Valor FIPE Atual
R$ 38.417,00
↓ 0,2% vs mês anterior
FIPE: 516020-0
Ano: 1987-3
MêsPreço
Mar/26R$ 38.417,00
Fev/26R$ 38.502,00
Jan/26R$ 38.587,00
Dez/25R$ 39.375,00
Nov/25R$ 39.435,00
Out/25R$ 39.530,00
Set/25R$ 39.657,00
Ago/25R$ 39.741,00
Jul/25R$ 39.805,00
Jun/25R$ 39.845,00
Mai/25R$ 39.925,00
Abr/25R$ 39.961,00

Entenda a Tabela FIPE para o Volvo N-10 340 XHT 6×4 diesel de 1987: guida prática para quem valoriza o seguro de caminhões clássicos

Contexto histórico da Volvo e a linha N-10

A Volvo é uma referência mundial no segmento de caminhões, conhecida por associar robustez, tecnologia de segurança e confiabilidade a aplicações pesadas. Na década de 1980, o Brasil vivia um momento de intensa renovação da frota de veículos de trabalho, com veículos importados e nacionais disputando espaço no transporte de cargas. Nesse cenário, a Volvo consolidou sua presença com modelos que combinavam desempenho de motor, soluções de eixo e transmissão projetadas para cargas consideráveis e percursos longos. A linha N-10, em especial, carregava o conceito de potência aliada a uma cabine que visava conforto do motorista em jornadas extensas, ainda que o veículo estivesse voltado para operações de 6×4, onde a tração e a capacidade de carga exigiam componentes robustos e fáceis de manter nos centros urbanizados e nas estradas nacionais. Em termos de histórico, a década de 1980 também foi marcada pela padronização de elementos de segurança e da modularização de peças, o que facilitou a manutenção de caminhões de grande porte, como o N-10, mesmo em regiões onde a assistência especializada era menos disseminada. Esse legado faz com que, hoje, muitas peças e especificações desse modelo ainda apareçam em catálogos de referência, como a Tabela FIPE, que categoriza, de forma padronizada, veículos usados para fins de avaliação de mercado e seguro.

Ficha técnica do Volvo N-10 340 XHT 6×4 2p (diesel) 1987

Abaixo está a ficha técnica descrita com os componentes típicos de referência para este exemplar específico de 1987. Os dados ajudam a entender o que, historicamente, o mercado considerava ao classificar o veículo para fins de seguro, manutenção e avaliação de custo de reposição. Observe que a Tabela FIPE é voltada para referência de mercado e pode variar conforme o estado de conservação e a disponibilidade de peças ao longo dos anos.

Tabela FIPE VOLVO N-10 340 XHT 6×4 2p (diesel) 1987
  • Marca: Volvo
  • Modelo/Versão: N-10 340 XHT 6×4
  • Ano de fabricação/modelo: 1987
  • Configuração de cabine: 2 portas (cabine simples para motorista e passageiro ou espaço de comando)
  • Tecnologia de motor: Diesel, 6 cilindros em linha
  • Cilindrada do motor: aproximadamente 11,1 litros
  • Potência: em torno de 340 cv
  • Torque: aproximadamente 1.600–1.700 Nm
  • Transmissão: manual, com cerca de 9 marchas à frente
  • Sistema de tração: 6×4 (três eixos motrizes, com dois eixos tracionados)
  • Peso bruto total (PBT): em torno de 21.000 kg
  • Capacidade de carga útil: estimada entre 12.000 e 14.000 kg, dependendo da configuração específica e da conservação
  • Tanque de combustível: típico entre 350 e 450 litros
  • Comprimento aproximado: entre 9.800 e 11.500 mm, variando conforme carroceria e configuração de-eixo
  • Largura: aproximadamente 2.500 mm
  • Altura: próximo a 3.500 mm
  • Dimensões relevantes para seguro e carregamento: as margens de tolerância e os acessos à cabine influenciam a manobrabilidade e, por consequência, a avaliação de risco
  • Condições especiais de fábrica: versões XHT costumam exibir especificações de desempenho voltadas à operação de transporte de cargas críticas, com maior rigidez estrutural para suportar condições severas de estrada

