| Mês | Preço |
|---|---|
| Jan/26 | R$ 70.947,00 |
| Dez/25 | R$ 71.083,00 |
| Nov/25 | R$ 71.190,00 |
| Out/25 | R$ 71.362,00 |
| Set/25 | R$ 71.592,00 |
| Ago/25 | R$ 71.743,00 |
| Jul/25 | R$ 71.858,00 |
| Jun/25 | R$ 71.930,00 |
| Mai/25 | R$ 72.075,00 |
| Abr/25 | R$ 72.140,00 |
| Mar/25 | R$ 72.249,00 |
| Fev/25 | R$ 72.293,00 |
Análise prática da Tabela FIPE para o Volvo NL-12 400 6×4 2p diesel de 1992 e implicações para seguros
A Tabela FIPE é a referência oficial para consultar o valor de mercado de veículos usados no Brasil. Quando falamos de caminhões pesados como o Volvo NL-12 400, 6×4, diesel, ano de 1992, esse índice cumpre função essencial para entender a depreciação, orientar negociações e, principalmente, balizar a avaliação de seguro. Este post aborda a relação entre a Tabela FIPE, as características técnicas do veículo e a forma como esses elementos influenciam a escolha de coberturas e a definição de prêmios. O objetivo é oferecer uma leitura educativa sobre como interpretar esse conjunto de dados sem entrar em valores de venda específicos, mantendo o foco na segurança, na manutenção e na proteção veicular.
Ficha Técnica do Volvo NL-12 400 6×4 2p (diesel) 1992
- Veículo: Caminhão pesado, tração 6×4, com três eixos, sendo dois eixos traseiros motrizes.
- Ano de fabricação/modelo: 1992
- Motorização: Diesel, motor de alta capacidade de cilindração, turboalimentado, de linha, com potência anunciada próxima de 400 cavalos (valor de referência típico para a configuração NL-12 400).
- Transmissão: Tipicamente manual, com várias marchas para trabalho de carga pesada e condições de rodagem diversas.
Observação: a designação NL-12 400 indica linha e desempenho voltados a aplicações de transporte de carga em longas distâncias, com foco em torque estável e robustez para operações agroindustriais, logísticas e de construção. A configuração 6×4 favorece estabilidade em terrenos desafiadores e capacidade de tração em desníveis ou estradas não pavimentadas, características comuns em frotas de caminhões pesados. A ficha técnica apresentada visa oferecer um retrato útil para o planejamento de seguros, manutenção e gestão de risco, sem depender de valores de negociação atuais, que devem sempre ser verificados com base no contexto de mercado local.

Volvo: tradição de engenharia, segurança e inovação no transporte de cargas
A Volvo é referência mundial no segmento de caminhões pesados, reconhecida pela robustez de engenharia, pela priorização da segurança e pela rede de serviços que sustenta operações de transportes em diferentes regiões. Fundada para atender necessidades de logística com alto rigor de confiabilidade, a marca consolidou uma reputação baseada em tecnologias que reduzem paradas não programadas e aumentam a disponibilidade da frota. Além disso, a Volvo historicamente investiu em inovações que melhoram a usabilidade, a ergonomia da cabine e a eficiência de combustível, aspectos relevantes na gestão de custos operacionais de transportadores. Ao analisar a Tabela FIPE para modelos como o NL-12 400, a percepção de confiabilidade da marca pode influenciar decisões de seguro, especialmente em termos de aceitação de determinados coberturas, condições de proteção de cabina, gestão de ataques de risco e disponibilidade de assistência técnica em sinistros.
Interpretação da Tabela FIPE no contexto de caminhões pesados
A FIPE (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas) compila valores médios de mercado para veículos usados com base em transações observadas. No caso de caminhões pesados com configuração específica (6×4, diesel, ano de 1992), o valor FIPE funciona como referência para itens de indenização, depreciação e cálculo de prêmios de seguro de terceiros, conserto e colisão, bem como para avaliações em caso de perda total. Alguns itens que costumam influenciar a leitura da FIPE incluem:
– Idade do veículo e desgaste natural: caminhões antigos tendem a apresentar depreciação maior e variações de valor conforme o histórico de uso, conservação da carroceria, estado da cabine e condições do motor.
– Quilometragem e histórico de serviços: uma frota com registros de manutenção regulares e de qualidade pode impactar positivamente a percepção de risco por parte das seguradoras, mesmo para modelos com idade avançada.
– Condições de uso: zonas de operação (industrial, rodoviário, trecho de mata) e a frequência de deslocamentos influenciam o desgaste de componentes críticos, o que, por sua vez, pode refletir no valor de cobertura e nas franquias aplicáveis.
– Configuração técnica: a tração 6×4, o tipo de motor diesel e a capacidade de carga influenciam a avaliação de risco de sinistros, como danos em freios, suspensão e sistema de transmissão, que são elementos que as seguradoras monitoram com atenção em caminhões pesados.
É importante destacar que o valor FIPE serve como referência de mercado e não é sinônimo de preço de aquisição ou de indenização exata em caso de sinistro. Em seguros, o prêmio e a indenização dependem de várias variáveis, incluindo o tipo de cobertura, o histórico do veículo, o uso do veículo, a localidade de circulação e as condições contratuais.
