| Mês | Preço |
|---|---|
| Mar/26 | R$ 46.362,00 |
| Fev/26 | R$ 46.465,00 |
| Jan/26 | R$ 46.568,00 |
| Dez/25 | R$ 46.657,00 |
| Nov/25 | R$ 46.728,00 |
| Out/25 | R$ 46.841,00 |
| Set/25 | R$ 46.992,00 |
| Ago/25 | R$ 47.441,00 |
| Jul/25 | R$ 47.518,00 |
| Jun/25 | R$ 47.566,00 |
| Mai/25 | R$ 47.662,00 |
| Abr/25 | R$ 47.705,00 |
Como interpretar a Tabela FIPE para o Volvo NL-10 340 em configuração 6×2, 2p, diesel, ano 1989
Contexto da Tabela FIPE e o Volvo NL-10 340
A Tabela FIPE é uma referência amplamente utilizada no Brasil para estimar o valor médio de mercado de veículos usados, incluindo caminhões e implementos rodoviários. Criada pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (FIPE), sua função principal é oferecer uma base padronizada para seguradoras, revendas e proprietários avaliarem sinistros, prêmios de seguro e reposições. No caso de caminhões antigos, como o Volvo NL-10 340, a referência FIPE pode refletir cenários de mercado que variam conforme a idade do veículo, o estado de conservação, a quilometragem, as transformações realizadas no motor, bem como o histórico de manutenção. A nomenclatura 6×2 indica uma configuração com três eixos, sendo dois deles com tração, o que impacta não apenas a performance de condução, mas também o custo de reposição de componentes, freios, suspensão e pneu. A versão 2p, no vocabulário de frotas e de transporte rodoviário, aponta para a cabine com duas portas, comum em caminhões de semipeso para facilitar o acesso do motorista e do ajudante de carga. Quando a tabela FIPE é utilizada para determinar o seguro, a depreciação anual, o nível de desgaste e o custo de reposição dos itens sobressalentes costumam entrar como fatores relevantes na avaliação de risco.”
Ficha técnica do Volvo NL-10 340 6×2 2p (diesel) 1989
O Volvo NL-10 340 representa uma família de caminhões de arrasto ou semi-pesados produzidos na década de 1980. A nomenclatura sugere uma potência aproximada de 340 cavalos, típica de motores diesel robustos para operações de transporte de cargas pesadas. Abaixo estão itens que compõem a sua ficha técnica, com observação de que os números podem variar conforme o equipamento original de fábrica ou as alterações efetuadas ao longo da vida útil do veículo.

- Configuração de chassi e cabine: 6×2 com cabine de 2 portas, destinada a atividades de transporte de carga rodada e longas viagens.
- Motor: diesel, em linha, com turboalimentação; intercooler pode estar presente dependendo da configuração original; projetado para oferecer torque estável em faixas de carga variáveis.
- Deslocamento (cilindrada): aproximadamente 11 litros, característica comum em motores de média a alta cilindrada da época, voltada para torque consistente em rotações moderadas.
- Potência: em torno de 340 cv (aprox. 251 kW), alinhando desempenho com a necessidade de deslocamento de cargas consideráveis em estradas nacionais.
Além destes itens, vale considerar que o Volvo NL-10 340 costuma trazer características como transmissão manual de várias marchas (geralmente entre 8 e 12 velocidades, dependendo da configuração de fábrica), sistema de freios de comando hidráulico ou pneumático, eixo dianteiro com direção convencional e dois eixos traseiros — sendo um deles com tração e o outro com lastro ou tração, característica comum em 6×2. A cabine com duas portas facilita a troca de motorista em turnos de operação contínua, uma prática comum em frotas que exigem disponibilidade de veículo por longos períodos. O peso bruto total (PBT) pode variar conforme o eixo de lastro e as opções de carroceria, com faixas que costumam girar em torno de 26 a 28 toneladas para configurações 6×2 da linha NL, sempre condicionado à especificação original do conjunto veículo-carroceria e às normas técnicas vigentes no momento do emplacamento.
Para quem analisa a Tabela FIPE e sua aplicação prática na correção de prêmios, é importante entender que o NL-10, por ser um modelo com mais de três décadas de uso, pode apresentar variação de valor entre estados, entre oficinas e entre o estado de conservação da carroceria e da cabine. A depreciação tende a seguir um ritmo diferente de carros de passeio, refletindo o ciclo de vida de um caminhão, a robustez do motor, o estado dos componentes de tração, freios, suspensão e a disponibilidade de peças de reposição originais ou alternativas compatíveis. Em algumas situações, a FIPE pode disponibilizar faixas de valor para o veículo inteiro, bem como para peças específicas, o que ajuda seguradoras e proprietários a dimensionar coberturas, franquias e apólices com maior aderência à realidade do patrimônio.
Interpretação prática para seguro com base na Tabela FIPE
Ao considerar o Volvo NL-10 340 6×2 2p diesel de 1989 na apólice de seguro, algumas dinâmicas merecem atenção especial. Em veículos com mais de 30 anos, como é o caso, o custo de reposição pode variar de acordo com a disponibilidade de peças originais no mercado, com a necessidade de recondicionamento de motores e com a possibilidade de adaptações realizadas pela frota para atender exigências de operação regional. A FIPE serve como referência, mas as seguradoras costumam cruzar informações com o histórico de manutenção do veículo, com laudos de reconhecidas oficinas, bem como com o valor de mercado atual das peças usadas e recuperadas. Além disso, caminhões com configuração 6×2 demandam avaliação diferenciada quanto a consumos de combustível, desgaste de componentes de tração, pneus e freios, que impactam não apenas o prêmio, mas também a necessidade de coberturas específicas, como proteção de carga, responsabilidade civil, incêndio, danos elétricos e eventual assistência 24 horas em viagem.
