| Mês | Preço |
|---|---|
| Jan/26 | R$ 9.685,00 |
| Dez/25 | R$ 9.590,00 |
| Nov/25 | R$ 9.606,00 |
| Out/25 | R$ 9.630,00 |
| Set/25 | R$ 9.662,00 |
| Ago/25 | R$ 9.626,00 |
| Jul/25 | R$ 9.588,00 |
| Jun/25 | R$ 9.546,00 |
| Mai/25 | R$ 9.510,00 |
| Abr/25 | R$ 9.422,00 |
| Mar/25 | R$ 9.384,00 |
| Fev/25 | R$ 9.342,00 |
Guia prático sobre a Tabela FIPE para o Santana VW 1991: versões GLi, GL e Sport com 1.8 e 2.0
Quando pensamos em seguros, compra e venda, ou mesmo em planejamento financeiro, a Tabela FIPE é uma referência essencial no Brasil. Para o clássico Volkswagen Santana, especialmente as versões GLi, GL e Sport do ano modelo 1991, entender como essa tabela impacta a avaliação do veículo ajuda tanto na tomada de decisão quanto na condução de uma proteção mais alinhada ao valor de mercado. Este texto aborda a relação entre a Tabela FIPE e o Santana 1991, descreve a ficha técnica das principais variantes (1.8 e 2.0), destaca o papel da marca VW no cenário nacional e traz insights educativos sobre seguro e avaliação. Evitamos, de propósito, qualquer referência de preço neste espaço, pois os dados de preço serão inseridos automaticamente no topo do post.
Panorama da Volkswagen no Brasil e a importância do Santana no começo dos anos 90
A Volkswagen, ao longo de décadas, consolidou-se como uma das referências da indústria automobilística brasileira. A trajetória da marca no país é marcada pela busca constante por confiabilidade, reparabilidade e disponibilidade de rede de concessionárias e peças. Nessa linha, o Santana emergiu como uma opção de sedã médio de boa dinâmica de condução, conforto de passagem e espaço interior para a época. Em 1991, as versões GL, GLi e Sport do Santana ocupavam um nicho que combinava design conservador com tecnologia acessível, características valorizadas pela frota familiar e por motoristas que buscavam versatilidade para uso diário e algum aproveitamento no fim de semana.

O Santana, na prática, representa uma fase de transição entre designs de carrocerias mais tradicionais e as propostas modernas que vieram a reorientar a linha de sedãs médios. A configuração de motores 1.8 e 2.0, aliada à tração dianteira e a opções de câmbio manual, reforçou a atratividade para quem priorizava economia de combustível sem abrir mão de espaço e robustez. Além disso, a reputação de peças de fácil reposição e de manutenção relativamente simples, típica de muitos veículos da VW daquela época, contribuiu para uma presença estável nas ruas brasileiras ao longo do tempo.
Ficha técnica resumida do Santana GLi/GL/Sport 1991
Abaixo, apresentamos uma ficha técnica compacta para as principais variantes do Santana 1991 — foco nas opções 1.8 e 2.0, que aparecem com as designações GLi, GL e Sport. Use estas informações como referência para entender o comportamento do veículo, seu custo total de posse e o que pode impactar a avaliação na Tabela FIPE. Observação: números podem variar conforme a configuração exata, mercado e histórico do veículo. Em caso de dúvida, a consulta ao manual do proprietário ou ao documento do veículo é recomendada para confirmar especificações específicas.
- Motorização: 1.8L (1764 cm³) ou 2.0L (1984 cm³), quatro cilindros, com aspiração natural. Pode haver versões com injeção eletrônica no 2.0 e, em alguns mercados, carburador no 1.8 conforme o año/modelo.
- Potência e torque: potências típicas variando de aproximadamente 90–100 cv no 1.8 e 110–120 cv no 2.0, com torque compatível para condução cotidiana. Esses números refletem configurações comuns de fábrica daquele período e podem oscilar conforme adaptação regional ou atualização de componentes.
