Valor FIPE Atual
R$ 42.668,00
↓ 0,2% vs mês anterior
FIPE: 516020-0
Ano: 1988-3
MêsPreço
Mar/26R$ 42.668,00
Fev/26R$ 42.763,00
Jan/26R$ 42.982,00
Dez/25R$ 43.860,00
Nov/25R$ 43.926,00
Out/25R$ 44.032,00
Set/25R$ 44.174,00
Ago/25R$ 44.267,00
Jul/25R$ 44.338,00
Jun/25R$ 44.383,00
Mai/25R$ 44.472,00
Abr/25R$ 44.513,00

Entendendo o Volvo N-10 340 XHT 6×4 2p diesel, de 1988, pela Tabela FIPE e aspectos de seguro

A Tabela FIPE funciona como referência para veículos usados no Brasil, incluindo caminhões pesados como o Volvo N-10 340 XHT 6×4 2p (diesel) de 1988. Embora este artigo não apresente valores monetários, ele busca explorar a ficha técnica, o contexto da marca e as implicações desse modelo para quem atua no mercado de seguros. O objetivo é oferecer uma leitura educativa e prática para corretores, proprietários e operadores logísticos que utilizam ou avaliam um caminhão dessa configuração.

Ficha técnica resumida do Volvo N-10 340 XHT

  • Marca: Volvo
  • Modelo: N-10 340 XHT
  • Ano de fabricação: 1988
  • Tipo de veículo: Caminhão pesado, configuração 6×4, cabine 2 portas (XHT)
  • Motorização: Diesel, 6 cilindros em linha, turbo
  • Potência nominal: aproximadamente 340 cv
  • Transmissão: manual, com várias marchas (configuração típica da época)
  • Dimensões e peso: payload estimado em torno de 10 toneladas; GVWR na faixa de caminhões pesados; comprimento próximo de 9 metros, largura próxima de 2,5 metros

Essa combinação de tração 6×4, cabine XHT (teto alto) e motor a diesel marca o perfil do N-10 como uma opção voltada a applications de longo percurso e transporte de carga relativamente substancial. A configuração 6×4 indica três eixos, com dois deles motrizes, o que confere maior tração em vias desafiadoras, como estradas com undulação, pistas de terra ou trechos com carga significativa. A cabine de teto alto oferece espaço adicional para a equipe e para acomodação de cama ou itens de viagem, típica de caminhões de longo curso daquela época.

Tabela FIPE VOLVO N-10 340 XHT 6×4 2p (diesel) 1988

Na prática, o conjunto motor-transmissão e a mecânica de tração investem na robustez necessária para operações em frete regional e nacional, com ênfase em confiabilidade, facilidade de manutenção e disponibilidade de peças. Mesmo sem entrar em valores, é relevante notar que o Volvo N-10 340 XHT se insere em uma linha de produtos da marca voltada para eficiência operacional, com ênfase em ares de conforto ao motorista e durabilidade do conjunto mecânico sob condições de uso intensivo.

A marca Volvo: tradição, segurança e desempenho no segmento de caminhões

A Volvo Cars é conhecida por uma trajetória marcada pela busca de qualidade, inovação e segurança. Embora hoje o portfólio da marca inclua automóveis leves, a tradição da Volvo Trucks — a divisão dedicada a caminhões — remonta a décadas de desenvolvimento de soluções para transporte de cargas, logística e operações de frete. Nos anos 1980, quando o Volvo N-10 340 XHT foi produzido, a Volvo já se destacava pela robustez dos eixos, pela engenharia de trem de força e pelo foco em durabilidade, elementos que ganham especial relevância para quem opera veículos pesados durante longos períodos de serviço.

Essa orientação tecnológica se traduz em pilares práticos para quem trabalha com seguros: a confiabilidade mecânica reduz a frequência de sinistros decorrentes de falhas críticas; a disponibilidade de peças facilita operações de assistência e a manutenção preventiva; e a rede de concessionárias e oficinas autorizadas favorece a gestão de riscos ao longo de todo o ciclo de vida do veículo. Além disso, a cultura de segurança da marca, que já nasceu com foco em sistemas de proteção para motoristas e cargas, é valorizada em análises de risco para acquisições, renovação de frotas e contratos de seguro de veículos pesados.

Para quem atua no mercado de seguros, entender a identidade da Volvo ajuda a calibrar percepções de risco associadas a caminhões de configuração similar. Caminhões mais antigos, como o N-10 de 1988, exigem avaliação detalhada do estado de conservação, histórico de manutenção e padrões de uso. Esses elementos influenciam desde o custo de seguro até a escolha de coberturas específicas, como proteção de casco, responsabilidade civil e serviços de assistência em estrada. A marca, nesse contexto, funciona como uma referência de qualidade percebida, mas não isenta o segurado da necessidade de uma avaliação minuciosa do veículo, do motorista e das rotas operacionais utilizadas.

Como a Tabela FIPE se conecta com o uso seguro e eficiente desse modelo

A Tabela FIPE é amplamente utilizada para entender, de forma agregada, como varia o valor de veículos usados ao longo do tempo. Para caminhões como o Volvo N-10 340 XHT, a FIPE oferece uma referência que ajuda corretores e proprietários a mapear cenários de depreciação, reposição de peças e necessidade de revisões contratuais. Importante notar que a FIPE não envolve apenas o valor de revenda; ela também atua como referência para cruzar informações com apólices de seguro, negociações com oficinas credenciadas, e planejamento de manutenção preventiva. Em termos práticos, isso significa:

– Referência de histórico de desvalorização: caminhões pesados, pela idade e pelo uso, experimentam quedas de valor ao longo dos anos; a FIPE ajuda a estabelecer um panorama, sem que números específicos apareçam no texto.
– Intensidade de uso e ano-modelo: modelos fabricados em 1988 tendem a exibir maior variação de condição conforme o desgaste de componentes críticos, como motor, sistema de transmissão e eixo propulsor. Essas informações ajudam a estimar necessidades de cobertura adicionais.
– Comparação entre versões e configuração: a presença de tração 6×4, cabine XHT e motor turbo diesel compõem um conjunto que pode exigir particular atenção em termos de cobertura de casco, de carga e de responsabilidade civil, especialmente se o veículo opera em trechos com desgaste acentuado das vias.

Para todos os envolvidos no seguro de caminhões, a leitura da FIPE, associada à ficha técnica do veículo e ao histórico de uso, facilita a personalização de coberturas. Em vez de depender apenas de uma estimativa genérica, é possível ajustar o plano de seguro às características reais do veículo, mantendo a proteção adequada para o motorista, a carga e o patrimônio da frota.

Implicações práticas para seguros de caminhões 6×4 como o N-10 340 XHT

Operações com caminhões 6×4 costumam apresentar particularidades que impactam diretamente na escolha de coberturas e no custo do seguro. Alguns pontos-chave que costumam influenciar as decisões de corretores e gestores de frotas incluem:

  • Tipo de carga e rota: cargas de alto valor ou de dimensões especiais podem exigir coberturas adicionais de carga, bem como cláusulas específicas para rotação de rota ou transporte em áreas com restrições.
  • Estado de conservação: veículos mais velhos exigem inspeções mais rigorosas de motor, transmissão, freios e sistema de suspensão para confirmar a ace