| Mês | Preço |
|---|---|
| Jan/26 | R$ 9.356,00 |
| Dez/25 | R$ 9.042,00 |
| Nov/25 | R$ 8.953,00 |
| Out/25 | R$ 8.865,00 |
| Set/25 | R$ 8.692,00 |
| Ago/25 | R$ 8.408,00 |
| Jul/25 | R$ 8.122,00 |
| Jun/25 | R$ 7.812,00 |
| Mai/25 | R$ 7.546,00 |
| Abr/25 | R$ 7.291,00 |
| Mar/25 | R$ 7.262,00 |
| Fev/25 | R$ 7.191,00 |
Como a Tabela FIPE orienta a avaliação de uma Yamaha DT 200 de 1996 para seguros
A Tabela FIPE funciona como uma referência de mercado que auxilia seguradoras, compradores e vendedores a entenderem o valor de veículos usados ao longo do tempo. Embora seja comum associarmos esse tipo de referência a carros populares, a FIPE também atua com motocicletas, incluindo modelos de linha antiga como a Yamaha DT 200, fabricada em 1996. O objetivo é oferecer uma base de comparação que ajude na tomada de decisões, especialmente quando o assunto é seguro. Em motos clássicas o custo do seguro não depende apenas da idade do veículo, mas de uma combinação de fatores como uso, estado de conservação, disponibilidade de peças e histórico de manutenção. Compreender como a FIPE funciona e quais informações ela considera é essencial para quem busca seguro de forma consciente e planejada.
O que é a Tabela FIPE e por que ela importa para motos antigas
A Tabela FIPE, mantida pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas, é uma referência mensal amplamente adotada no Brasil para estimar o valor de mercado de veículos usados. Em termos práticos, as seguradoras utilizam essa base para calibração de coberturas, indenizações e condições de contratação. No caso de motocicletas antigas como a Yamaha DT 200 de 1996, a utilidade é dupla: ela oferece uma referência de mercado para comparação de propostas e, ao mesmo tempo, ajuda na compreensão de como diferentes estados de conservação influenciam o valor percebido pelos interessados em seguro. Vale destacar que a FIPE não é um parâmetro único; o mercado real pode apresentar variações significativas dependendo do estado de conservação, de peças originais disponíveis e de modificações que o veículo possa ter recebido ao longo dos seus anos de uso.

Para quem não acompanha diariamente o universo de seguros, é comum perguntar: “por que um modelo antigo recebe cotações de seguro diferentes de um veículo mais novo?” A resposta envolve mais do que o ano de fabricação. A idade da motocicleta, o histórico de manutenção, a rarefação de peças originais, o custo de reposição de componentes específicos e o interesse do mercado por esse tipo de modelo influenciam diretamente as condições de contratação. A FIPE atua como uma bússola que orienta essa compreensão, mas cada seguradora pode ponderar esses elementos de formas diversas, o que reforça a importância de uma avaliação cuidadosa e de uma cotação personalizada.
Como interpretar a tabela FIPE para a DT 200 1996
A DT 200, lançada na década de 90, pertence a uma classe de motocicletas que combina uso urbano com desempenho off-road leve, característica apreciada por muitos entusiastas de trilhas e passeios em estradas de terra. Quando uma seguradora consulta a FIPE para esse modelo, alguns elementos costumam influenciar o resultado final da proposta, sem entrar em números específicos. Primeiro, o ano de fabricação é relevante, pois modelos próximos ao seu tornam o seguro mais acessível do que versões muito fabricadas em décadas anteriores ou posteriores. Segundo, o estado de conservação faz diferença: uma moto bem conservada com histórico de revisões regulares tende a ter uma posição mais favorável do que uma unidade que tenha passado por restaurações extensivas de mecânica ou que apresente desgaste visível.
Além disso, a origem de peças é um ponto-chave. Em modelos clássicos, a disponibilidade de peças originais ou compatíveis influencia não apenas o custo de eventual reparo, mas também a facilidade de acionar assistência técnica com peças adequadas. A FIPE reflete, de forma metodológica, estimativas de mercado com base em transações observadas, mas o seguro considera também o risco de sinistro relativo à área de uso, ao tipo de proteção desejada e à política da seguradora. Por isso, ao analisar a DT 200 1996, é recomendável cruzar a referência FIPE com informações sobre a motocicleta em mãos — como documentação em dia, histórico de manutenção e o tipo de uso pretendido (lazer, trilha, deslocamento urbano).
Para quem está estudando a melhor forma de proteger o veículo, vale compreender que a FIPE ajuda a enquadrar o custo de uma indenização em caso de perda total ou roubo, mas não determina sozinho o valor exato da apólice. O processo de seguro envolve também variáveis como perfil do motorista, região de circulação, hábitos de garagem e a cobertura escolhida (com ou sem carro reserva, com assistência 24 horas, entre outras). Assim, a Tabela FIPE funciona como uma referência sólida, porém sempre deve ser interpretada em conjunto com a análise de risco da seguradora e com as particularidades da motocicleta em questão.
