Valor FIPE Atual
R$ 19.727,00
↑ 1,0% vs mês anterior
FIPE: 005098-9
Ano: 1996-1
MêsPreço
Jan/26R$ 19.727,00
Dez/25R$ 19.532,00
Nov/25R$ 19.339,00
Out/25R$ 19.148,00
Set/25R$ 19.539,00
Ago/25R$ 19.347,00
Jul/25R$ 19.156,00
Jun/25R$ 18.967,00
Mai/25R$ 18.781,00
Abr/25R$ 18.440,00
Mar/25R$ 18.258,00
Fev/25R$ 18.347,00

Guia prático para interpretar a Tabela FIPE no Santana Evidenc 2.0 MI 1996 da VW

A Tabela FIPE funciona como referência oficial para valores médios de veículos usados no Brasil. Quando o assunto é seguros, financiamentos ou avaliações de reparos, é comum que seguradoras, financeiras e Peritos utilizem o valor venal definido pela FIPE como base indenizatória ou de referência de compra. No caso do VW Santana Evidenc 2.0 MI, ano 1996, esse modelo carrega consigo particularidades potenciais de reparabilidade, disponibilidade de peças e histórico de uso que influenciam diretamente a leitura da tabela e, consequentemente, a cotação do seguro. Este artigo apresenta uma visão educativa sobre como a FIPE funciona para esse veículo específico, além de trazer uma ficha técnica resumida, aspectos da marca VW, fatores que costumam impactar o prêmio de seguro e, ao final, orientações para manter a proteção adequada sem gastos desnecessários.

O que a FIPE mede e como isso impacta modelos como o Santana Evidenc 2.0 MI

A FIPE mantém uma base de dados com valores médios de mercado para veículos usados, organizados por modelo, versão, ano e outros critérios que ajudam a padronizar avaliações. Esses valores são atualizados periodicamente para refletir a depreciação natural, mudanças de mercado, disponibilidade de peças e tendências de consumo. Para um modelo antigo como o Santana Evidenc 2.0 MI de 1996, o valor da FIPE representa uma referência histórica de referência, que pode variar com base na condição do veículo, na quilometragem e na localização geográfica onde está registrado. É comum que, para veículos com mais de duas décadas, a FIPE seja apenas parte da equação — as seguradoras também costumam considerar o estado de conservação, histórico de acidentes, número de proprietários, modificações e o tipo de uso (diário, ocasional, uso comercial). Essa combinação ajuda a chegar a uma cobertura adequada que proteja o proprietário sem superdimensionar o custo do seguro. Ao entender a função da FIPE, o proprietário ganha clareza sobre por que determinados aspectos do veículo aparecem na apólice e como eles contribuem para o equilíbrio entre proteção e custo.

Tabela FIPE VW – VolksWagen Santana Evidenc 2.0 MI 1996

Ficha Técnica do VW Santana Evidenc 2.0 MI 1996

Abaixo você encontra uma síntese técnica que costuma ser associada a essa versão do Santana, levando em conta as características marcantes do modelo e do período de fabricação. Reforçamos que pequenas variações podem ocorrer entre unidades, principalmente por país de montagem, lote de produção e substituições de componentes ao longo da vida útil do veículo.

  • Motorização: 2.0 com alimentação de injeção MI (Injeção Monoponto), quatro cilindros em linha
  • Transmissão: geralmente manual de 4 velocidades; algumas unidades podem trazer transmissão automática conforme a configuração
  • Potência e torque (aproximados): em torno de 90 a 100 cavalos de potência, com torque próximo de 14 a 15 kgf·m
  • Dimensões e peso: carro típico com cerca de 4,5 metros de comprimento, aproximadamente 1,7 m de largura e 1,4 m de altura, peso em torno de 1.100 a 1.200 kg em condições de fábrica

Essa ficha técnica serve como referência inicial para quem avalia o veículo no contexto de seguro. Além dos itens listados, aspectos como sistema de freios, suspensão, pneus recomendados, capacidade do tanque de combustível e capacidade de bagagem podem aparecer em fichas de veículo ou manuais, e são informações úteis para o corretor entender o desempenho e o uso esperado do Santana. Vale notar que a versão Evidenc, específica para a linha Santana, pode incluir detalhes de acabamento e equipamentos que influenciam o conforto, a segurança e a percepção de valor, fatores que, por sua vez, afetam a maneira como o veículo é avaliado pela FIPE e pela seguradora.

Por que a marca VW é relevante para seguradoras quando se trata de Santana

A Volkswagen tem uma trajetória histórica de oferecer automóveis com foco em robustez, conforto e engenharia prática, características que costumam ser valorizadas por clientes e por seguradoras. No Brasil, a rede de assistência técnica e a disponibilidade de peças de reposição para modelos da VW, incluindo o Santana, costumam influenciar a percepção de risco pela seguradora. Veículos com boa disponibilidade de peças e apresentação de histórico de confiabilidade tendem a apresentar reparos mais previsíveis e custos de manutenção mais estáveis, pontos que ajudam no dimensionamento de prêmios e franquias. Além disso, o Santana, apesar de ser um sedã de geração antiga, é reconhecido por um conjunto de atributos que, quando bem mantidos, resultam em comportamento previsível em termos de dirigibilidade, frenagem e equilíbrio dinâmico. Em termos de seguros, essa previsibilidade pode contribuir para uma avaliação de risco mais equilibrada, desde que o proprietário mantenha um programa de manutenção completo e documentação adequada. A marca também influencia aspectos de valor de revenda, o que está relacionado ao valor venal referenciado pela FIPE e, portanto, ao custo da cobertura ao longo do tempo.

