa, aliada a um conhecimento sólido das configurações de eixo, motorização e opções de transmissão, facilita a explicação de prazos, coberturas e limitações. Do ponto de vista educativo, é relevante também esclarecer ao cliente que, mesmo com uma FIPE estável, o custo final do seguro pode ser influenciado por fatores operacionais, regionais e