Valor FIPE Atual
R$ 5.133,00
↑ 1,0% vs mês anterior
FIPE: 005050-4
Ano: 1987-1
MêsPreço
Mar/26R$ 5.133,00
Fev/26R$ 5.083,00
Jan/26R$ 5.033,00
Dez/25R$ 4.984,00
Nov/25R$ 4.935,00
Out/25R$ 4.947,00
Set/25R$ 4.963,00
Ago/25R$ 4.974,00
Jul/25R$ 4.982,00
Jun/25R$ 4.987,00
Mai/25R$ 4.997,00
Abr/25R$ 5.002,00

Guia detalhado da Tabela FIPE para a Parati 1.6 de 1987: versões GL, Mi, GLS e Club

A Tabela FIPE é uma referência amplamente utilizada no mercado brasileiro para estimar o valor de veículos usados. Para corretores de seguros, entender como esse índice funciona e como ele se aplica a modelos específicos é essencial para precificar coberturas com maior precisão. Quando falamos da VolksWagen Parati 1.6, especialmente nas versões GL, Mi, GLS e Club do ano 1987, a leitura da FIPE envolve observar diferenças entre versões, pequenas variações de equipamentos e a adequação do veículo ao estado em que se encontra. Este artigo explora esses aspectos, apresentando também uma ficha técnica estimada da Parati de 1987 e destacando a relação entre o valor FIPE e a proteção em seguros de automóveis antigos.

Sobre a marca: VolksWagen no Brasil e o legado da Parati

A VolksWagen chegou ao Brasil com uma trajetória marcada por conforto, robustez e uma rede de atendimento que se tornou referência para o atendimento de carros de passeio e utilitários. A Parati, derivada da linha Gol, foi lançada para atender a demanda de espaço e praticidade para famílias e pequenos empresários. Em termos de engenharia, a Parati manteve a essência do Gol: motorizações simples, manutenção relativamente acessível e uma estrutura que, apesar de simples, prezava pela confiabilidade. No cenário de usados, o legado da marca se traduz na disponibilidade de peças, no conhecimento da rede autorizada e na facilidade de encontrar informações técnicas, o que facilita a avaliação de seguros, de custos de reparo e de reposição de componentes ao longo do tempo. Para quem busca ver a Parati de 1987 como uma opção prática de uso diário ou de colecionismo moderado, a marca oferece uma referência estável de manutenção e de valores de reposição de peças, elementos cruciais na hora de comparar planos de seguro e coberturas.

Tabela FIPE VW – VolksWagen Parati GL 1.6 Mi/ 1.6/ GLS/ Club 1.6 1987

Ficha Técnica (estimada) da Parati 1.6 1987

Considerando as versões GL, Mi, GLS e Club da Parati 1.6 no ano de 1987, a ficha técnica apresentada a seguir traz valores representativos para orientar leitura da Tabela FIPE e comparação entre versões. Devido a variações por mercado, conjunto de equipamentos e condições de uso, os números podem oscilar dentro de faixas específicas. Use este quadro como referência prática ao discutir seguro, financiamento ou avaliação de veículos usados.

  • Motor e alimentação: 1.6 L (aproximadamente 1.595 cm³), quatro cilindros, com configuração típica de carburador na maioria das versões; algumas unidades de fim de década podem ter variantes com injeção eletrônica, refletindo transições técnicas comuns entre os anos 80.
  • Transmissão e tração: manual de 4 marchas; tração dianteira (FF), característica comum na família Gol/Parati, oferecendo boa dirigibilidade e facilidade de manutenção.
  • Dimensões e peso: o conjunto Parati 1.6 de 1987 costuma apresentar comprimento próximo de 4,0 a 4,2 metros, largura entre 1,6 e 1,7 metros e entre-eixos em torno de 2,3 metros; peso de referência (em ordem de marcha) situando-se próximo de 800 a 900 kg, variando conforme o nível de equipagem e o estado de conservação.
  • Capacidade e uso: espaço para até 5 ocupantes e bagagem associada à configuração de carroceria station wagon; tanque de combustível com capacidade suficiente para uso urbano e viagens curtas, refletindo a orientação prática da linha Parati para utilidade familiar e profissional.

Observação importante: a prática comum é que a versão Mi, por vezes, se referia a uma configuração com recursos de injeção ou ajuste específico na motorização, enquanto as versões GL, GLS e Club variavam sobretudo nos itens de acabamento, câmbio, opcionais de conforto e pacotes de acessório. Em termos de desempenho, a Parati 1.6 de 1987 entregava um desempenho adequado para as necessidades da época, com foco em robustez, economia de combustível para a linha de produção daquela década e facilidade de manutenção com peças amplamente disponíveis no mercado de usados. A leitura da FIPE para cada versão leva em conta, ainda, fatores como o estado da carroceria, a quilometragem, a procedência e eventuais intervenções mecânicas que possam ter sido feitas ao longo dos anos.

Entendendo as versões GL, Mi, GLS e Club

As variantes da Parati 1.6 de 1987 refletem, principalmente, diferenças de equipamento e acabamento. Abaixo, uma visão sucinta de como essas versões costumavam se diferenciar, ajudando a contextualizar o que o comprador ou o segurado pode encontrar ao pesquisar a FIPE:

  • GL: versão de entrada, com foco em itens básicos de conforto e utilidade. Pode apresentar menos acessórios de conveniência, mantendo a base mecânica robusta típica da linha.
  • Mi: versão associada a um conjunto um pouco mais moderno para a época, possivelmente com ajustes na motorização ou em itens de acabamento que a distinguem do básico GL, mantendo o espírito de confiança da Parati.
  • GLS: versão intermediária, geralmente incluindo melhorias em acabamento, assistência de frequência de manutenção e alguns itens adicionais de conforto, oferecendo um equilíbrio entre custo e benefício.
  • Club: configuração que costuma trazer o pacote mais completo entre as opções da época, com itens de conveniência e percepção de valor mais elevados, o que pode influenciar a leitura da FIPE pela maior quantidade de acessórios originais disponíveis.

