Valor FIPE Atual
R$ 2.202,00
↑ 1,0% vs mês anterior
FIPE: 827014-7
Ano: 1990-1
MêsPreço
Jan/26R$ 2.202,00
Dez/25R$ 2.181,00
Nov/25R$ 2.160,00
Out/25R$ 2.139,00
Set/25R$ 2.098,00
Ago/25R$ 2.078,00
Jul/25R$ 2.058,00
Jun/25R$ 2.038,00
Mai/25R$ 2.018,00
Abr/25R$ 2.020,00
Mar/25R$ 2.000,00
Fev/25R$ 2.002,00

Visão abrangente sobre a Tabela FIPE para a Yamaha RD 135 1990 e como ela orienta avaliações na corretora

A Tabela FIPE é amplamente reconhecida como referência de mercado para veículos usados no Brasil. Quando falamos de motos, especialmente modelos históricos como a Yamaha RD 135 de 1990, estabelecer o valor de referência envolve entender não apenas o preço médio por meio da FIPE, mas também como fatores específicos daquela condição e daquele exemplar pesam na avaliação final. Este artigo explora como a Tabela FIPE se aplica à Yamaha RD 135 1990, quais elementos compõem a ficha técnica, por que a marca é relevante para o ecossistema de seguros e, de forma educativa, como interpretar as variações de preço no tempo sem desconsiderar a necessidade de uma cotação personalizada. Importante: os dados de preço do veículo serão inseridos automaticamente no topo do post para facilitar a consulta rápida pelo leitor e pela equipe da corretora. Enquanto isso, conheça abaixo os fundamentos e as implicações para seguros, compras e restaurações.

Conceitos-chave da Tabela FIPE e sua aplicabilidade à Yamaha RD 135 1990

A FIPE – Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas – mantém uma base de dados que agrega preços médios de veículos usados no Brasil, atualizada periodicamente. Para motos, assim como para automóveis, esse valor serve como referência para várias operações comerciais e de seguradoras. Em termos práticos, isso significa que, ao abrir uma proposta de seguro para a Yamaha RD 135 1990, a seguradora pode usar o valor FIPE como ponto de partida para estimar a indenização em caso de sinistro, ou para calcular o prêmio inicial de forma padronizada. No entanto, o processo não é mecânico: o valor FIPE é uma referência, e o valor efetivo pode variar conforme as circunstâncias específicas do veículo e do contrato de seguro.

Tabela FIPE YAMAHA RD 135 1990

Para motos de produção mais antiga, como a RD 135 de 1990, o valor FIPE pode sofrer alterações de acordo com o estado de conservação, a originalidade das peças, a existência de documentação, o histórico de manutenção, a quilometragem, além de condições de mercado locais. Além disso, o histórico de venda de exemplares similares no seu estado pode influenciar o ajuste do prêmio, caso a seguradora tenha políticas especiais para veículos clássicos ou de alto valor histórico. Em síntese, a FIPE é o alicerce de referência, mas a avaliação final em seguradoras envolve uma leitura holística do exemplar específico que está sendo segurado.

Ao planejar a proteção da Yamaha RD 135 1990, é útil entender que o valor de referência pode não refletir exatamente o preço de compra ou de venda de determinadas unidades. Restauradas com peças originais e bem mantidas, por exemplo, podem apresentar variações em relação ao valor FIPE consolidado, assim como exemplares com desgaste acentuado ou com alterações não originais podem ter ajustes relevantes. Por isso, a combinação entre o valor FIPE e a análise de estado prático do veículo é essencial para obter uma cobertura que reflita de maneira mais fiel o seu patrimônio.

Ficha Técnica da Yamaha RD 135 1990

  • Cilindrada: 133 cm³ (aprox.)
  • Tipo de motor: dois tempos, ar refrigerado, monocilíndrico
  • Potência: faixa aproximada de 18–22 cavalos de potência (dependendo da configuração e do mercado)
  • Transmissão: 6 velocidades

A Yamaha RD 135 1990 é parte de uma linhagem de motos esportivas que marcou época pela combinação de leveza, resposta rápida do motor e agilidade de condução. Em termos de construção, muitos exemplares dessa geração adotaram a configuração de dois tempos com alimentação por carburador, o que conferia características de torque de saída rápidas porém exigentes em termos de manutenção de mistura correta e de regulagens. A estrutura típica incluía um chassi compacto, suspensões ajustadas para esportividade moderada e um peso que favorecia a agilidade nas curvas. Naturalmente, as especificidades podem variar conforme o país de origem, a presença de itens originais e a história de restaurações, o que reforça a importância de uma avaliação criteriosa na hora de estabelecer a cobertura de seguro e o valor FIPE correspondente.

A Yamaha e seu legado no cenário de motocicletas:

A Yamaha é uma fabricante japonesa com uma trajetória marcada por inovação, desempenho e confiabilidade. Fundada em 1955, a marca expandiu rapidamente seu portfólio para atender aos diferentes perfis de motociclistas, desde peças de entrada até modelos esportivos de alto desempenho. A RD, em especial, representou uma era de foco em dois tempos com DNA de corrida, que conquistou entusiastas ao redor do mundo pela resposta contundente do motor e pela sensação de condução ágil, principalmente em estradas sinuosas. No Brasil, a presença da Yamaha ao longo de décadas criou uma comunidade de proprietários que valoriza a disponibilidade de peças, a rede de assistência técnica e a percepção de confiabilidade associada à marca. Além disso, a Yamaha investe em educação de uso responsável, programas de manutenção preventiva e suporte de garantia mesmo para modelos mais antigos, o que contribui para a longevidade dos veículos e para uma percepção de valor estável no mercado de usados. Ao considerar o seguro, esse legado de marca também se traduz em percepção de risco: a confiabilidade e a disponibilidade de peças originais costumam reduzir, em termos gerais, o custo de manutenção e de reposição de componentes, o que impacta positivamente a avaliação de risco para determinadas apólices.

