| Mês | Preço |
|---|---|
| Mar/26 | R$ 38.138,00 |
| Fev/26 | R$ 37.761,00 |
| Jan/26 | R$ 37.845,00 |
| Dez/25 | R$ 37.471,00 |
| Nov/25 | R$ 37.528,00 |
| Out/25 | R$ 37.619,00 |
| Set/25 | R$ 37.740,00 |
| Ago/25 | R$ 37.820,00 |
| Jul/25 | R$ 37.881,00 |
| Jun/25 | R$ 37.919,00 |
| Mai/25 | R$ 37.995,00 |
| Abr/25 | R$ 38.030,00 |
Guia técnico da Volvo N-10 280 Turbo-II H 4×2 2p Diesel (1987) e a relação com a Tabela FIPE
Este conteúdo explora a Tabela FIPE no contexto específico do modelo Volvo N-10 280 Turbo-II H 4×2 2p Diesel de 1987, demonstrando como as informações técnicas influenciam a avaliação de valor e, consequentemente, a formatação de propostas de seguro. O objetivo é oferecer ao leitor um panorama educativo sobre a identificação correta do veículo, a leitura da ficha técnica e a aplicação prática dessas informações na hora de cotar seguros com embasamento técnico. Ao trabalhar com a Tabela FIPE VOLVO N-10 280 TURBO-II H 4×2 2p (diesel) 1987, é essencial compreender que cada configuração pode impactar prêmios, coberturas e condições de uso no setor de proteção veicular.
Ficha Técnica do Volvo N-10 280 Turbo-II H 4×2 2p Diesel (1987)
A ficha técnica reúne os elementos que costumam orientar a avaliação de risco e o cálculo de prêmios no seguro. Para o Volvo N-10 280 Turbo-II H, 4×2, 2 portas, diesel, ano 1987, destacam-se os seguintes pontos-chave:

- Motor: Diesel turboalimentado, com configuração de 6 cilindros em linha, equipado com turbo Turbo-II para ganho de desempenho.
- Tração e cabine: 4×2, cabine H (cabine alta), com duas portas, adequada para uso urbano-intermunicipal e atividades de entrega de médio porte.
- Potência nominal: aproximadamente 280 cv, refletindo a designação Turb- II associada à motorização da época e ao uso de turbo para maior eficiência em rotações elevadas.
- Transmissão: manual de múltiplas marchas (tipicamente 5 marchas), com atuação tradicional de caminhões médios da linha Volvo da década de 1980, priorizando robustez em estrada parcelada e carga distribuída.
Além dos itens acima, outros atributos que costumam constar na ficha técnica de modelos semelhantes (quando disponíveis na base FIPE ou em catálogos de época) incluem o peso aproximado, o peso bruto total (PBT), dimensões do chassi, capacidades de carga e tipo de cabine. No entanto, para o caso específico da Tabela FIPE VOLVO N-10 280 TURBO-II H 4×2 2p (diesel) 1987, o foco costuma ficar na combinação entre motor, configuração de tração, número de portas e ano-modelo, que são determinantes para a classificação do veículo e, por consequência, para a comparação de valores na base FIPE.
Observação prática: números exatos de capacidades de carga, peso bruto e dimensões podem variar conforme a configuração de fábrica, séries de produção e modificações realizadas ao longo do tempo. Ao consultar a Tabela FIPE para este modelo, vale verificar se a referência corresponde a uma configuração 4×2 com cabine H e motor Turbo-II, já que pequenas variações podem alterar o índice de avaliação no sistema de seguros.
Contexto histórico da Volvo e sua presença no segmento de caminhões no Brasil
A Volvo, fabricante sueca reconhecida mundialmente pelo compromisso com segurança, durabilidade e inovação, consolidou, ao longo das décadas, uma reputação sólida no segmento de veículos comerciais. No Brasil, a chegada de linhas como a N-series representou uma etapa importante na construção de uma matriz de caminhões voltada a serviços de transporte de carga de médio a pesado, com foco na robustez de motor, na confiabilidade de componentes e na disponibilidade de assistência técnica. O Volvo N-10, em sua iteração Turbo-II H, é um exemplo de como a marca buscou equilibrar desempenho, consumo e resistência em aplicações de rotações variadas, desde trechos de rodovia até trechos urbanos com paradas frequentes.
