| Mês | Preço |
|---|---|
| Jan/26 | R$ 14.593,00 |
| Dez/25 | R$ 14.622,00 |
| Nov/25 | R$ 15.153,00 |
| Out/25 | R$ 14.641,00 |
| Set/25 | R$ 14.689,00 |
| Ago/25 | R$ 15.034,00 |
| Jul/25 | R$ 15.059,00 |
| Jun/25 | R$ 15.606,00 |
| Mai/25 | R$ 15.079,00 |
| Abr/25 | R$ 14.999,00 |
| Mar/25 | R$ 14.492,00 |
| Fev/25 | R$ 15.018,00 |
Entenda a Tabela FIPE para a Parati 1.0 Mi Tour 16V 76cv 4p (2002) e como isso impacta o seguro
A Tabela FIPE é uma referência amplamente utilizada no mercado automotivo brasileiro para estimar, de forma prática, o valor de veículos usados. Ela serve como base para negociações, avaliações de seguro, financiamentos e até na hora de decidir se vale a pena manter um veículo de acordo com o seu uso e custo total de propriedade. No entanto, para quem está buscando compreender melhor o que envolve a contratação de seguros de automóveis, é fundamental não confundir preço de venda com valor de reconstrução, de reposição ou de referência utilizado pela seguradora. O objetivo deste texto é explorar o que a Tabela FIPE representa para a Volkswagen Parati 1.0 Mi Tour 16V 76cv 4p, ano de 2002, incluindo uma breve ficha técnica, o posicionamento da marca e as implicações para o seguro. Tudo aqui gira em torno do tema específico: a Tabela FIPE VW – VolksWagen Parati 1.0 Mi Tour 16V 76cv 4p 2002.
O que é a Tabela FIPE e como as seguradoras a utilizam
A Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (FIPE) mantém um banco de dados com valores médios de veículos usados no Brasil, calculados com base em transações de compra e venda, anunciados em diferentes canais e regiões. Esses valores servem como referência para que seguradoras façam uma estimativa inicial do valor segurado. O objetivo não é fixar o preço de venda de um carro, mas sim indicar uma base de custo de reposição ou reconstrução, caso haja perda total ou necessidade de indenização. Em termos simples, a FIPE funciona como um “patamar” que facilita a comparação entre veículos, facilita a precificação de prêmios de seguros e orienta compradores na avaliação de documentação e histórico do veículo.

Para quem compra ou renova um seguro, entender a importância dessa referência ajuda a evitar dois extremos: subestimar o valor do veículo, o que pode resultar em indenização aquém do custo de reposição, ou superestimar, o que pode levar a prêmios de seguro mais elevados sem benefício real para o bolso do consumidor. No caso específico da Parati 1.0 Mi Tour 16V 76cv 4p de 2002, a FIPE considera fatores como o estado de conservação, a quilometragem, o histórico de sinistros, a versão do motor, entre outros aspectos que influenciam o valor de referência do modelo.
Além disso, vale destacar que as seguradoras costumam combinar a referência FIPE com a classe de risco correspondente ao perfil do condutor, ao uso do veículo (urbano, rodoviário, carga, etc.), à região de circulação e a opções de cobertura (valor se protegido, franquias, cobertura contra terceiros, etc.). Por isso, ao comparar cotações, leve em conta que o valor FIPE é apenas uma das variáveis utilizadas na composição do prêmio, e não o único determinante.
A marca Volkswagen: legado de inovação e presença no Brasil
Fundada na Alemanha, a marca Volkswagen construiu ao longo das décadas uma presença marcante no Brasil, associada a uma linha de veículos simples, robustos e com boa relação custo-benefício. A família de modelos da Volkswagen no Brasil ganhou popularidade por oferecer soluções práticas para o dia a dia: compactos urbanos que combinam consumo controlado, facilidade de manutenção e ampla rede de assistência técnica. Nesse contexto, a Parati surge como uma evolução natural da ideia de um veículo utilitário familiar com espaço adequado para passageiros e carga, mantendo a confiabilidade típica da marca.
