| Mês | Preço |
|---|---|
| Mar/26 | R$ 128.240,00 |
| Fev/26 | R$ 132.207,00 |
| Jan/26 | R$ 132.405,00 |
| Dez/25 | R$ 135.597,00 |
| Nov/25 | R$ 135.801,00 |
| Out/25 | R$ 136.128,00 |
| Set/25 | R$ 136.566,00 |
| Ago/25 | R$ 137.145,00 |
| Jul/25 | R$ 139.958,00 |
| Jun/25 | R$ 140.662,00 |
| Mai/25 | R$ 141.369,00 |
| Abr/25 | R$ 144.994,00 |
Guia de leitura da Tabela FIPE para o Volvo VM 260 6×2 2p diesel (2007)
Entender como a Tabela FIPE funciona é essencial para quem negocia seguros, avalia veículos usados ou planeja reposição de frota. No caso de caminhões pesados como o Volvo VM 260 6×2 2p, esse entendimento se torna ainda mais relevante, porque o valor atribuído pela FIPE pode influenciar a forma como as seguradoras definem coberturas, indenizações e, por consequência, o valor do prêmio. Este artigo busca esclarecer como interpretar essa tabela, como o Volvo VM 260 se encaixa nesse contexto e quais aspectos associadas à marca e aos seguros devem ser considerados ao cotar um seguro com foco em caminhões diesel usados em 2007.
O que é a Tabela FIPE e como ela impacta seguro e mercado de caminhões usados
A Tabela FIPE (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas) é uma referência amplamente utilizada no Brasil para estimar o valor médio de mercado de veículos usados. Ela reúne dados de preços de compra e venda, cruzando informações por marca, modelo, versão, ano de fabricação e condição geral do veículo. A função principal da FIPE é padronizar a referência de valor para fins de seguros, contratos de financiamento e avaliações de sinistros. Em termos simples, a FIPE oferece um patamar de referência que ajuda a seguradora a calcular a indenização em caso de perda total ou de cobrança de coberturas adicionais, como quebra acidental ou colisão, com base em um valor de reposição ou de mercado correspondente ao veículo similar disponível no mercado.

Para caminhões como o Volvo VM 260 6×2 2p diesel, a leitura da FIPE exige atenção a alguns pontos específicos. Primeiro, o VM 260 é uma configuração de veículo pesado com características próprias de eixo, cabine e motorização que influenciam a avaliação. Em segundo lugar, a FIPE agrega dados por faixa de peso, potência e tipo de uso, mas não leva em conta todo o conjunto de particularidades de cada frota — como modificações no chassi, entre-eixos, carroceria, baú, caçamba ou tanques adicionais, que podem alterar o valor de reposição em caso de sinistro.
Além disso, embora a atualização mensal da FIPE garanta uma periodicidade de ajuste, o mercado de caminhões pode apresentar variações depreciação distintas quando comparadas com automóveis de passeio. Caminhões usados em operações específicas, com alta quilometragem, ou com histórico de acidentes podem ter valores de reposição diferentes do patamar médio indicado pela FIPE. Por isso, seguradoras costumam complementar o reajuste com avaliações técnicas, histórico de manutenção e documentação do veículo. Em termos práticos, entender a FIPE ajuda, mas o seguro de caminhão muitas vezes envolve uma combinação de valores de referência e avaliações próprias da seguradora, que consideram o uso real, o perfil da frota e a região de atuação.
Para quem negocia seguros, o conhecimento da tabela permite discutir melhor as opções de cobertura, limites e franquias. É comum que a apólice utilize o valor FIPE como base de indenização em caso de perda total, porém as apólices também podem contemplar cláusulas de reposição de veículo com valor de mercado atual ou valor de reconstrução, dependendo do contrato e da seguradora escolhida. Em resumo, a FIPE oferece uma referência sólida e prática, mas os detalhes da vigência contratual podem variar conforme o perfil do veículo e as necessidades do contratante.
Ficha técnica do Volvo VM 260 6×2 2p (diesel) 2007
- Motor e potência: Diesel, 6 cilindros em linha, potência nominal de 260 cv.
- Configuração de eixo e tração: 6×2, com cabine de duas portas (2p); eixo dianteiro simples e dois eixos traseiros com tração; peso bruto total (PBT) típico próximo de 32.000 kg.
- Transmissão: manual de 9 velocidades (com opções de transmissão automatizada em versões específicas); embreagem hidráulica comum em veículos pesados.
- Peso, carga útil e tanque de combustível: PBT até cerca de 32.000 kg; carga útil estimada entre 12.000 e 18.000 kg, dependendo da configuração de chassi e carroceria; tanque de combustível entre 300 e 600 litros.
