| Mês | Preço |
|---|---|
| Jan/26 | R$ 67.514,00 |
| Dez/25 | R$ 67.644,00 |
| Nov/25 | R$ 67.747,00 |
| Out/25 | R$ 67.911,00 |
| Set/25 | R$ 68.130,00 |
| Ago/25 | R$ 68.274,00 |
| Jul/25 | R$ 68.384,00 |
| Jun/25 | R$ 68.453,00 |
| Mai/25 | R$ 68.591,00 |
| Abr/25 | R$ 68.654,00 |
| Mar/25 | R$ 68.759,00 |
| Fev/25 | R$ 68.801,00 |
Guia técnico e educativo sobre a Tabela FIPE para o Volvo NL-10 280 6×4 diesel 1995
O que é a Tabela FIPE e por que ela importa na avaliação de seguros de caminhões
A Tabela FIPE, elaborada pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas, funciona como um referencial amplamente utilizado no Brasil para estimar o valor de mercado de veículos usados. Embora seja mais conhecida por uso em automóveis de passeio, sua influência também chega aos veículos de carga, incluindo caminhões pesados das séries Volvo. Para profissionais de seguros, entender como a FIPE chega a esses valores de referência é essencial para calibrar coberturas, estipular limites de indenização e orientar clientes sobre a importância de manter a documentação em dia. Em veículos de grande porte, como o Volvo NL-10 280 6×4, a precisão na leitura do mercado de usados pode influenciar não apenas o prêmio, mas também a responsabilidade em caso de perda total ou roubo. A FIPE não determina o preço exato de venda, mas fornece um indicador com base em transações observadas no mercado; é comum que seguradoras ajustem esse valor de referência com base no estado de conservação, histórico de uso e modificações que o veículo tenha recebido ao longo da vida. Para quem atua na área de corretagem, compreender esse mecanismo ajuda a explicar ao cliente por que uma determinada avaliação de veículo pode divergir de outras fontes, como orçamentos de oficinas, avaliações independentes ou propostas de revenda especializadas.
Ao tratar de caminhões pesados, vale enfatizar que diferentes fatores externos podem influenciar o valor de referência na FIPE. As famílias de motores, a confiabilidade de determinados conjuntos de peças, a disponibilidade de itens de reposição e o nível de serviço da rede autorizada da marca afetam a percepção de valor no mercado de usados. Além disso, o uso do veículo — se foi utilizado em transporte de cargas gerais, em linhas de distribuição locais ou em operações de longo percurso — pode impactar o desgaste e, consequentemente, o valor de reposição ou de venda. Por fim, a idade do veículo, a manutenção preventiva realizada ao longo dos anos e a presença de histórico completo de manutenções são elementos que seguradoras costumam ponderar ao cruzar a referência FIPE com o valor segurado proposto pela apólice. Entender esses aspectos permite que o cliente tenha uma visão mais clara sobre como o valor da cobertura se relaciona com as condições reais do veículo.

Ficha técnica do Volvo NL-10 280 6×4 2p (diesel) 1995
- Fabricante e modelo: Volvo NL-10 280
- Configuração de eixos e cabine: 6×4, cabine de 2 portas (dois assentos)
- Motorização: diesel, bloco de grande deslocamento típico da linha NL, com potência nominal em torno de 280 cv
- Transmissão e peso bruto: transmissão manual com várias marchas; peso bruto total (GVW) próximo de 28 t, dependendo da configuração de carroceria e tanques
A marca Volvo e o impacto da tradição sueca no setor de caminhões
A Volvo Trucks representa uma das referências globais em caminhões pesados, com uma história marcada por foco em segurança, confiabilidade e eficiência operacional. Fundada na Suécia, a marca construiu, ao longo das décadas, uma reputação baseada em robustez, inovação de chassis e cabines, bem como em uma rede de serviço que facilita a manutenção de frotas em diferentes regiões. A estratégia da Volvo sempre privilegiou a longevidade do veículo, o que é particularmente relevante para modelos mais antigos, como o NL-10 280 de 1995. Essa herança de engenharia se traduz em padrões de tolerância, conforto do motorista e planos de reparo que costumam reduzir o tempo de inatividade em operações de transporte. Além disso, a Volvo tem investido em ergonomia e segurança ativa e passiva, com soluções que influenciaram o próprio conceito de confiabilidade de frota. Para as seguradoras, a presença de uma marca com histórico sólido pode facilitar a análise de risco e a gestão de sinistros, especialmente quando o veículo é alvo de programas de manutenção preventiva, recall realizável e disponibilidade de peças originais. Em termos de mercado, caminhões Volvo continuam sendo escolhidos por empresas que precisam de capacidade de carga confiável, desempenho estável em estradas e uma rede de assistência técnica que cobre grande parte do território nacional.
