| Mês | Preço |
|---|---|
| Jan/26 | R$ 32.189,00 |
| Dez/25 | R$ 32.251,00 |
| Nov/25 | R$ 32.300,00 |
| Out/25 | R$ 32.378,00 |
| Set/25 | R$ 32.482,00 |
| Ago/25 | R$ 33.145,00 |
| Jul/25 | R$ 33.822,00 |
| Jun/25 | R$ 33.856,00 |
| Mai/25 | R$ 35.221,00 |
| Abr/25 | R$ 35.253,00 |
| Mar/25 | R$ 35.306,00 |
| Fev/25 | R$ 35.328,00 |
Análise da Tabela FIPE aplicável ao Volvo N-10 340 XHT 6×4 2p (diesel) 1984
Este artigo aborda, de forma educativa, a Tabela FIPE para o Volvo N-10 340 XHT 6×4 2p (diesel) 1984, com ênfase em como os números apresentados pela tabela costumam ser interpretados no contexto de seguros de veículos pesados. Vale destacar que o conteúdo não traz valores de mercado ou preços de venda; o foco é entender a mecânica da tabela, o que ela representa para seguradoras e clientes e como isso se traduz em escolhas de proteção adequadas. O Volvo N-10, dentro da linha de caminhões da Volvo, é um exemplar que carrega consigo história e características próprias de performance para operações de transporte de carga, especialmente em ambientes de média a longa distância. Ao tratar de uma ficha FIPE antiga como essa, é fundamental considerar também o panorama histórico do veículo, as necessidades de manutenção de época e as especificidades que influenciam o risco segurável. Abaixo, desmembramos o tema com foco didático para profissionais de seguros, compradores e interessados em entender a relação entre a Tabela FIPE, o modelo Volvo N-10 340 XHT 6×4 2p e as implicações de seguro.
Ficha técnica (baseada na configuração típica do Volvo N-10 340 XHT 6×4 2p, ano 1984)
- Motor: diésel, 6 cilindros em linha, com potência nominal em torno de 340 cv, projeto para trabalho pesado e desempenho estável em operações de frete e distribuição.
- Transmissão: manual de várias velocidades, compatível com o tratamento de torque elevado e com a necessidade de condução em diferentes perfis de carga e terreno.
- Tração: 6×4, com dois eixos traseiros motrizes, adequado para tração em vias com peso de carga significativo e demanda de aderência em condições variadas.
- Cabine: configuração de duas portas (2p), tipicamente com design de cabine pesada da Volvo da época, voltada para espaço de trabalho, facilidade de manutenção e robustez operacional.
Observação sobre a ficha técnica: em caminhões históricos como o Volvo N-10 340 XHT 6×4 2p, alguns itens podem apresentar variações conforme a configuração original de fábrica, o país de uso e eventuais alterações de frota. Para fins de seguradora, o essencial é compreender o conjunto de especificações que compõem o perfil de risco: motor diésel robusto, tração presente (6×4), cabina com foco em serviço pesado e uma transmissão preparada para marcos de carga. Esses elementos influenciam a avaliação da depreciação, da disponibilidade de peças originais e, consequentemente, o custo/risco do seguro.

Sobre a marca Volvo e o papel do fabricante no mercado de caminhões
A Volvo é uma referência global no setor de transporte técnico, com uma trajetória marcada pela oferta de soluções de mobilidade confiáveis, seguras e eficientes. Fundada na Suécia, a Volvo Trucks consolidou-se ao longo das décadas como uma das marcas mais respeitadas no segmento de caminhões pesados, com presença marcante em mercados de logística e transporte de cargas diversas. A filosofia da marca vai além da simples produção de veículos; ela envolve um compromisso com a segurança, a durabilidade e a disponibilidade de serviços, fatores que impactam diretamente a experiência de segurabilidade de uma frota.
