Valor FIPE Atual
R$ 71.051,00
↓ 0,2% vs mês anterior
FIPE: 516089-8
Ano: 2007-3
MêsPreço
Jan/26R$ 71.051,00
Dez/25R$ 71.187,00
Nov/25R$ 71.294,00
Out/25R$ 70.172,00
Set/25R$ 71.972,00
Ago/25R$ 73.818,00
Jul/25R$ 72.656,00
Jun/25R$ 72.729,00
Mai/25R$ 72.875,00
Abr/25R$ 74.744,00
Mar/25R$ 72.775,00
Fev/25R$ 72.775,00

Guia completo sobre a Tabela FIPE para o Volvo VM 260 4×2 diesel 2007

A Tabela FIPE é uma referência amplamente utilizada no Brasil para indicar valores médios de mercado de veículos usados. No contexto de seguros, essa tabela funciona como um ponto de referência para cálculos de indenização e para a definição de coberturas de risco, já que ajuda a contextualizar o preço histórico e a manter o equilíbrio entre o que é segurado e o custo da apólice. Quando se trata de veículos comerciais leves, caminhões e frotas, a Tabela FIPE pode influenciar decisões importantes tanto para o proprietário quanto para a corretora de seguros, pois o valor de referência impacta a forma como a cobertura é estruturada, o prêmio e as cláusulas de reparo ou substituição. Este artigo aborda especificamente o Volvo VM 260 4×2 2p diesel de 2007, explorando a relação entre a Tabela FIPE, a ficha técnica do veículo e os aspectos que interessam a quem busca proteção adequada para uma operação de transporte.

Ficha técnica: Volvo VM 260 4×2 (2007)

Para quem utiliza ou avalia um Volvo VM 260 4×2 com cabine de 2 portas, entender a ficha técnica ajuda a compreender o perfil do veículo dentro da Tabela FIPE e, consequentemente, como ele se comporta em termos de seguro e de manutenção. A seguir, itens-chave que costumam constar na documentação técnica e que costumam orientar avaliações de risco e coberturas:

Tabela FIPE VOLVO VM 260 4×2 2p (diesel) 2007

Marca: Volvo

Modelo: VM 260

Séries de tração: 4×2

Cabine: 2 portas (cabine simples)

Ano de fabricação/modelo: 2007

Combustível: Diesel

Motorização: Diesel, eixo de 6 cilindros em linha (configuração típica da linha VM da época)

Deslocamento (cilindrada): aproximadamente 9,0 litros

Potência: em torno de 260 cavalos-vapor (hp)

Torque: na faixa de 980–1.000 Nm

Transmissão: manual, com várias marchas (configuração comum para caminhões da linha VM na época)

Sistema de tração: 4×2 (dianteiro não motriz; tração nas rodas traseiras)

Peso em ordem de marcha (POA/curto): varia com a configuração, mas geralmente fica em faixa de carga útil significativa para caminhões médios

Capacidade de carga útil: depende da configuração específica da carroceria e do conjunto de eixos; para a linha VM 260, a faixa prática varia conforme o conjunto de chassis e carroceria instalada

Dimensões relevantes: comprimento, largura e altura dependem da carroceria, mas o VM 260 costuma apresentar dimensões compatíveis com aplicações de distribuição rodoviária de médias e grandes cargas

Sistema de freios: (geralmente) tambor ou disco, com assistências proporcionadas pela tecnologia da época; os modelos de 2007 já traziam integrações de segurança consistentes com padrões de caminhões da classe

Equipamentos de proteção e segurança: itens como ABS e, conforme configuração, controles de tração e itens de conforto básico para a cabine, conforme a disponibilidade na versão recebida

Sobre a marca Volvo: tradição e foco em transporte de carga

A Volvo é uma marca com trajetória consolidada no segmento de caminhões e soluções pesadas de transporte. Fundada na Suécia, a empresa construiu, ao longo de décadas, uma reputação associada a durabilidade, robustez e foco em segurança. No Brasil e em muitos mercados globais, a Volvo se destacou por oferecer plataformas confiáveis para operações de distribuição, transporte de cargas variadas e atividades logísticas que exigem disponibilidade de frota. O compromisso com a redução de custos operacionais se reflete não apenas na capacidade de carga e desempenho, mas também na rede de assistência técnica, na disponibilidade de peças originais e na facilidade de manutenção. Além disso, a Volvo tem investido em inovações voltadas à segurança do motorista, proteção de cargas e eficiência de consumo, elementos que afetam diretamente o custo total de propriedade de uma frota.

Para quem atua no setor de seguros, é relevante entender que a marca, ao longo dos anos, consolidou um posicionamento que alia tecnologia a um histórico de confiabilidade. Caminhões Volvo costumam ser percebidos como equipamentos estáveis, com boa rede de apoio técnico e com interfaces de manutenção bem documentadas. Essa percepção pode influenciar a avaliação de risco pelas seguradoras, especialmente quando há frota composta por várias unidades da mesma marca e modelo, pois facilita o gerenciamento de sinistros, o planejamento de reparos e a atualizações de componentes ao longo do tempo.

