Valor FIPE Atual
R$ 15.277,00
↑ 1,0% vs mês anterior
FIPE: 005062-8
Ano: 1996-1
MêsPreço
Jan/26R$ 15.277,00
Dez/25R$ 15.126,00
Nov/25R$ 15.206,00
Out/25R$ 15.057,00
Set/25R$ 14.935,00
Ago/25R$ 14.902,00
Jul/25R$ 14.977,00
Jun/25R$ 15.056,00
Mai/25R$ 14.999,00
Abr/25R$ 15.003,00
Mar/25R$ 14.908,00
Fev/25R$ 14.983,00

Guia técnico da Tabela FIPE para o VW Santana 1996: versões CLi, CL, C e SU 2.0 (2p/4p)

Contexto da Tabela FIPE e o papel dela na cotação de seguros

Para quem atua no mercado de seguros, a Tabela FIPE é uma referência diariamente utilizada pelas corretoras para orientar as avaliações de valor de referência de veículos. Ela funciona como um balizamento do que o mercado entende por “valor de tabela” em determinado momento, levando em conta idade, estado de conservação, versões e configurações de cada modelo. No caso do VW Santana 1996, as versões CLi, CL, C e SU 2.0 convivem com diferentes características que impactam o preço de referência: motorizações distintas (1.8 L ou 2.0 L), configuração de carroceria (2 portas ou 4 portas) e itens de acabamento que variam conforme o ano de fabricação e a região de venda. Importante frisar que o valor FIPE é uma referência estática para o veículo, usada por seguradoras como uma base inicial; o valor efetivo segurado pode variar de acordo com o estado real do automóvel, histórico de manutenção, uso e perfil do segurado. Por isso, a cotação de seguros deve considerar não apenas o número indicado pela FIPE, mas também fatores operacionais, como o uso diário, o local de circulação, a periodicidade de revisões e a substituição de peças.

A leitura da tabela, nesse caso, envolve comparar as variantes CLi, CL, C e SU 2.0—todas presentes na linha Santana de 1996—e compreender que pequenas diferenças entre uma versão e outra podem resultar em variações de depreciação e de prêmio. Por exemplo, uma unidade com motor 2.0 e itens de fábrica mais robustos tende a ter maior valor de referência do que uma versão básica com motor 1.8, especialmente se a condição de conservação for equivalente. No âmbito da corretagem, é comum que a seguradora utilize a FIPE como ponto de partida para calcular a cobertura, a indenização em caso de sinistro e a composição de outros componentes do prêmio, como franquia, parcelas de pagamento e coberturas adicionais (roubo/furto, incêndio, colisão, etc.).

Tabela FIPE VW – VolksWagen Santana CLi /CL /C 1.8/2.0 /SU 2.0 2p/4p 1996

Vale destacar que a FIPE atualiza seus números periodicamente, o que implica em ajuste de cotações ao longo do tempo. Assim, é comum que uma mesma viatura, ao ser cotada em momentos diferentes, apresente variações na referência da tabela. Por isso, manter o controle das mudanças da FIPE e registrar informações precisas sobre o veículo na hora de pedir uma cotação é essencial para evitar surpresas na renovação do seguro.

Ficha técnica resumida do Santana 1996 nas versões CLi/CL/C SU 2.0

A seguir apresentamos uma visão condensada da ficha técnica associada às variantes 1.8 e 2.0 do Santana 1996, com foco naquelas informações que costumam influenciar seguradoras, oficinas e perecíveis de reposição. A ficha técnica completa é extensa; aqui priorizamos os dados que ajudam a entender o desempenho, o comportamento de condução e o custo de manutenção ao longo do tempo.

  • Motor: opções de 1.8 L (1795 cm³) ou 2.0 L (aprox. 1984 cm³), quatro cilindros
  • Transmissão: manual, tipicamente com 4 ou 5 marchas, tração dianteira
  • Carroceria: sedã de quatro portas ou cupê de duas portas, configuração comum nas versões CLi/CL/C
  • Conjunto tecnológico: sistemas de ignição e alimentação da época, com evolução entre versões, e disponibilidade de itens de conforto como ar-condicionado e vidros elétricos em alguns pacotes

Observação: apesar da ausência de números exatos nas dimensões neste espaço, é comum que o Santana 1996 apresente comprimento em torno de 4,5 metros, entre-eixos próximo de 2,6 metros e peso próprio considerável para o segmento da época. Essas medidas influenciam testes de colisão, manobrabilidade e perfil de consumo, que por sua vez impactam a avaliação de risco pelas seguradoras.