É importante entender que a ficha técnica de modelos tão específicos pode variar um pouco conforme o submodelo, a carroceria instalada (baú, plataforma, carga seca, tanque, etc.) e a origem da unidade. A FIPE trabalha com base em referências de veículos usados, levando em conta casos de uso reais, estado de conservação, quilometragem e histórico de sinistros, o que faz da Tabela FIPE uma ferramenta indispensável para calcular uma referência de valor para seguro, financiamento ou venda. No entanto, para caminhões clássicos, além da referência FIPE, é comum que seguradoras considerem itens adicionais, como a disponibilidade de peças, a rede de assistência técnica e a documentação de manutenção do veículo.

Como a Tabela FIPE funciona para caminhões como o N-10

A Tabela FIPE é um sistema de referência criado para padronizar a avaliação de veículos usados no Brasil. Ela consolida valores médios de mercado com base em dados de compra e venda de veículos usados, cobrindo diversas marcas, modelos, anos e versões. Para caminhões pesados de 1987, como o Volvo N-10 340 XHT 6×4, o valor FIPE é usado principalmente para calibrar o seguro, instruir negociações de terceiros e orientar planos de financiamento. O processo envolve cruzar dados de veículo com informações de estado de conservação, tipo de uso (comercial, aluguel, entrega regional), histórico de manutenção e características específicas da configuração (caminhão com baú, caçamba, plataforma, entre outros). Ainda que a Tabela FIPE apresente um “valor de referência“, a seguradora pode aplicar ajustes com base no risco de roubo, sinistros ocorridos, a localidade de atuação e o perfil do condutor. Em termos práticos, entender o valor referenciado pela FIPE ajuda o segurado a dialogar com a corretora e a definir coberturas condizentes com o risco real de operação de um caminhão clássico como o N-10. Assim, o seguro não fica nem abaixo do valor de reposição, nem excessivamente acima, equilibrando custo de prêmio e proteção de ativos.

Volvo: a marca por trás do N-10 e o que isso significa para seguro e manutenção

A Volvo, fabricante com forte presença em caminhões pesados, carrega um legado de engenharia voltada à segurança, durabilidade e eficiência em operações de longa distância. A experiência da marca em rigidez de chassis, sistemas de freio e estabilidade, bem como em motores robustos, faz com que veículos como o N-10 340 XHT mostrem vantagens em termos de confiabilidade de longo prazo, especialmente quando bem mantidos. Em termos de seguro, a reputação da Volvo influencia, por parte das seguradoras, a percepção de risco em setores de transporte de carga. Caminhões Volvo costumam possuir redes de assistência técnica bem estabelecidas e disponibilidade de peças em várias regiões, fatores que impactam positivamente o custo de manutenção e a taxa de sinistralidade — elementos considerados no cálculo de prêmio. Além disso, a marca tem investido ao longo dos anos em sistemas de prevenção e ajuda ao motorista, o que, em contextos de seguro, pode reduzir o risco de acidentes em determinadas situações, especialmente em frotas que adotam programas de manutenção preventiva e telemetria. Em resumo, o histórico da Volvo agrega valor ao veículo, influenciando desde a percepção de confiabilidade até as estratégias de proteção ao ativo, sem deixar de lado a importância de uma documentação completa e de uma manutenção regular para manter a ficha técnica fiel ao estado real do veículo.

Interpretação prática para seguros: o que considerar ao usar a FIPE para o N-10

Ao analisar a Tabela FIPE para o Volvo N-10 340 XHT 6×4, é fundamental entender que o valor de referência serve como base para estimar o custo de reposição ou de indenização. No entanto, quem atua no seguro de caminhões sabe que o prêmio envolve variáveis adicionais: estado de conservação, idade do veículo, histórico de sinistros, uso real (cargas, rotas, horários), e até o tipo de carroceria instalada. Caminhões de 1987, por exemplo, podem exigir coberturas específicas, como seguro de frota com valor de reposição a novo em determinadas condições, ou seguro compreensivo com cláusulas que contemplam peças originais, manuais de fábrica e condições de garantia de reparo. Além disso, para modelos clássicos, pode haver possibilidades de cobertura com franquias diferenciadas, assistência em viagem, cobertura contra danos por eventos naturais e cobertura parcial de peças de desgaste. Em síntese, a FIPE orienta a referência de valor, mas o seguro de caminhões antigos é um acordo que depende de uma avaliação holística do veículo, do uso e das estratégias de proteção adotadas pelo proprietário e pela corretora.

