| Mês | Preço |
|---|---|
| Mar/26 | R$ 112.754,00 |
| Fev/26 | R$ 113.003,00 |
| Jan/26 | R$ 113.571,00 |
| Dez/25 | R$ 114.142,00 |
| Nov/25 | R$ 114.315,00 |
| Out/25 | R$ 114.591,00 |
| Set/25 | R$ 115.925,00 |
| Ago/25 | R$ 117.044,00 |
| Jul/25 | R$ 117.232,00 |
| Jun/25 | R$ 117.350,00 |
| Mai/25 | R$ 117.940,00 |
| Abr/25 | R$ 118.533,00 |
Entenda a Tabela FIPE para o Volvo NH-12 420 6×4 (2001) e como isso influencia o seguro da frota
A Tabela FIPE é uma referência amplamente utilizada no Brasil para calibrar valores de mercado de veículos usados. No contexto de veículos pesados, como o Volvo NH-12 420 6×4, a FIPE funciona como base para estimar de forma padronizada o valor de referência em negociações, depreciação e, principalmente, no cálculo de seguros. Quando se fala em uma caminhonete ou caminhão com cabine simples, 6×4, movido a diesel e lançado em 2001, o peso da referência FIPE não está apenas em uma estética de comparação: ele respinga diretamente na análise de risco, na determinação de coberturas e, por consequência, no custo do seguro ao longo da vida útil da frota. A ideia central é manter a avaliação próxima à realidade de circulação, levando em consideração a idade do modelo, o desgaste natural, a incidência de sinistros e a manutenção da viatura. Por isso, entender a relação entre a Tabela FIPE e a apólice de seguros é essencial para proprietários de frotas, corretores e gestores de ativos logísticos.
Ficha técnica do Volvo NH-12 420 6×4 (2001)
O NH-12 420, da linha Volvo, é conhecido por ser um caminhão robusto, criado para operações que exigem força, resistência e confiabilidade em longas distâncias com cargas pesadas. Abaixo, apresentam-se os componentes-chave que costumam constar na ficha técnica de referência para esse modelo, com foco na configuração 6×4 e na motorização a diesel de alta performance.

- Dados básicos: Marca: Volvo; Modelo: NH-12 420 6×4; Ano de fabricação: 2001; Versão de cabina com tração 6×4.
- Motor e desempenho: motor diesel de alto torque, deslocamento próximo de 12 L, potência nominal de aproximadamente 420 hp; torque elevado, adequado para aplicações de transporte pesado e atividades de entrega de grande porte.
- Transmissão e freios: transmissão manual com várias marchas (tipicamente em torno de 9 velocidades à frente com 2 retrógradas); freios a ar com assistência, com opções de ABS conforme o grupo de equipamentos, visando maior segurança em diferentes condições de condução.
- Dimensões, peso e capacidade: peso bruto total (PBT) estimado em patamares de caminhões pesados, compatível com operações de carga volumosa; capacidade de carga dependente da carroçaria e do tipo de equipamento instalado (caçamba, carroceria, baú ou semirreboque); dimensões variam conforme carroçaria e configuração de eixo.
Essa ficha técnica sintetizada oferece uma visão prática para entender o que está por trás do valor de uso e de mercado de um NH-12 420 6×4. Em termos de seguro, cada item — motor, transmissão, peso, uso e manutenção — incide na avaliação de risco, no valor segurável e, consequentemente, no prêmio final. A ideia é que o tomador de decisão tenha um retrato fiel das capacidades da máquina, sem confundir com estimativas genéricas que não reflitam a realidade operacional da frota.
Sobre a marca Volvo: tradição em engenharia, segurança e confiabilidade
A Volvo é uma referência global no setor de veículos comerciais, especialmente no segmento de caminhões pesados. O legado da marca está fortemente ligado a três pilares que costumam orientar as escolhas de gestores de frota e corretores de seguros:
- Segurança como prioridade: a Volvo investe há décadas em sistemas que protegem motoristas, passageiros e terceiros, com inovações em estruturas robustas, frenagem progressiva e assessoramento de condução em situações críticas.
- Durabilidade para operações intensivas: a linha NH, junto com outras séries, é reconhecida pela capacidade de rodar por longos períodos com baixo índice de falhas estruturais, o que reduz paradas não programadas e facilita a previsibilidade de custos operacionais.
- Confiabilidade de manutenção: peças de reposição, disponibilidade de serviço autorizado e rede de assistência técnica ajudam a manter o veículo em condições adequadas, o que, por consequência, influencia positivamente a avaliação de risco em seguros.
Essa tradição da Volvo, aliada à forma como o NH-12 420 foi concebido — para suportar jornadas desafiadoras e cargas significativas —, costuma impactar positivamente a percepção de risco por parte das seguradoras. Quando o veículo passa por manutenções regulares, tem histórico de uso compatível com o seu propósito e recebe inspeções adequadas, o seguro tende a refletir esse equilíbrio entre performance e cuidado com a integridade da máquina.