A atuação da Volvo no setor de caminhões é acompanhada por iniciativas constantes em tecnologia de segurança, eficiência de combustível e facilidade de manutenção. A segurança ativa e passiva, por exemplo, tem sido objeto de inovações ao longo de décadas, com sistemas que visam reduzir riscos em operações de manobra, freio de emergência, estabilidade em curvas e proteção dos ocupantes. Além disso, a rede de assistência técnica e de peças originais da marca contribui para manter a capacidade operacional de veículos pesados, o que é um aspecto relevante na avaliação de sinistros e na reposição de componentes. Para quem atua no mercado de seguros, compreender a reputação da marca ajuda a contextualizar o comportamento de sinistralidade, o tempo de disponibilidade de reparos e a confiabilidade da frota no dia a dia de operações logísticas.
No caso do Volvo N-10 340 XHT 6×4 2p, o conjunto de características da marca se alinha com uma proposta de utilidade econômica para quem depende de desempenho em condições exigentes. A robustez do conjunto motor-transmissão e a arquitetura 6×4 ajudam a suportar cargas pesadas por longos períodos, o que, por sua vez, influencia a necessidade de serviços e a gestão de riscos. Em termos de seguro, isso se traduz em uma avaliação que considera não apenas o estado do veículo, mas também a robustez de rede de assistência, a disponibilidade de peças originais e a previsibilidade de custos de manutenção ao longo da vida útil do caminhão.
Contexto da Tabela FIPE para o Volvo N-10 340 XHT 6×4 2p (diesel) 1984
A Tabela FIPE funciona como uma referência prática de valores médios de mercado para veículos usados no Brasil, organizada por modelo, ano de fabricação e configurações específicas. No entanto, para caminhões clássicos ou de época, como o Volvo N-10 340 XHT 6×4 2p de 1984, é comum encontrar variações no valor de referência entre regiões, condições de conservação, quilometragem, histórico de manutenção e diferenciais de motorização ou cabine. Na prática de seguros, esse conjunto de fatores ajuda as seguradoras a calibrar o que se chama de valor de reposição ou base de cálculo de determinados tipos de cobertura, sem que o preço de aquisição atual do veículo seja necessariamente o parâmetro único. A Tabela FIPE, nesse contexto, serve como uma referência de mercado para comparar situações e entender tendências de desvalorização de uma frota antiga, bem como o peso de fatores que costumam influenciar prêmios em seguros de caminhões.
Para quem trabalha com corretagem de seguros, é importante explicar ao cliente que a FIPE oferece um referencial de mercado, não uma etiqueta de preço. Em veículos de época, o valor referido pela FIPE pode servir de base para cálculos de depreciação, para entender o custo relativo de reposição de componentes e, principalmente, para apoiar a avaliação de sinistros que envolvem danos parciais ou totais. Assim, a leitura correta da tabela envolve considerar o ano de fabricação, a condição do veículo, o histórico de uso (carga, distância percorrida, rotas frequentes) e a disponibilidade de peças originais. É nesse conjunto que se fundamenta uma proposta de seguro que reflete a realidade do ativo, sem pressupor valores de venda atuais que podem variar bastante.
Riscos, uso e particularidades do Volvo N-10 na perspectiva de seguros
Veículos pesados de geração antiga apresentam um conjunto de características que impactam o risco segurável. O Volvo N-10 340 XHT 6×4 2p, por ser um caminhão com design de época, costuma ter particularidades como maior idade de frota, maior desgaste de componentes de motor, sistemas de freio e suspensão, além de depender de peças originais que podem ter disponibilidade limitada. Em termos de prazos, a manutenção preventiva e a disponibilidade de revisões técnicas costumam exigir planejamento adicional por parte do proprietário ou da operação de fretamento. Tudo isso influencia, direta ou indiretamente, a avaliação de prêmios de seguro, regras de cobertura e condições de sinistro possível, como alta de prêmios em caso de sinistros recorrentes ou de maior severidade.