- Transmissão e performance: transmissão manual de 4 velocidades, com algumas variantes oferecendo 5 velocidades. Tração dianteira. Suspensão dianteira tipo independente (ou similar) e suspensão traseira com eixo de estrutura sólida, voltadas para conforto em vias urbanas e estradas brasileiras.
- Dimensões e peso: o Santana dessa geração costuma apresentar comprimento próximo de 4,6 a 4,8 metros, entre-eixos em torno de 2,55 a 2,60 metros, e massa de veículo entre cerca de 1.100 a 1.250 kg, conforme versão e itens de equipação. O tanque de combustível gira em torno de 50 litros, o que influenciava a autonomia entre abastecimentos.
Como entender a FIPE no contexto deste modelo
A Tabela FIPE oferece uma referência de valores médios de mercado para veículos usados, com base em pesquisas de disponibilidade, histórico de vendas e condições de conservação. No caso do Santana 1991, as variações de motor (1.8 vs 2.0) e de acabamento (GL, GLi, Sport) costumam impactar a faixa de valoração de forma relevante. Em geral, veículos bem conservados, com histórico de manutenção documentado e com documentação regular tendem a situar-se em patamares de avaliação mais estáveis dentro da tabela. Por outro lado, modelos com sinais de desgaste significativo, falta de documentação ou histórico de sinistros têm variações negativas na avaliação FIPE. Entender esse mecanismo ajuda proprietários e compradores a refletirem melhor sobre seguro, financiamento ou venda.
É comum que a diferença entre as variantes 1.8 e 2.0 se refleta na avaliação FIPE com base em aspectos como demanda de mercado, disponibilidade de peças e reputação de confiabilidade. A versão Sport, por exemplo, pode receber valorização adicional em determinadas regiões onde há maior valorização de pacotes de equipamento ou de diferenciação de estilo dentro da linha Santana. Já a versão GLi, muitas vezes, é associada a itens de pacote mais completos do que a GL simples, o que pode repercutir positivamente na avaliação, especialmente quando o veículo está em bom estado de conservação. Esses elementos demonstram como a FIPE funciona como uma referência prática, mas que deve ser interpretada dentro do contexto do veículo específico, seu estado, a história de circulação e os itens de equipamento instalados.
Impactos práticos para seguro, venda e planejamento financeiro
Para quem atua como corretor, seguradora ou comprador, entender a relação entre o Santana 1991 e a Tabela FIPE permite uma avaliação mais alinhada com o mercado. Alguns pontos educativos para considerar:
- Avaliação de custo de seguro: a FIPE é comumente usada como base para definir o valor segurado em seguros clássicos ou de uso diário. Veículos com histórico de conservação adequado têm maior probabilidade de obter coberturas com melhores condições de prêmio, desde que outros fatores de risco (uso, local de garagem, perfil do motorista etc.) estejam sob controle.
- Transição entre faixa de idade/valor: conforme o Santana avança na linha do tempo, a variação de valor segundo FIPE pode impactar o prêmio anual. É comum observar que unidades com documentação completa e histórico de manutenções bem registrados tendem a manter valores estáveis dentro da faixa FIPE.
- Negociação de venda: compradores que consultam a FIPE costumam ter maior segurança ao formular ofertas. Por isso, manter registros de serviços, notas fiscais de peças originais VW e histórico de revisões ajuda a justificar valores especulados pela tabela.
- Planejamento financeiro: para proprietários que pensam em seguro, manutenção e eventual venda, sincronizar o valor FIPE com o custo de peças de reposição, disponibilidade de referências automotivas e histórico de assistência técnica é fundamental para evitar surpresas de custo ao longo do tempo.