Volvo VM 260 na Tabela FIPE e impactos para seguros

A Tabela FIPE funciona como referência de mercado para veículos usados, inclusive para caminhões e veículos comerciais. Em contextos de seguro, a FIPE ajuda a calibrar a base de cobertura, sobretudo para situações de restituição ou indenização parcial e total, bem como para a avaliação de valores de reposição ou de substituição. Embora a FIPE não substitua uma avaliação técnica específica do veículo particular (que pode depender do estado de conservação, da quilometragem, da configuração de carroceria e de itens agregados), ela serve como parâmetro de referência para as seguradoras calibrar os cenários de risco e as coberturas de acordo com o perfil do Volvo VM 260 4×2 de 2007.

Quando analisa-se o VM 260 dentro da FIPE, a seguradora observa características como idade do veículo, potência e torque, condições de uso (frota mercantil, entrega de mercadorias, transporte de cargas especiais), além do histórico de sinistros da operação. Esses elementos, combinados com a avaliação de risco do motorista e com as políticas de proteção da carga, ajudam a compor uma cotação adequada. O objetivo é assegurar que o benefício de proteção cubra a reposição, reparos ou substituição conforme a realidade da operação, sem deixar lacunas que possam comprometer a continuidade logística da empresa.

Além disso, para quem gerencia uma frota com veículos da marca Volvo, a integração entre a FIPE e os dados operacionais pode favorecer a consistência das apólices ao longo do tempo. Ao acompanhar a evolução da tabela e as mudanças de configuração de cada unidade, é possível ajustar coberturas conforme a necessidade, mantendo o equilíbrio entre custo da proteção e a tranquilidade operacional necessária para o dia a dia da transportadora.

Fatores que influenciam o prêmio de seguro de caminhão volvo VM 260

  • Uso do veículo e rotas: atividades de entrega urbana versus longas distâncias, frequência de carretos e a natureza da carga
  • Perfil do condutor e histórico de sinistros: tempo de atuação, experiência de condução do motorista e incidências anteriores
  • Medidas de proteção da carga e do veículo: alarmes, rastreadores, dispositivos antifurto e frota com políticas de manutenções preventivas
  • Local de operação e disponibilidade de assistência: região de atuação, densidade de frota na área, rede de oficinas credenciadas

Para gerenciar o custo de seguro de um caminhão Volvo VM 260, é comum que as corretoras de seguros proponham estratégias que envolvam combinações de coberturas, franquias inteligentes e programas de gestão de frotas. A escolha entre coberturas de responsabilidade civil, colisão, incêndio, incêndio e roubo, além de coberturas adicionais para carga, deve considerar o tipo de operação, o regime de uso e a criticidade de cada rota. Em contextos de frota, vale também a avaliação de pacotes que contemplem serviços de monitoramento de frota, assistência 24h e benefícios de manutenção preventivo, que podem impactar positivamente a experiência de seguro ao longo do tempo.

Outra consideração prática é a documentação relacionada ao veículo durante o processo de cotação. Ter em mãos o registro de veículo, notas de compra, manual técnico, comprovantes de manutenção e informações sobre a configuração da carroceria facilita a apuração de riscos e reduz o tempo de aprovação da apólice. O Volvo VM 260, por sua natureza robusta, tende a exigir avaliações técnicas mais detalhadas para certos tipos de carga, especialmente em operações que exigem alta confiabilidade de cadeia de suprimentos. Assim, o corretor pode sugerir coberturas específicas para cargas sensíveis, bem como cláusulas de reposição de veículos em caso de sinistro, para manter a continuidade da operação sem interrupções significativas.

Por fim, compreender a relação entre a Tabela FIPE e o seguro de caminhão envolve reconhecer que o objetivo é equilibrar proteção e viabilidade financeira para a operação. A FIPE oferece uma referência estável para orientar decisões de seguro, mas a adaptação às particularidades da frota, da rota e do perfil de risco do negócio é o que realmente cria uma cobertura eficiente. A cada renovação, revisitar a configuração da VM 260, o estado de conservação, a quilometragem acumulada e as necessidades específicas de proteção pode fazer a diferença entre uma apólice adequada e uma que contenha lacunas que impactem a continuidade da atividade.

Conselhos práticos para empresas que utilizam Volvo VM 260 na frota

Para manter a cobertura alinhada aos objetivos operacionais e às exigências de TI e logística, considere as seguintes práticas:

– Atualize periodicamente as informações da frota na seguradora, refletindo alterações de configuração, substituição de peças ou melhorias de segurança.

– Explore retornos de investimento em soluções de monitoramento e rastreamento veicular, que ajudam a reduzir incidentes e facilitam