Valor FIPE Atual
R$ 26.506,00
↓ 0,5% vs mês anterior
FIPE: 005022-9
Ano: 1992-1
MêsPreço
Fev/26R$ 26.506,00
Jan/26R$ 26.645,00
Dez/25R$ 26.785,00
Nov/25R$ 26.925,00
Out/25R$ 26.991,00
Set/25R$ 26.927,00
Ago/25R$ 26.824,00
Jul/25R$ 26.715,00
Jun/25R$ 26.451,00
Mai/25R$ 26.190,00
Abr/25R$ 25.678,00
Mar/25R$ 25.425,00

Entenda a Tabela FIPE para a VolksWagen Kombi Pick-Up 1992 e como isso influencia sua apólice de seguro

Quando pensamos em seguro de automóvel, especialmente em modelos de décadas passadas, a Tabela FIPE aparece como referência central para entender o “valor de mercado” do veículo. No caso da VolksWagen Kombi Pick-Up 1992, um veículo que carrega história e utilidade prática, a leitura da tabela envolve não apenas números, mas também o contexto de uso, a robustez da mecânica clássica e a evolução da marca ao longo do tempo. Este artigo tem como objetivo destrinchar, em linguagem educativa, o que a Tabela FIPE representa para esse modelo específico, apresentando a ficha técnica, traçando o panorama da marca VW e explorando como as seguradoras utilizam esses dados para estabelecer condições de seguro, sem apresentar valores monetários.

A Kombi Pick-Up 1992 é um exemplar que, para muitos, remete a um período de trabalho duro, de manutenção simples e de uma relação direta entre o motorista e o veículo. Ao abordar a Tabela FIPE, entendemos que o objetivo não é apenas confirmar um número, mas ganhar uma leitura qualificada sobre as possibilidades de contratação de seguros, incluindo cobertura de danos, assistência 24h, proteção contra roubo e incêndio, além de itens adicionais. A seguir, vamos estruturar as informações de forma organizada, começando pela ficha técnica, passando pela tradição da marca e terminando com a relação entre FIPE e seguro.

Tabela FIPE VW – VolksWagen Kombi Pick-Up 1992

Ficha técnica da Kombi Pick-Up 1992

A ficha técnica é o conjunto de especificações que ajudam a compreender a configuração básica do veículo. Para a Kombi Pick-Up 1992, as informações costumam refletir um utilitário leve com foco em durabilidade e versatilidade. Abaixo, apresento um resumo conciso, com pontos-chave que costumam aparecer nas fichas técnicas desse modelo. Lembre-se de que variações podem ocorrer conforme o veículo específico, série ou país de origem, por isso vale consultar a documentação do seu exemplar.

  • Motor: 1,6 L a gasolina, 4 cilindros, com configuração típica de alimentação de combustível da época (carburação ou sistema de injeção simples, conforme a versão).
  • Câmbio: Manual de 4 marchas, com relação de transmissão adequada à proposta de utilitário leve da Kombi.
  • Tração: Traseira, característica comum em modelos da linha Kombi, com suspensão pensada para uso urbano e leve carga útil.
  • Capacidade de carga e dimensões: cabine simples/dupla conforme versão, com capacidade de carga funcional para atividades de comércio leve, e dimensões compatíveis com manobrabilidade em áreas urbanas. O peso próprio costuma ficar próximo de valores típicos da linha, com dimensões que variam pouco entre exemplares de 1992.

Observação importante: a ficha técnica pode apresentar pequenas variações entre veículos fabricados no mesmo ano, conforme lote de produção, motor, opções de acabamento e eventual modificação de fábrica. Em termos de seguro, essa variação pode influenciar a estimativa de depreciação e de reparo dentro da esfera da FIPE e das coberturas. Por essa razão, manter a documentação atualizada e registrar diferenças relevantes com a seguradora é uma prática recomendada para quem possui uma Kombi Pick-Up de 1992.

A marca VolksWagen e sua tradição no Brasil

A VolksWagen, conhecida pela linha Beetle, Gol, Saveiro e, claro, pela icônica Kombi, consolidou-se no Brasil como símbolo de engenharia voltada para uso prático e confiabilidade mecanicamente simples. A Kombi, em particular, carrega memória de décadas de atuação comercial, transporte de passageiros e uso familiar, mantendo uma reputação de robustez que atravessa gerações. A trajetória da VW no Brasil está marcada por momentos de inovação técnica, adaptação à demanda regional e uma rede de assistência técnica que, historicamente, facilita a manutenção de veículos com mecânica simples de reparar, mesmo em oficinas menos especializadas.

Essa relação entre marca e modelo influencia a percepção de valor do veículo no mercado de seguros. Seguro para um modelo com origem em uma linha que historicamente priorizou robustez tende a ter avaliações que refletem a ideia de reparabilidade mais direta, disponibilidade de peças e custos de manutenção relativamente previsíveis para o carro. Entretanto, é importante lembrar que, para a FIPE, o valor de mercado é dinâmico e depende de fatores como estado de conservação, quilometragem, histórico de sinistros e disponibilidade de peças para reposição. Em modelos mais antigos, esse lastro pode oscilar com maior frequência, exigindo do segurado um diálogo claro com a corretora para ajustarem o valor segurado de acordo com a realidade existente.

