Valor FIPE Atual
R$ 67.830,00
↑ 1,0% vs mês anterior
FIPE: 516043-0
Ano: 1994-3
MêsPreço
Fev/26R$ 67.830,00
Jan/26R$ 67.159,00
Dez/25R$ 66.495,00
Nov/25R$ 66.745,00
Out/25R$ 66.906,00
Set/25R$ 67.122,00
Ago/25R$ 67.407,00
Jul/25R$ 67.746,00
Jun/25R$ 68.087,00
Mai/25R$ 68.224,00
Abr/25R$ 68.287,00
Mar/25R$ 68.391,00

Entendendo a Tabela FIPE para o Volvo NL-10 340 6×4 2p a Diesel, Ano 1994

Quando falamos em avaliação de veículos usados na área de seguros, a Tabela FIPE atua como referência de mercado para várias faixas automotivas, incluindo caminhões pesados. No caso do Volvo NL-10 340 6×4 2p (diesel) de 1994, a análise pela FIPE envolve não apenas o valor atual de reposição ou de venda, mas também a compreensão de como fatores como idade, estado de conservação, configuração de motor e tração influenciam o prêmio de seguro e as condições contratuais. Este artigo explora a relação entre a Tabela FIPE e esse modelo específico, oferecendo uma visão educativa sobre a leitura da ficha técnica, a reputação da marca e os aspectos práticos para quem atua como corretor de seguros ou gerente de frotas.

A origem e a importância da marca Volvo no segmento de caminhões

Volvo é uma marca com presença global na indústria de transportes há décadas, reconhecida pela combinação de robustez, segurança e tecnologia integrada aos veículos comerciais. A herança sueca da empresa traz consigo uma ênfase constante na durabilidade de operação, na proteção de ocupantes e na facilidade de manutenção, fatores que influenciam, direta ou indiretamente, o comportamento do veículo em termos de custo de propriedade ao longo de sua vida útil. Para caminhões pesados como o NL-10 340, essas qualidades se traduzem em maior disponibilidade de frota, menor tempo de indisponibilidade por falhas e, consequentemente, impactos positivos na avaliação de risco para seguradoras e proprietários.

Tabela FIPE VOLVO NL-10 340 6×4 2p (diesel) 1994

Ao longo dos anos, a Volvo consolidou uma linha de caminhões voltada tanto para rotas de longa distância quanto para operações de distribuição pesada. A era 1990s, em particular, destacou-se por uma engenharia que priorizava o equilíbrio entre potência, torque útil para guiar carretas e eficiência de combustível dentro de parâmetros operacionais exigentes. O NL-10 340 de 1994 pertence a essa linha histórica, representando uma solução de tração 6×4 com cabine de duas portas, destinada a atender aplicações que combinam carga considerável e exigências de estabilidade em rodovias e estradas de mão dupla.

Ficha Técnica resumida do Volvo NL-10 340 6×4 2p (diesel) 1994

Abaixo está uma visão compacta, com os principais itens que costumam ser verificados na hora de consultar a Tabela FIPE e as bases de dados de seguros. Observação importante: dados podem variar conforme a configuração de motor, transmissão, cabine e acessórios; a ficha técnica para fins de FIPE serve como referência e pode sofrer ajustes conforme o registro do veículo específico.

  • Motor: Diesel; cilindrada aproximadamente 10 L; potência nominal em torno de 340 cavalos
  • Transmissão: manual, tipicamente com 9 velocidades (variações por configuração)
  • Cabine e tração: cabine de two portas (2p); tração 6×4, indicando três eixos com dois acionados
  • Conceitos de uso: veículo pesado de carga, com configuração voltada a operações que exigem boa capacidade de tração e estabilidade em terrenos desafiadores

Além desses pontos, a ficha técnica de um NL-10 340 pode incluir informações adicionais, como faixa de peso bruto total (PBT), payload aproximado, dimensões externas, capacidades de combustível e variáveis de suspensão. Em 1994, os modelos Volvo desse porte costumavam priorizar confiabilidade em condições de trabalho intenso, com componentes de qualidade que facilitavam manutenção em oficinas autorizadas e independentes, o que, por sua vez, influencia positivamente a avaliação de risco por parte de seguradoras que consideram o histórico de reparos e disponibilidade de peças.

Como a Tabela FIPE reflete o valor de mercado para caminhões pesados

A Tabela FIPE funciona como uma média estatística de valorização de veículos usados no Brasil, levando em conta dados de diversas negociações realizadas ao longo do tempo. Para caminhões como o NL-10 340, o valor FIPE serve como referência de reposição em sinistros, cálculo de seguro e até para operações de venda entre pessoas físicas e jurídicas. Vale destacar que o valor FIPE é sensível a variações de idade, estado de conservação, histórico de conservação, quilometragem e configuração específica (motor, cabine, transmissão). Em frotas, especialmente, a variação de preço entre um ano e outro pode ter impacto direto no prêmio do seguro, já que o risco tende a ser menor quando a porcentagem de depreciação é estável e a manutenção está em dia. Por isso, corretores e gestores de frota costumam orientar-se por uma leitura estratégica da FIPE, associando-a a inspeções técnicas, cronogramas de manutenção e dados de sinistralidade para chegar a uma cobertura adequada sem pagar o valor excedente do prêmio.