Volvo e a importância da manutenção para manter o valor na FIPE

Manter o Volvo N-10 em condições que aproximem o estado da peça original ajuda a preservar o valor referenciado pela FIPE. Itens como o motor, transmissão, sistema de freios e suspensão devem receber inspeções regulares, com registro documentado de serviços. A troca de componentes por peças originais ou homologadas pela fabricante, bem como a padronização de peças de reposição, tende a manter a consistência do valor de referência. Além disso, manter o veículo com documentação em dia (nota fiscal de aquisição de peças, certificados de manutenção, histórico de revisões) facilita o trabalho da seguradora na hora de avaliar o risco e estabelecer o prêmio. Em termos práticos, a conservação e o histórico de manutenção são aliados da proteção, ajudando a não só reduzir o risco de falhas mecânicas, mas também a demonstrar a diligência do proprietário perante a empresa de seguros.

Dicas de seguro para caminhões históricos como o N-10

  • Solicite coberturas específicas para veículos clássicos, incluindo proteção de reposição de peças originais ou equivalentes de fábrica, quando cabível;
  • Inclua assistência 24 horas e cobertura de viagem, principalmente para frotas que operam em trajetos longos e rotas com maior propensão a imprevistos;
  • Documente o histórico de manutenção com notas fiscais, boletins de serviço e fotos de componentes-chave, para facilitar a avaliação de risco pela seguradora;
  • Considere cláusulas de proteção de valorização, que ajustem o valor segurado conforme a atualização da FIPE ou outros índices de reposição, desde que compatíveis com o perfil da operação;

Observação: a escolha das coberturas deve considerar o tipo de operação do veículo (transporte regional, veículo de apoio a obras, etc.), além de fatores como avarias em via, roubo, incêndio e danos a terceiros. Caminhões com uso intenso ou em paisagens com maior incidência de sinistros podem exigir coberturas adicionais para reduzir o impacto financeiro de eventos inesperados. Por isso, a avaliação com a corretora é essencial para alinhar o plano de seguro às necessidades reais da frota e ao valor referenciado pela FIPE.

Concluindo: por que entender a FIPE e o Volvo N-10 importa para seu seguro

Para proprietários de caminhões clássicos, entender a Tabela FIPE e a ficha técnica de modelos como o Volvo N-10 340 XHT 6×4 de 1987 é fundamental para tomar decisões informadas sobre proteção, manutenção e gestão de ativos. A FIPE oferece uma referência que facilita a negociação e o planejamento financeiro, inclusive no cálculo de prêmios de seguro. Já a ficha técnica detalha as capacidades do veículo, as possíveis limitações e as exigências de conservação que impactam diretamente a avaliação de risco. Quando combinadas, essas informações ajudam o proprietário a comunicar com clareza o valor do ativo, a extensão da carga, o tipo de uso e as particularidades da configuração do caminhão, contribuindo para uma apólice mais adequada e menos sujeita a surpresas no momento de uma indenização ou de uma necessidade de reposição.

Se você administra uma frota de caminhões clássicos ou possui um Volvo N-10 em particular, lembre-se de que o objetivo da proteção é manter o ativo seguro, com cobertura compatível com o risco. A proteção adequada não é apenas sobre o custo do prêmio, mas sobre a tranquilidade de operar com a convicção de que o veículo está amparado contra eventos que possam comprometer tanto o valor financeiro quanto a continuidade operacional.

Para entender o valor adequado de proteção ao seu veículo, considere uma cotação com a GT Seguros. Uma avaliação especializada pode alinhar coberturas, franquias e condições de acordo com o uso real do Volvo N-10 340 XHT 6×4 2p (diesel) de 1987, levando em conta a referência FIPE e as particularidades da sua operação.