| Mês | Preço |
|---|---|
| Jan/26 | R$ 8.821,00 |
| Dez/25 | R$ 8.734,00 |
| Nov/25 | R$ 8.648,00 |
| Out/25 | R$ 8.825,00 |
| Set/25 | R$ 8.854,00 |
| Ago/25 | R$ 8.873,00 |
| Jul/25 | R$ 8.888,00 |
| Jun/25 | R$ 8.800,00 |
| Mai/25 | R$ 8.818,00 |
| Abr/25 | R$ 8.998,00 |
| Mar/25 | R$ 8.909,00 |
| Fev/25 | R$ 8.915,00 |
Como interpretar a Tabela FIPE para o VW Parati 1991 e suas versões GL/1.6 Mi, GLS e Club 1.6
A Tabela FIPE é referencial indispensável para quem atua no mercado de seguros, vendas de usados e negociações de lazer com veículos fabricados há décadas. Quando falamos do VW Parati GL 1.6 Mi, ou das variações 1.6/ GLS/ Club 1.6 do ano 1991, a leitura adequada dessa tabela ajuda proprietários, corretores e seguradoras a entender o valor de referência do bem, a identificar faixas de cobertura compatíveis e a reconhecer possíveis itens de risco que podem impactar o prêmio do seguro. É comum que, ao se tratar de um modelo dessa época, haja variação significativa entre unidades, estado de conservação e eventuais alterações que o veículo possa ter recebido ao longo dos anos. Por isso, a FIPE serve como base estável para uma avaliação inicial, que pode ser ajustada conforme o histórico do carro, a documentação, o uso pretendido e as coberturas escolhidas. Este conteúdo explora o que a Tabela FIPE indica para o VW Parati 1991, destacando a ficha técnica, a relevância para seguros e aspectos educativos sobre conservação e valorização do veículo.
Sobre a marca e o modelo: a identidade da VW no Brasil e a Parati na linha de família
A Volkswagen, marca alemã fundada no início do século XX, consolidou, ao longo de décadas, uma imagem de confiabilidade, engenharia prática e disponibilidade de peças. No Brasil, a importação de modelos populares ganhou força a partir dos anos 1950, ajudando a VW a construir uma relação de longa data com famílias e pequenas empresas. A Parati, lançada como uma perua de uso familiar, representa justamente esse espírito: espaço interno generoso, acabamento simples, robustez mecânica e facilidade de manutenção compatível com o cuidado de pequenos reparos ao longo dos anos. Em versões como GL 1.6 Mi, 1.6 GLS e Club 1.6, a ideia era oferecer opções que combinassem custo, desempenho moderado e versatilidade para viagens, deslocamentos diários e uso escolar ou profissional. Substancialmente, a Parati se manteve como símbolo de utilidade prática: portas amplas, boa área de carga para transportar objetos diversos e uma dinâmica de condução que, com o tempo, se tornou familiar a motoristas que cresceram com o carro. Em termos de seguro, isso implica perfil de veículo de uso misto, com valor de reposição relativo à época, necessidade de manutenção regular e registro de histórico de uso que influencie a classificação de risco. Além disso, a presença de versões de acabamento variadas exige atenção ao identificar a motorização correta (1.6) e as eventuais modificações que possam impactar a avaliação pela FIPE e pela seguradora.

Ficha Técnica do VW Parati GL 1.6 Mi / 1.6 / GLS / Club 1.6 1991
A seguir, apresenta-se uma visão organizada de características típicas dessa geração da Parati, levando em conta que pequenas variações ocorrem entre diferentes unidades, mercados e recordes de produção. As informações ajudam a entender o comportamento do veículo, facilitar a avaliação de cobertura de seguro e orientar decisões de manutenção e preservação.
- Motorização: motor 1.6 litros, quatro cilindros, configuração aspirada, alimentado a gasolina. Em alguns exemplares, houve variação entre sistema de carburador e injeção conforme o ano ou a versão específica. A potência e o torque variavam conforme a regulagem de fábrica e o estado de conservação, o que pode influenciar o desempenho na condução diária e o consumo de combustível.
