| Mês | Preço |
|---|---|
| Fev/26 | R$ 6.653,00 |
| Jan/26 | R$ 6.689,00 |
| Dez/25 | R$ 6.724,00 |
| Nov/25 | R$ 6.659,00 |
| Out/25 | R$ 6.736,00 |
| Set/25 | R$ 6.858,00 |
| Ago/25 | R$ 6.791,00 |
| Jul/25 | R$ 6.802,00 |
| Jun/25 | R$ 6.810,00 |
| Mai/25 | R$ 6.825,00 |
| Abr/25 | R$ 6.965,00 |
| Mar/25 | R$ 6.955,00 |
Entenda a Tabela FIPE para o VW Logus 1.6 de 1996 nas versões CLi/CL/GL
A Tabela FIPE funciona como um referencial amplamente utilizado no Brasil para entender o valor de mercado de veículos usados. No contexto de seguros, essa referência ajuda a fundamentar orçamentos, coberturas e indenizações em caso de sinistro. Para um VW Logus 1.6, fabricado em 1996 e disponível nas versões CLi, CL e GL, compreender como a FIPE classifica cada versão e como esse número é utilizado pelas seguradoras é essencial para quem busca proteção adequada sem surpresas. Além de orientar o preço de referência, a FIPE também convida o proprietário a considerar aspectos de manutenção, disponibilidade de peças e histórico de uso — fatores que impactam a regulação de coberturas e o custo do seguro ao longo do tempo.
Ficha técnica do VW Logus 1.6 (1996) – CLi, CL e GL
- Motorização: 1.6 L, 4 cilindros, gasolina, alimentação por injeção eletrônica multiponto (MPI).
- Potência e torque: faixa típica de potência entre aproximadamente 85 a 95 cv, com torque compatível aos 1.6 da época.
- Câmbio e tração: manual de 5 marchas, tração dianteira.
- Transmissão e desempenho: conjunto voltado para uso urbano com boa relação entre consumo, desempenho e praticidade para o dia a dia.
Observação importante: as especificações podem sofrer variações entre as versões CLi, CL e GL e ao longo de pequenas mudanças de fabricação, bem como conforme o código do motor e o conjunto de equipamentos de cada unidade. Por isso, ao consultar a FIPE para o seu caso específico, vale confirmar a versão exata inscrita no documento do veículo (CRV) e, se possível, verificar com a concessionária ou o histórico de manutenção quais itens de equipamento foram adquiridos na época. Essa atenção ajuda a alinhar a leitura da tabela com a realidade do seu Logus 1996.

A marca Volkswagen no Brasil: tradição, serviço e uso prático
A Volkswagen chegou ao Brasil com forte presença no segmento de automóveis populares, trazendo tecnologias que buscavam aliar robustez, facilidade de manutenção e custo-benefício. Em meados dos anos 1990, a fábrica investiu em modelos que dialogavam com as necessidades de famílias urbanas: carros com espaço para quatro a cinco ocupantes, consumo manejável e mecânica que pudesse suportar a malha rodoviária do país. O Logus, resultado de uma parceria entre fabricantes e uma resposta ao mercado brasileiro, consolidou-se como uma opção prática para quem precisava de um veículo com porta-malas suficiente, boa visibilidade e facilidade de reposição de peças — um ponto relevante quando pensamos em seguros, manutenção e reparos ao longo do tempo. Além disso, o Logus herdou a qualidade de engenharia da marca, com componentes suportados pela rede autorizada e por diversos fornecedores locais, o que facilita o atendimento em oficinas ao longo dos anos e, por consequência, influencia a avaliação de risco e o custo de seguro para modelos com idade similar ao Logus de 1996.
Do ponto de vista de seguro, a história da marca no Brasil tende a favorecer um entendimento claro sobre disponibilidade de peças originais e de reposição. Carros com mais de 25 anos costumam exigir atenção especial à manutenção preventiva, ao estado geral da carroceria e à condição de itens como sistema de freios, suspensão, correias e sistema elétrico. Em termos de seguro, isso pode significar um peso maior na avaliação de risco para veículos com menos peças novas disponíveis, bem como uma sensibilidade maior a relatos de danos na lataria e na parte mecânica. Por outro lado, a percepção de valor de uso e de fiabilidade, quando bem conservados, costuma favorecer condições estáveis de cobertura para estes modelos, especialmente se houver histórico de revisões e peças originais em dia.