Como a Tabela FIPE se relaciona com a precificação de seguros para caminhões pesados
Nesse patamar, a Tabela FIPE serve, principalmente, como referência inicial para estimar o valor de mercado do veículo no momento da contratação ou renovação da apólice. Para caminhões como o NL-10 280, a seguradora pode usar o valor de referência FIPE como base, ajustando-o com base em fatores específicos do veículo: estado de conservação, quilometragem, histórico de manutenção, alterações na caçamba ou carroceria, acessórios e itens de segurança instalados (tais como freios adicionais, controles de estabilidade ou sensores de monitoramento). Além disso, a idade do veículo e a probabilidade de peças sobressalentes serem encontradas com facilidade influencia a avaliação de risco. Em termos práticos, isso significa que dois Volvo NL-10 280 idênticos em anos, com a mesma potência e configuração, podem receber propostas diferentes de seguro se um deles tiver um histórico de manutenções mais completo ou se possuir componentes adicionais que elevem o valor de reposição. Por isso, entender a função da FIPE ajuda o corretor a conduzir conversas mais transparentes com o cliente, explicando que o valor segurado ideal pode diferir do valor de compra ou do preço que aparece em uma cotação de revenda, mas que a referência FIPE fornece uma baliza sólida para comparar propostas.
Boas práticas para manter o valor de referência alinhado com a realidade de uso e facilitar a cotação
Para o proprietário de um Volvo NL-10 280 6×4 2p Diesel 1995, manter a documentação e o histórico de manutenção em dia é uma das estratégias mais eficazes para preservar o valor de referência ao longo do tempo. Seguem recomendações práticas que costumam ter impacto direto na avaliação de seguros e na percepção de risco do segurador:
Primeiro, manter um registro completo de revisões e manutenções com notas técnicas, peças originais e comprovantes de serviço ajuda a demonstrar que o veículo foi cuidado, o que tende a reduzir a severidade de sinistros e a frequência de falhas. Segundo, monitorar o estado do motor, sistema de transmissão, freios, suspensão e componentes de carga pode evitar surpresas que elevem o custo de reparo ou a probabilidade de perdas completas. Terceiro, manter a carroceria, o chassi e o sistema de cabine em bom estado não apenas facilita a inspeção de seguros como também contribui para a confiabilidade da operação em estradas. Quarto, a atualização de equipamentos de segurança e de conforto — quando possível, sem comprometer a originalidade — pode influenciar positivamente na percepção de valor pelo mercado de usados e, por consequência, pela FIPE. Lembre-se de que, embora a FIPE considere o veículo como referência, o seguro é uma ferramenta de proteção que deve refletir as necessidades operacionais reais do cliente. A função da corretora é orientar sobre o equilíbrio entre cobertura, valor segurado e custo da apólice, sempre com base em dados objetivos e documentos consistentes.
Por fim, vale esclarecer que, em operações com caminhões antigos, a avaliação pode incluir ajustes específicos. Em alguns casos, a seguradora pode aceitar valores de reposição de peças ou de carroceria que não estejam diretamente cobertos pela FIPE, desde que haja justificativa técnica e documentação que comprove a condição do equipamento. Essa prática visa tornar o seguro mais justo para o proprietário, reconhecendo tanto a importância do veículo no fluxo de trabalho quanto as particularidades do mercado de peças e mão de obra para modelos de uma década passada.
Considerações finais sobre o Volvo NL-10 280 e a relação com a cotação de seguros
O Volvo NL-10 280, dentro do universo de caminhões pesados dos anos 1990, representa uma era de engenharia que conjugava robustez com uma arquitetura de cabina pensada para operações de longa distância e cargas relevantes. A memória da marca está presente tanto no design quanto na filosofia de serviço que a Volvo promove ao redor do mundo. Quando pensamos na Tabela FIPE, entramos em um caminho essencial para entender como o mercado de usados reconhece o valor histórico desses veículos e como esse valor é utilizado como referência na precificação de seguros. A prática de combinar o referencial FIPE com o estado de conservação do caminhão, o histórico de manutenção e as condições de operação ajuda a construir uma apólice mais adequada, com coberturas alinhadas às necessidades reais de proteção do patrimônio e da atividade empresarial do cliente. Em ambientes de corretagem, a clareza na comunicação entre o proprietário, o corretor e a seguradora é fundamental para que o processo de avaliação, aprovação de risco e emissão da apólice seja eficiente e justo para todas as partes. A consistência documental e o cuidado com a manutenção não apenas reduzem o custo de propriedade a longo prazo, mas também fortalecem a confiabilidade da operação de transporte, contribuindo para a segurança das estradas e para a continuidade dos negócios do cliente.
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