Valor FIPE Atual
R$ 45.391,00
↓ 0,2% vs mês anterior
FIPE: 516020-0
Ano: 1989-3
MêsPreço
Jan/26R$ 45.391,00
Dez/25R$ 45.478,00
Nov/25R$ 45.547,00
Out/25R$ 45.657,00
Set/25R$ 45.804,00
Ago/25R$ 45.901,00
Jul/25R$ 45.975,00
Jun/25R$ 46.022,00
Mai/25R$ 46.115,00
Abr/25R$ 46.157,00
Mar/25R$ 46.074,00
Fev/25R$ 46.102,00

Panorama técnico e histórico do Volvo N-10 340 XHT 6×4 2p (diesel) 1989 segundo a Tabela FIPE

A Tabela FIPE é uma referência amplamente utilizada no Brasil para aproximar o valor de reposição de veículos usados, inclusive caminhões pesados. Ao tratar de um modelo clássico como o Volvo N-10 340 XHT 6×4 2p (diesel) de 1989, entender como a tabela se comporta ao longo de décadas é essencial para orientar escolhas de seguro, manutenção e planejamento de ativos. Este artigo, elaborado para leitores de corretoras de seguros, aborda a Tabela FIPE aplicada a esse conjunto específico, mergulha na ficha técnica do veículo, comenta sobre a marca Volvo e oferece uma visão educativa sobre seguros de caminhões antigos.

História da Volvo no segmento de caminhões no Brasil e o significado do N-10 340 XHT

Desde as décadas anteriores, a Volvo tem sido associada à robustez, à confiabilidade e à inovação aplicada a caminhões pesados. No Brasil, a presença da marca no setor de transportes rodoviários foi consolidada por décadas de atuação em redes de concessionárias, assistência técnica especializada e um portfólio que contempla desde modelos de distribuição até cabines de longo curso para transportes de carga pesada. O Volvo N-10 340 XHT 6×4 2p diesel, lançado em um período em que o parque de caminhões era dominado por veículos com motores de alta cilindrada e torques elevados, representou uma configuração voltada a operações de carga pesada em estradas com demanda de resistência, durabilidade e a capacidade de operar com tração em 6×4 em terreno acidentado ou com rotas desafiadoras. O prefixo N-10 sugere uma linha de caminhões de peso e porte compatíveis com uso pesado, característicos da época.

Tabela FIPE VOLVO N-10 340 XHT 6×4 2p (diesel) 1989

Vale reforçar que, ao analisar a Tabela FIPE para modelos tão antigos, algumas limitações surgem. A FIPE baseia-se em dados coletados de mercado ao longo de anos, o que significa que caminhões com histórico de uso intenso, reformas, ou condições específicas de operação podem apresentar variações significativas entre o valor de referência da tabela e o preço de reposição ou de seguro praticado em determinada região. Por isso, entender a composição da ficha técnica e as condições de uso atual é crucial para calibrar propostas de seguro com maior precisão, evitando subidas ou reduções indevidas de cobertura com base apenas em números genéricos.

Ficha técnica do Volvo N-10 340 XHT 6×4 2p (diesel) 1989

A ficha técnica de um veículo tão antigo, especialmente um caminhão pesado, precisa dialogar entre a prática de campo, a documentação histórica do fabricante e a curadoria de dados disponibilizados pela FIPE. Abaixo, agrupamos as informações-chave que costumam compor a ficha técnica de modelos dessa linhagem, com foco no que interessa para seguros, manutenção e compreensão de uso:

  • Fabricante/Modelo: Volvo N-10 340 XHT (6×4, 2 portas) diesel, ano de fabricação 1989. A designação XHT indica uma configuração de cabine robusta, adequada a operações de longo curso e de uso severo em condições rodoviárias desafiadoras.
  • Tipo de veículo: Caminhão pesado com tração nas quatro rodas traseiras, em eixo rígido, configuração 6×4, com cabine de duas portas (2p). Destinado a transporte de cargas pesadas em estradas pavimentadas e, em alguns casos, em trechos não pavimentados.
  • Motor: Diesel de alta cilindrada, com foco em torque elevado para formação de cavalos de força suficientes a tracionar cargas de grande peso em subidas e retomadas. A linha N-10 valoriza torque estável em faixa baixa a média, o que favorece a tração em conjunto com a transmissão apropriada.
  • Potência e torque (aproximados): Potência nominal prevista em torno de 340 cavalos (valores compatíveis com a nomenclatura N-10 340). Torque significativo para manter velocidade e ritmo de transporte em vias desafiadoras. Observação: números exatos podem variar conforme o conjunto motor-transmissão específico da unidade e das modificações realizadas ao longo da vida útil.