Impacto da FIPE na definição de coberturas e no gerenciamento de riscos
Para quem administra frotas ou utiliza o Volvo NL-12 400, compreender como a FIPE influencia a segurabilidade é essencial. A depender do tom de seguro contratado (casco, responsabilidade civil, assistência 24h, proteção de acessórios etc.), diferentes impactos podem surgir:
- Escolha de coberturas adicionais: veículos mais antigos ou com alto risco de desgaste podem exigir coberturas específicas para componentes como motor, câmbio, freios e sistema de suspensão, além de proteções para a cabine e para equipamentos de bordo.
- Definição de franquias: a idade e o estado geral do veículo costumam orientar a seguradora a propor franquias proporcionais ao risco. Fleches maiores podem reduzir o prêmio, mas aumentam o valor de cada parte de sinistro.
- Avaliação de reposição x indenização: veículos com maior desvalorização pela FIPE podem favorecer opções de indenização com reposição por parte ou valor de referência, dependendo da política da seguradora e do contrato.
- Programa de manutenção e vigilância: a FIPE está correlacionada com a ideia de que um veículo bem conservado tende a ter sinistros menos graves e menor necessidade de reparos onerosos. Isso pode ser um fator favorecedor na hora de negociar condições de seguro com corretoras e seguradoras.
Para operadores logísticos, é comum que as seguradoras valorizem a documentação de manutenção preventiva, histórico de sinistros, localização de uso (região com maior demanda de fretes) e a implementação de dispositivos de rastreamento. Tudo isso influencia, de forma direta ou indireta, o conjunto de coberturas recomendadas e o nível de proteção adequado ao NL-12 400, com base na média de mercado indicada pela FIPE para o modelo 1992.
Manutenção estratégica para preservar a segurabilidade do NL-12 400
Uma gestão proativa da manutenção não só preserva a performance do caminhão, como também pode favorecer condições de seguro mais favoráveis. Aqui vão orientações úteis para quem dirige ou administra uma frota com Volvo NL-12 400:
- Rotina de inspeção: crie um cronograma de verificação de motor, sistema de transmissão, freios, direção, suspensão, pneus e iluminação antes de cada viagem. Pequenas ações preventivas reduzem o risco de falhas graves em rodovias.
- Registros detalhados: mantenha um diário de manutenção com datas, peças substituídas, quilometragem e custos. Documentação organizada facilita a comprovação de cuidado com o bem, favorecendo a relação com a seguradora.
- Conservação de cabine e carroceria: a preservação de elementos da cabine, bancos, painel e carroceria é relevante para o valor de mercado e também para a percepção de risco pela seguradora, especialmente em casos de apólices que contemplam proteção de ocupantes e itens de valor agregado.
- Atualização de equipamentos de segurança: sistemas de freio, controle de stability, dispositivos de retenção de carga e alarmes ajudam a mitigar riscos de sinistro e a demonstrar compromisso com a proteção de terceiros e do veículo.
Além disso, uma boa prática é revisar periodicamente as coberturas de seguro conforme a evolução da operação. Um caminhão de 1992 pode não ter os mesmos requisitos de proteção de uma unidade mais recente, mas, com a FIPE servindo como referência de mercado, é possível alinhar as coberturas para cobrir adequadamente o valor de reposição ou de indenização, sem subestimar a importância de proteções específicas para o equipamento a bordo e para a própria integridade operacional.
A marca Volvo, segurança e inovação como diferencial na gestão de seguros
Entre as vantagens de escolher Volvo para operações de transporte está o compromisso com a segurança e a continuidade operacional. A gear marca investe continuamente em soluções que ajudam a reduzir o risco de sinistros, como chassis robustos, sistemas de freios confiáveis, diagnósticos eletrônicos avançados e suporte técnico de rede global. Esses aspectos influenciam não apenas a performance do veículo, mas também a percepção de risco por parte das seguradoras, impactando, por consequência, as condições da apólice. Além disso, a Volvo tem histórico de facilidades para manutenção e disponibilidade de peças, o que facilita a reposição de componentes em regiões com maior densidade de frota. Em termos de seguro, essa reputação de confiabilidade pode se traduzir em prêmios mais estáveis ao longo do tempo, desde que mantidos os padrões de uso, manutenção e segurança exigidos pela apólice.
Considerações finais sobre a Tabela FIPE e o seguro para o NL-12 400
Ao lidar com o Volvo NL-12 400 6×4 2p diesel de 1992, a Tabela FIPE serve como uma referência de valor de mercado, o que ajuda na calibragem de indenizações e, indiretamente, na formação de prêmios de seguro. No entanto, vale destacar que o valor FIPE é apenas um dos componentes do cálculo de seguro: seguradoras também consideram idade, uso, histórico de sinistros, perfil da frota, região de operação, níveis de proteção e as coberturas escolhidas. A soma desses elementos orienta a melhor estratégia de proteção para o veículo, visando reduzir o impacto financeiro de eventuais sinistros e manter a atividade econômica da frota com maior previsibilidade de custos.
Para uma visão personalizada sobre como manter o NL-12 400 protegido e como alinhar a cobertura com base na Tabela FIPE e nas suas necessidades operacionais, recomendo avaliar com uma corretora especializada. Um atendimento qualificado pode oferecer opções que equilibram custo e proteção, incluindo coberturas específicas para caminhões pesados e para itens de bordo relevantes para operações logísticas. E, para quem já está considerando opções de proteção, a GT Seguros oferece cotações sob medida para atender às particularidades de cada frota e de cada negócio.