Como a leitura da FIPE orienta a cotação de seguro para o Santana Evidenc 2.0 MI

Ao solicitar uma cotação, as seguradoras costumam usar o valor venal definido pela FIPE como referência para estimar o custo de indenização em caso de perda total ou de danos relevantes. Em veículos mais antigos, como o Santana Evidenc 2.0 MI, esse valor pode representar uma média ponderada que reflete o cenário de mercado para exemplares semelhantes. Contudo, a seguradora não depende exclusivamente da FIPE — também considera o estado atual do veículo, a quilometragem, o histórico de sinistros, o uso previsto (diário, fim de semana, viagens longas), a localização geográfica, o perfil do condutor (idade, tempo de habilitação, antecedência de infrações) e as opções de cobertura escolhidas (colisão, incêndio, roubo, proteção contra terceiros, assistência 24h, carro reserva, etc.). Em resumo, a FIPE oferece uma base estável para comparação, mas o prêmio final é o resultado de uma avaliação integrada dos riscos apresentados pelo veículo e pelo motorista. Para proprietários do Santana, entender esse mecanismo ajuda a negociar termos de cobertura que façam sentido tanto em termos de proteção quanto de custo. Em veículos com histórico e valor venal diferente do atual, pode haver ajustes de franquias, limites de cobertura e opções adicionais que melhor representem a realidade de uso, assegurando que a proteção esteja alinhada ao valor do bem e à capacidade de reposição.

Boas práticas para proprietários do Santana Evidenc 2.0 MI visando o seguro

Manter a proteção adequada para um modelo antigo requer prática cuidadosa. Aqui vão orientações úteis, com foco na relação entre FIPE, seguro e custo total de propriedade:

  • Documentação organizada: mantenha certificados de registro, histórico de manutenção, notas fiscais de reparos e atualizações de peça, o que facilita a avaliação de estado e reduz dúvidas no momento da cotação ou de um eventual sinistro.
  • Quilometragem e uso real: registre o uso típico do veículo (uso urbano, viagens, trabalho), pois isso influencia a previsão de desgaste e o regime de consumo, aspectos relevantes para a seguradora.
  • Manutenção preventiva: siga o cronograma recomendado pelo fabricante ou pela oficina de confiança. Peças de qualidade e revisões periódicas reduzem a probabilidade de falhas graves que gerem sinistros ou custos elevados de reparo.
  • Atualizações de segurança e itens de proteção: considerar itens como travamento, alarme, imobilizador e dispositivos de proteção contra furtos pode reduzir o risco de roubo, refletindo em prêmio possivelmente mais estável ao longo do tempo.

Essas práticas ajudam a manter o Santana Evidenc 2.0 MI em condições que ajudam a seguradora a enxergar o veículo como um ativo com risco controlado, o que costuma se traduzir em termos de cobertura mais adequados e custos mais alinhados com a realidade do proprietário. Além disso, manter uma boa relação com a rede de assistência técnica da marca facilita reparos de qualidade com maior previsibilidade de custo, o que também pesa positivamente na avaliação de risco da seguradora.

Cuidados com a identificação do veículo e com a documentação para o FIPE

Para quem utiliza a FIPE como referência, é essencial que o registro do veículo esteja correto nas bases da seguradora e no banco de dados da FIPE. Qualquer divergência de ano, versão ou configuração pode levar a diferenças no valor venal estimado e, por consequência, no prêmio. Verifique sempre: modelo, versão, ano de fabricação, número do chassi e motor, além de informações como a cor original registrada e a data de emissão de placas. A conferência prévia evita surpresas na hora de renovar a apólice ou de acionar a cobertura. O Santana Evidenc 2.0 MI, por ser um modelo de época, pode exigir atenção especial a itens que, embora não interfiram diretamente na condução diária, influenciam o valor de reposição, como a disponibilidade de peças originais ou a presença de componentes específicos de acabamento interior.

Perspectivas de seguro para o Santana no cenário atual

Modelos clássicos e de idade avançada costumam exigir uma análise mais criteriosa do seguro. Em muitos casos, clientes valorizam coberturas que protegem não apenas o valor do veículo, mas também itens que impactam diretamente o uso cotidiano, como assistência emergencial, carro reserva em caso de colisão, danos a vidros e guarnições, e cláusulas de proteção contra terceiros. A FIPE continua sendo referência essencial para orientar os valores, porém a prática de seguro envolve um conjunto de decisões de cobertura que devem refletir o uso real, o orçamento e o apetite ao risco do segurado. Para quem dirige o Santana Evidenc 2.0 MI, a combinação entre uma manutenção adequada, uma documentação organizada e escolhas conscientes de coberturas tende a favorecer opções de seguro que ofereçam proteção suficiente sem comprometer o orçamento mensal. Em termos específicos, manter o veículo em estado de conservação, com histórico de manutenção atualizado, pode reduzir a probabilidade de sinistros simples que elevem o custo total de propriedade ao longo dos anos.

Conclusão: entenda a relação entre FIPE