Observação importante sobre a ficha técnica: para caminhões clássicos da Volvo nessa geração, as informações variam conforme o mercado, a motorização específica contratada pelo fabricante de cada casco de veículo e eventuais modificações ocorridas ao longo dos anos. Na prática de seguros, a ficha técnica consolidada pela FIPE ajuda a contextualizar o valor de reposição e o risco técnico, mas as notas apresentadas acima devem ser verificadas com a documentação do veículo específico (certificado de registro, manuais, notas de fábrica e laudos de inspeção) para aplicação prática em cotações.

A configuração 6×4, associada a uma cabine de duas portas, costuma implicar maior peso e demanda de manutenção, além de requisitos de seguro mais criteriosos, especialmente em termos de proteção de carga, consumo de combustível, disponibilidade de peças de reposição e capacidades de frenagem e estabilidade. Em termos de uso, veículos desse porte costumam atuar em operações de transporte de carga pesada, construção civil, logística de grandes volumes e atividades que exigem robustez para deslocamentos em rotas com trechos de difícil acessibilidade.

Desempenho, manutenção e impactos na segurabilidade de caminhões antigos

Para caminhões clássicos como o Volvo N-10 340 XHT, o desempenho está intrinsecamente ligado à manutenção regular, ao estado de conservação da transmissão, aos componentes de freios e ao sistema de rodas. A longevidade de caminhões dessa categoria depende de revisões periódicas, substituições programadas de itens de desgaste e da disponibilidade de peças originais ou compatíveis no mercado de reposição. Cada um desses fatores influencia diretamente o custo de seguro, já que seguradoras costumam considerar o estado de conservação, histórico de sinistro, idade do veículo e histórico de manutenção na hora de apurar prêmios e coberturas.

Alguns aspectos que costumam impactar a segurabilidade deste tipo de veículo incluem:

  • Estado da transmissão e do sistema de embreagem, que atraem custos de reparo elevados quando em condições precárias.
  • Condição dos freios (discos, tambores, cilindros de roda, linha hidráulica) e da suspensão, pois afetam a capacidade de frenagem e a estabilidade em curvas.
  • Condições de desgaste dos componentes da cabine, iluminação, painel de instrumentos e ventilação, que influenciam o conforto do motorista e a visibilidade de operação.
  • Histórico de uso, rotas de transporte, condições de estrada e peso de carga habitual, fatores que contribuem para a depreciação ao longo do tempo e para a definição de coberturas específicas (cobertura de carga, responsabilidade civil, incêndio eroubo, entre outras).

Para quem trabalha com seguros, entender a Tabela FIPE ajuda agendar uma base de avaliação de risco, mas, especialmente em modelos de 1989, é comum que a seguradora combine o valor FIPE com a avaliação técnica da unidade específica, verificando itens como a calibração de suspensão, estado de pneus, integridade da estrutura do chassi e a presença de modificações que possam alterar o desempenho original do veículo. Em termos práticos, isso pode significar a necessidade de inspeções mais frequentes e de valores de franquia fundamentados na condição atual do caminhão, além de incentivos para programas de manutenção preventiva para reduzir o risco de sinistro.

A Volvo como marca: segurança, durabilidade e suporte para frotas de longo curso

A Volvo Cars, no setor de caminhões, consolidou-se como sinônimo de segurança, durabilidade e eficiência operacional. Mesmo que o N-10 340 XHT 6×4 tenha sido produzido em uma era anterior a muitas das inovações contemporâneas, a marca já apresentava uma tradição de engenharia voltada a minimizar riscos no dia a dia das operações de transporte. Essa trajetória se reflete na filosofia de projeto que privilegia estruturas reforçadas, sistemas de freios robustos, ergonomia para o motorista e uma rede de assistência técnica que, na prática, facilita a obtenção de peças originais, assistência e suporte técnico ao longo da vida útil do veículo.

Para quem atua no setor de seguros, essa herança de qualidade tem impactos diretos. Caminhões de marcas com histórico de desempenho estável tendem a oferecer maior previsibilidade de manutenção, menor probabilidade de falhas catastróficas e, por consequência, uma avaliação de risco mais estável ao longo do tempo. Além disso, a disponibilidade de rede de oficinas autorizadas, peças de reposição e programas de manutenção de fabricante pode reduzir o tempo de indisponibilidade em caso de sinistro ou necessidade de reparos, o que é um fator relevante para as seguradoras ao calcular custos de cobertura de frota e de veículo único.