Como a Tabela FIPE orienta a precificação de seguros para caminhões pesados
A Tabela FIPE atua como referência de mercado para o valor de reposição ou de depreciação de veículos usados. No seguro de caminhões pesados, esse parâmetro serve para balizar o que é considerado o “valor segurável” — ou seja, o montante que a apólice cobre em caso de perda total, roubo ou danos relevantes. Em termos práticos, isso significa:
- O valor referencial da viatura influencia o prêmio, que é calculado com base no risco agregado pela soma de fatores do veículo, do motorista e do ambiente operacional.
- Veículos com maior idade tendem a ter depreciação maior ao longo do tempo, o que pode afetar o valor segurado; por isso, revisões periódicas da tabela e ajustes de cobertura são comuns para frotas que costumam percorrer muitos quilômetros.
- A compatibilidade entre o valor FIPE e o valor específico de substituição (quando aplicável) depende do regime de seguro contratado: casco completo, roubo e prejuízos, entre outros. Em algumas apólices, o segurado pode escolher coberturas adicionais para itens de alto custo, como a carroçaria ou componentes críticos do motor.
- Mais do que apenas um número, a FIPE serve como referência para uma visão de mercado. Fleets com histórico de sinistros ou com irregularidades de uso podem ter ajustes adicionais de preço, independentes da simples leitura da Tabela FIPE.
Portanto, entender a função da FIPE é essencial para quem lida com seguros de caminhões: não se trata apenas de um valor estático, mas de um instrumento que, quando bem utilizado, ajuda a equilibrar preço de cobertura com a proteção efetiva do ativo. Uma leitura cuidadosa da FIPE, aliada a informações de uso (rota, tipo de carga, condições de operação, tempo de atividade) e ao histórico de manutenção, permite às corretoras oferecerem soluções mais alinhadas às necessidades de cada frota.
Dicas de seguro para o Volvo NH-12 420 6×4 a diesel
Para quem administra uma frota com o NH-12 420 ou modelos similares, algumas estratégias ajudam a otimizar a proteção sem ampliar desnecessariamente o custo anual do seguro:
- Documentação de manutenção em dia: manter registros de revisões, trocas de peças críticas e vistorias periódicas facilita a avaliação de risco pelas seguradoras e pode reduzir o prêmio.
- Uso e tipo de operação bem definidos: informe com clareza se o veículo atua em longas jornadas, em rotas urbanas, mudanças de carga ou ambientes com condições adversas. A natureza do uso influencia a probabilidade de sinistro e o custo de cobertura.
- Proteção contra roubo e danos: sistemas de alarme, travas de cabine, bloqueadores de roda e monitoramento de frotas ajudam a mitigar perdas e costumam impactar positivamente as condições da apólice.
- Opções de franquia e coberturas complementares: avalie com seu corretor a relação entre franquia, coberturas de casco, responsabilidade civil e assistência 24h. Em muitos casos, uma franquia um pouco maior para determinadas situações pode reduzir o custo total sem comprometer a proteção essencial.
Além dessas diretrizes, é fundamental manter uma comunicação aberta com a seguradora ou com a corretora que gerencia a apólice. A Tabela FIPE pode se atualizar, bem como as necessidades operacionais da frota, e ajustes periódicos ajudam a manter a proteção alinhada ao cenário real de uso.
Para quem gerencia uma frota com características semelhantes ao Volvo NH-12 420 6×4 (diesel) de 2001, a parceria com uma corretora que compreenda a dinâmica de custo total de propriedade — que envolve combustível, manutenção, depreciação e sinistros — costuma resultar em políticas mais enxutas e coberturas mais adequadas ao dia a dia operacional. A Tabela FIPE continua servindo de referência, mas o valor final da apólice é o resultado de uma avaliação integrada entre o veículo, a operação e as medidas de segurança adotadas pela empresa.
Ao planejar ou revisar uma apólice para esse tipo de caminhão, vale considerar também aspectos de proteção de ativos, gestão de riscos e continuidade operacional. Estruturar um plano de seguros que leve em conta o histórico de manutenção, as rotas percorridas, o tipo de carga e a disponibilidade de assistência emergencial pode significar menos interrupções na operação e maior previsibilidade de custos ao longo do tempo.
Por fim, a escolha da cobertura ideal envolve alinhamento entre as necessidades da frota, o orçamento disponível e as metas de proteção do negócio. Se você busca uma orientação especializada para o seu caso específico, a GT Seguros pode ajudar a desenhar opções de seguro que considerem a Tabela FIPE, o perfil de operação e os compromissos da sua frota.
Quando estiver pronto para comparar propostas, faça uma cotação com a GT Seguros.
