| Mês | Preço |
|---|---|
| Jan/26 | R$ 6.330,00 |
| Dez/25 | R$ 6.343,00 |
| Nov/25 | R$ 6.353,00 |
| Out/25 | R$ 6.369,00 |
| Set/25 | R$ 6.390,00 |
| Ago/25 | R$ 6.404,00 |
| Jul/25 | R$ 6.415,00 |
| Jun/25 | R$ 6.422,00 |
| Mai/25 | R$ 6.435,00 |
| Abr/25 | R$ 6.441,00 |
| Mar/25 | R$ 6.451,00 |
| Fev/25 | R$ 6.120,00 |
Entenda a Tabela FIPE para o VW Santana 1987: versões GLi, GL e Sport com motores 1.8/2.0
A Tabela FIPE é uma referência amplamente utilizada no mercado brasileiro para estimar o valor de reposição de veículos usados em processos de seguro, venda e comprovação de danos. Quando falamos do VW Santana GLi, GL ou Sport de 1987, esse quadro de referência ganha relevância não apenas para o preço de mercado, mas para entender de forma educativa como a idade, a motorização e o estado de conservação influenciam a avaliação em contratos de seguro. Este artigo apresenta, de forma didática, uma visão integrada sobre a ficha técnica, a história da marca e o papel da FIPE na gestão de seguros para esse clássico sob o guarda-chuva da corretora de seguros.
Ficha Técnica e Contexto da versão Santana (1987)
O Santana fabricado pela Volkswagen do Brasil no fim dos anos 80 era uma opção de sedã médio com apelo premium na linha de entrada da marca. Abaixo estão os elementos-chave que costumam compor a ficha técnica dessa geração, levando em conta as motivações das versões GLi, GL e Sport, que ofereciam diferentes opções de motorização e acabamento.

- Motorização: 1.8 L (1795 cm³) ou 2.0 L (1994 cm³), quatro cilindros em linha. Essas opções representavam o equilíbrio entre desempenho e consumo típico da época, com o 2.0 geralmente oferecendo resposta mais ágil em rotações médias.
- Alimentação: configuração com carburador na maioria dos equipamentos, havendo versões com injeção eletrônica conforme a linha e o ano de produção, o que impactava parâmetros de desempenho e de resposta do motor.
- Transmissão e tração: transmissão manual com 4 marchas era a configuração mais comum, sempre com tração dianteira. Em alguns mercados ou pacotes específicos, havia opções de câmbio com 5 marchas, refletindo opções de retrofit ou de variantes de acabamento.
- Suspensão e freios: suspensão dianteira independente tipo MacPherson, traseira com eixo de feixe de molas, conjunto típico de sedãs médios da época; freios com disco na frente e tambor atrás era uma configuração frequente, contribuindo para a frenagem adequada ao peso do veículo e ao tempo de uso prolongado.
Essa combinação de motor, câmbio e suspensão ajudava o Santana a entregar uma experiência de condução estável, com conforto no highway e presença em estrada urbana, características que ajudam a entender como esse modelo é visto pela FIPE e, por consequência, pela seguradora. Vale destacar que pequenas variações de especificações podem existir entre os lotes de fabricação de 1987, de modo que a ficha técnica apresentada acima serve como referência geral para as versões GLi, GL e Sport daquela época.
A marca VW no Brasil e o Santana
A Volkswagen tem uma presença histórica no Brasil que remonta a décadas de produção local, pesquisa de mercado e adaptação de pátios de montagem às necessidades do consumidor brasileiro. Em particular, o Santana foi uma resposta estratégica da VW aos segmentos médios, buscando combinar conforto, acabamento e confiabilidade com o custo de aquisição adequado ao público da época. O veículo herdou, de plataformas passadas, uma reputação de robustez e facilidade de manutenção, características que ajudam a sustentar valores estáveis na Tabela FIPE ao longo dos anos.
O Santana 1987 ocupou uma posição de destaque entre sedãs médios com apelo de qualidade superior sem alcançar o patamar premium de importados. Em termos de design, manteve linhas ainda hoje associadas à ideia de “belo equilíbrio” entre espaço interno, visibilidade e aerodinâmica simples, que favoreciam a usabilidade diária — fator relevante para proprietários que precisam manter o carro em bom estado durante anos. Além disso, a rede de assistência técnica da Volkswagen no Brasil, combinada com opções de peças originais, contribuiu para uma percepção de custo de manutenção previsível, o que é considerado pela FIPE ao avaliar a depreciação de modelos de idade avançada.
