Valor FIPE Atual
R$ 2.497,00
↑ 1,0% vs mês anterior
FIPE: 827014-7
Ano: 1992-1
MêsPreço
Jan/26R$ 2.497,00
Dez/25R$ 2.473,00
Nov/25R$ 2.449,00
Out/25R$ 2.425,00
Set/25R$ 2.433,00
Ago/25R$ 2.409,00
Jul/25R$ 2.386,00
Jun/25R$ 2.363,00
Mai/25R$ 2.340,00
Abr/25R$ 2.343,00
Mar/25R$ 2.320,00
Fev/25R$ 2.322,00

Guia completo da Tabela FIPE para a Yamaha RD 135 1992 e como isso impacta o seguro de motos antigas

A Tabela FIPE é uma referência amplamente utilizada no Brasil para estimar o valor de mercado de veículos, incluindo motocicletas. No âmbito de seguros, entender como a FIPE funciona ajuda a alinhar a cobertura com o valor real do bem, evitando tanto a subsegurança quanto o excesso de cobrança. No caso da Yamaha RD 135, ano 1992, esse conhecimento se torna ainda mais importante porque se trata de um modelo clássico, no qual fatores como estado de conservação, originalidade de peças, histórico de uso e disponibilidade de peças de reposição pesam de forma relevante na avaliação de risco e, consequentemente, no custo do seguro. Este artigo tem o objetivo de explicar, de maneira educativa, como ler a Tabela FIPE para esse modelo específico, quais são as implicações para o seguro e como a marca e o histórico influenciam a percepção de valor no universo de seguros de motocicletas antigas.

O que é a Tabela FIPE e por que ela importa para seguros de motos antigas

A Tabela FIPE, mantida pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas, é um levantamento semanal que consolida valores médios de mercado de veículos usados no país. Ela funciona como uma referência padronizada para calcular prêmios de seguro, financiações, venda e documentação. No segmento de motos, a FIPE reúne categorias por marca, modelo, ano de fabricação e versão, permitindo uma comparação entre diferentes opções e um parâmetro objetivo para avaliações de sinistralidade e depreciação ao longo do tempo.

Tabela FIPE YAMAHA RD 135 1992

Para modelos clássicos como a Yamaha RD 135, anos de produção, variantes de fábrica e particularidades do estado de conservação afetam fortemente a leitura da FIPE. Em muitos casos, modelos de baixa disponibilidade no mercado de reposição, com pouca documentação de fábrica original ou com modificações significativas, podem apresentar valores FIPE que não capturam integralmente o valor sentimental, a raridade ou o custo de restauração. Por isso, é comum que seguradoras considerem também itens adicionais ao valor FIPE, como a originalidade, o histórico de manutenção, a presença de peças originais, o grau de restauro e a documentação de procedência. Entender esses aspectos ajuda o consumidor a alinhar a cobertura ao verdadeiro risco, evitando surpresas em uma eventual indenização.

Além disso, conhecer a escala temporal da FIPE — que não é estática e pode variar de acordo com a oferta e a demanda, com a disponibilidade de serviços para o modelo e com oscilações macroeconômicas — é essencial para quem utiliza o seguro como ferramenta de proteção do patrimônio. Em contextos de veículos clássicos, o seguro pode oferecer coberturas adicionais, como proteção de itens originais, optional deroubo com franquia diferenciada e cobertura de peças de reposição originais; para isso, a leitura da FIPE serve como ponto de partida para o diálogo entre o proprietário e a seguradora, ajudando a clarificar expectativas e limites de cobertura.

É importante destacar que, embora a FIPE seja uma referência útil, ela não substitui uma avaliação técnica do veículo. Em motos como a RD 135 1992, muitos aspectos práticos — estado mecânico, quilometragem, conservação da lataria, precisão de instrumentação e histórico de acidentes — afetam o risco real. Por isso, ao contratar um seguro, vale registrar observações detalhadas sobre o estado do veículo, anexar fotos atualizadas da moto e, se possível, apresentar notas de manutenção ou certificados de restauração. Essas informações costumam ser consideradas na hora de estipular o prêmio, inclusive para modelos clássicos onde a depreciação pode não seguir exatamente as curvas de veículos mais recentes.