- Transmissão e câmbio: transmissão manual, commonly com quatro marchas, adequada ao tempero de uso urbano e rodoviário típico da época. A relação de marcha final costuma favorecer torque em estrada, mas demanda atenção à rotação de motor em velocidades constantes para manter a eficiência. Em alguns casos, houve atualização de componentes, o que pode alterar a experiência de condução da unidade em questão.
- Carroceria e dimensões: perua de cinco portas, com foco em espaço interno para passageiros e bagagens. O vão de porta traseira e o espaço de carga conferem utilidade para famílias e pequenos negócios que transportam itens diversos. A carroceria em boa condição demanda atenção a corrosões, principalmente em áreas próximas a rodas e na linha de água do veículo, onde a idade pode favorecer a oxidação caso a conservação não tenha sido adequada.
- Tração e configuração estrutural: tração dianteira (FF), com suspensão tradicional da década, que privilegia conforto de condução modesta, com necessidade de manutenção de componentes como amortecedores e juntas para manter a dirigibilidade estável em diferentes terrenos e condições climáticas. A manutenção adequada ajuda a preservar o comportamento seguro do veículo, o que é relevante na avaliação de risco pela seguradora.
Observação importante: as especificações acima representam a configuração típica do VW Parati 1.6 de 1991. Dados específicos podem variar conforme a unidade, o país de origem, o equipamento de fábrica e eventuais modificações feitas pelo proprietário. Por isso, ao consultar a FIPE para o seu veículo, é essencial confirmar a versão exata (Mi, GL, GLS, Club) e o estado de conservação, pois esses elementos influenciam a estimativa de valor de referência que serve de base para seguro, venda ou reposição.
Como a Tabela FIPE orienta a avaliação de seguros e a escolha de coberturas
A FIPE funciona como um painel público de referência que registra valores médios de veículos usados no Brasil, com atualizações mensais. Para o VW Parati 1991, esse valor de referência é útil em diversas frentes: ele serve para calibrar o prêmio do seguro, para orientar negociações de cobertura e até mesmo para estimar o valor de reposição em caso de sinistro. Quando o veículo é mais antigo, como um exemplar de 1991, a FIPE tende a capturar variações relevantes entre unidades que mantêm o estado original, aquelas com histórico de restaurações ou modificações, e veículos com documentos incompletos ou com depreciação acelerada por desgaste ou danos. Desse modo, a leitura atenta da tabela ajuda o corretor a propor coberturas condizentes com o valor de mercado, sem superestimar o risco de subseguro ou superseguro. Além disso, a FIPE facilita a comparação entre diferentes seguradoras, permitindo que o cliente veja faixas de cobertura, franquias e limites que correspondem à realidade do veículo e ao perfil do condutor.
Entre os aspectos educativos que emergem da relação entre FIPE e seguro, destacam-se alguns pontos-chave:
- Valorização gradual da frota clássica: veículos de mais idade podem exigir pacotes diferenciados de proteção, com ênfase em itens de conservação, proteção contra terceiros e assistência em viagem. A FIPE ajuda a entender o que é razoável esperar em termos de valor de reposição ao longo do tempo.
- Impacto do histórico do carro: ajustes na configuração original, como substituições de componentes mecânicos, alterações elétricas ou modificações estruturais, podem afetar o valor de referência, o custo de reposição e a avaliação de risco. Corretores experientes costumam observar o histórico de revisões, peças originais e documentação de serviços para definir o cenário mais fiel à condição real do veículo.
- Condições de conservação: a proximidade de corrosões, o estado da pintura, a integridade do interior, o funcionamento do sistema elétrico e o histórico de acidentes influenciam a percepção de risco pela seguradora. Um Parati bem cuidado tende a receber propostas de prêmio mais equilibradas.
- Escolha de coberturas adequadas: com base na FIPE, é possível planejar opções de cobertura que atendam ao valor de reposição, ao roubo/furto, incêndio, colisão e danos a terceiros, sempre alinhando o custo do seguro ao valor de referência do veículo e ao uso pretendido pelo proprietário.
Para quem lida com seguros, é natural que o certificado de propriedade, o histórico de manutenção e as alterações registradas no veículo sejam itens que passam a importância de avaliação. A FIPE, ao estabelecer uma referência de mercado, não substitui a análise técnica que o corretor faz com base na vistoria do veículo, mas oferece uma base objetiva para iniciar o diálogo entre proprietário e seguradora. Em veículos de idade como o Parati de 1991, a prudência envolve considerar não apenas o valor de reposição, mas também o custo potencial de reparos, disponibilidade de peças originais e a plausibilidade de manter peças de reposição ao longo do tempo. Tudo isso influencia o custo final do seguro, bem como condições de cobertura, franquias e limites de indenização.
