Valor FIPE Atual
R$ 137.833,00
↓ 0,2% vs mês anterior
FIPE: 516078-2
Ano: 2005-3
MêsPreço
Jan/26R$ 137.833,00
Dez/25R$ 138.096,00
Nov/25R$ 138.304,00
Out/25R$ 138.637,00
Set/25R$ 139.083,00
Ago/25R$ 139.376,00
Jul/25R$ 139.600,00
Jun/25R$ 139.740,00
Mai/25R$ 140.021,00
Abr/25R$ 140.148,00
Mar/25R$ 140.359,00
Fev/25R$ 140.444,00

Guia completo sobre a Tabela FIPE para o Volvo NH-12 460 4×2 2p TA/TB (diesel) 2005 e implicações para seguros

A Tabela FIPE é uma referência amplamente utilizada no Brasil para orientar valores de mercado de veículos usados. No universo de caminhões e veículos pesados, essa referência desempenha um papel crucial para corretores, frotistas e seguradoras ao estimar o valor de reposição ou de venda, bem como ao dimensionar o prêmio de seguro. Quando falamos do Volvo NH-12 com especificação 460 de potência, no padrão 4×2, 2 portas, TA/TB e motor diesel, estamos tratando de um veículo robusto, amplamente utilizado em operações de transporte de cargas em distâncias variadas. Este artigo aborda a relação entre a Tabela FIPE e esse modelo específico, destacando a ficha técnica, a história da marca, o impacto da FIPE no cálculo de seguros e dicas para uma cotação com a GT Seguros.

Antes de tudo, vale deixar claro: os valores monetários do veículo não serão exibidos neste post, pois os preços são inseridos automaticamente no topo do conteúdo pela plataforma. O foco aqui é entender como a FIPE funciona, quais são os aspectos técnicos relevantes do NH-12 460 e como isso se traduz em planejamento de seguro e proteção adequada para frotas.

Tabela FIPE VOLVO NH-12 460 4×2 2p TA/TB (diesel) 2005

Ficha técnica do Volvo NH-12 460 4×2 2p TA/TB (diesel) 2005

  • Motor e desempenho: motor diesel de configuração robusta, usual em caminhões de médio a pesado porte. A versão 460 costuma indicar uma potência elevada para atendimento a operações de carga significativa, com turboalimentação e intercooler para manter a eficiência em longas jornadas. O torque disponível é um aspecto essencial para arrancadas com peso e para manter a velocidade em subidas, especialmente em trechos com variações de aclive e carga útil.
  • Transmissão e tração: transmissão manual com várias marchas, associada à tração 4×2. A configuração TA/TB faz referência a opções de cabine e de acessibilidade, além de ajustes de posição de condução e conforto para motoristas. A combinação 4×2 é comum em caminhões que precisam de boa manobrabilidade em ambientes urbanos e industriais, mantendo boa capacidade de tração para rotas rodoviárias.
  • Chassi, peso e capacidade: o NH-12 indica uma capacidade de carga associada ao peso bruto total (PBT) esperado para esse tipo de veículo, com foco em operações de transporte de cargas dentro da faixa de 12 toneladas na numeração de referência. O chassi e a construção são desenhados para suportar aplicações de carga ampla, com atenção à durabilidade e à facilidade de manutenção em campo.
  • Cabine e conforto: cabine de simples acesso com duas portas, voltada ao motorista. Espaço interno voltado para eficiência de condução em jornadas prolongadas, com opções de ergonomia, visibilidade e ajustes para reduzir fadiga. Em veículos de frota, a compatibilidade com ar condicionado, controles de áudio e recursos de segurança pode variar conforme a configuração original do veículo adquirido pela empresa.

Sobre a marca Volvo: tradição, inovação e foco em segurança

A Volvo é uma marca sueca com uma história marcada pela ênfase em robustez, durabilidade e tecnologia aplicada ao transporte. No segmento de caminhões pesados, a Volvo tem se destacado por unir desempenho, eficiência de combustível e uma base de confiabilidade que atende a operações logísticas contínuas. O portfólio NH, dentro da linha Volvo, representa uma linha de caminhões de cabina alta ou baixa, com foco em versatilidade para diferentes tipos de carretas, distribuições urbanas e rodoviárias, além de opções de configuração para diferentes capacidades de carga.