Ficha Técnica da Yamaha RD 135 1992

  • Motor: monocilíndrico, dois tempos, ar refrigerado — configuração típica de motos esportivas leves da era.
  • Cilindrada: 135 cm³ — desempenho voltado para agilidade urbana com toque de esportividade.
  • Transmissão: 6 velocidades — entrega de torque em diferentes faixas de rotações, favorecendo acelerações rápidas na faixa de uso comum.
  • Alimentação e ignição: carburador simples, ignição CDI — solução comum em motos da época, com manutenção relativamente acessível e componentes de reposição com disponibilidade variável conforme o mercado de peças usadas.

Notas sobre a ficha técnica: a RD 135 de 1992 pertence ao conjunto de motocicletas da Yamaha com foco em desempenho e manuseio ágil, características que costumam influenciar positivamente a percepção de risco por parte das seguradoras quando o estado de conservação é preservado. Abaixo, algumas observações de contexto que ajudam a entender o cenário sem a necessidade de números específicos:

Primeiro, o motor 2 tempos, embora potente para a proposta esportiva, tende a exigir cuidados com a mistura de combustível e óleo, além de manter atenção especial a vedação de juntas e ao sistema de escape, que pode sofrer com desgaste de impactos ou corrosão ao longo de décadas. Em seguros, esse tipo de motor pode ser visto com maior risco de falhas mecânicas se o histórico de manutenção não for claro, mas também pode justificar um prêmio competitivo quando o proprietário demonstra diligência, como registro de revisões periódicas e peças originais preservadas.

Segundo, a cilindrada de 135 cm³, associada a uma transmissão de múltiplas velocidades, costuma oferecer um equilíbrio entre performance e consumo dentro do patamar de uso que muitas vezes envolve deslocamentos urbanos com trechos de estrada. Do ponto de vista de seguro, esse equilíbrio se traduz em categorias de risco que consideram tanto o uso urbano quanto o potencial de velocidade, sempre com o olhar voltado para a preservação do veículo em estado original ou com restaurações de qualidade.

Terceiro, o conjunto de carburador e ignição CDI é típico de motos de época; a disponibilidade de peças de reposição pode variar conforme a região. Em seguros, a disponibilidade de peças originais pode impactar o tempo de reparo e o custo de eventuais substituições, o que, por sua vez, influencia fatores de prêmio e disponibilidade de coberturas adicionais, como a proteção de peças originais. Por isso, manter um registro claro de originalidade e de peças compatíveis com a fábrica pode facilitar a negociação com a seguradora e favorecer condições mais justas.

Quarto, a documentação: ter o histórico de proprietário anterior, notas de serviço, certificados de restauração (se houver), bem como fotos atuais da moto em diferentes ângulos, ajuda a demonstrar o estado de conservação e a reduzir dúvidas que possam gerar ajustes no prêmio. Em motocicletas clássicas, a transparência sobre o estado do veículo costuma ser valorizada pela seguradora, independentemente da idade, porque reduz incertezas quanto a sinistros potenciais e facilita a conferência de condições de cobertura.

Como a marca Yamaha influencia o seguro da RD 135 1992

Fundada em 1955, a Yamaha é uma das marcas mais tradicionais do setor de mobilidade, com uma reputação que atravessa décadas de inovação e participação em diferentes categorias de veículos, desde motos de uso diário até modelos esportivos e de competição. Para a seguradora, essa herança de marca se traduz em alguns pontos relevantes:

  • Distribuição de peças: a Yamaha, por manter uma presença global, tende a ter disponibilidade de peças originais ou compatíveis para muitos modelos antigos, o que facilita reparos precisos sem exigir substituições irreversíveis.
  • História de confiabilidade: muitos modelos da linha Yamaha ganharam reconhecimento pela confiabilidade mecânica quando bem mantidos. Isso pode reduzir a sinistralidade em seguros, pois clientes com histórico de manutenção adequado transmitem menor probabilidade de falha grave.
  • Desvalorização e apelo vintage: motos clássicas da Yamaha costumam ter apelo entre colecionadores e entusiastas, o que pode influenciar positivamente a avaliação de reposição e depreciação ao longo do tempo, desde que o estado de conservação seja preservado.
  • Apoio de rede de serviço: a presença de oficinas autorizadas e de uma rede de suporte facilita acordos de avaliação de danos, orçamentos de reparo e validação de peças originais, contribuindo para um processo de sinistro mais ágil.

