| Mês | Preço |
|---|---|
| Mar/26 | R$ 39.799,00 |
| Fev/26 | R$ 39.887,00 |
| Jan/26 | R$ 39.975,00 |
| Dez/25 | R$ 40.052,00 |
| Nov/25 | R$ 40.113,00 |
| Out/25 | R$ 40.210,00 |
| Set/25 | R$ 40.340,00 |
| Ago/25 | R$ 40.425,00 |
| Jul/25 | R$ 40.490,00 |
| Jun/25 | R$ 40.531,00 |
| Mai/25 | R$ 40.613,00 |
| Abr/25 | R$ 39.817,00 |
Guia de leitura da Tabela FIPE para o Volvo NL-10 340 6×2 2p (diesel) 1988
A Tabela FIPE é uma referência amplamente utilizada no Brasil para estimar o valor de mercado de veículos usados, incluindo caminhões e frotas de transportes pesados. Quando a conversa é sobre o Volvo NL-10 340 6×2 2p (diesel) de 1988, entender como a FIPE aplica-se a esse tipo de veículo requer atenção a especificidades como configuração de chassi, tipo de motor e a histórica de produção da marca. Este artigo, pensado para leitores que atuam na área de seguros e gestão de frotas, aborda não apenas a leitura da Tabela FIPE para esse modelo, mas também a ficha técnica básica, a reputação da marca e as implicações para seguro e planejamento financeiro de ativos de transporte. O objetivo é oferecer clareza sobre como a FIPE influencia avaliações, cotações e decisões de cobertura, sem perder de vista as particularidades de um caminhão fabricado em 1988 e com configuração 6×2, conhecido pela robustez típica da Volvo.
Contexto da Tabela FIPE e o que ela representa para caminhões antigos
A Tabela FIPE é um instrumento estatístico que agrega dados de mercado para veículos usados com base em fatores como modelo, ano de fabricação, configuração e estado de conservação. No caso de caminhões pesados como o Volvo NL-10 340 6×2 2p (diesel) 1988, a leitura da FIPE não se resume a um único número; envolve uma leitura cuidadosa de como o veículo se enquadra nos critérios oficiais, além de compreender as variações regionais, históricas de uso e disponibilidade de peças. Caminhões antigos costumam sofrer maior variação de valor por questões que vão além da idade: o estado do motor, a condição da transmissão, a integridade elétrica, a quilometragem, o histórico de manutenção e a configuração de eixo podem influenciar o preço refletido na FIPE. Além disso, a FIPE, ao classificar versões com nomes como NL-10 340, muitas vezes utiliza categorias estáticas que não capturam imediatamente o valor de mercado decorrente de particularidades locais de frota, contratos de aluguel de longo prazo, ou demanda por reposição de peças originais.

Para proprietários de caminhões Volvo ou gestores de frotas, entender a leitura da FIPE é essencial na hora de planejar compras, renegociar seguros ou fazer validações de depreciação ao longo de vida útil. No caso de um Volvo NL-10 340 6×2 2p (diesel) 1988, o tamanho da depreciação pode ser influenciado por fatores como disponibilidade de peças modernas para esse conjunto, melhoria de eficiência na frota contemporânea e a demanda por caminhões clássicos em eventos de coleção ou uso institucional. Em seguros, a FIPE funciona como referência base para a avaliação de sinistros, servindo como base para entender o valor de reposição ou de indenização em caso de perda total. Contudo, é comum que seguradoras considerem também o estado do veículo, histórico de manutenção, e alterações realizadas no período, o que pode criar desvios entre o valor FIPE e o valor efetivo de seguro ou reparo.
Outra dimensão relevante é a diferença entre o valor de mercado atual e o valor de reposição original. Enquanto a FIPE capta uma média de mercado para o país, o valor de reposição pode depender da disponibilidade de unidades similares no momento, do tipo de configuração (por exemplo, presença de eixo auxiliar ou de recursos de cabine) e do custo de peças específicas para o NL-10 340. Por isso, quem gerencia seguros de caminhões com esse perfil deve entender que a FIPE oferece uma referência sólida, mas não substitui uma avaliação técnica de condições atuais do veículo, especialmente para modelos com mais de 30 anos de uso. Em síntese, a FIPE é uma bússola confiável para orientar negociações, cobranças de seguros e decisões de investimento, desde que acompanhada de uma inspeção detalhada e de uma compreensão clara das particularidades do veículo em questão.
Ficha Técnica do Volvo NL-10 340 6×2 2p (diesel) 1988
- Configuração de chassi e tração: Caminhão pesado com eixo 6×2, cabina de duas portas (2p), adequado para transporte de carga em rodovias e condições de trabalho variadas, com eixo auxiliar ou configuração de tração específica conforme a necessidade da frota.
- Motorização: Motor diesel, linha de 6 cilindros em linha, com turboalimentação; alimentação de combustível por injeção indireta/moderna para a época, projetado para entregar torque estável em regime de baixa e média rotações, favorecendo aplicações de transporte de cargas pesadas.
- Transmissão: Câmbio manual com múltiplas marchas, desenvolvido para suportar o torque de arrasto típico de caminhões de maior porte; relações de marcha otimizadas para equilíbrio entre desempenho em subida, velocidade de rodagem e economia de combustível de uma operação de frota.
- Aplicação e capacidades: Construção voltada para uso em transportes de carga pesada, com cabine robusta para operações diárias; a capacidade de carga útil e o peso bruto total (PBT) variam conforme configuração de eixo e especificações de fábrica; recomenda-se consultar a plaqueta do fabricante para dados precisos de PBT, peso do veículo pronto e limites de operação em cada região.
A marca Volvo e seu legado de confiabilidade
A Volvo Trucks é reconhecida mundialmente por investir em durabilidade, segurança e desempenho em transporte de cargas. Ao longo de décadas, a marca estabeleceu padrões de confiabilidade operacional que a tornam uma escolha comum em frotas de longo curso, distribuição regional e operações de logística que exigem disponibilidade contínua. O legado da Volvo nesse segmento está ligado a componentes de alta robustez, engenharia voltada para a proteção do motorista, e uma rede de