Essa conexão entre eficiência, acessibilidade e disponibilidade de peças é um ponto relevante para quem busca seguradora: um carro que possui histórico de produção estável e disponibilidade de peças pode ter menor custo de manutenção a longo prazo, impactando o custo total de propriedade. Além disso, a Parati, como modelo de carro com linhas de design que privilegiam o aproveitamento de espaço, tem uma utilidade prática que costuma atrair famílias, pequenos empreendimentos e usuários que valorizam a versatilidade do veículo. A participação da VolksWagen no mercado brasileiro ao longo dos anos também ajudou a consolidar uma rede de assistência técnica confiável, o que, por consequência, pode influenciar positivamente a avaliação de risco pela seguradora.
Quando pensamos na Parati 1.0 Mi Tour 16V 76cv (2002), é útil reconhecer que a proposta do fabricante era oferecer uma opção de carroceria com maior espaço de bagagem sem abrir mão de uma dirigibilidade ágil necessária para o trânsito urbano. O motor 1.0 com 16 válvulas, associado a uma transmissão manual de cinco marchas, refletia uma estratégia de equilíbrio entre desempenho básico, consumo moderado e custo de aquisição acessível. Tudo isso convergia para uma base de clientes que queriam uma opção prática para carregar pessoas e pertences, sem abrir mão da confiabilidade esperada de uma marca com mais de sete décadas de experiência no país.
Ficha técnica resumida: Parati 1.0 Mi Tour 16V 76cv 4p (2002)
- Motor: 1.0 16V MPI (injeção eletrônica), potência de 76 cv (DIN) por volta de 5.400 rpm, torque de aproximadamente 95 Nm por volta de 3.000 rpm.
- Transmissão: manual de 5 marchas, tração dianteira (FF).
- Dimensões e peso: comprimento estimado próximo a 3,85 m; largura aproximada de 1,62 m; altura próxima de 1,54 m; peso em ordem de marcha ao redor de 900 kg; tanque de combustível com capacidade típica de cerca de 50 L.
- Capacidade prática: espaço interno voltado para 4 ocupantes com boa folga para bagagem na área de carga, característica comum de versões Mi Tour que buscavam ampliar utilidade sem perder agilidade.
Observação importante: as especificações acima refletem a configuração típica da Parati 1.0 Mi Tour 16V 76cv 4p do ano 2002, sujeitas a variações por veículo específico, mercado e histórico de manutenção. Em todos os casos, a ficha técnica serve como referência para entender o que tende a influenciar o valor de mercado, a avaliação de risco e, consequentemente, as opções de seguro disponíveis.
Impacto da ficha técnica no seguro e na avaliação de risco
Ao analisar uma Parati 2002 com motor 1.0 16V, a seguradora leva em conta a potência, o tipo de motor, a transmissão, o perfil de uso, o estado de conservação e a idade do veículo. O motor 1.0, por ser menos potente que os propulsores maiores, costuma ter prêmio mais contido quando comparado a carros com motores mais potentes. Contudo, na prática, o prêmio também reflete outros fatores: histórico de sinistros, presença de dispositivos de segurança, espaço de carga que pode influenciar o tipo de uso (ex.: família, comércio, transporte de mercadorias leves), entre outros aspectos. A partir da ficha técnica, a seguradora extrai dados que ajudam a estimar o custo de reposição, reparos de peças, disponibilidade de peças originais e o tempo necessário para consertos, todos itens que impactam o custo total da proteção.
A Parati de 2002, com o número de portas igual a quatro e o conjunto motor-transmissão específico, tem particularidades que podem influenciar a avaliação de risco: a idade do veículo, o desgaste natural de componentes, a reputação de durabilidade de modelos da escola Gol/Parati, além do histórico de manutenção. Veículos mais antigos costumam exigir mais atenção na hora de definir coberturas, franquias e limites de indenização. Nesse cenário, compreender a ficha técnica ajuda o consumidor a ter clareza sobre o que está sendo segurado e quais coberturas são mais adequadas para o uso pretendido.