Para o proprietário, isso costuma significar que, com documentação adequada, a Yamaha RD 135 1992 pode manter um equilíbrio entre custo de seguro e cobertura suficiente para o uso pretendido. Vale lembrar, porém, que cada seguradora aplica critérios diferentes, e aspectos como o histórico de sinistros, o local onde a moto fica Guardada, a frequência de uso e o perfil de motorista também pesam significativamente na determinação do prêmio. Em modelos clássicos, é comum que o processo de cotação inclua perguntas sobre o estado de originalidade, mods realizados, qualidade de restauração e a presença de itens originais que garantam maior coesão entre o valor FIPE e a condição real do veículo.

Impactos práticos da FIPE na escolha de coberturas de seguro

Ao planejar o seguro de uma Yamaha RD 135 1992, é fundamental entender como o valor FIPE influencia as opções de coberturas. Em termos práticos, o FIPE serve como referência para definir o montante segurado ou o valor de reposição. A depender da política da seguradora, o contrato pode oferecer diferentes modalidades de indenização: valor no mercado ou valor de reposição. Em motos clássicas, o valor de reposição pode ser mais vantajoso para quem pretende reconstruir o veículo para manter o padrão original, especialmente quando peças históricas são caras ou difíceis de encontrar. Por outro lado, o valor de mercado, baseado na FIPE, costuma refletir comparações com motos similares disponíveis no mercado, o que pode ser mais adequado para quem não busca restauração total, mas sim uma proteção prática para uso eventual.

Além disso, vale considerar os seguintes aspectos ao alinhar a FIPE com o seguro da RD 135 1992:

Estado de conservação: a FIPE não captura a diferença entre uma moto bem conservada, com pintura original e componentes em excelente estado, versus uma motocicleta com desgaste visível, ferrugem ou peças substituídas por alternativas genéricas. Para modelos clássicos, as seguradoras costumam levar em conta o estado de conservação para ajustar o prêmio e, em alguns casos, podem exigir avaliação técnica para confirmar o valor de reposição ou de mercado. Documentar o histórico de manutenção com notas, recibos e comprovantes de serviços ajuda a reduzir incertezas na hora do sinistro.

Originalidade e autenticidade: peças originais e um conjunto de componentes que permaneça fiel ao que saiu de fábrica costumam agregar valor à avaliação de risco. Em seguros, isso pode significar condições mais favoráveis, inclusive no que diz respeito à cobertura de itens originais diante de um eventual dano. Por isso, manter registro de peças genuínas, vouchers de compra e comprovação de substituições com peças originais da Yamaha pode influenciar positivamente a cotação.

Uso e localização: motos clássicas, quando guardadas com proteção adequada e utilizadas com moderada frequência, podem apresentar prazos de sinistro menores e, consequentemente, prêmios mais estáveis. Já veículos expostos a ambientes com umidade, poluição ou alto risco de roubo podem exigir coberturas adicionais, como proteção anticorrosiva, chave mestra e rastreamento, impactando o custo total do seguro. A FIPE serve como referência, mas o histórico de uso real molda o pacote de proteção que a seguradora entrega ao proprietário.

Riscos específicos: modelos de duas tempos costumam exigir atenção a riscos de maior desgaste, o que, na prática, pode ser refletido em prêmios mais altos se o veículo apresentar sinais de uso intenso, peças faltantes ou histórico de reparos não documentados. Por outro lado, se o proprietário demonstrar cuidado com inspeções, manutenções preventivas e conservação exemplar, é possível obter condições mais justas e competitivas.