Observação: os valores acima representam faixas típicas associadas à configuração VM 260 6×2 2p de 2007. Em operações reais, a documentação do veículo, o tipo de carroceria e as modificações feitas pela montadora ou pelo proprietário influenciam o peso, a capacidade de carga e o consumo. Ao considerar o seguro, essas variáveis costumam ser levadas em conta pela seguradora no cálculo das coberturas, com visitas técnicas ou a apresentação de documentação adicional quando necessário.
A marca Volvo: tradição, segurança e inovação na indústria de caminhões
Volvo é uma referência mundial no segmento de caminhões, com uma trajetória que se diferencia pela ênfase constante em segurança, durabilidade e eficiência operacional. A marca construiu ao longo de décadas um portfólio sólido, com foco em confiabilidade em aplicações de transporte de carga, logística, distribuição e operações heavy hauler. Em termos de segurança, a Volvo tem histórico de pioneirismo em sistemas de proteção ao motorista, controle de estabilidade, frenagem assistida e tecnologias que reduzem o risco de acidentes em condições adversas. Esse compromisso se traduz em benefícios indiretos para seguros: veículos com itens de segurança avançados costumam ter perfis de risco mais baixos, o que pode impactar positivamente as condições de cobertura e prêmio, especialmente quando o conjunto de sistemas de assistência à condução está presente.
Além disso, a rede de assistência técnica da Volvo e a disponibilidade de peças originais contribuem para manter o caminhão em boas condições operacionais, reduzindo a probabilidade de sinistros relacionados a falhas mecânicas. A reputação de qualidade da marca também facilita adquirentes e operadores de frota a manterem programas de manutenção preventiva, o que costuma ser valorizado pelas seguradoras na hora de estabelecer coberturas, prazos de carência de sinistros e condições de renovação. Em resumo, a Volvo agrega valor não apenas pela performance de seus caminhões, mas também pela percepção de confiabilidade e suporte pós-venda, fatores que costumam influenciar positivamente as avaliações de seguro de frota e de caminhões usados, incluindo a linha VM 260 6×2 2p diesel de 2007.
Fatores que influenciam o seguro do Volvo VM 260 6×2 2p (diesel) 2007
O seguro de caminhões envolve uma avaliação cuidadosa de diversos aspectos que vão além da Tabela FIPE. Ao analisar uma apólice para o VM 260, a seguradora considera o uso pretendido, a rota de operação, as cargas transportadas e a frequência de viagens. Caminhões que percorrem trajetos com maior exposição a riscos, como áreas urbanas densas, estradas com pedágios recorrentes ou regiões com maior incidência de sinistros, costumam apresentar prêmios diferentes daqueles que operam em trajetos mais previsíveis. A idade do veículo também importa: caminhões com mais de uma década exigem avaliações específicas de desgaste, estado de manutenção, histórico de revisões e substituições de componentes críticos, como freios, suspensão, direção e sistema de iluminação.
Outro aspecto relevante é o perfil do motorista. Experiência, tempo de carteira, participação em treinamentos de condução econômica e de segurança, além do histórico de sinistros do condutor, costumam impactar o perfil de risco da apólice. Frotas com programas de treinamento, metas de redução de sinistros e registros de manutenção preventivos tendem a obter condições mais estáveis de seguro e, em alguns casos, descontos por boas práticas de gestão de risco. Além disso, a modalidade de cobertura (contra colisão, incêndio, roubo, danos a terceiros, responsabilidade civil facultativa, entre outras) e o valor da franquia influenciam diretamente no custo total do seguro. A FIPE funciona como referência, mas as seguradoras costumam levar em conta o custo de reposição atual do veículo, a depreciação residual e a existência de acessórios originais ou retrofits que possam elevar ou reduzir o valor assegurado.
Por fim, vale mencionar o efeito da localização da operação do veículo. Regiões com maior índice de roubo de caminhões, incidência de intempéries ou custos de reparação em oficinas credenciadas podem impactar o prêmio. Da mesma forma, a disponibilidade de peças originais Volvo, a rede de centros de serviço autorizados e a facilidade de agendamento de manutenções de rotina ajudam a manter o caminhão em condições ideais, o que, por sua vez, pode influenciar positivamente as condições contratuais da apólice.
Para quem está avaliando a proteção do Volvo VM 260 6×2 2p diesel de 2007, a abordagem mais equilibrada é combinar uma leitura consciente da FIPE com uma avaliação técnica do estado do veículo, um planejamento de manutenção e um programa de gestão de risco na frota. Assim, a seguradora tem uma base sólida para oferecer coberturas compatíveis com a operação real, sem sobrecarregar o custo com prêmios desproporcionais.
Ao final, se você busca uma cotação com condições alinhadas às necessidades da sua operação, considere solicitar uma avaliação com a GT Seguros.