O que a marca Volkswagen representa para o setor de seguros

A Volkswagen, fabricante alemã de grande projeção global, construiu ao longo de décadas uma reputação apoiada na engenharia, na robustez mecânica e na padronização de processos de fabricação. No Brasil, a marca consolidou uma linha de modelos que, historicamente, combinou conforto, durabilidade e preocupação com a relação custo-benefício. Para o seguro, isso se traduz em alguns padrões comuns: disponibilidade de peças de reposição, rede de assistência técnica mediante concessionárias autorizadas, e um histórico de confiabilidade que, em muitos casos, contribui para planos de seguro com custo relativamente estável ao longo do tempo, desde que as manutenções sejam regulares e os componentes originais sejam usados. No entanto, a idade do Santana 1996 eleva o nível de atenção: após mais de duas décadas de uso, áreas como a carroceria, o sistema elétrico e componentes de freios exigem inspeção criteriosa. A avaliação de risco tende a considerar o desgaste natural, a possibilidade de corrosão em estruturas metálicas e a necessidade de peças de reposição compatíveis com a configuração original. O resultado é uma combinação de custos de indenização possíveis, tempo de reparo e disponibilidade de peças, aspectos que as seguradoras levam em conta na hora de fechar uma apólice.

Como interpretar a Tabela FIPE para o Santana 1996 na cotação de seguros

Ao trabalhar com a Tabela FIPE para o Santana 1996, corretoras e seguradoras observam as variantes CLi/CL/C e SU 2.0 em 2p e 4p para entender a faixa de valor de referência. Distintos pacotes de acabamento, bem como o estado de conservação, influenciam a percepção de valor. Em termos práticos, versões com motor 2.0 costumam apresentar maior valor de referência do que as com motor 1.8, o que se traduz em prêmio de seguro potencialmente mais alto — especialmente se houver itens de conforto adicionais que aumentem o valor de substituição. Além disso, a idade do veículo implica maior necessidade de análise de desgaste, histórica de manutenções e verificação de itens como suspensão, sistema de freios, direção e sistema elétrico para estimar o custo de reparo em caso de sinistro. O histórico do condutor também entra em campo: tempo de habilitação, uso do veículo (urbano, rodoviário, fretamento eventual) e antecedentes de sinistros influenciam diretamente a avaliação de risco e, consequentemente, o valor do prêmio.

Outra consideração prática é que a Tabela FIPE funciona como referência para a indenização de seguro em caso de perda total ou roubo, mas não determina sozinha o custo final da apólice. A seguradora pode adicionar ou excluir coberturas, ajustar franquias e incluir serviços acessórios com base em critérios internos de risco. Por isso, ao solicitar cotações, é comum que a corretora peça informações adicionais — como histórico de manutenção, registro de sinistros, e dados do proprietário — para calibrar a proposta com mais precisão.

Além disso, é relevante entender que a FIPE é atualizada mensalmente, o que pode gerar pequenas variações entre cotações solicitadas em datas distintas. Para manter consistência nas propostas, lojistas de seguro costumam alinhar as cotações à mesma data de referência da FIPE ou usar a média de uma janela de tempo para comparação. Esse cuidado evita distorções e facilita a tomada de decisão pelo comprador.

Considerações práticas para quem possui um Santana 1996 e busca seguro

Quem tem um Santana CLi, CL, C ou SU 2.0 de 1996 deve considerar alguns ajustes na hora de contratar ou renovar o seguro. Em primeiro lugar, a idade do veículo aumenta o risco de falhas mecânicas e de desgaste, o que pode impactar a necessidade de coberturas adicionais, como assistência 24 horas, carro reserva e cobertura para acessórios originais. Em segundo lugar, a disponibilidade de peças de reposição pode influenciar o valor de reparo e o tempo de conserto. Em terceiro lugar, a condição externa do carro, com atenção para pontos de oxidação e corrosões, pode afetar a avaliação de risco da seguradora. Por fim, o histórico de manutenção e the uso pessoal ou profissional do veículo também entram como elementos de avaliação do risco. Todas essas informações ajudam a construir uma cotação mais fiel e, muitas vezes, mais competitiva.

Para quem está no processo de comparação de propostas, vale reforçar a importância de declarar com precisão o estado do veículo: milhas, revisões, substituições de peças críticas, tipo de combustível utilizado e frequência de uso (diário, apenas fins de semana, viagens longas esporádicas). Corretores experientes sabem que a soma desses elementos, aliados à referência FIPE, torna possível alcançar uma cobertura que equilibre custo e proteção, sem surpresas desagradáveis em caso de sinistro.

O Santana 1996 é um carro que carrega história e um conjunto técnico que, quando bem cuidado, ainda pode oferecer boa experiência de condução. Entender a Tabela FIPE, conhecer a ficha técnica do veículo e considerar o legado da marca ajudam a alinhar expectativas e a escolher o seguro que melhor protege o patrimônio automotivo e a tranquilidade do motorista.

Observação final: a escolha de coberturas e ajustes de prêmio deve ser realizada com orientação de uma corretora de confiança, que possa traduzir as particularidades do Santana 1996 em uma proposta realista e adequada às necessidades do segurado.

Se você está buscando orientação para encontrar a cobertura ideal para esse veículo, faça uma cotação com a GT Seguros.