Aspectos de segurança e considerações atuais para o Santana dos anos 90
Apesar do Santana ser um carro de uma época com menos avanços tecnológicos em termos de assistência à condução, ele oferecia robustez típica dos sedãs médios da VW. Em termos de segurança, os componentes disponíveis incluíam itens básicos que eram padrão na década de 1990, como freios dianteiros a disco (em alguns acabamentos) e freios traseiros a tambor, com cintos de segurança e airbags não tão difundidos na linha de entrada daquela época quanto em modelos mais recentes. Ao avaliar um Santana 1991, é essencial considerar o estado dos componentes mecânicos, a integridade da estrutura e o histórico de colisões, pois a idade do veículo pode influenciar a disponibilidade de peças originais e a facilidade de manutenção em oficinas modernas. Para quem utiliza o carro no dia a dia, a checagem de itens como suspensão, direção, sistema de freios e componentes elétricos é decisiva para a segurança geral e para a confiabilidade de longo prazo.
Como interpretar a ficha técnica na hora de cotar seguros
Ao contratar ou renovar um seguro, as informações da ficha técnica ajudam a seguradora a desenhar coberturas adequadas e a estimar o prêmio com mais precisão. Campos como motor, potência, peso e configuração de tração influenciam o risco de roubo, danos e custo de reparo. No caso do Santana 1991, a presença de duas opções de motorização (1.8 e 2.0) e as variantes GL, GLi e Sport geram faixas distintas de avaliação na FIPE e, por consequência, na proposta de seguro. Além disso, detalhes como a disponibilidade de peças originais, facilidade de aquisição de componentes de reposição e a disponibilidade de assistência técnica especializada podem refletir na experiência de sinistro e no tempo de recuperação em caso de colisão ou dano total.
Para quem busca orientação, vale a dica educativa: mantenha um dossiê do veículo com histórico de manutenções, notas fiscais de peças originais, dados de inspeções técnicas e registros de revisões. Isso facilita a vida da seguradora e ajuda a manter o seguro mais estável ao longo do tempo, reduzindo perguntas adicionais e tempo de avaliação de sinistro, caso seja necessário. A Tabela FIPE funciona como uma bússola para esse processo, mas a somatória de informações de qualidade sobre o veículo gera a base mais sólida para decisões seguras.
Conectando tudo: o que observar ao usar a Tabela FIPE para este modelo
Para quem está estudando o Santana 1991 sob a lente da FIPE, algumas observações finais ajudam a tornar a leitura mais prática:
- Compare as faixas de valor dentro das variantes 1.8 e 2.0, levando em conta o estado de conservação e o quilometragem. A FIPE tende a diferenciar entre versões com maior apelo de mercado (por exemplo, Sport) e aquelas com pacotes de acabamento mais básicos (como GL).
- Considere o histórico de proprietário único ou múltiplos proprietários como um fator que pode influenciar a disponibilidade de peças e o estado geral do carro, refletindo-se na avaliação FIPE.
- Verifique a documentação de origem da motorização (1.8 vs 2.0) para entender eventuais custos de reposição ou adaptações que poderiam impactar o custo de manutenção e, por consequência, a percepção de risco pela seguradora.
- Ao planejar seguro, avalie se há necessidade de coberturas adicionais que sejam relevantes para um carro com mais de 30 anos de uso — como cobertura de danos a terceiros, incêndio, roubo, e até a opção de proteção parcial de peças originais —, sempre alinhando com o valor FIPE e o estado real do veículo.
Conclui-se que a Tabela FIPE, associada à ficha técnica e ao histórico do Santana 1991, fornece uma base sólida para tomada de decisão consciente: seguros mais adequados, opções de venda mais transparentes e um planejamento financeiro que respeita a realidade de um veículo com mais de três décadas de existência. A Volkswagen, por sua vez, deixou no Brasil um legado de mobilidade acessível, confiável e com um ecossistema de peças relativamente robusto para o tempo em que o Santana circulou com maior intensidade.
Se você está avaliando este modelo específico na perspectiva de seguro, compra ou venda, a combinação entre FIPE, ficha técnica e o histórico de manutenção é o caminho mais inteligente. E para quem busca soluções de proteção em dia com o seu orçamento, uma cotação pode fazer toda a diferença no planejamento financeiro de longo prazo.
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