| Mês | Preço |
|---|---|
| Mar/26 | R$ 40.971,00 |
| Fev/26 | R$ 41.062,00 |
| Jan/26 | R$ 41.153,00 |
| Dez/25 | R$ 41.232,00 |
| Nov/25 | R$ 41.294,00 |
| Out/25 | R$ 41.394,00 |
| Set/25 | R$ 41.527,00 |
| Ago/25 | R$ 41.615,00 |
| Jul/25 | R$ 41.682,00 |
| Jun/25 | R$ 41.724,00 |
| Mai/25 | R$ 41.808,00 |
| Abr/25 | R$ 41.846,00 |
Volvo N-12 360 XH 4×2 2p Diesel de 1984: como a Tabela FIPE orienta valores, seguro e avaliação técnica
O que é a Tabela FIPE e como ela se aplica a veículos clássicos
A Tabela FIPE, administrada pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas, funciona como referência de mercado para a maioria dos veículos vendidos no Brasil. Ela não é um valor de venda fixo, mas sim uma média ponderada de transações ocorridas nos últimos meses, ajustada por fatores de modelo, ano, estado de conservação e configuração. No universo de veículos comerciais leves, caminhões e ônibus, a FIPE oferece um patamar de referência para revendas, seguros, financiamentos e avaliações corporativas. Quando tratamos de modelos antigos, como o Volvo N-12 360 XH 4×2 2p (diesel) de 1984, a leitura da FIPE exige cuidado adicional: pequenas variações de ano de fabricação, cabine, motorizações ou opções de carroceria podem puxar o valor para cima ou para baixo, dependendo da demanda local, disponibilidade de peças e histórico de manutenção. Para profissionais de seguro, entender esse aspecto é crucial, pois a FIPE funciona como base de precificação, ainda que cada seguradora acrescente critérios de risco específicos, como sinistros anteriores, uso da frota e perfil de condução.
Ficha técnica do Volvo N-12 360 XH 4×2 2p (diesel) 1984
Abaixo está uma síntese técnica que ajuda a contextualizar o modelo dentro da Tabela FIPE e do cenário de seguros. Observação: características podem variar conforme configuração de fábrica e adaptação realizada pela empresa proprietária.

- Motor: Diesel, 6 cilindros em linha, configuração típica da linha N da Volvo da época.
- Transmissão: Manual, com caixa de velocidades adequada para tração 4×2 e uso rodoviário/tração de carga média a pesada.
- Cabine: 2 portas, cabine simples de condução com espaço para dois ocupantes; configuração comum em caminhões de distribuição da década de 1980.
- Dimensões e capacidade: peso bruto total (PBT) próximo de 18.000 kg, com carga útil dependente da configuração específica; o modelo era usado para transporte de carga em curtas a médias distâncias, com foco em robustez e confiabilidade.
O legado da Volvo na indústria de caminhões
A Volvo é uma marca sueca com uma trajetória marcada pela ênfase em segurança, durabilidade e inovação tecnológica. Fundada em 1927, a empresa consolidou-se como referência global no design de caminhões pensados para operação contínua em condições desafiadoras. Ao longo das décadas, a Volvo introduziu avanços como sistemas de frenagem de alta eficiência, distribuições de torque entre eixos, componentes de propulsão mais robustos e, especialmente, soluções de segurança para ocupantes. No Brasil, a presença da Volvo em segmentos de caminhões pesados e semipesados ganhou relevância a partir das décadas de 1970 e 1980, acompanhando o crescimento da frota de transporte de cargas de média e grande cilindrada. Esse histórico impacta não apenas a percepção do usuário sobre a confiabilidade, mas também a forma como o mercado avalia peças de reposição, disponibilidade de serviço e custo de manutenção — fatores que, por sua vez, influenciam a Tabela FIPE e o custo de seguro de um veículo tão característico quanto o N-12 360 XH 4×2 2p (diesel) 1984.
Como a configuração influencia a Tabela FIPE e a precificação de seguro
Embora a FIPE forneça um valor de referência, o preço efetivo do Volvo N-12 pode variar conforme a configuração específica. Em termos de precificação de seguro, diferentes fatores entram em jogo:
– Cabine e número de portas: modelos com cabine simples de dois ocupantes costumam ter perfis de risco diferentes daqueles com cabine estendida ou com maior espaço de carga, refletindo custos de reparo e de substituição de componentes.
– Motor e transmissão: alterações na motorização, turboalimentação, ou atualizações na transmissão podem influenciar o custo de reposição de peças, bem como o desgaste esperado, impactando o prêmio.
– Estado de conservação e histórico de manutenção: veículos bem mantidos, com histórico de revisões regulares e sem histórico de sinistros, tendem a ter valores FIPE mais estáveis e prêmios de seguro menores, em comparação com unidades com sinais de uso intenso, avarias não resolvidas ou falta de documentação.
– Configuração de carroceria e carga útil: a capacidade de carga, o tipo de carroceria (seção de baú, caçamba, entre outros) e a aplicação operacional influenciam a valoração, pois impactam o risco de uso e a probabilidade de danos em acidentes ou desgaste prematuro de componentes relacionados à carga.
Além disso, fatores externos, como o cenário econômico, disponibilidade de peças originais, custo de mão de obra e a experiência de oficinas locais, podem modular o valor utilizado pela FIPE e, consequentemente, o custo do seguro. Em veículos clássicos ou históricos, a FIPE pode servir como referência, mas as seguradoras costumam realizar avaliações adicionais para confirmar o estado da carroceria, o motor, a distância já percorrida e a originalidade de itens críticos.
Considerações para quem trabalha com corretagem de seguros
Para corretores e proprietários, entender a relação entre FIPE, ficha técnica e seguro envolve alinhar expectativa de valor com realidade prática. Em muitos casos, o objetivo é obter uma cobertura que cubra riscos de danos materiais, roubo, incêndio e responsabilidade civil, sem inflar o prêmio a ponto de comprometer a viabilidade econômica da operação. Vamos a algumas recomendações úteis:
– Verifique a configuração exata: ao solicitar cotação, informe a configuração da cabine (2 portas, espaço para dois ocupantes), a motorização e a data de fabricação. Pequenas variações podem ter impactos relevantes no prêmio.
– Considere o uso previsto: transporte regional, entrega urbana ou uso sazonal influenciam a avaliação de risco. A FIPE considera o uso típico, mas o segurador pode ajustar com base no plano escolhido.
– Mantenha a documentação em dia: certificado de inspeção, histórico de manutenção, notas fiscais de peças originais e laudos de qualidade ajudam a reduzir incertezas no risco de sinistro e, por consequência, o custo agregado da apólice.
– Avalie opções de cobertura adicionais: para veículos que operam em áreas com maior risco de roubo ou danos ambientais, coberturas complementares, como proteção contra roubo de acessórios e vidro, podem ser relevantes, especialmente em caminhões mais antigos que dependem de componentes signficativos para manter a operação.
O objetivo é combinar uma leitura responsável da Tabela FIPE com a realidade prática da frota, assegurando que o custo da proteção seja compatível com o valor de reposição ou de reconstrução do veículo em caso de sinistro. Com a KIT (ou seja, com a avaliação cuidadosa de cada item técnico) e com a consultoria adequada, é possível chegar a uma solução de seguro que reflita o patrimônio e o uso do Volvo N-12 360 XH 4×2 2p diesel de 1984.
Se você busca uma orientação consolidada para o seu caso, vale contar com quem entende de seguro para transportes de carga e veículos especiais. Faça uma cotação com a GT Seguros e descubra opções de cobertura alinhadas ao seu perfil de operação.