Outro aspecto relevante é a natureza da operação. Caminhões com tração 6×4 costumam ser usados em setores que demandam capacidade de carga, resistência em estradas com diferentes condições de piso, além de operar sob regimes de distâncias maiores. Esses fatores aumentam a exposição a riscos de colisões, danos por alagamento ou infiltração de poeira em componentes sensíveis, além de eventuais problemas com eixo e sistema de transmissão. Em seguros, esse conjunto de fatores pode impactar a granularidade das coberturas oferecidas — por exemplo, opções de proteção de carga, cobertura contra terceiros, responsabilidade civil, além de serviços de assistência e reposição de veículo.
Implicação prática para seguradoras e clientes
Para seguradoras, o Volvo N-10 340 XHT 6×4 2p de 1984 exige uma avaliação cuidadosa do cenário de uso, da qualidade de manutenção e da disponibilidade de peças originais. A idade do veículo, aliada ao histórico de manutenção, pode influenciar a probabilidade de falhas mecânicas em períodos de maior demanda de carga. Por isso, é comum que, em produtos de seguro para caminhões de época, haja critérios adicionais de inspeção, documentação de serviço, bem como cláusulas específicas relacionadas a peças de reposição originais, assistência em caso de colisão e políticas de renovação da cobertura. Além disso, a rede de assistência preferencial da seguradora pode ser um fator decisivo na experiência do cliente, uma vez que a disponibilidade de oficinas qualificadas e de peças originais de fabricante impacta o tempo de imobilização do veículo e, consequentemente, o custo de sinistro.
Do ponto de vista do cliente, entender a relação entre a Tabela FIPE e o seguro ajuda a alinhar expectativas. Embora o valor de referência da FIPE não determine sozinho o prêmio, ele fornece um referencial importante para discussões sobre cobertura de reparo, reposição e reposição de frota. Clientes que operam em frotas históricas ou com caminhões de idade avançada devem considerar a necessidade de coberturas adicionais, como guarda de peças, assistência 24 horas, e cobertura de carga, que são pertinentes para minimizar impactos financeiros diante de sinistros. A clareza sobre o que está coberto, o que não está coberto e como a reposição de componentes pode ocorrer ao longo do tempo é fundamental para uma relação de confiança entre o segurado e a corretora.
Além disso, a escolha por uma seguradora especializada em frotas pesadas pode trazer benefícios, como avaliações técnicas mais próximas da realidade operacional, opções de franquias que respeitem o fluxo de caixa da operação e pacotes de serviços integrados (assistência, guincho, carro reserva, monitoramento de carga). Em veículos de época, a gestão do risco passa, muitas vezes, pela combinação entre um seguro bem estruturado e uma política de manutenção preventivas que reduza a probabilidade de sinistros. Por fim, compreender o valor de referência da Tabela FIPE, dentro do contexto de seguro, ajuda na tomada de decisão entre manter o ativo, recuperar com reparos de qualidade ou, em casos extremos, realizar a sourt de reposição com uma avaliação honesta do que é viável para a frota.
Considerações finais para quem atua na corretagem
Para quem trabalha com seguros de veículos pesados, especialmente caminhões de idade, a comunicação com o cliente é peça-chave. Explicar como a FIPE funciona, o que ela representa para o seguro, quais são os fatores de custo de manutenção, disponibilidade de peças e a influência da marca no histórico de confiabilidade ajuda o cliente a compreender por que determinadas coberturas são recomendadas. Em especial, o Volvo N-10 340 XHT 6×4 2p 1984 exige uma avaliação de risco com foco na duração da vida útil de componentes críticos, na possibilidade de reparos com peças originais e na necessidade de serviços de assistência que garantam a continuidade da operação. O objetivo é formular uma solução de proteção que minimize interrupções operacionais e mantenha a frota funcionando com o menor custo total de propriedade possível ao longo do tempo.
E por fim, se você está procurando uma opção de proteção específica para veículos pesados de época, considere uma cotação com a GT Seguros. Uma avaliação personalizada pode contemplar as particularidades do Volvo N-10 340 XHT 6×4 2p, equilibrando cobertura, flexibilidade e custo dentro do cenário real da sua operação.