Ficha Técnica da Yamaha DT 200 1996
- Marca: Yamaha
- Modelo: DT 200 (1996)
- Categoria: Motocicleta dual-sport/off-road com uso misto
- Tipo de motor: dois tempos, monocilíndrico
- Cilindrada: próxima de 200 cm³
- Sistema de alimentação: carburador
- Transmissão: seis velocidades
- Sistema de refrigeração: típico para motos da época — presume-se refrigeração líquida (quando aplicável na linha DT) ou arrefecimento conforme especificação original da unidade
- Aceitação de combustível: gasolina com óleo misturado, prática comum para motores dois tempos
- Sistema de tração: corrente
- Suspensão dianteira: garfo telescópico
- Suspensão traseira: monochoque
- Freios: disco na dianteira e traseira (com pinças adequadas ao modelo de época)
- Peso aproximado (sem combustível): dentro de faixas típicas de motos de trail anos 90
- Capacidade do tanque: dimensão compatível com viagens de média distância para uma moto dessa categoria
Essa ficha técnica, apesar de resumida, oferece uma base para entender os componentes-chave da DT 200 de 1996. Ela ajuda a estabelecer o perfil do veículo para avaliação de risco e de cobertura no seguro. Em termos práticos, saber que é uma moto com motor de dois tempos, com câmbio de várias marchas e suspensões específicas para uso em trilhas, indica que questões como disponibilidade de peças, custo de reparo e necessidade de manutenção preventiva podem ter impactos relevantes no valor total da proteção contratada. Por isso, quem possui ou está adquirindo uma DT 200 deve manter um registro claro de manutenções, revisar periodicamente os itens de segurança e conservar as peças originais sempre que possível, para manter a performance do veículo e facilitar a garantia junto à seguradora.
A Yamaha: legado de confiabilidade e inovação no universo das motocicletas
A Yamaha é uma marca reconhecida mundialmente por combinar confiabilidade, desempenho e tecnologia. No segmento de motos off-road e dual-sport, a linha DT carrega uma herança de engenharia voltada à robustez, facilidade de manutenção e espírito aventureiro. Ao longo das décadas, a Yamaha tem desenvolvido modelos que valorizam a prática de trilhas, enduros e passeios em estradas de terra, sempre buscando equilíbrio entre dirigibilidade, peso, ergonomia e resposta do motor. Mesmo modelos anteriores, como a DT 200 de 1996, são lembrados por sua proposta de simplicidade mecânica aliada a uma performance consistente dentro do seu nicho. Essa reputação influencia, indiretamente, a percepção de risco na seguradora: peças de reposição geralmente existem em mercados de usados, oficinas especializadas costumam entender bem esse tipo de motor, e a marca costuma ser associada a uma base de proprietários que priorizam a conservação do veículo.
Para quem avalia seguros de motos clássicas, a associação com a Yamaha pode contribuir para uma maior confiança na cobertura oferecida pela seguradora, especialmente quando o proprietário demonstra cuidado com a manutenção, valida a procedência da unidade e mantém a documentação organizada. A DT 200 1996, por sua vez, carrega o charme de uma era em que as duas rodas eram o principal meio de deslocamento para aventureiros e entusiastas que buscavam a experiência de se aventurar fora do asfalto, sem abrir mão de uma condução previsível e segura para o dia a dia. Esse equilíbrio entre memória histórica e praticidade atual é um dos aspectos que torna o tema da Tabela FIPE especialmente relevante para quem pretende manter uma moto com esse perfil coberta por uma apólice adequada.
Cuidados ao planejar o seguro de uma moto clássica
Ao pensar em proteção para a Yamaha DT 200 1996, o seguro não é apenas uma assinatura de contrato, mas um plano que precisa refletir a realidade do veículo e o estilo de uso do proprietário. Motocicletas antigas têm particularidades que exigem atenção especial, e algumas atitudes ajudam a tornar a cobertura mais adequada e econômica ao longo do tempo. Abaixo estão pontos úteis a considerar ao planejar o seguro de uma moto dessa natureza:
- Conservação e originalidade: quanto mais peças originais e menos alterações de fábrica, mais previsível tende a ser o custo de reposição em caso de sinistro. Guardar recibos de manutenção e manter o manual do proprietário facilita a comprovação da condição do veículo para a seguradora.
- Histórico de manutenção: manter um registro detalhado de revisões, trocas de óleo, calibragem de pneus, estado da suspensão e do sistema de freios ajuda a demonstrar que a motocicleta está em boa condição, o que pode refletir positivamente na avaliação de risco.
- Uso e local de guarda: motos que ficam guardadas em garagem fechada, livres de exposição a intempéries, costumam apresentar menor risco de danos e de perda por roubo. A localização geográfica também pode influenciar a cotação, conforme a incidência de sinistros na região.
- Histórico de sinistros: manter o histórico limpo de acidentes ou roubos pode favorecer condições de seguro em renovações futuras. Se já houve ocorrências, é essencial esclarecer os detalhes para que a seguradora possa ajustar coberturas de forma adequada.
Observação importante: a contratação de seguro envolve escolhas de coberturas, franquias e assistências que impactam o custo da proteção. Para motocicletas clássicas, algumas seguradoras oferecem coberturas específicas que contemplam peças originais, assistência em trilhas, guincho, e até opções de proteção de garagens. A decisão sobre qual pacote escolher deve considerar o uso real da moto (viagens, trilhas, deslocamento urbano), a disponibilidade de peças de reposição no mercado de sua região e a visão de longo prazo do proprietário sobre a conservação do veículo. O objetivo é equilibrar proteção, custo e tranquilidade para que a DT 200 continue a ser um veículo prazeroso de possuir e conduzir, sem surpresas desagradáveis.
Ao se aproximar de uma decisão sobre a cobertura, é fundamental dialogar com a GT Seguros, que pode oferecer opções alinhadas aos objetivos de proteção e ao perfil dessa motocicleta histórica. A escolha cuidadosa de coberturas, limites de indenização, franquias e serviços adicionais é o que transforma uma simples contratação em uma proteção realmente útil para quem valoriza a história da DT 200 e o potencial de novas aventuras com ela.
Se desejar, peça uma cotação com a GT Seguros para comparar opções de cobertura para a Yamaha DT 200 1996.