É importante notar, porém, que caminhões de 1989 exigem atenção contínua à conservação de componentes estruturais, elétricos e de motor. A idade do veículo não apenas eleva o custo de reparos potenciais, como também demanda uma documentação minuciosa de inspeções técnicas, laudos de conformidade e histórico de intervenções para manter a validade das apólices existentes e facilitar renovações futuras. Nesse contexto, o papel da corretora de seguros é orientar o cliente sobre as melhores práticas de manutenção preventiva, a escolha de coberturas adequadas (de casco, de terceiros, de carga, etc.) e a leitura cuidadosa da Tabela FIPE para entender o valor de reposição relativo ao estado atual da frota.

Como a idade do veículo afeta a escolha de coberturas e o processo de cotação

Veículos com idade avançada costumam exigir abordagens de seguro mais específicas. Além de coberturas padrão, clientes podem considerar cláusulas adicionais para proteger a carga, componentes vitais (como motor, transmissão e chassis) e riscos particulares das rotas percorridas. A Tabela FIPE funciona como um norte para estimar o valor de reposição e a depreciação, o que, por sua vez, influencia a definição de valores segurados, franquias, limites de cobertura e prazos de apuração de sinistros. Na prática, ao cotar uma apólice para o Volvo N-10 340 XHT 6×4 2p (diesel) 1989, a seguradora costuma ponderar:

– o estado atual da unidade, com documentação de manutenção e inspeções técnicas;
– o histórico de uso, incluindo trechos de estrada, condições de pavimento e demandas de transporte de carga;
– a disponibilidade de peças de reposição e a facilidade de manutenção em relação à rede de assistência;
– o valor de reposição ou de mercado, frequentemente correlacionado à Tabela FIPE, porém ajustado pela condição específica do veículo.

Esses aspectos ajudam a chegar a uma proposta de seguro que reflita o risco real associado à operação de um caminhão antigo, ao mesmo tempo em que oferece uma proteção adequada para o operador logístico, o proprietário da frota e o motorista.

Boas práticas para quem opera esse tipo de caminhão e para quem assessora seguros

Para manter a operação segura, eficiente e com boa relação custo-benefício, algumas práticas são recomendadas:

  • Manutenção preventiva regular, com cronogramas alinhados às recomendações do fabricante e registro detalhado de cada serviço.
  • Inspeção pré-viagem para caminhões que operam em rotas de longo curso ou com cargas sensíveis, revisando freios, suspensão, pneus e sistemas elétricos.
  • Documentação organizada, incluindo manuais, certificados de inspeção e histórico de reparos, facilitando as avaliações da FIPE e o processo de renovação de seguros.
  • Treinamento de motoristas para condução econômica e segura, reduzindo o desgaste e aumentando a vida útil do veículo e das cargas transportadas.

Para a corretora de seguros, essas práticas ajudam a construir uma apólice mais estável, com risco devidamente mensurado e cobertura alinhada às necessidades reais do cliente. A correta leitura da Tabela FIPE, aliada à ficha técnica específica e ao histórico de manutenção, permite que o segurado obtenha condições justas, sem surpresas ao acionar a apólice após eventual sinistro.

Chamada para reflexão sobre a cotação com a GT Seguros

Se você administra uma frota ou é proprietário de um Volvo N-10 340 XHT 6×4 2p (diesel) 1989, entender como a FIPE, a ficha técnica e o histórico de manutenção se conectam com as opções de seguro é essencial para tomar decisões informadas. Uma avaliação cuidadosa pode reduzir custos de seguro a longo prazo, garantindo proteção adequada para a carga, o motorista e o veículo, sem comprometer a viabilidade financeira da operação.

Ao final, lembre-se de que a melhor escolha de seguro é aquela que contempla a singularidade do seu negócio, a idade e o estado da frota, bem como as rotas que você utiliza com mais frequência. Para uma orientação prática, a GT Seguros oferece cotações personalizadas que consideram esses aspectos de forma integrada, buscando equilibrar custo e cobertura de maneira eficiente.

Se estiver buscando uma orientação profissional para transformar conhecimento técnico em proteção real para o seu patrimônio, considere solicitar uma cotação com a GT Seguros. Uma avaliação especializada pode ser o primeiro passo para uma gestão de riscos mais segura e econômica para o seu negócio.