Boas práticas para interpretar a Tabela FIPE na compra e no seguro

Para extrair o máximo de benefício da Tabela FIPE ao planejar o seguro da Yamaha RD 135 1992, seguem algumas estratégias simples. Elas ajudam a alinhar o valor segurado com o que realmente vale no mercado, sem complicar a contratação.

Primeiro, revise periodicamente o valor FIPE da sua motocicleta. Em modelos clássicos, o valor pode oscilar com o tempo conforme o interesse de colecionadores, entradas de novas peças de reposição e o estado geral de conservação. Manter uma rotina de inspeção e documentação facilita a comparação de valores ao renovar o seguro ou ao solicitar uma cotação adicional. Segundo, prepare uma documentação objetiva do estado atual da moto. Fotos em alta resolução, uma lista de peças originais, histórico de manutenção, notas de serviço e certificados de restauração ajudam a criar um retrato claro para a seguradora. Ter esses documentos prontos pode evitar surpresas na hora do sinistro, quando a velocidade de atendimento faz diferença.

Terceiro, avalie as opções de cobertura com foco na proteção de itens específicos que costumam ser mais caros em modelos clássicos. Além da cobertura básica contra roubo, furto e colisões, é comum incluir proteção de peças originais, responsabilidade civil e assistência em viagem. Em motos históricas, a cobertura de peças originais pode justificar um prêmio ligeiramente mais alto, mas vale o custo adicional para evitar o repasse de valores desproporcionais na substituição de componentes raros. Quarto, converse com a seguradora sobre cenários de sinistro. Perguntas como: “qual é o procedimento de indenização em caso de avaria grave?”, “como é calculado o valor de reposição versus valor de mercado?”, e “quais são as condições para manter a originalidade após um reparo?” ajudam a esclarecer o que está incluso no contrato. Ao entender as regras, o proprietário pode adaptar a política de acordo com as necessidades reais da moto e do uso pretendido.

Outro ponto relevante é a escolha de limites de cobertura e franquias. Em veículos antigos, muitas seguradoras trabalham com franquias que variam conforme o tipo de lesão, o valor segurado e a classe do veículo. A ideia é equilibrar o custo mensal com a proteção oferecida, levando em conta o quanto vale a moto segundo a FIPE, o quanto vale a pena investir em restauração para manter o valor de mercado e a probabilidade de sinistros. Em termos práticos, uma franquia mais baixa tende a aumentar o custo mensal, mas oferece maior tranquilidade em caso de danos menores; já uma franquia mais alta pode reduzir o custo, porém exige maior apelo financeiro em situações de sinistro. A afinidade entre FIPE, estado de conservação e decisão de cobertura é o que, no fim, determina o custo final do seguro de uma Yamaha RD 135 1992.

Conclusão: por que entender a FIPE faz diferença na proteção da Yamaha RD 135 1992

Para proprietários de motos clássicas como a Yamaha RD 135 1992, entender a Tabela FIPE é mais do que uma simples curiosidade. É uma ferramenta prática para alinhar o seguro com a realidade de mercado, reconhecer a importância da originalidade e manter a proteção adequada frente ao desgaste natural de um modelo de época. A FIPE oferece um referencial de valor de mercado, que, combinado ao estado de conservação, à autenticidade das peças e ao histórico de manutenção, permite construir um pacote de seguro mais alinhado com o que o veículo realmente representa — não apenas pelo valor financeiro, mas pela história que ele carrega e pelo cuidado que o proprietário dedicou a ele ao longo dos anos. Ao abordar o seguro com esse olhar, o proprietário ganha em previsibilidade, tranquilidade e, muitas vezes, em condições de cobertura mais justas, que reconhecem o carisma e a singularidade da Yamaha RD 135 1992.

Se você está buscando uma forma prática de comparar opções e entender o que cada cobertura implica, considere realizar uma cotação com a GT Seguros. Uma avaliação cuidadosa pode esclarecer dúvidas e demonstrar caminhos de proteção adequados ao seu veículo, ao seu orçamento e ao seu perfil de uso.