Conservação, manutenção e valorização do VW Parati 1991: práticas recomendadas
Preservar a qualidade de um veículo antigo envolve um conjunto de ações que vão além da simples estética. A seguir, algumas práticas educativas que ajudam a manter o Parati em bom estado de funcionamento, aumentando a confiabilidade e ajudando a manter o valor de mercado mais estável ao longo do tempo. Estas medidas também impactam positivamente na avaliação de risco pela seguradora, contribuindo para prazos de renovação mais suaves e opções de franquia mais competitivas.
- Rotina de manutenção consistente: manter o calendário de revisões, com trocas de óleo, filtros, velas e correias conforme as recomendações do fabricante, ajuda a reduzir desgastes excessivos e a preservar a performance do motor 1.6. A regularidade na manutenção é um fator que o corretor costuma valorizar ao projetar o custo de seguro e a confiabilidade do veículo.
- Cuidados com a carroceria e a parte interna: inspeção de pontos de ferrugem, reparo de amassados, preservação da pintura e cuidado com o interior são práticas que ajudam a manter o aspecto e a integridade estrutural. A presença de corrosão acentuada pode impactar empregos de reparo e, consequentemente, o valor de reposição na FIPE e no seguro.
- Documentação organizada: manter o histórico de proprietários, recibos de manutenção, notas fiscais e comprovantes de seguro facilita a avaliação pela seguradora e a própria compra de seguradora. Documentação completa contribui para uma análise de risco mais clara e pode favorecer propostas mais estáveis de prêmio.
- Conservação de peças originais versus substituição: quando possível, manter peças originais ajuda a preservar o valor de mercado. Em alguns casos, substituições por componentes equivalentes, com documentação apropriada, podem ser aceitáveis, mas o ideal é manter o estado original ou restaurar com peças autênticas para manter a autenticidade do veículo.
Ao adotar essas práticas, o proprietário não apenas protege o carro para uso diário e para viagens, mas também facilita o processo de cotação de seguros. O VW Parati 1991, em especial, se beneficia de um equilíbrio entre conservação mecânica e preservação de elementos originais, o que tende a favorecer uma avaliação de risco mais estável e previsível ao longo do tempo. A FIPE continuará sendo a referência de mercado para orientar a avaliação de reposição, e a combinação dessas medidas com a experiência do corretor de seguros ajuda a construir uma proteção adequada às necessidades reais do veículo e do seu dono.
Para quem está considerando contratar ou renovar um seguro para o VW Parati 1991, vale lembrar que cada unidade tem suas particularidades, e o preço final pode depender do histórico de uso, da cidade de registro, da localização de guarda, do tipo de uso (fins residenciais, trabalho autônomo, transporte de mercadoria leve, etc.) e da audição de coberturas específicas. O conjunto de fatores envolve avaliação cuidadosa para chegar a uma solução que garanta tranquilidade, proteção adequada e relação custo-benefício satisfatória.
Ao planejar a proteção do seu VW Parati GL 1.6 Mi, 1.6 ou GLS/Club 1.6 de 1991, a leitura da Tabela FIPE deve ser acompanhada por uma conversa com um corretor experiente e pela vistoria técnica do veículo. A combinação de referências de mercado com a avaliação real do estado do carro resulta em uma proposta de seguro mais alinhada à necessidade do proprietário, com coberturas que contemplam o valor atual de reposição, o risco de roubo, colisões e danos a terceiros, sem surpresas desagradáveis no momento de acionar a apólice.
Se você está buscando entender melhor o que o mercado oferece, a forma de avaliar seu clássico entre as opções de proteção disponíveis e como a FIPE se encaixa nesse cenário, não hesite em conversar com um especialista. Uma forma prática de avançar é considerar uma cotação com a GT Seguros, que pode oferecer opções de coberturas adequadas ao perfil do seu veículo e à sua realidade de uso. Para conhecer opções de coberturas e obter uma cotação atualizada, faça uma cotação com a GT Seguros.