Como interpretar a Tabela FIPE e o impacto no seguro
A FIPE funciona como uma abordagem de referência mensal que captura uma média de preços de veículos usados no mercado brasileiro, levando em conta fatores como idade, quilometragem e estado típico de conservação de cada versão. No caso do VW Logus 1.6, CLi, CL e GL de 1996, o valor de referência da FIPE é segmentado por versão, pois itens como conforto, equipamentos de série e opcionais influenciam a percepção de valor entre CLi, CL e GL. Quando a seguradora consulta a FIPE durante o processo de cotação, ela utiliza esse valor médio como base para a indenização em caso de sinistro total ou para o cálculo do valor segurado para cobertura compreensiva. Vale notar que o valor aferido pela FIPE não representa necessariamente o preço de compra nem o valor que a seguradora pagará em cada caso específico; ele funciona como uma referência de mercado que pode divergir conforme o estado do veículo, localização, histórico de manutenção e a política da própria seguradora.
Ao aplicar a FIPE para o Logus, é comum observar que diferenças entre CLi, CL e GL se refletem não apenas no preço de referência, mas também na forma como o veículo é visto em termos de risco. Veículos com itens de conforto adicionais, como vidros elétricos, ar-condicionado, bancos ajustáveis, ou sensores podem ter, em determinados períodos, variações de avaliação dentro da própria faixa da linha 1.6. Por isso, ao fazer a leitura da tabela, considere o conjunto completo de características do seu veículo, incluindo estado de conservação, histórico de revisões e eventuais alterações que possam ter impactado o valor de mercado ao longo do tempo.
Seguro do Logus 1996: fatores de risco e boas práticas
Para quem tem um VW Logus 1996, o seguro não deve ser visto apenas como uma exigência regulatória, mas como uma proteção que considera a relação entre o valor referenciado pela FIPE, o custo de reposição de peças e a probabilidade de sinistros em um veículo antigo. Alguns pontos relevantes para uma avaliação consciente do seguro incluem:
- Estado de conservação: carros bem conservados tendem a exigir prêmios mais estáveis, especialmente se o conjunto mecânico e a carroceria estiverem em boas condições.
- Disponibilidade de peças: modelos mais antigos podem exigir peças originais ou equivalentes de reposição específicas; a disponibilidade pode influenciar o custo de reparo e, portanto, o prêmio.
- Histórico de manutenção: registros consistentes de revisões ajudam a reduzir o risco percebido pela seguradora, favorecendo condições de coberturas e eventuais descontos.
- Uso e perfil de risco: o tipo de uso (urbano, rodoviário, uso profissional) e a quilometragem anual podem impactar a avaliação de risco e a mensalidade.
Além disso, pequenas escolhas no veículo podem impactar não apenas a proteção financeira, mas também a qualidade de atendimento em caso de sinistro. Manter os componentes essenciais — freios, suspensão, iluminação, sistemas de segurança e itens de conforto — em bom estado reduz a probabilidade de danos maiores, o que, por sua vez, ajuda a manter custos de seguro estáveis ao longo do tempo. Para quem busca cobertura adequada ao Logus de 1996, vale conversar com o corretor para entender opções como seguro com assistência 24h, cobertura para terceiros, e, se aplicável, coberturas de proteção de vidros e bronzeamentos automotivos que possam refletir o uso real do veículo.
Ao planejar a proteção, lembre-se de que a Tabela FIPE é apenas uma peça do quebra-cabeça de seguros. A expectativa de indenização, a franquia, a necessidade de cobertura para itens específicos (ex.: acessórios originais, som automotivo, bancos, rodas) e políticas de pagamento de sinistros dependem de cada contrato. Por isso, vale alinhar com o corretor as escolhas de Cobertura Compreensiva, Colisão, Ou Danos a Terceiros, levando em conta o perfil do Logus 1.6 e o custo-benefício desejado ao longo do tempo.
Para quem busca uma visão clara sobre o custo da proteção e as melhores opções de cobertura, uma dica prática é comparar propostas de seguradoras que aceitam carros antigos com base na FIPE e no estado atual do veículo. A GT Seguros, por exemplo, oferece soluções personalizadas para diferentes perfis de clientes e pode esclarecer como a Tabela FIPE se aplica ao seu caso específico, ajudando a encontrar equilíbrio entre proteção, valor do seguro e orçamento mensal.
Se estiver pensando em contratar ou renovar o seguro do seu Logus 1996, a leitura atenta da FIPE e o alinhamento com o seu perfil de uso ajudam a evitar surpresas. Uma abordagem equilibrada, com atenção ao estado de conservação, histórico de manutenção e às opções de cobertura, costuma resultar em proteção mais consistente e adequada às necessidades reais do dia a dia.
Chamada sutil: para obter uma cotação sob medida e comparar opções, procure a GT Seguros e peça uma cotação personalizada para o seu VW Logus 1.6 de 1996. Uma consulta simples pode esclarecer dúvidas sobre coberturas, franquias e condições de indenização com base na Tabela FIPE e no estado do seu veículo.