Como a FIPE é usada pelas seguradoras

A Tabela FIPE funciona como referência de mercado para o valor do veículo em determinadas situações: indenização, avaliação de veículo para fins de cobertura e formação de prêmio de seguro. Para a Kombi Pick-Up 1992, esse processo envolve alguns pilares essenciais:

Primeiro, as seguradoras não tratam o valor do veículo como um único número fixo. Em vez disso, utilizam a FIPE como base de referência para estimar o valor de mercado atual do automóvel, contemplando o estado de conservação, a raridade de peças próprias de uma linha antiga e a disponibilidade de itens de reposição. Em segundo lugar, a avaliação de sinistros, quando há perda total ou reparo, costuma levar em conta esse valor de referência, ajustado pela condição real do bem. Em terceiro lugar, o contrato de seguro pode prever cláusulas de depreciação, franquias, limites de coberturas e esquemas de reajuste, que variam conforme o perfil do veículo, a seguradora e o tipo de apólice contratada.

Nesse ecossistema, a Kombi Pick-Up 1992 pode exigir particularidades de leitura: a idade do veículo, o uso típico (transporte de carga, uso urbano, ou atividades comerciais), e a disponibilidade de peças originais podem influenciar o custo de reparo e a facilidade de reposição de componentes. Por isso, ao ler a FIPE, é essencial considerar que a referência de valor não é apenas um número estático, mas parte de um conjunto de informações que ajudam a calibrar o prêmio, as coberturas e o atendimento em caso de sinistro. Por meio dessa leitura, o corretor de seguros consegue orientar o segurado sobre as opções de coberturas, como danos a terceiros, danos próprios, assistência 24h, carro reserva, entre outras, de modo a equilibrar proteção e custo.

Impacto da leitura FIPE na prática de seguro

Para quem possui uma Kombi Pick-Up 1992, a leitura da FIPE pode orientar escolhas que impactam diretamente a experiência com o seguro, sem confundir relação entre valor de mercado e prêmio. Abaixo, listo alguns pontos práticos que costumam surgir na prática cotidiana:

Primeiro, a escolha de coberturas deve considerar o uso real do veículo. Um veículo utilizado para transporte de mercadorias de pequeno porte pode exigir coberturas específicas para danos a terceiros, danos materiais a cargas, e assistência em deslocamento, entre outros itens. Segundo, a manutenção regular e o registro de manutenções ajudam a preservar o valor de mercado e a confiabilidade do veículo, o que, por consequência, tende a favorecer condições mais estáveis de seguro ao longo do tempo. Terceiro, a documentação completa, incluindo histórico de manutenção, notas fiscais de reposição de peças e laudos, facilita o processo de avaliação pela seguradora, reduzindo incertezas e dúvidas na hora de emitir uma apólice. Quarto, é comum que seguradoras ofereçam opções de franquia diferenciadas, com impactos diretos no custo do seguro. Em carros antigos, entender como a franquia se comporta pode ser decisivo para equilibrar proteção e custo mensal.

Essas práticas ajudam a evitar surpresas na hora de acionar o seguro. Lembre-se de que o objetivo é ter uma proteção que faça sentido para o uso que você tem da Kombi Pick-Up 1992, mantendo a relação entre o valor estimado pela FIPE, o custo do prêmio e o nível de cobertura desejado.

Dicas para quem está cotando seguro para a Kombi Pick-Up 1992

Se você está em processo de cotação, algumas orientações podem facilitar a conversa com a seguradora e reduzir a incerteza na hora de fechar o contrato. Considere os seguintes pontos:

  • Descreva com clareza o uso do veículo (transporte de cargas leves, uso urbano, atividades comerciais) para que a seguradora avalie as coberturas mais adequadas.
  • Informe o histórico de manutenção e eventuais substituições de peças importantes, como componentes do motor, sistema de transmissão e freios.
  • Prepare-se para discutir opções de franquia, pois uma escolha adequada pode equilibrar custo de prêmio e proteção em caso de sinistro.
  • Solicite simulações com diferentes cenários de uso e níveis de cobertura para entender como a FIPE influencia o valor segurado e o prêmio final.

Essas diretrizes ajudam a alinhar expectativas e a construir uma apólice que respeite a realidade de um veículo antigo, mantendo a segurança do motorista, dos passageiros e da carga transportada.

Ao longo deste texto, buscamos oferecer uma visão educativa sobre a relação entre a Tabela FIPE, a ficha técnica da Kombi Pick-Up 1992, a tradição da VolksWagen e a prática de seguro. Compreender esses elementos permite ao motorista-empreendedor tomar decisões mais alinhadas com a sua realidade, evitando surpresas e fortalecendo a relação com o corretor de seguros.

Se você estiver pronto para avançar na avaliação da proteção da sua Kombi Pick-Up 1992, a GT Seguros pode apoiar com uma cotação personalizada, levando em conta as especificidades do seu veículo e as coberturas que melhor atendem às suas necessidades. Uma cotação simples pode ser um passo importante para garantir tranquilidade, seguindo a orientação de profissionais que entendem do assunto.