Gestão de seguro para caminhões antigos: aspectos práticos
Para quem administra frotas e precisa assegurar um Volvo NL-10 340, a abordagem educativa envolve compreender como o valor referencial da FIPE se traduz em prêmios e coberturas. O seguro para caminhões de anos avançados costuma exigir documentação completa de manutenção, histórico de sinistros, comprovantes de inspeção veicular e, às vezes, avaliação física do estado da carroçaria e do motor. Abaixo estão pontos-chave que costumam orientar a negociação com a seguradora, mantendo o foco na segurança financeira da operação:
É justamente nesse fio que a ficha técnica comentada, a história de uso e o estado atual do veículo ganham relevância prática. A seguradora avalia não apenas o veículo isoladamente, mas também a função que ele desempenha na frota, o padrão de rotas, as regiões de atuação, a carga típica transportada e a frequência de viagens. A Tabela FIPE entra como referência de valor, mas a prudência recomenda informar-se sobre faixas de depreciação, condições de reposição de componentes e a possibilidade de utilização de peças paralelas de qualidade, conforme a política da seguradora. Em muitos casos, a contratação de um plano com cobertura de casco completo para caminhões, associada a uma proteção de carga ajustada ao tipo de mercadoria, representa uma estratégia mais eficaz do que uma cobertura básica para quem depende da disponibilidade do veículo para manter a operação em funcionamento.
Seção prática: itens a considerar na avaliação de risco para este modelo
A fim de facilitar a compreensão de como o seguro pode se adaptar a um Volvo NL-10 340 6×2 2p (diesel) de 1989, listamos quatro pontos-chave que costumam aparecer na avaliação de risco pelas seguradoras, sem entrar em questões específicas de preço. Estes itens ajudam proprietários e gestores de frota a se organizarem para uma cotação mais eficiente e precisa:
- Histórico de manutenção completo: revisões, troca de óleo, verificação de turbo, sistema de arrefecimento, freios e suspensão para confirmar o estado geral do conjunto motor-transmissão.
- Estado de conservação da cabine e carroceria: funilaria, proteções contra corrosão, fixação de componentes, integridade de cabos elétricos e sistema de iluminação, tudo refletindo no risco de sinistro e no custo de reparos.
- Condição da tração e do sistema de freios: verificação de discos, pastilhas, cilindros e válvulas, bem como do eixo central de lastro que compõe o 6×2; a confiabilidade desses itens impacta a avaliação de risco em viagens com carga.
- Rotas e uso operacional: frequência de viagens, tipo de carga transportada, zonas de atuação (urbana, rodovias, regiões com restrições), o que influencia tanto a probabilidade de sinistro quanto o custo de assistência em caso de imprevistos.
Ao estruturar a apólice para um veículo nessa faixa etária, é comum que o corretor de seguros sugira uma combinação de coberturas que combinem responsabilidade civil facultativa, casco total ou parcial, proteção de carga, incêndio, roubo e acessórios, além de serviços de assistência 24 horas. O objetivo é equilibrar o custo do prêmio com o valor de reposição ou indenização, levando em conta que a depreciação pode mudar significativamente ao longo de décadas, especialmente quando se tratam de caminhões com histórico de uso intenso e possíveis transformações para adequação de contêineres, reboques ou carrocerias especiais.
Observa-se ainda que a estimativa de valor segundo a FIPE, para veículos com mais de 30 anos, pode exigir validação pela seguradora por meio de laudos técnicos. Em alguns casos, o veículo pode estar classificado com valor de mercado mais estável quando mantida a originalidade de motor e sistema de transmissão, desde que haja comprovante de manutenção fiel. Isso reforça a necessidade de manter documentação organizada, com notas fiscais de peças originais ou de reposição, bem como comprovantes de inspeção veicular periódica, para facilitar o processo de cotação e eventual indenização integral ou parcial, conforme o tipo de cobertura contratada.
Para proprietários que buscam uma leitura mais prática, a análise da Tabela FIPE para o Volvo NL-10 340 envolve observar as tendências de valorização ou desvalorização de caminhões clássicos na região de operação. Em cenários de seguro, esse dado serve como base para ajustes de prêmio, franquias e limites de cobertura que se alinhem à realidade do veículo e da atividade da frota, sem perder de vista a importância de manter a operação com um nível adequado de proteção, com foco na continuidade do serviço de transporte e na minimização de perdas financeiras em situações adversas.
Caso esteja buscando uma abordagem mais direcionada para este modelo específico, considere consultar profissionais especializados em seguros de frotas com histórico de caminhões clássicos ou consultores que trabalhem com avaliações técnicas independentes. Eles podem auxiliar na validação do valor de mercado atual, na análise de peças de reposição compatíveis e na construção de uma cobertura que combine custo e proteção de forma equilibrada.
Para fechar, a correta leitura da Tabela FIPE aliada ao conhecimento técnico sobre o Volvo NL-10 340, 6×2, 2p diesel de 1989, é capaz de orientar decisões mais acertadas tanto para quem opera a frota quanto para quem gerencia o seguro. A combinação de dados históricos, conservação do veículo e condições operacionais resulta em cotações mais realistas, com chances maiores de atender às necessidades específicas de cada negócio.
Para fechar a proteção com condições personalizadas, permita-se uma cotação com a GT Seguros.