Impacto da Tabela FIPE na avaliação de seguro da Yamaha RD 135 1990

Quando uma seguradora analisa o seguro de uma Yamaha RD 135 1990, o valor FIPE serve como piso de referência para o montante segurado. Esse valor facilita a padronização de propostas, principalmente entre clientes que possuem modelos semelhantes de diferentes anos. No entanto, para motos com mais de duas décadas, as seguradoras costumam considerar também fatores dinâmicos que vão além do número da tabela. Abaixo, alguns aspectos que costumam influenciar a decisão de seguro, de forma educativa e pragmática:

Estado de conservação: exemplares bem conservados, com pintura original, sem alterações que desviem do projeto original, tendem a apresentar melhor avaliação. Já motos com desgaste significativo, ferrugens acentuadas, desgaste de motor ou de componentes críticos podem ter uma avaliação menor, mesmo que o valor FIPE seja relativamente alto para aquele ano. Originalidade de peças: a presença de itens originais, bem como a rastreabilidade de peças e a documentação de manutenção, podem influenciar positivamente o prêmio. Histórico de manutenção: um registro completo de revisões e substituições de componentes críticos (óleo, filtros, corrente, freios, bobinas, velas) costuma ser visto como indicativo de menor risco de falha inesperada. Quilometragem: motos com quilometragem muito alta podem refletir maior desgaste, impactando a percepção de risco para o seguro. Ocorrência de sinistros: se o exemplar já teve sinistros, a seguradora pode ajustar o prêmio com base na gravidade, no tempo de conserto e na disponibilidade de peças para reparo.

É importante notar que, especialmente para modelos de nicho ou com produção limitada, o valor FIPE pode não capturar toda a realidade comercial daquele exemplar específico. A prática recomendada é incorporar a avaliação física por um profissional, com foco na originalidade, histórico de peças e estado de conservação, para que a cotação de seguro reflita com maior precisão o risco e o custo de substituição em caso de sinistro. A FIPE funciona como uma referência estável, mas a prática de seguros para motos históricas exige uma leitura cuidadosa de cada veículo em particular para evitar surpresas no momento de um eventual sinistro ou renovação de apólice.

Como interpretar variações de preço ao longo do tempo para a Yamaha RD 135 1990

O mercado de motos antigas costuma apresentar ciclos de valorização e de desvalorização que refletem tanto a disponibilidade de peças quanto o interesse da comunidade de colecionadores e entusiastas. Em alguns períodos, exemplares bem preservados, com documentação completa e histórico de manutenção bem documentado, podem manter ou até elevar o valor de referência, especialmente se houver demanda por restaurações de qualidade. Em outros momentos, a desvalorização pode ocorrer por fatores como a escassez de peças originais, o aumento de custos de restauração ou a queda no interesse de determinados modelos no mercado de usados. Quando isso acontece, as seguradoras podem ajustar o prêmio com base em novos dados de mercado, sempre tomando como referência a FIPE, mas considerando também a condição real do exemplar e o histórico de transações para motos equivalentes.

Para o proprietário ou interessado, é útil acompanhar dicas simples de conservação que ajudam a manter o valor da moto estável ao longo do tempo. Mantenha a documentação em dia, guarde notas fiscais de peças originais ou de reposição, preserve o estado de originais quando possível, e priorize revisões com profissionais qualificados, especialmente para itens que impactem a segurança, como freios e suspensão. Embora esses cuidados não garantam uma elevação automática do valor FIPE, eles ajudam a minimizar quedas de valor que podem impactar a avaliação de seguro ao longo do tempo, proporcionando uma proteção mais alinhada ao patrimônio.

Conselhos práticos para proprietários da Yamaha RD 135 1990

Ao planejar o seguro, considere as seguintes práticas para alinhar a proteção com o valor de referência FIPE e as particularidades do modelo:

  1. Solicite a cotação com base no valor FIPE atualizado no momento da contratação, mas, se possível, peça uma avaliação que leve em conta a condição específica da moto (originais, documentação, histórico de manutenção).
  2. Documente o estado atual da moto com fotos de alta qualidade das peças originais, do motor, da carenagem e de qualquer modificação, para facilitar ajustes na apólice, se necessário.
  3. Mantenha o registro de manutenção em dia, com notas fiscais ou recibos de serviços realizados por profissionais qualificados.
  4. Considere opções de cobertura que incluam peças originais, assistência em viagem e cobertura para restaurações de boa fé, especialmente se a moto for usada em eventos ou em rodízio de climas onde a proteção pode ser mais desafiadora.

Essas diretrizes ajudam a garantir que a avaliação de valor, com base na FIPE, seja compatível com a realidade do exemplar, reduzindo surpresas em caso de sinistro ou renovação de apólice. Lembre-se de que o objetivo é manter uma cobertura alinhada ao valor de mercado e às expectativas de proteção do proprietário, sem comprometer a segurança e a usabilidade da moto no dia a dia