Um dos pilares da filosofia Volvo no setor de transportes é a segurança. Os caminhões da marca costumam trazer inovações que vão desde sistemas de assistência ao motorista até a construção da cabine com zonas de deformação e visibilidade aprimorada. Mesmo em modelos mais antigos, como o NH-12 de 2005, é comum encontrar fundamentos que hoje são considerados básicos para a proteção do motorista e de terceiros: freios eficazes, estabilidade em curvas, resposta do motor e da transmissão sob diferentes regimes de carga, além de soluções que facilitam a manutenção por parte de equipes de serviço em campo.

Além disso, a Volvo tem investido na padronização de peças, disponibilidade de rede de assistência técnica e suporte a frotistas. Mesmo com um modelo veterano, é possível manter a frota em operação com custos previsíveis, sempre buscando a confiabilidade necessária para manter prazos de entrega e reduzir paradas técnicas. Esse desempenho consistente é exatamente o que torna a marca uma opção clássica para empresas que dependem de transporte de carga em diferentes itinerários e condições de uso.

Como a FIPE influencia o cálculo do seguro e a gestão de riscos

A Tabela FIPE funciona como referência de valor de mercado para veículos usados. Em seguros de automóveis e, mais ainda, em frotas com caminhões, o valor apurado pela FIPE serve como base para cálculos de cobertura de casco, avaliação de sinistros e reposição em caso de perda total. No caso de caminhões pesados com especificação NH-12 460 4×2 2p TA/TB, a FIPE ajuda a definir o que seria considerado o “valor de mercado” ou “valor de reposição” em determinadas coberturas. Em termos gerais, quanto maior o valor de mercado informado, maior tende a ser o prêmio, já que a seguradora considera o custo potencial de reposição ou conserto do veículo.

É importante entender que a FIPE é uma referência de mercado e pode não refletir de forma exata o custo de reposição para uma frota específica. Em veículos usados com histórico de serviço intenso, sinistros, kilometragem elevada ou alterações de configuração (por exemplo, adaptações de caçamba, baú, plataformas), a seguradora pode aplicar ajustes. Alguns pontos a considerar quando se usa a FIPE para guiar a avaliação de seguro:

  • Idade e desgaste: caminhões mais velhos ou com maior uso tendem a ter desvalorizações diferentes, o que pode influenciar o valor de reposição acordado com a seguradora.
  • Estado de conservação: itens como motor, transmissão, suspensão, freios e itens de segurança impactam diretamente o prêmio, mesmo quando a FIPE aponta um valor específico.
  • Uso da frota: operação de transporte de carga, kms anuais e áreas de atuação influenciam o risco de sinistro; frotas com rotas com variações de peso, carga e clima podem ter perfis de risco diferentes.
  • Composição de cobertura: para o NH-12, é comum a necessidade de coberturas que vão além do casco, como proteção de carga, responsabilidade civil, guincho, assistência 24h e proteção a terceiros durante o movimento de carga.

Para quem atua no setor de seguros, entender a relação entre FIPE e o veículo específico é fundamental. A FIPE oferece uma referência estável para negociação com clientes, mas a cotação final depende de uma avaliação detalhada do estado do veículo, da função da frota e das coberturas desejadas. A negociação entre corretora, seguradora e cliente deve buscar o equilíbrio entre custo e proteção efetiva, levando em conta o tipo de operação, as trajetórias, os horários de serviço e as exigências legais aplicáveis à atividade de transporte de cargas.

Estratégias para quem busca uma cotação com a GT Seguros

Ao planejar a proteção do Volvo NH-12 460 4×2 2p TA/TB (diesel) 2005, algumas ações simples podem favorecer uma cotação mais alinhada às necessidades da sua frota. O objetivo é oferecer à GT Seguros informações que contribuam para um diagnóstico claro de risco e para a escolha de coberturas que realmente protejam o negócio. Abaixo estão sugestões práticas de preparação para a cotação, com foco na confiabilidade da avaliação de valor e na robustez da proteção:

  • Organize a ficha técnica disponível: motor, transmissão, tração, cabine, peso aproximado e capacidades de carga. Detalhes precisos ajudam a avaliadores a mapear necessidades de cobertura com maior acurácia.
  • Registre o histórico de manutenção: registros de revisões, trocas de peças críticas, quilometragem média anual e eventuais sinistros anteriores. Um histórico bem documentado reduz a incerteza de risco.
  • Defina o uso da frota: trajetória predominante (rodoviário, urbano ou misto), áreas com maior probabilidade de sinistros e regimes de operação (horas de pico, picos de carga) para orientar limites de cobertura e franquias