Para o Volvo NL-10 340 6×4 2p (diesel) de 1994, a interpretação FIPE pode, portanto, considerar não apenas a idade do veículo, mas também a confiabilidade da linha Volvo, o histórico de manutenção do exemplar e a disponibilidade de peças. Em veículos com mais de duas décadas, como muitos carros e caminhões nessa faixa, a substituição de componentes críticos (sistema de freios, suspensão, embreagem, sistemas de alimentação) pode influenciar a avaliação de risco pela seguradora, especialmente quando a frota depende de alta disponibilidade para operações contínuas. A combinação de um motor diesel de grande cilindrada, a configuração 6×4 e a cabine com duas portas traduz um perfil operacional que exige, por parte da seguradora, uma leitura cuidadosa de fatores de uso, distância percorrida e condições de trabalho.

Aplicação prática da leitura FIPE na contratação de seguro para o NL-10 340

Para corretores de seguros e proprietários de frotas, entender a relação entre a FIPE e as especificidades do Volvo NL-10 340 é essencial para estabelecer coberturas alinhadas aos riscos reais. Alguns aspectos práticos a considerar incluem:

  • Idade do veículo e histórico de manutenção: caminhões mais velhos podem exigir coberturas diferenciadas de desgaste, com foco na disponibilidade de peças e na probabilidade de falhas mecânicas em componentes críticos.
  • Uso da frota: operações de transporte de carga pesada, com deslocamentos frequentes em estradas de difícil acesso, tendem a exigir coberturas com maior valor segurado para reposição de componentes essenciais (motores, transmissoões, eixos) e opções de assistência 24 horas.
  • Condição atual e inspeções regulares: veículos que passam por vistorias técnicas com regularidade tendem a apresentar menor probabilidade de sinistros, o que pode se refletir em prêmios mais estáveis ou condições de reajuste mais vantajosas.
  • Histórico de sinistros: patamares de sinistralidade da frota, especialmente para caminhões 6×4, influenciam os descontos ou reajustes de prêmio, principalmente em cobertura de danos a terceiros, colisão e incêndio.

Além desses pontos, vale considerar a importância de coberturas específicas. Em caminhões com configuração de 6×4, a proteção contra roubo de componentes, danos ambientais e responsabilidade civil de terceiros é comum, mas a composição de cada apólice pode variar bastante conforme o perfil de operação, a região de atuação, a presença de pernoites, as rotas mais utilizadas e a necessidade de coberturas adicionais, como guincho, recuperação de veículo e assistência em viagem. A FIPE, nesse contexto, serve como âncora de referência para o valor segurado, mas a decisão final sobre o montante de cobertura deve levar em conta o conjunto de fatores e o orçamento disponível.

Boas práticas para proprietários de Volvo NL-10 340 e para corretores

Para otimizar a relação entre custo de seguro, proteção do ativo e tranquilidade operacional, algumas práticas ajudam a manter a validade da avaliação FIPE alinhada com a realidade da frota:

Primeiro, mantenha um histórico de manutenção organizado, com notas de serviços, trocas de peças críticas e datas de inspeções. Em caminhões antigos, a disponibilidade de peças pode influenciar não apenas o custo de reparo, mas também o tempo de retorno à operação, o que, por consequência, impacta a experiência de seguradora na avaliação do risco.

Segundo, registre a quilometragem com fidelidade. Quilometragem moderada, aliada a manutenção regular, tende a manter o valor de mercado estável e facilita negociações com seguradoras, que costumam considerar a valorização de ativos alinhados com uso responsável.

Terceiro, avalie o uso da frota com base no perfil de rota. Caminhões que operam em rodovias com boa infraestrutura costumam ter menores riscos de avarias súbitas em comparação com trajetos que atravessam estradas rurais com irregularidades; esse fator influencia na avaliação de risco e, por consequência, no prêmio.

Quarto, direcione a atenção para a segurança dos ocupantes e para a proteção de cargas. Medidas como treinamento de condução econômica, dispositivos de segurança passiva e ativa, monitoramento telemático e sistemas de freio robustos ajudam a reduzir o risco de sinistros, contribuindo para prêmios mais estáveis ao longo do tempo.

Considerações finais sobre o Volvo NL-10 340 6×4 2p (diesel) 1994

O Volvo NL-10 340, com a configuração 6×4, representa um estilo de caminhão que equilibra capacidade de carga, robustez operacional e uma tradição de engenharia associada à marca Volvo. Embora o veículo tenha sido fabricado em 1994, a percepção de valor para a FIPE e para o seguro depende de uma combinação de fatores: o estado atual da unidade, histórico de manutenção, disponibilidade de peças e o contexto de uso na frota. Essa combinação de elementos faz com que a leitura da Tabela FIPE seja mais do que uma simples atribuição de preço; é um instrumento estratégico para a gestão de riscos, planejamento de reposição e determinação de coberturas adequadas às necessidades de quem depende de caminhões pesados para as suas operações diárias.

Para quem gerencia uma frota ou atua como corretor de seguros, compreender esse arcabouço é essencial para estabelecer soluções que unam proteção, custo-benefício e continuidade operacional. A Tabela FIPE oferece um referencial de mercado, mas o sucesso na gestão de riscos está na capacidade de interpretar esse referencial à luz do uso específico do caminhão, da sua condição física e do ambiente de atuação.

Se estiver buscando proteção adequada para a sua frota Volvo NL-10 340, considere fazer uma cotação com a GT Seguros.