Para a precificação de seguros, essas diferenças costumam se traduzir em faixas distintas de valor de mercado na FIPE, bem como em variações de custo com peças e reparos. Um carro com mais itens originais ou com histórico de conservação apurado tende a ter valores FIPE mais estáveis, contribuindo para uma apólice com blindagem mais adequada e cobertura de itens como avarias cosméticas e danos estruturais. Por outro lado, unidades com histórico de sinistros, alterações mecânicas não originais ou falta de documentos de manutenção podem apresentar variações relevantes no impacto final da taxa de seguro. A leitura cuidadosa da FIPE, aliada a uma avaliação interna do veículo, é essencial para estabelecer uma cobertura que proteja de forma equilibrada o valor de uso e o custo de reposição.

Como a Tabela FIPE orienta o seguro de carros usados

A Tabela FIPE funciona como referência de média de mercado, ajudando a definir o valor de reposição ou o valor de avaliação que sustenta o cálculo de apólices de seguro. Ao trabalhar com um modelo clássico como a Parati 1.6 de 1987, a FIPE oferece uma base para verificação de dados ao negociar coberturas, inclusive para casos especiais em que o veículo pode ter menor disponibilidade de peças originais ou, pelo contrário, um estoque de peças de reposição mais fácil pela idade do modelo.

Alguns pontos-chave sobre a relação entre FIPE e seguro no contexto da Parati 1987:

  • Avaliação de sinistros: o valor FIPE é frequentemente utilizado para determinar a indenização em casos de perda total, levando em conta a média de mercado em um dado momento. Quanto mais próximo o estado do veículo da condição “bom” da FIPE, menor é a diferença entre o valor de reposição e o valor real do carro no momento do sinistro.
  • Especificidades por versão: diferentes versões (GL, Mi, GLS, Club) costumam ter variações de preço na FIPE, refletindo o nível de equipagem, o estado de conservação e o histórico de manutenção. A leitura cuidadosa de cada versão ajuda a evitar subavaliações ou superavaliações durante a contratação de seguros.
  • Impacto de estado de conservação: a FIPE considera a idade do veículo, mas o estado real de conservação (pintura, interior, mecânica) pode puxar o valor para cima ou para baixo em relação à média. Isso reforça a importância de avaliações técnicas independentes no momento de contratar ou renovar a apólice.
  • Documentação e histórico: manter documentação de manutenção, notas de serviço e históricos de revisões pode influenciar positivamente a leitura da FIPE, pois demonstram cuidado com o veículo e reduzem o risco percebido pelo segurador.

Para corretores de seguros, o uso da FIPE na Parati 1.6 de 1987 deve estar aliado a uma avaliação de risco que considere não apenas o valor de mercado, mas também a disponibilidade de peças, o custo de reparos, o perfil de uso do proprietário e as condições de uso (cidade, deslocamentos, risco de roubo). A combinação dessas informações facilita a definição de coberturas ideais — incluindo responsabilidade civil, danos a terceiros, danos físicos ao veículo e coberturas adicionais como garantia estendida e assistência 24h — com tarifas justas e compatíveis com o que o mercado oferece no segmento de veículos antigos.

Por fim, vale destacar que a FIPE não é estática. Diariamente, o mercado de usados pode apresentar oscilações, e é comum que valores variem conforme a região, o estado de conservação e o histórico de manutenção do veículo. Assim, ao buscar a cotação de seguro para uma Parati 1.6 1987, utilize a FIPE como referência de referência, mas complemente com informações reais do veículo, laudos de inspeção ou avaliações técnicas para obter uma cobertura que realmente esteja alinhada ao risco e ao valor de reposição do bem.

Se você está preparando uma cotação de seguro para uma Parati 1.6 1987 com versões GL, Mi, GLS ou Club, lembre-se de considerar os seguintes aspectos ao orçar a apólice: idade do veículo, histórico de manutenção, localização geográfica, uso (particular ou comercial), frequência de utilização, perfil do condutor e o nível de proteção desejado (cobertura contra incêndio, roubo/furto, colisão, danos a terceiros, assistência 24 horas, carro reserva, entre outras). Ao alinhar esses fatores à leitura da Tabela FIPE, você fortalece a proposta de seguro com transparência, clareza e competitividade.

Conclusão: a integração entre a Tabela FIPE e a ficha técnica da Parati 1.6 de 1987, aliada à compreensão das diferenças entre GL, Mi, GLS e Club, fornece uma base sólida para a avaliação de seguros, atendimento ao cliente e planejamento de custos ao longo do tempo. Com dados consistentes, é possível oferecer soluções que combinem proteção eficaz com uma gestão financeira responsável, pensando tanto no histórico do veículo quanto no orçamento do segurado. E, ao planejar a proteção do seu veículo, a simplicidade de solicitar uma cotação com a GT Seguros pode abrir caminho para coberturas alinhadas às suas necessidades reais, sem surpresas.

Chamada final: para assegurar seu veículo com tranquilidade, peça já uma cotação com a GT Seguros.