Para entusiastas, o Santana representa, também, um capítulo da história industrial nacional: um veículo fabricado sob demanda de um mercado que valorizava a mistura de desempenho moderado, conforto ergonômico e confiabilidade mecânica. Essa combinação favorece, na prática, uma condução segura e previsível, mesmo com a idade avançando, desde que a manutenção seja periódica e as peças originais, preferenciais para manter o conjunto motor e suspensão alinhados com os parâmetros originais da fábrica.
O papel da Tabela FIPE na gestão de seguros para Santana 1987
A Tabela FIPE funciona como uma referência de mercado para o valor de reposição de veículos usados. No contexto de seguros, esse parâmetro tem implicações diretas em diversos aspectos da apólice, inclusive no valor segurado, na avaliação de sinistros e na determinação de franquias relativas a danos parciais. Para o VW Santana 1987, com suas versões GLi, GL e Sport, a FIPE busca capturar a percepção de valor baseada na idade, na motorização e no estado de conservação típico de cada exemplar. A seguir, pontos educativos sobre como essa referência impacta o seguro:
- Depreciação e valor de referência: a FIPE fornece uma estimativa de valor atual que, por sua vez, orienta o limite de indenização em caso de sinistro total ou de reposição de veículo. Modelos clássicos com motor 1.8 ou 2.0 podem apresentar diferenças de depreciação conforme a versão e o histórico de uso.
- Variação por motorização e versão: motores 1.8 e 2.0, bem como níveis de acabamento GL, GLi e Sport, podem influenciar a avaliação. Peças originais e estado de conservação costumam impactar o valor de referência na tabela.
- Condição do veículo: itens originais, histórico de manutenção, documentos em dia e ausência de modificações relevantes são fatores que podem manter o valor de referência mais próximo do esperado pela seguradora.
- Uso em seguros de proteção jurídica, histórico de sinistros e perfil do condutor: esses elementos ajudam a calibrar a taxa de prêmio e a cobertura, aliando-se à referência FIPE para uma avaliação equilibrada entre custo e proteção.
Entender a FIPE em conjunto com a ficha técnica do Santana permite ao corretor e ao proprietário ter uma visão mais clara de como ajustar a apólice de acordo com a realidade do carro. Vale lembrar que a FIPE funciona como uma base de cálculo e não substitui avaliações independentes que possam ser solicitadas pela seguradora em casos específicos, como restaurações de alto nível ou peças de reposição não originais, que podem alterar o valor segurado.
Boas práticas para quem possui um Santana 1987
Para quem possui ou pretende adquirir um VW Santana 1987, há práticas recomendadas que ajudam a manter o valor do veículo estável na FIPE e a reduzir riscos na hora de acionar o seguro. Abaixo, algumas diretrizes úteis para manter o carro em bom estado e facilitar a avaliação de seguros:
- Manutenção regular com peças originais ou de qualidade equivalente, seguindo o cronograma recomendado pelo fabricante. Isso ajuda a manter o desempenho do motor 1.8 ou 2.0 sem comprometer a confiabilidade.
- Conservação de documentação: histórico de serviços, comprovantes de inspeções, multas quitadas e registros de atualizações ajudam a atestar o estado geral do veículo perante a seguradora.
- Preservação de itens originais: manter características de fábrica, como acabamento interior, pintura e componentes mecânicos, tende a preservar o valor de referência da FIPE.
- Seguro adequado ao perfil: escolher coberturas que considerem danos parciais, roubo/furto e danos a terceiros, com atenção a franquias que façam sentido para um carro com idade elevada e histórico de uso variado.
Além disso, quando se trata de um veículo com valor histórico e características únicas, vale a pena considerar avaliações periódicas para confirmar se a apólice está alinhada com o preço de reposição atual. A FIPE é uma bússola, mas a realidade do veículo hoje pode exigir ajustes com base em inspeções técnicas e no estado específico do exemplar.
Considerações finais sobre cotações e proteção
Para proprietários que desejam proteção adequada sem surpresas, entender a relação entre a Tabela FIPE e a ficha técnica do Santana de 1987 é essencial. A combinação de motor 1.8 ou 2.0, acabamento GLi/GL/Sport, idade do veículo e estado de conservação determina uma faixa de avaliação que, quando bem acompanhada pela seguradora, resulta em coberturas mais justas e prêmios compatíveis com o risco real.
Se você está buscando tranquilidade e uma cotação que leve em conta as especificidades do seu Santana 1987, a GT Seguros está pronta para oferecer uma avaliação personalizada, levando em consideração a FIPE, o histórico do veículo e as coberturas ideais para o seu perfil. Faça uma cotação com a GT Seguros e tenha a segurança de um seguro pensado para clássicos com esse potencial histórico.