Essa herança de qualidade se reflete no valor histórico que a Tabela FIPE atribui aos modelos da época. Mesmo hoje, profissionais de seguros utilizam referências de valor histórico para calibrar prêmios, especialmente quando o veículo é antigo ou clássico, com componentes que exigem cuidado especial. Além da curiosidade histórica, compreender o propósito da família N-10 ajuda a contextualizar a escolha de coberturas, a necessidade de manutenções preventivas e as decisões sobre revisões de segurança e performance do conjunto motriz.
A Tabela FIPE como referência de valor e sua aplicação para seguros
A Tabela FIPE funciona como um panorama consolidado de valores médios de veículos usados no mercado brasileiro, oferecendo uma referência padronizada para avaliações de seguro, financiamentos e transações. No caso do Volvo N-10 280 Turbo-II H 4×2 2p Diesel (1987), a leitura da tabela traz informações que ajudam a dimensionar o valor de mercado para a apólice, influenciando o valor de cobertura contratado, a soma segurada e as opções de franquias ou coberturas adicionais. Entre os aspectos práticos, destacam-se:
- Avaliação do valor atual de seguro com base na condição de uso do veículo (tanque de serviço, frota própria, locação, etc.) e no ano-modelo, que para 1987 ainda está dentro de uma faixa que demanda atenção especial do segurador quanto a itens de segurança, de proteção de motor e de cabine.
- Impacto das características técnicas — motor turbo, configuração 4×2, cabine H — na classificação de risco, influenciando a probabilidade de sinistros por falha mecânica, desgaste de componentes de tração e eventual necessidade de reparos estruturais.
- Transição de valores ao longo do tempo: veículos com mais de 30 anos podem recorrer a coberturas específicas para carroçarias antigas, clássicos ou utilitários históricos, com regras diferenciadas de depreciação e de identificação de peças originais.
- A importância de manter a documentação atualizada, incluindo dados da Tabela FIPE, certificados de inspeção veicular (quando exigidos) e históricos de manutenção, que ajudam a demonstrar conservação e reduzir custos de sinistros.
Para profissionais de seguros, entender a conjugação entre o que a Tabela FIPE aponta para o Volvo N-10 280 Turbo-II H e a situação prática do veículo (uso, estado de conservação, histórico de manutenções e quilometragem) é essencial para a formatação de propostas com coberturas proporcionais ao risco. Em termos de precificação, o objetivo é traduzir o valor de mercado indicado pela FIPE em prêmios justos, sem subestimar o valor real do bem nem superdimensionar a proteção, o que pode resultar em custos desnecessários para o cliente.
Volvo como eixo de segurança e confiabilidade no portfólio de seguros
O DNA da marca Volvo tem forte associação com segurança ativa e passiva, bem como com confiabilidade em ambientes de trabalho exigentes. Ao incorporar modelos como o N-10 280 Turbo-II H em portfólios de seguros, as seguradoras costumam considerar fatores como o tipo de uso (carga e transporte de bens), a previsibilidade de manutenção (devido à rede de assistência técnica da marca) e a disponibilidade de peças originais. Em termos de gestão de risco, a combinação Volvo + 1987 sugere sinergias em áreas de prevenção de danos causados por falhas mecânicas relacionadas a turbocompressor, sistema de injeção e componentes de transmissão — temas relevantes para a formulação de cláusulas de proteção, assistência 24h, guincho e cobertura de terceiros.
Para o corretor de seguros, compreender a história da Volvo e a reputação de seus caminhões auxilia na comunicação com o cliente: ele pode explicar que, apesar da idade, o conjunto de engenharia da marca favorece a durabilidade se mantido de forma adequada. Além disso, a presença de turboalimentação implica em manutenções específicas e verificações periódicas, o que pode afetar a crítica de riscos em determinadas situações de uso, como longos percursos com cargas constantes ou operações em regiões com variações de temperatura acentuadas.