Como a FIPE orienta escolhas práticas na contratação de seguro
Para quem está em processo de contratação de seguro, consultar a Tabela FIPE para a Parati 2002 é um ponto de partida, seguido pela avaliação de necessidades específicas. Alguns aspectos práticos que costumam surgir incluem: a necessidade de cobertura contra colisões, roubo, incêndio, alagamento e danos a terceiros; a escolha entre franquias mais baixas ou mais altas; a avaliação de coberturas adicionais, como carro reserva, motorista adicional e proteção contra danos por terceiros. A FIPE ajuda a entender o valor de referência do veículo, o que facilita a definição de uma cobertura adequada, evitando tanto o subseguro quanto o sobreseguro.
Além disso, o uso da FIPE como referência pode impactar o tipo de carro reserva disponível pela seguradora, a necessidade de avaliação pericial em caso de sinistro e o tempo de liquidação de indenizações. Em modelos mais antigos, a escolha por uma cobertura compatível com o valor de referência é especialmente importante para que o seguro permaneça alinhado com o custo de reposição no cenário de mercado atual. Por isso, é comum que o consumidor, ao comparar propostas, observe a consistência entre o valor FIPE informado pela seguradora e o valor estimado pela instituição que compila as tabelas de referência, visando uma proteção condizente com a realidade do veículo e com o uso que ele recebe.
Aspectos práticos para quem considera a Parati 2002 na rotina de seguro
Para quem utiliza uma Parati 2002 no dia a dia, alguns aspectos práticos ajudam a tornar o seguro mais eficiente e adequado: mantenha o histórico de manutenção em dia, com registros de trocas de óleo, alinhamento, freios e suspensão; prezar pela conservação da carroceria, com cuidados com ferrugem e pintura; considerar a instalação de dispositivos de segurança adicionais, como alarme e imobilizador, que podem reduzir o custo do prêmio; e, por fim, manter documentos atualizados, como o certificado de registro do veículo, para facilitar o processo de cotação e sinistro.
É comum também que proprietários que utilizam o veículo para atividades familiares tenham interesse em coberturas que assegurem passageiros e bagagem, sem abrir mão de uma proteção adequada para terceiros. A Parati, com seu espaço de cabine e compartimento de carga, tende a atender bem a esse conjunto de necessidades, desde que a garantia seja ajustada à realidade de uso e ao histórico do veículo. Em suma, conhecer a ficha técnica e entender a referência FIPE ajuda o usuário a dialogar com a seguradora de forma mais eficaz, assegurando que o prêmio esteja adequado ao risco real associado ao carro.
Conclusão: como avançar com a cotação da sua proteção
A Tabela FIPE é uma ferramenta central no ecossistema de seguros automotivos no Brasil, servindo de base para avaliações, negociações e validação de valores. Para a Parati 1.0 Mi Tour 16V 76cv 4p (2002), entender a ficha técnica, o significado da referência FIPE e o posicionamento da marca ajuda a tomar decisões mais conscientes na contratação de seguro. Lembre-se de que o valor de referência é diferente do preço de compra ou venda de um veículo, e que o prêmio do seguro depende de várias variáveis interligadas ao uso, histórico e configurações de cobertura escolhidas.
Se você está buscando confirmar as melhores condições para a sua Parati de 2002, observe a combinação entre a referência FIPE, as particularidades do estado de conservação e o seu cenário de uso. Ao comparar propostas, priorize a consistência entre o valor de referência informado pela seguradora, o histórico de manutenção e as coberturas inclusas no pacote, assegurando que o custo seja compatível com o nível de proteção desejado.
Para complementar sua avaliação, uma cotação com a GT Seguros pode trazer números realistas sobre o custo da proteção da Parati 2002, alinhando o orçamento às suas necessidades de uso, segurança e tranquilidade no dia a dia. Avalie as opções disponíveis e conte com o apoio de profissionais para orientar a escolha da Cobertura Mais Completa para o seu contexto.