Impactos práticos para corretores de seguros na cotação do Volvo N-10 280 Turbo-II H
Ao trabalhar com a Tabela FIPE VOLVO N-10 280 TURBO-II H 4×2 2p (diesel) 1987, o corretor precisa conciliar a referência de valor com as particularidades de cada cliente e a aplicação da apólice. A seguir, destacam-se diretrizes úteis para o processo de cotação e contratação:
- Verificação precisa da configuração: confirmar se a versão em avaliação corresponde a 4×2, com cabine H e 2 portas, motor Turbo-II a diesel, ano 1987. Pequenas variações de configuração podem alterar o índice FIPE aplicável.
- Condição do veículo: a idade do modelo (de referência 1987) torna comum exigir avaliação de deterioração de cabina, teto, painéis, assim como do estado do motor, sistema de turbo, suspensão e freios. Uma condição bem conservada pode justificar valores de cobertura mais estáveis.
- Uso previsto na apólice: operações de entrega regional, transporte de carga média ou uso urbano podem influenciar o fator de risco (roubo, colisões, danos a carga e desgaste de componentes) e, por consequência, o preço da apólice.
- Manutenção e histórico de sinistros: clientes com histórico de manutenções regulares e sem sinistros relevantes tendem a obter condições melhores. A apresentação de notas de serviço em dia e de peças originais pode favorecer a aceitação de coberturas adicionais com custo-benefício mais atraente.
Para os profissionais de seguros, esse conjunto de fatores reforça a necessidade de leitura cuidadosa da Tabela FIPE e da ficha técnica associada ao Volvo N-10 280 Turbo-II H. A combinação de dados oficiais com a avaliação prática do estado do veículo resulta em propostas mais alinhadas às necessidades do segurado, com proteção eficaz para o ativo e controle de custos ao longo do tempo.
Observações de manutenção que ajudam a reduzir riscos e custos de seguro
Mesmo com uma base FIPE estável, a manutenção correta é peça-chave da gestão de risco. Em caminhões de uso misto ou regional, especialmente com motores turbo, ações de prevenção que costumam impactar positivamente o prêmio do seguro incluem:
- Manutenção regular do sistema de alimentação de combustível e da tubulação de admissão, com atenção ao turbocompressor e aos intercoolers, para evitar falhas de performance e consumo irregular.
- Verificações periódicas do sistema de arrefecimento, com foco na integridade do radiador, mangueiras e bombas, que ajudam a prevenir aquecimentos excessivos durante operações em trechos longos.
- Checagem de freios, suspensão e pneus; manter registro de alinhamento e substituição dentro de intervalos recomendados para reduzir o risco de acidentes por desgaste.
- Conservação da cabine e da carroçaria — pequenos reparos oportunos ajudam a manter a integridade estrutural, além de potencialmente influenciar positivamente a percepção de valor pela FIPE e pela seguradora.
Para o leitor que está buscando uma cotação com a GT Seguros, vale considerar que condições de proteção podem ser ajustadas conforme a configuração exata do veículo, o histórico de manutenções e o uso pretendido. Uma avaliação bem fundamentada facilita a obtenção de cobertura adequada, com equilíbrio entre custo e proteção.
Em síntese, a Tabela FIPE VOLVO N-10 280 TURBO-II H 4×2 2p (diesel) 1987 serve como referência inicial para a precificação e para o planejamento de seguro, mas a decisão final deve incorporar a análise de circunstâncias reais de uso, condição atual do veículo e histórico de manutenção. O objetivo é alinhar o valor segurado ao custo real de reposição ou reconstrução, sem penalizar o cliente com prêmios indevidos, ao mesmo tempo em que se assegura a proteção necessária para o ativo.
Se você está na área de seguros e precisa de orientação sobre como interpretar corretamente a Tabela FIPE para este modelo específico, ou quer verificar opções de cobertura com base no Volvo N-10 280 Turbo-II H, faça uma cotação com a GT Seguros. Uma avaliação profissional pode transformar conhecimento técnico em tranquilidade financeira ao proteger o seu patrimônio.
